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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Alerte au tsunami - Philippines et Indonésie: très fort séisme




Un fort séisme de magnitude 7,9 a été mesuré à l'est des Philippines, selon l'USGS. Une alerte au tsunami a été lancée aux Philippines, en Indonésie, à Taïwan ainsi qu'au Japon. 

Une alerte au tsunami a été lancée par les Philippines et l'Indonésie après un fort séisme de magnitude 7,9, mesuré ce vendredi à l'est au large des Philippines, selon l'Institut de géophysique américain (USGS)
Ce séisme majeur s'est produit en mer à 139 kilomètres seulement à l'est des Philippines, ce qui explique l'alerte au tsunami qui a été lancée notamment pour cet archipel, l'Indonésie, Taïwan et le Japon, selon des sismologues américains. 
Le tremblement de terre s'est produit à 20h47 heure locale (12h47 GMT) en mer, à 139 kilomètres à l'est de la ville philippine de Sulangan, à une profondeur de 33 kilomètres.
L'EXPRESS - FRANCE 

Imagens do Mundo - John Spies desvenda belezas e mistérios de cavernas tailandesas


John Spies/Barcroft


Nesta imagem , estalactites azuis penduradas numa das cavernas naturais de Pang Mapha. Todas as mais de 80 cavernas visitadas em 30 anos pelo fotografo John Spies estão no país

The 35 Most Amazing Libraries In The World - 20. Melk Monastery Library, Melk, Austria

20. Melk Monastery Library, Melk, Austria

The Melk Abbey was founded in 1089, and shortly thereafter a school was founded which led to the library’s formation in the 12th century. The Melk Library quickly became one of the largest manuscript holders in the world, and was also majorly involved in the production of manuscripts. The Library features a high ceiling adorned with beautiful frescos painted by Paul Troger. Today the Library is still renowned for its collection of medieval manuscripts and also has a prominent collection of musical manuscripts.

Foto - Passeando pelo Rio de Janeiro - O restaurante do Sr. Adriano e fotos

O Senhor Adriano ja ha muito nos vinha convidando para uma almocarada num dos seus restaurantes. Adriano é o que costuma chamar-se um empresario de sucesso. Partiu do nada, emigrou em 1959 para o Rio, com uma pausa de dois anos por Fall-River nos States e hoje é dono de um pequeno império no Rio de Janeiro, Estados-Unidos e Portugal.
 
Com os seus 72 anos de simpatia, contou-me a sua vida aventureira, tendo feito questão de sempre ficar à nossa mesa.
 



 





 

Depois do excelente almoco (feijoada porque era dia disso) oferecido pelo anfitrião, passeei um pouco pelo centro urbano do Rio de Janeiro que, até agora, pouco tinha visitado. Ficam estas fotografias.
 
JOANMIRA

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Guerra Portugal/Andorra e Consulado português no Rio sob investigação


O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas disse hoje que «as investigações estão a decorrer» no caso do Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro e que não há qualquer funcionário suspenso.

«Há investigações a decorrer. Não podemos dar informações sobre uma investigação que está em curso, com intervenção da Polícia Judiciária (PJ). Não há nenhum funcionário suspenso», afirmou José Cesário à agência Lusa, no final do encontro das estruturas de coordenação do Ensino do Português no Estrangeiro, que decorreu na sede do Camões Instituto da Cooperação e da Língua, em Lisboa.

O Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro foi alvo em maio deste ano de uma inspeção diplomática acompanhada por inspetores da PJ portuguesa, desconhecendo-se ainda publicamente as suspeitas em causa.

Questionado sobre se os funcionários suspeitos são portugueses ou brasileiros, o governante disse não poder responder.

«Não posso dar essa informação. Não posso dizer que funcionários são suspeitos. A PJ é que dirá», referiu o secretário de Estado.

A situação chegou ao conhecimento do deputado socialista pela emigração Paulo Pisco na sequência de uma visita que efetuou ao Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro em 17 de junho, o que o levou a dirigir, poucos dias depois, um requerimento ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a solicitar informações sobre o caso.

Segundo o requerimento, «o Consulado-Geral do Rio de Janeiro desde há bastante tempo que era objeto de queixas da comunidade portuguesa devido a problemas e dificuldades relacionados com o atendimento consular, suscitando até no passado recente algumas inspeções diplomáticas».

«Entre as queixas e críticas mais frequentes feitas pela comunidade portuguesa estavam os problemas e dificuldades no atendimento, a demora para a obtenção de documentos e o favorecimento de algumas pessoas exteriores ao consulado para a resolução de alguns problemas», acrescenta o documento.

Paulo Pisco refere também que, na sequência da visita que efetuou ao Consulado-Geral, soube que «uma nova inspeção diplomática, acompanhada de agentes da PJ, esteve no consulado no passado mês de maio, muito pouco tempo depois de o novo cônsul-geral assumir funções».

«A presença de uma nova inspeção diplomática acompanhada de agentes da PJ suscita a maior apreensão e evidencia certamente suspeitas graves de irregularidades ou situações anómalas», lê-se no requerimento a que a Lusa teve acesso.

No Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro trabalham 32 funcionários, segundo o deputado.

CORREIO DA MANHÃ
 
O autor não ficou surpreendido pela noticia. Ficou, sim, cheio de intensa  felicidade pelo facto de o seu nome não poder estar associado, em absoluto,  ao que aconteceu (ou podera ter acontecido) no consulado-geral de Portugal no Rio de Janeiro.
Que se apurem responsabilidades e que se sancionem os eventuais culpados. Apenas queria referir que, tendo sido o inquérito efectuado em maio e estando-se quase em setembro, não se entende o porquê de tanta demora...
 
O proprio autor tendo cometido o crime de insulto ao seu querido DGA, - porque achava não ter responsabilidades na guerra Portugal/Andorra que não deflagrou por um triz - (também em maio), foi prontamente "gratificado" de uma repreensão escrita (veja aqui o texto da discordia)
 
 
Parece que desenvolvimentos, mais importantes ainda, não vão deixar de deflagrar nos proximos tempos. Fique atento a este blogue.
 
JOANMIRA.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Imagens do Mundo - Crianças de Cabul

Crianças no campo de refugiados de Darul-Aman, em Cabul, no Afeganistão

Crianças no campo de refugiados de Darul-Aman, em Cabul, no Afeganistão   - Mohammad Ismail/Reuters

Exclusivo - Como burlava Lance Armstrong?

“Avisaban a Lance Armstrong antes de todos los controles”
 
Pregunta. ¿Qué opina del epílogo del caso Lance Armstrong?
Respuesta. No me sorprende mucho. Desde hace tiempo, Pierre Bordry, expresidente del Organismo Francés para la Lucha contra el Dopaje [AFLD en sus siglas en francés], y yo estábamos en estrecho contacto con la USADA, el organismo estadounidense antidopaje. Me quito el sombrero ante su valentía. Pocos organismos nacionales se habrían comportado de la misma manera. Oficialmente, Armstrong nunca ha dado positivo en un control, pero los testimonios recabados le han inculpado. Y además, Armstrong no era un personaje muy apreciado por el conjunto de los corredores.
P. ¿Cómo burló Armstrong la vigilancia de los encargados de tomar las muestras de sangre?
R. Los encargados de tomar las muestras tuvieron dificultades para realizar controles por sorpresa sin que Armstrong pudiera contar con un plazo de 20 minutos. Le avisaban antes de todos los controles. Me acuerdo de una toma de sangre por sorpresa mientras se entrenaba en el sur de Francia cuando volvió al Tour en 2009. Su entorno había usado pretextos y mucha palabrería para conseguir ese famoso plazo. En 20 minutos es posible hacer muchas manipulaciones. Realizaba perfusiones de suero fisiológico para diluir su sangre. Sustituía su propia orina por una orina artificial. Se administraba EPO en pequeñas dosis. La sustancia era indetectable. Sin los datos de la gendarmería o de la aduana, era imposible combatir ese método.
P. Sin embargo, su victoria en 1999 se consideró la del arranque [de una nueva era] después del Tour del año anterior, caracterizado por los casos de dopaje...
R. Armstrong acumuló sus primeras victorias en el Tour en un periodo en el que el laboratorio de Chatenay-Malabry era autónomo. El Ministerio de Deportes gestionaba los controles en colaboración con la Unión Ciclista Internacional (UCI). Hizo falta mucho tiempo, en 2000, para que el método oficial de detección de la EPO fuese validado por el Agencia Mundial Antidopaje. En aquella época, había pocos controles por sorpresa, se sabía que al maillot amarillo o al vencedor de la etapa se les realizaría un control. Todo estaba programado. Desde entonces, los métodos relacionados con la dosificación de la EPO se han perfeccionado. En el Tour de 1999, Armstrong dio positivo en un control por corticoides, pero el caso se silenció.

Diluía su sangre con sueros, usaba orina artificial y EPO en pequeñas dosis”
P. ¿Con qué apoyos contaba en esta dinámica de engaños?
R. Contaba con apoyos en la UCI y en el Comité Olímpico Internacional. Asimismo, Armstrong se rodeó de científicos fisiólogos, algunos de los cuales le abandonaron más adelante. Este personaje inspiraba mucho temor. En la UCI y en la organización del Tour, se enfrentaban dos bandos. Algunos temían que un escándalo hiciese que el pasado se pusiera en duda. Prefirieron pasarlo por alto ya que no querían dañar la imagen del deporte. Otros querían cortar por lo sano y deshacerse de la influencia de Armstrong. Estos últimos tenían razón. Este epílogo mancha 10 años de Tour.

Era una odisea controlarle por sorpresa. Tenía medios para protegerse”
P. ¿Era realmente imposible evitar estos obstáculos?
R. Solo se sabía en el último momento en qué hotel se alojaba. De ahí esos numerosos obstáculos. Era una odisea ya que siempre le avisaban en sus lugares de residencia. Tenía considerables medios para protegerse y poner en práctica una logística. Corría el rumor de que se hizo enviar sangre desde EE UU en su avión privado.
P. ¿Tuvo el AFLD dudas en relación con el caso Armstrong?
R. El AFLD llegó tardíamente al Tour, en 2007. En 2008, nos beneficiamos de una autonomía total. La UCI se había retirado entonces y habíamos detectado ocho casos positivos por EPO. En 2009, contribuimos a difundir un informe que probaba que el equipo de Armstrong disfrutaba de un trato de favor por parte de los inspectores de la UCI. Habíamos roto con la UCI. Nuestro papel era marginal, pero estábamos al tanto de las dificultades que sufrían los controladores con el corredor estadounidense. En octubre de 2009, Armstrong fue invitado a una comida en El Elíseo. Sabemos que, escudándose en esta visita, quería conseguir la marcha del presidente de la AFLD, Pierre Bordry, que dimitió un año más tarde. En 2010, Armstrong regaló una bicicleta al jefe del Estado. Unos meses más tarde, el presidente de la República aprovechó una etapa del Tour para convertir a Lance Armstrong en un modelo para la juventud. Fue excesivo.
P. ¿Qué lecciones deben extraer los organismos antidopaje?
R. Esto demuestra que ningún personaje, aunque sea poderoso y esté protegido, se encuentra a salvo. Hay que estar muy alerta y conservar las muestras ocho años, como lo autoriza el código mundial antidopaje. El caso de Armstrong es el ejemplo de todo lo que no hay que hacer. No es un caso aislado. Su aureola se consolidó a lo largo de los años. Armstrong es el producto de un sistema, el del dinero, el de ganar a cualquier precio y el de la rentabilidad de las inversiones.
EL PAIS - ESPAÑA

domingo, 26 de agosto de 2012

L'Histoire du Jazz - 7/17 - Le Bebop

S’il est difficile pour le profane de faire le lien entre le swing et le bebop, il existe pourtant bel et bien. Le bebop est amorcé par les solistes virtuoses des groupes de jazz swing qui explorent de nouvelles harmonies et font exploser les conventions du swing. L’improvisation, déjà existante dans le swing, prend une place prépondérante dans le bebop, tandis que les possibilités de fantaisies musicales deviennent beaucoup plus nombreuses avec le bop, chose difficile à réaliser avec un grand orchestre de jazz dont l’objectif est de faire danser la foule. Les rythmes s’accélèrent, la musique devient nerveuse, plus syncopée et donc moins accessible. Bien sûr, le bebop est incompris par une large frange du public. Il s’agit d’une musique qui s’adresse principalement aux connaisseurs, avec les impacts commerciaux que l’on peut deviner. Même parmi les musiciens de jazz, des voix s’élèvent pour dénoncer le bop.
Le bebop marque un retour aux sources concernant le type de formation : c’en est fini des grands ensembles jazz d’une dizaine, voire plus, de musiciens : le Quintet devient la norme. Les figures emblématiques du bebop sont Dizzy Gillespie et Charlie Parker. On peut voir en Charlie Parker le révolutionnaire, le virtuose héroïque à la créativité torturée faisant exploser le carcan du swing, tandis que Dizzy Gillespie est plutôt un évolutionniste. Portant une affection à la période des big bands dont il fit partie, il fait en sorte d’adopter une position de compromis, entre l’art et la fonction originelle du jazz, son aspect festif. Ces 2 figures emblématiques amorcent ainsi, de par leur style et leur personnalité distincte, les 2 évolutions majeures qui suivront la période du jazz bebop.
Charlie Parker

Foto - Domingo, Meio-dia, Copacabana...

Copacabana - 26-08-2012 - Meio dia
JOANMIRA


The 35 Most Amazing Libraries In The World - 25. Wiblingen Monastery Library, Ulm, Germany

25. Wiblingen Monastery Library, Ulm, Germany

The Wiblingen Monastery was founded in 1093, and remodeled in the Baroque style in the 18th century. The Library is notable to art historians because of it’s rich ornamentation and beautiful fresco ceiling. Before entering the Library visitors see the inscription “In quo omnes thesauri sapientiae et scientiae” which means “In which are stored all treasures of knowledge and science”, a perfect quote for any library. The Library imagery is full of knowledge related imagery, both Pagan and Christian. The Library is open to the public and guided tours are available

sábado, 25 de agosto de 2012

L'inquiétante piscine de Fukushima. Le pire est à venir?

Vue de la piscine, en mai 2011.

Elle contient 1500 barres de combustible nucléaire. Si elle se vidait, les conséquences seraient catastrophiques.

Les experts s'accordent aujourd'hui à estimer que la piscine du réacteur 4, à Fukushima, représente le pire legs de la catastrophe du 11 mars 2011. Celle-ci contient 1500 barres de combustible nucléaire. Une nouvelle secousse pourrait endommager davantage la piscine, la vider de son eau et déclencher le réchauffement inextinguible, donc l'émission radioactive, desdites barres. 

 
Ce scénario est peu probable, mais il existe. L'opérateur de la centrale Tokyo Electric a renforcé le bâtiment, et assure qu'il peut soutenir un séisme similaire à celui, historique, du 11 mars. Si celui-ci avait néanmoins lieu et que la piscine s'effondrait, les conséquences pourraient être similaires ou pires que celles de Fukushima.
Cette fois encore, la direction du vent serait cruciale. En 2011, le vent avait poussé vers l'océan Pacifique les émissions radioactives de la centrale, les dispersant avant leur arrivée au-dessus de l'Amérique. Mais que le vent souffle à l'ouest, et ces radiations contamineraient une partie du nord du Japon, voire de la péninsule coréenne, et de la Chine. Tepco prévoit de retirerces barres de combustibles à partir de fin 2013 au plus tôt. D'ici là…
LE FIGARO - FRANCE

Le Portugal en passe de rater ses objectifs de déficit budgétaire

Copyright Reuters

Le gouvernement ne se sent pas en mesure de respecter l'objectif de déficit public de 4,5% du PIB à la fin de l'année. Du coup, il pourrait demander une extension du plan de sauvetage.
Le Portugal, dont l'objectif de déficit public semble compromis cette année en raison d'une baisse de recettes fiscales, pourrait être contraint, à l'instar de la Grèce, de demander plus de souplesse dans la mise en oeuvre du plan d'austérité imposé par ses créanciers. D'après la direction générale du budget, les recettes fiscales ont reculé sur les sept premiers mois, de 3,5% sur un an, en raison notamment d'une forte baisse de la consommation sur fond de récession, avec une contraction de l'économie prévue de 3% cette année et un taux de chômage record, actuellement à 15%.
Dans ce contexte, le gouvernement ne sera pas en mesure de respecter l'objectif de déficit public de 4,5% du PIB à la fin de l'année, s'accordent à dire de nombreux analystes et il devra trouver entre deux et trois milliards d'euros pour compenser cet écart budgétaire. "Ces chiffres préparent les responsables nationaux et internationaux à une plus grande souplesse du plan d'ajustement budgétaire" du Portugal, a indiqué à l'AFP l'économiste Paulo Mourao de l'Université du Minho.
Un prêt de 78 milliards d'euros
Le Portugal a obtenu en mai 2011, de l'Union européenne et du Fonds monétaire international, un prêt de 78 milliards d'euros, en échange d'un programme de rigueur et de réformes visant à assainir ses finances publiques et relancer son économie. En échange, le gouvernement s'était engagé à ramener son déficit public à 3% du PIB en 2013, après un résultat meilleur que prévu en 2011, à 4,2%, grâce à des mesures exceptionnelles. Mais la mesure phare de la politique d'austérité du gouvernement de centre droit, qui consistait à supprimer les 13e et 14e mois des fonctionnaires et des retraités gagnant plus de 1.000 euros par mois en 2012, 2013 et 2014, a été jugée anticonstitutionnelle.
Des réformes structurelles impératives
L'exécutif, qui va commencer à préparer le budget 2013 à la rentrée, devra ainsi trouver une mesure équivalente équitablement répartie pour compenser le manque à gagner. La troïka UE-FMI-BCE, représentant les bailleurs de fonds du pays, a déjà exprimé sa préférence pour des mesures axées sur les baisses des dépenses et les réformes structurelles. Le gouvernement, qui maintient pour l'instant officiellement ses objectifs budgétaires pour cette année, a toutefois déjà admis en juin dernier que l'"effort nécessaire sera très important". Une source du ministère des Finances, citée jeudi par l'agence de presse Lusa, a reconnu que pour corriger l'écart budgétaire d'ici à la fin de l'année, le gouvernement devra adopter des mesures de rigueur supplémentaires ou obtenir un assouplissement des objectifs.
Quelle crédibilité du pays auprès des investisseurs internationaux ?
"Nous nous attendons à ce que le Portugal demande bientôt une extension du plan de sauvetage", a estimé récemment la banque américaine Citigroup dans un rapport, prévoyant que Lisbonne "manque l'objectif de déficit" en 2012. "Cet échec budgétaire pourra avoir des conséquences dans la crédibilité externe du pays auprès des investisseurs internationaux, compliquant ainsi un retour déjà difficile aux marchés en septembre 2013", comme le prévoit le plan d'assistance, a affirmé Bruno Proença, directeur du Diario Economico. Mais selon lui, de nouvelles mesures de rigueur, "ne résoudront rien et ne feront que plomber davantage l'économie".
La troïka attendue mardi à Lisbonne pour sa cinquième mission d'évaluation du plan de sauvetage du Portugal, devra se prononcer sur les différents scénarios possibles. Les créanciers du Portugal avaient toutefois déjà reconnu en juillet que les "risques budgétaires" avaient augmenté, mais estimaient que l'objectif du déficit pour 2012 restait "à portée".
LA TRIBUNE -FRANCE

Benfica - Este Jesus so inventa: Rua!


Época após época com Jorge Jesus, o futebol do Benfica vem perdendo fulgor e enfrentando cada vez maiores dificuldades de imposição. Sintoma desta fraqueza é o crescente número de jogos em que a equipa se revela impotente para segurar uma vantagem inicial, como ocorreu na jornada inaugural da Liga, frente ao Sporting de Braga: já são mais as vantagens desperdiçadas do que as reviravoltas conquistadas.
 
Enquanto na primeira temporada do actual treinador, em que alcançou o título, o Benfica só consentiu um empate nestas condições (em Setúbal), nos anos seguintes o número cresceu para três jornadas. Mas esta diferença é ainda mais significativa quando se analisam todas as competições: de 3 jogos no primeiro ano, para 4 no segundo e 9 no terceiro.
No sentido inverso, estão as vitórias e empates conquistados após os adversários marcarem primeiro: desceu de 6 jogos no primeiro e no segundo ano de Jesus, para apenas 4 na época transacta, incluindo os triunfos em Paços de Ferreira e Setúbal. Considerando apenas os jogos da Liga, tal resulta num balanço negativo de -16 pontos concedidos contra 15 conquistados.
No final do encontro com o Sporting de Braga, além do reavivar da frustração de não conseguir iniciar o campeonato com um triunfo, os adeptos encarnados também lamentavam os erros defensivos que permitem tais deslizes. É inevitável comparar este início com o desgaste do Verão de 2011, quando consentiu quatro empates (Trabzonspor, Gil Vicente, Twente e Manchester United) depois de ter estado em vantagem no marcador.
Como os números não enganam, do ponto de vista psicológico também se esboça uma tendência negativa para o Benfica. Não só se tornaram cada vez mais raras as entradas de rompante, os chamados "minutos à Benfica", como são mais frequentes os finais de aflição, os "ai Jesus" a roer as unhas contra a iminência de pontos perdidos. Habitualmente em associação a dramas individuais, que incluem expulsões, auto-golos ou penaltis desperdiçados, como a estreia desastrada de Melgarejo na posição de lateral esquerdo.
João Querido Manha - CM

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

The 35 Most Amazing Libraries In The World - 25. Wiblingen Monastery Library, Ulm, Germany

 

25. Wiblingen Monastery Library, Ulm, Germany

The Wiblingen Monastery was founded in 1093, and remodeled in the Baroque style in the 18th century. The Library is notable to art historians because of it’s rich ornamentation and beautiful fresco ceiling. Before entering the Library visitors see the inscription “In quo omnes thesauri sapientiae et scientiae” which means “In which are stored all treasures of knowledge and science”, a perfect quote for any library. The Library imagery is full of knowledge related imagery, both Pagan and Christian. The Library is open to the public and guided tours are available.

Les grands peintres impressionnistes - Georges Seurat - 1859-1891

Georges SEURAT

créateur du divisionnisme

Georges Seurat naquit à Paris dans une famille aisée de la bourgeoisie et n'aura jamais le souci de vendre ses oeuvres.
Son père, Chrysostome Antoine Seurat, était huissier de justice auprès du Tribunal de la Seine. Homme solitaire et taciturne, il vivait dans sa résidence d'été au Raincy, où il cultivait ses fleurs et ne rendait visite qu'une fois par semaine le mardi à sa femme et à son fils boulevard Magenta à Paris.
Georges fut très proche de sa mère, Ernestine Faivre, qui sut lui donner son affection ainsi qu'à ses deux aînés et fut très tôt initié à la peinture par son oncle maternel Paul Haumonté-Faivre, marchand de tissus et peintre amateur.
Sa vocation ne fut ainsi jamais contrariée.

La Seine à Courbevoie
1885
Collection Particulière

Enfant, il allait souvent avec sa mère au proche Jardin des Buttes-Chaumont. De tels endroits de loisirs et les gens qui les fréquentaient allaient devenir un de ses thèmes favoris en peinture.


L'ETUDIANT REVANT D'UNE APPROCHE SCIENTIFIQUE DE LA PEINTURE

En 1875, Seurat alla suivre les cours de dessin d'une école du soir municipale dirigée par le sculpteur Justin Lequien où il se lia d'amitié avec Edmond Aman-Jean (1858-1936), futur peintre et affichiste symboliste.

En 1876, il y étudie la Grammaire des arts du dessin de Charles Blanc qui exposait "La loi du contraste simultané des couleurs" dégagée en 1836 par le chimiste français Eugène Chevreul (1786-1889), avant d’être admis en février 1878 avec Aman-Jean à l'École des Beaux-Arts, où il fréquentera la classe de Henri Lehmann, élève de Jean Auguste Dominique Ingres.

Seurat ne brilla pas particulièrement lors de ses études à l'Ecole des Beaux-Arts, qu'il interrompit en 1879 pour une année de service militaire à Brest où il remplit de nombreux cahiers de dessins de marines.

Jeune homme, Seurat était grand et séduisant, avait des yeux de velours et une voix calme. Il avait hérité du caractère réservé et secret de son père et se présentait toujours de façon soignée et bien habillé, au point que le sarcastique Degas devait le surnommer "le notaire". Il était extrêmement studieux et solitaire, préférant la lecture à d'autres plaisirs de son âge.

Poursuivant ses recherches, Seurat lira la traduction de l'essai "Modern Chromatics" de l'américain Ogden Nicolas Rood. Il étudie également "L'Essai sur les signes inconditionnels dans l'art" de Humbert de Superville, où sont dégagées des correspondances entre les lignes et les couleurs d'une part, les émotions qu'elles suscitent de l'autre.


Paysannes au travail
1882-83
Solomon R. Guggenheim Musem
Seurat découvrira les Impressionnistes en 1879 à leur 4ième exposition, et se mettra très tôt en tête de dépasser leur approche intuitive de la peinture par une démarche scientifique, même si sa peinture à ses débuts fut nécessairement influencée par l'impressionnisme.
Rentré à Paris en 1880, Seurat passe deux années entières à étudier le dessin en noir et blanc, ne commençant ses premières toiles qu'en 1882.
Il s'intéressera principalement à des peintres qui ont privilégié la construction dans leurs oeuvres comme Corot, Millet, et surtout Puvis de Chavannes (1824-1898), peintre d'esprit symboliste.
Avec "Paysannes au travail", on peut percevoir l'influence de Millet, et le désir de Seurat de synthétiser un moment où sont réunis dignité du travail, fruits de la récolte et communion avec la nature. Seurat y innove déjà sur le plan pictural par des touches de couleur pure hachurées en croisillons.


UNE ENTREE REMARQUEE DANS LA PEINTURE

En 1883, Seurat fut admis à exposer pour la 1ère et unique fois au Salon Officiel de Paris.



La baignade à Asnières
201x300cm
1883-84
National Gallery, Londres
Seurat peindra en 1883-84 le premier de ses 7 grands tableaux majeurs, "Une baignade à Asnieres", qui fut refusé au Salon, et qu'il exposera au 1er Salon des Indépendants en 1884.
Pour ce grand tableau, Seurat procédera, comme pour les suivants, par de nombreux dessins et tableaux constituant autant d'études préalables, dont il se sert ensuite pour réaliser, sur une longue période (généralement en atelier en hiver), l'oeuvre complète.
Ce tableau, avec ses personnages simplifiés et comme figés dans leurs attitudes, baignés dans une étrange lumière, où le temps semble arrêté, dégage une poésie singulière et constitue une oeuvre radicalement étrangère à l'impressionnisme, ainsi qu'à toute convention picturale existante.

Le nouveau Salon des Indépendants avait été créé par quelque 400 artistes refusés au Salon Officiel, sur une idée d'Albert Dubois-Pillet. Il allait permettre à un petit nombre de peintres de se reconnaître autour de recherches communes : Seurat, Dubois-Pillet, Paul Signac, Charles Angrand, Henri-Edmond Cross et Odilon Redon, et voir l'acte de naissance du futur groupe des néo-impressionnistes.

Ceux-ci feront par la suite partie du Comité chargé d'animer la Société des Artistes Indépendants. Le Salon des Indépendants fonctionnait sans jury, ni récompense et avait pour but de "libérer les artistes de l'oppression des jurys et de la tyrannie académique". Seurat y exposera régulièrement chaque année jusqu'à sa mort.

Seurat allait continuer ses recherches, avec Angrand qui apparaît alors comme le plus intime parmi les peintres qui l'entourent, rendant visite à Chevreul qui leur présente ses derniers travaux sur la division de la lumière et les cercles chromatiques.


1886, LE POINTILLISME OU NEO-IMPRESSIONNISME

Il se rend également souvent avec Signac sur l'Ile de la Grande Jatte à Asnières où il multiplie les études pour une grande composition pour laquelle il souhaite appliquer pour la première fois avec une rigueur scientifique son principe de la division des couleurs en petits points se mélangeant optiquement.
Sa réalisation lui demandera deux années d'intense travail et aboutira à son plus grand chef-d'oeuvre "Un dimanche après-midi à la Grande Jatte" 1884-86, qui sera la véritable oeuvre fondatrice du "Pointillisme".
Seurat a 25 ans et réalise là un tableau d'où se dégage une sensation de maîtrise totale, où tout est soigneusement ordonnancé, et où, à nouveau, le temps semble arrêté pour un moment de beauté pure, de paix et de silence. Avec ce tableau Seurat nous entraîne dans son univers de dignité quasi irréelle magnifié par la luminosité résultant de la division des tons. Un moment où l'art transcende le quotidien!


Un dimanche après-midi
à la Grande Jatte

206x305 cm

1884-86

Art Institute of Chicago

Pissarro, que Signac avait présenté à Seurat, fut tellement impressionné par ce tableau qu'il adopta les petites touches du divisionnisme de Seurat, contrairement aux principaux impressionnistes qui rejetèrent cette nouvelle approche picturale. Il imposa Seurat et Signac à la 8ième et dernière exposition des Impressionnistes de 1886, provoquant le retrait de Monet, Renoir et Sisley.

La "Grande Jatte" de Seurat y suscitera une véritable fascination dérangeante et y tiendra la vedette, comme elle devait le faire au 2ième Salon des Indépendants la même année, faisant de nouveaux adeptes de la méthode de la division des tons à laquelle Seurat donnait alors le nom de "Divisionnisme" après celui, trop compliqué, de "Chromo-luminarisme".

Le critique d'art et écrivain Félix Fénéon allait devenir l'ardent défenseur du divisionnisme de Seurat dans ses chroniques et le rebaptiser " Néo-Impressionnisme". Signac, lui, préférait le terme "Pointillisme".

La même année 1886 Seurat, ainsi que Signac, seront exposés avec les impressionnistes par le marchand d'art Durand-Ruel à New-York.

En février 1887, "La Grande Jatte" sera exposée au Salon des Vingt de Bruxelles, provoquant le même éblouissement et entraînant dans le néo-impressionnisme un premier cercle de peintres belges, Théo Van Rysselberghe, Henry Van de Velde, William Finch...

Rapidement le mouvement s'étendra aux autres pays d'Europe : La Hollande, l'Allemagne, la Suisse et l'Italie.


LE PEINTRE DE LA COTE L'ETE


Port-en-Bessin, l'entrée du port
1888
Museum of Modern Art, New-York

A partir de 1885, sur les conseils de Paul Signac, Seurat passera régulièrement les mois d'été en bord de mer pour "se laver l'oeil des jours d'atelier et traduire le plus exactement la vive clarté, avec toutes ses nuances", d'abord sur la Côte Normande dans le Calvados, à Grandcamp (1885), Honfleur (1886), Port-en-Bessin (1888), puis plus au nord au Crotoy (1889) et à Gravelines (1890).
Il y retrouve ses émotions d'enfant et cette luminosité si particulière, et travaille à des marines, moins complexes que ses grands tableaux, où il s'attache à exercer sa technique pointilliste pour dépeindre la luminosité de l'atmosphère.
Ses paysages marins dégagent une impression de grandeur, de calme, mais aussi de solitude. Ils furent généralement bien accueillis par les critiques


UN DIVISIONNISME DE PLUS EN PLUS SAVANT ET RIGOUREUX

Après avoir exposé la Grande Jatte, Seurat n'avait plus que cinq années à vivre. De santé fragile, et fournissant un travail acharné, il mourra en 1891 de manière totalement inattendue et subite d'une angine infectieuse, à seulement 31 ans.

Pendant toutes ces années, il cherchera à rendre son système encore plus rigoureux et s'isolera orgueilleusement du cortège de ses imitateurs.

Pour répondre aux critiques prétendant que sa méthode ne permettait pas de reproduire la vie, Seurat décide de faire un grand tableau de nus.
Les peintres néo-impressionnistes remettaient en cause la traduction d'une réalité éphémère mise à l'honneur par les impressionnistes. Attentifs au pouvoir d'expression des lignes et des couleurs, ils renouent avec les grands principes de la composition en peinture.
Avec "Poseuses" pour lequel il procéda à trois délicates études de nus, Seurat remettait le nu à l'honneur et, en situant le tableau dans son atelier ("La Grande Jatte" en arrière-plan), souhaitait souligner l'importance du travail du peintre en atelier.

Les poseuses
200x251 cm
1888
Fondation Barnes, Merion, Pennsylvanie

La même année, Seurat réalisait un autre grand tableau "La parade" - 1888, qu'il expose à la 4ième exposition des Indépendants et qui fut incompris des critiques et du public.


Jeune femme se poudrant
95x79 cm
1889-90
Courtauld Institute galleries, Londres
Les néo-impressionnistes remirent aussi à l'honneur le portrait solennel, genre dans lequel beaucoup excellèrent.
Seurat dont les grands tableaux à l'extrême rigueur divisionniste n'étaient pas compris des critiques et du public s'isolait de plus en plus dans son atelier.
Pourtant une femme rentra dans son quotidien, Madeleine Knobloch, dont il fit son modèle, et qui lui donna un fils Pierre Georges en 1890, qui devait décéder un an seulement après son père.
Il la peint ici dans "Jeune femme se poudrant"-1889-90.
Dans ce tableau, comme dans beaucoup d'oeuvres de Seurat, l'artiste peint un cadre sur la toile afin d'assurer une transition entre l'oeuvre elle-même et son encadrement.

En 1890, Seurat réalisait un nouveau grand tableau "Le chahut" - 1890.

L'été 1890, le peintre est à Gravelines, où il fait une série de paysages et met en projet un nouveau grand tableau "Le Cirque".

Seurat travaillera tout l'hiver 1890-91, jour et nuit, à la réalisation de ce grand tableau particulièrement complexe (40 personnages), désirant le présenter au prochain 8ième Salon des Indépendants de mars 1891.
Seurat l'y exposera, partiellement inachevé. Il meurt subitement pendant l'exposition, à l'âge de 31 ans d'une angine infectieuse. Signac dira alors: "Notre pauvre ami s'est tué par trop de travail".
L'oeuvre de Seurat, réalisée sur moins de dix années de peinture, représente effectivement une énorme somme de travail, compte tenu de la méthode scientifique de Seurat, à l'opposé de la spontanéité impressionniste, avec ses multiples dessins ou "croquetons" préliminaires (jusqu'à trente pour la Grande Jatte) et sa technique pointilliste.
Seurat fut incontestablement à l’origine d’une importante révolution en peinture et on peut se poser la question de savoir où son art l’aurait conduit s’il avait vécu plus longtemps.
L'oeuvre de son ami Paul Signac allait évoluer vers des touches plus larges et la libération des couleurs portées à leur paroxysme, dont le Fauvisme allait s'inspirer.

Le cirque

185x152 cm
(Cadre peint par l'artiste)
1891 Musée d'Orsay, Paris

L'oeuvre de Seurat servira, elle, davantage de référence aux peintres cubistes, avec celle de Cézanne plus souvent citée, séduits par sa clarté scientifique de conception, le contrôle absolu qu'il exerce sur sa sensibilité d'artiste pour aboutir à une représentation totalement maîtrisée.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Imagens do Mundo - Criancas do Afeganistão


Crianças no campo de refugiados de Darul-Aman, em Cabul, no Afeganistão

Crianças no campo de refugiados de Darul-Aman, em Cabul, no Afeganistão - EFE

Imagens do Mundo - Menino caminha - Serra Leoa


Menino caminha sob forte chuva na favela de Susan Bay, na capital de Serra Leoa

Menino caminha sob forte chuva na favela de Susan Bay, na capital de Serra Leoa

A imagem do dia 23-08-2012

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Conjunction Colours
Image Credit & Copyright: Phil Hart
Explanation: During the past week, nightfall on planet Earth has featured Mars, Saturn, and Spica in a lovely conjunction near the western horizon. Still forming the corners of a distinctive celestial triangle after sunset and recently joined by a crescent Moon, they are all about the same brightness but can exhibit different colors to the discerning eye. This ingenious star trail image was recorded as the trio set on August 12 with a telephoto lens from the shores of Lake Eppalock, in central Victoria, Australia. Focused on foreground eucalyptus trees, the image slightly blurs the trails to show more saturated colors. Can you guess which trail is which? Of course the reddest trail is Mars, with Saturn on the right a paler echo of the Red Planet's hue. Left is hot and luminous Spica, bluish alpha star of the constellation Virgo.

Foto - Impressão de Andorra


"Impressão de Andorra" - Fevereiro 2009
 
JOANMIRA

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

The 35 Most Amazing Libraries In The World - Phillips Exeter Academy Library

With education as our focus here at The Best Colleges, we obviously love libraries. College libraries, public libraries, private libraries, it doesn’t matter, we think they are all awesome. With that in mind we’ve done hours of research trying to find the most interesting libraries in the world, and come up with these 35 that we thought were especially noteworthy. We’ve tried to balance our list between architecturally interesting libraries and libraries with interesting collections, but most of these libraries are actually fascinating in both respects. We’d love to spend a day in any of these libraries, and we hope you’ll agree.

27. Phillips Exeter Academy Library, Exeter, New Hampshire

 

 

The Phillips Exeter Academy Library is the largest secondary school library in the world. This is one of the most impressive libraries on our list, in a way, since it’s merely a part of a prep school (albeit one of the most wealthy prep schools in the world.) The architect of the Library was Louis Kahn, and the the structure has won numerous architectural awards, including a Twenty-five Year Award by the American Institute of Architects (given to no more than one building a year). The Library was commemorated on a US Postal Service stamp in 2005 as one of the Postal Services twelve Masterworks of Modern American Architecture.

The 35 Most Amazing Libraries In The World

With education as our focus here at The Best Colleges, we obviously love libraries. College libraries, public libraries, private libraries, it doesn’t matter, we think they are all awesome. With that in mind we’ve done hours of research trying to find the most interesting libraries in the world, and come up with these 35 that we thought were especially noteworthy. We’ve tried to balance our list between architecturally interesting libraries and libraries with interesting collections, but most of these libraries are actually fascinating in both respects. We’d love to spend a day in any of these libraries, and we hope you’ll agree.

 

28. The Library of Alexandria, Alexandria, Egypt

The Library of Alexandria was the greatest library in antiquity, and one of the Seven Wonders of the World. The new Library of Alexandria is a memorial to that library, and an attempt at rebuilding. The Library cost $220 million to build and was completed in 2002. The Library doubles as a cultural center, and contains a planetarium, a manuscript restoration lab, art galleries and exhibition space, museums, a conference center, and niche libraries for children, young adults, and the blind. Currently the Library contains over 500,000 books, but there is shelf space for over 8 million, leaving plenty of room for addition.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Texto - Dialogos com o Cristo - 2


Habituado que estou a travar diálogos francos e diretos com o Amigo do Corcovado, atrevi-me, hoje, a questiona-lo sobre um assunto que desde há muito me preocupa; é facto que desde a nossa ultima e acesa discussão, não tinha ainda falado com ele mas, enchendo-me de coragem, lancei-lhe:

- Olá seu cara, tu que dai de cima vês tudo, que pensas da evolução da cidade do Rio com vista ao “mundial” e aos “jogos”?

Soou uma tremenda gargalhada com eco de trovão:

- Meu caro amigo ateu, só te posso dizer que desde este ponto de vista estratégico me apercebo, dia apos dia, que as obras estão um pouco atrasadas; a sua progressão não tem sido linear; ora atrasam por falta de organização ou de verbas, ora retomam num ritmo desenfreado à medida que certas e avultadas somas vão parar às contas de determinados construtores, promotores, arquitectos e políticos …Isto é um nunca mais acabar!

- Amigo do Corcovado, e tu nada fazes para impedir esta corrupção!?

O Cristo, deveras bem disposto,  retorquiu com outra sonora gargalhada:

- Amigo ateu, és de facto muito ingénuo! Olha, vou responder-te de uma forma muito simples: todos esses prevaricadores, corruptos, vulgo criminais são seres humanos, conquanto muitas vezes se comportem de forma animalesca; a sofreguidão do poder e do dinheiro tolhe-lhes qualquer forma de discernimento; como sabes nas próprias famílias alguns indivíduos são Judas para outros ; não me compete julga-los agora: o julgamento ultimo…já ouviste falar, não é verdade?

- Sim. Ta bem, mas…, lançando um   impropério,  deixa-te de essas coisas; o que conta é impedi-los de prejudicarem quem existe honestamente nesta vida, porque da “outra” nunca vi ninguém regressar para dizer se é boa ou ma; é nesta que eu existo e onde gostaria de ver justiça!

O “Redentor”, com  infinita paciência – a que há muito esta habituado neste tipo de interpelações – rematou:

- Amigo ateu, sei que és uma pessoa impregnada de justiça; da justiça humana; segue o teu caminho; continua a pugnar pelo bem estar dos teus semelhantes… e talvez nos encontremos na outra vida em que não acreditas…

Quis retorquir mas a chamada caiu! 

Rio de Janeiro, 20 de Agosto de 2012.
JMIRA

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Pintura contemporânea - Anjos - "Paisagem dispersa"



Paisagem dispersa

The 35 Most Amazing Libraries In The World - 29

With education as our focus here at The Best Colleges, we obviously love libraries. College libraries, public libraries, private libraries, it doesn’t matter, we think they are all awesome. With that in mind we’ve done hours of research trying to find the most interesting libraries in the world, and come up with these 35 that we thought were especially noteworthy. We’ve tried to balance our list between architecturally interesting libraries and libraries with interesting collections, but most of these libraries are actually fascinating in both respects. We’d love to spend a day in any of these libraries, and we hope you’ll agree.

29. Herzog August Library, Wolfenbüttel, Germany


The Herzog August Library was founded in 1572 by a German Duke, and by the 17th century it was one of the largest libraries in Europe. The Library’s collection is over 900,000 books, more than a third of which were printed from the 15th to the 18th century. The Library is internationally known for its Middle Ages and Early modern Europe collection.

Consulados: irregularidades nos descontos sociais?


 

Brasil: Estado português poderá ter de pagar até cinco ME em indemnizações a funcionários consulares


Rio de Janeiro, 17 ago (Lusa) - O Estado português poderá ter de pagar até cinco milhões de euros em indemnizações a funcionários consulares no Brasil, devido a irregularidades nos descontos sociais, informou hoje o Sindicato dos Trabalhadores Consulares de Portugal.
"Nos consulados do Rio de Janeiro e de São Paulo existem hoje funcionários de 70 anos ou à beira dos 65 anos que querem partir para a reforma, mas não podem, porque os descontos sociais não foram pagos", afirmou à Lusa o secretário-geral adjunto do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e Missões Diplomáticas de Portugal, Alexandre Vieira.
No Brasil, a legislação laboral prevê dois tipos de contribuição social - uma para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outra para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
No primeiro caso, as contribuições terão sido feitas, mas num único pagamento, sem a especificação do nome dos beneficiários do depósito, o que não permite a verificação de que funcionários têm direito à aposentação, enquanto no segundo caso, o pagamento não terá sequer sido feito.
Os problemas, de acordo com o representante do sindicato, ocorreram ao longo dos últimos 30 anos e prejudicam atualmente 12 funcionários ligados às representações diplomáticas portuguesas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Ainda de acordo com o sindicato, muitos dos funcionários que se encontram nessa situação já entraram com processos na Justiça brasileira e ganharam em última instância, mas não conseguem receber o que foi determinado pelo tribunal em função das proteções previstas nas Convenções de Viena, sobre as relações consulares e diplomáticas entre os países.
"Em alguns casos, o Estado português já foi condenado pelo Supremo Tribunal brasileiro, mas a sentença choca com as Convenções de Viena, porque um tribunal brasileiro não pode penhorar os bens do consulado, em função da imunidade diplomática", explicou Alexandre Vieira.
Para tentar solucionar o caso, a área jurídica do sindicato está a ajudar os funcionários encaminhando as sentenças da Justiça brasileira para apreciação em tribunais portugueses, onde o pagamento da dívida terá de ser feito.
"Na semana passada, já entrou uma execução de um funcionário de São Paulo em tribunal português. Na prática, é uma mera revisão de sentença, só que aí o Estado português é obrigado a pagar, porque não existe maneira de se proteger. Caso não pague, o sindicato avança com o pedido de penhoras dos bens do ministério ou do Estado", ressalta.

domingo, 19 de agosto de 2012

The 35 Most Amazing Libraries In The World

With education as our focus here at The Best Colleges, we obviously love libraries. College libraries, public libraries, private libraries, it doesn’t matter, we think they are all awesome. With that in mind we’ve done hours of research trying to find the most interesting libraries in the world, and come up with these 35 that we thought were especially noteworthy. We’ve tried to balance our list between architecturally interesting libraries and libraries with interesting collections, but most of these libraries are actually fascinating in both respects. We’d love to spend a day in any of these libraries, and we hope you’ll agree.

31. Rijkmuseum Library, Amsterdam, Netherlands

The Rijkmuseum Library is part of the Dutch National Museum located in Amsterdam. The library is focused on art history and holds over 350,000 volumes. Interestingly, the online catalog of the Rijkmuseum Library has on display over 140,000 monographs, 20,000 art sale catalogs, and 3,200 magazines. The library is open to the publicm and although books and magazines can’t be checked out, they can be viewed in the reading room.

30. José Vasconcelos Library, Mexico City, Mexico

The José Vasconcelos Library, located in Mexico City, unfortunately had some stumbling blocks in its construction that led to the library being closed for 22 months from 2007 until 2008, but the building is phenomenal, and I have to agree with former Mexican president Vicente Fox who called it one of the most advanced constructions of the 21st century. The library cost nearly $100 million to build, and was was the largest infrastructure investment for the Fox administration that spanned 2000-2006. The shelving of the library is visually impressive and complemented by several incredible sculptures including one by artist Gabriel Orozco called Ballena that is a painted genuine whale skeleton.

Les grands peintres impressionnistes - Vincent Van Gogh - 1853-1890

Vincent VAN GOGH

art et mysticisme

Fils d'un pasteur néerlandais, neveu de son homonyme Vincent Van Gogh qui co-dirigeait la firme de négoce d'art international Goupil & Cie à La Haye, Vincent, comme son frère Théo, commença par suivre la tradition familiale en juillet 1869 en entrant en apprentissage chez Goupil & Cie. Il devait y rester plus de 5 ans, à La Haye, puis dans les filiales, à Bruxelles, Londres (juin 1873 à mai 1875), Paris (jusqu'à fin 1875), où il commenca à développer un dégoût pour le commerce de l'art. Il se mit alors à mener une vie de reclus et à lire intensément la Bible.
Il quitte son emploi et retourne chez ses parents à Etten en 1876, avant de retourner en Angleterre comme professeur dans un internat, puis prédicateur.
L'année suivante, il commence des études de théologie à Amsterdam, qu'il abandonne un an après, avant de partir pour le Borinage, en Belgique, comme prédicateur et évangéliste auprès des mineurs de charbon de cette région désolée.
Son tempérament fougueux et ses opinions politiques et sociales avancées le font se heurter aux autorités de l'Eglise et Vincent abandonne sa vocation.

Autoportrait
1887


Musée d'Orsay, Paris
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L'AUTODIDACTE
C'est seulement en août 1880 à l'âge de 27 ans, que Vincent décida de devenir peintre.
Vincent Van Gogh est un peintre largement autodidacte. Il commence par copier des dessins, particulièrement des scènes de la vie paysanne de Jean-François MILLET, auquel il voue une estime quasi religieuse.
Ayant envisagé de rentrer à l'Ecole des Beaux-Arts de Bruxelles, il y passe l'hiver 1881, mais travaille de façon indépendante et quelquefois avec le peintre hollandais Anton Van Rappard jusqu'en avril.

Vincent n'ayant pas de moyens d'existence, c'est son frère Théo, qui travaille à la filiale parisienne de Goupil, qui le prend en charge comme il devait le faire régulièrement tout au long de la vie de Vincent.
De retour chez ses parents à Etten, il les quitte après une dispute avec son père, à Noël, pour aller étudier à La Haye auprès de son cousin par alliance, le célèbre peintre Anton MAUVE. Celui-ci lui donnera des cours de dessin, et dirigera ses premières peintures qui datent de l'été 1882.
Mauve et ses amis se détournèrent de Vincent lorsqu'il voulut se mettre en ménage puis épouser une mère célibataire, Sien Hoornik, qu'il avait engagée comme modèle. Il ne put dès lors compter que sur l'aide matérielle et morale de son frère Théo, et, après un bref séjour à Drenthe en septembre 1883, la solitude le pousse à retourner en décembre 1883 chez ses parents, désormais installés à Nuenen (dans le Brabant, près d'Eindhoven), deux ans après les avoir quittés.

NUENEN
A Nuenen, ses rapports avec sa famille s'améliorent. Vincent commence à y peindre ses premières oeuvres autour du thème de la vie populaire, réalisant de nombreuses études de tisserands et de paysans, dans des tons sombres et lourds, comme la terre qu'ils labourent.

Les mangeurs de pommes de terre
1885
Rijksmuseum Kröller-Müller
Otterlo, Pays-Bas

Van Gogh se veut une sorte de porte-parole artistique des classes défavorisées, préoccupation sociale qui devait le suivre toute sa carrière.
Toutes ces études débouchèrent sur son premier chef-d'oeuvre, "Les mangeurs de pommes de terre" ('avril 1885), et d'autres toiles comme "Chaumière à la tombée du jour", "Tisserand avec son métier", "Nature morte à la Bible ouverte".
Après le décès de son père en mars 1885, Vincent, cherchant à vivre de sa peinture, quitte Nuenen et la Hollande (il n'y reviendra jamais) en novembre 1885 pour Anvers. Mais le marché de l'art y étant en récession et l'originalité de sa technique heurtant les vues des professeurs de l'académie locale, il partira en mars 1886 retrouver son frère Théo à Paris.
Ces mois passés à Anvers, avec ses musées et ses monuments historiques, furent pour Van Gogh une source de stimuli très forts. Il y étudia un temps à l'école des beaux-arts, y admira les oeuvres de Peter Paul RUBENS et y apprit aussi à aimer les estampes japonaises qui allaient tant l'influencer à Paris.

PARIS
Van Gogh allait s'adapter très vite à Paris, se liant d'amitié avec de nombreux impressionnistes, lesquels pratiquaient pourtant une peinture d'avant-garde bien différente de la sienne, allant même jusqu'à adopter, au moins provisoirement, certaines de leurs façons.
Il y étudia dans l'atelier du peintre Fernand CORMON, dessinant sans relâche à partir de modèles et de plâtres. Mais faute d'y trouver ce qu'il cherchait, Vincent quitta l'atelier au bout de 3 mois pour travailler à nouveau seul. Il s'y fit toutefois de véritables amis : Emile BERNARD, et Henri de TOULOUSE-LAUTREC qui lui fit découvrir la vie nocturne de Montmartre.
Van Gogh délaissa rapidement les "harmonies de gris" qu'il avait si longtemps étudiées pour une palette plus colorée, et se mit à peindre des scènes de rue et des vues de la ville.
Le restaurant de la Sirène à Asnières
1887
Photographié au
Musée d'Orsay, Paris

Lorsque Van Gogh arrive à Paris en 1886, les Impressionnistes tiennent leur dernière exposition et commencent enfin à être acceptés.
Déjà Georges SEURAT et Paul SIGNAC cherchent, avec le Divisionnisme, à créer un néo-impressionnisme plus scientifique. Van Gogh, s'intéressant particulièrement à leurs recherches basées sur la division du spectre de la lumière, reprit sa technique, étudiant l'impression optique laissée par de petites touches de couleurs primaires (le rouge, le bleu et le jaune) et complémentaires (le violet, l'orange et le vert).
Van Gogh fut aussi sensible au courant du Synthétisme de GAUGUIN, tendant vers une certaine abstraction et stylisation où les formes des objets sont obtenues à l'aide de zones colorées délimitées avec précision.
Van Gogh allait explorer ces nouvelles voies dans une série de natures mortes, telles "Roses trémières dans une cruche", "Vase avec zinnias et autres fleurs" (1886), puis "Fritillaires couronne impériale dans un vase en cuivre", et pour la première fois "Quatre fleurs de tournesol fanées" (1887).
Fritillaires couronne impériale
dans un vase de cuivre
1887
Musée d'Orsay, Paris
Van Gogh peint également de nombreuses scènes de rue ou restaurant "Les jardins de Montmartre", "Intérieur d'un restaurant" (1887), des portraits, "Agostina Segatori au café du Tambourin", "L'italienne", d'une manière nouvelle, où on peut voir comment il a facilement intégré l'impressionnisme : "je préfère peindre des yeux humains à peindre des cathédrales".
Ne pouvant se payer des modèles, Vincent peint ceux qui veulent bien poser pour lui, et ne réalise pas moins de 25 autoportraits entre mars 1886 et février 1888.

Agostina Segatori
au café du Tambourin
1887
Rijksmuseum Vincent Van Gogh
Amsterdam

Paris découvrait avec enthousiasme les estampes japonaises, et Van Gogh qui les collectionnait tenta de saisir dans plusieurs toiles les principes qui leur étaient sous-jacents : stylisé du tracé, zones de couleur pure, beauté de la nature "Portrait du père Tanguy" (1887).
La plupart des oeuvres de cette époque ne portent pas l'empreinte typique de Van Gogh, comme s'il devait poursuivre ses recherches sans essayer d'exprimer ses propres visions et qu'il "n'arriverait à rien avant d'avoir travaillé sur au moins deux cents toiles".
Venu à Paris dans l'espoir d'être mieux connu des milieux artistiques, et de vendre ses toiles, Van Gogh dut, comme beaucoup de ses amis impressionnistes, exposer dans la vitrine de salles de café ou de magasins. Officiellement, Van Gogh ne vendit de son vivant, en tout et pour tout, que deux tableaux, et ce par l'intermédiaire de Théo.
Finalement, Van Gogh, fatigué, dépressif, souhaita quitter l'agitation de Paris, ses hivers rigoureux, pour le sud de la France où il emportait avec lui l'espoir de fonder une communauté d'artistes, un nouvel "Atelier du Midi"

ARLES
Lors de son séjour à Arles, de son arrivée le 20 février 1888, à son départ pour l'asile de Saint-Rémy le 8 mai 1889, Van Gogh allait exécuter quelque 200 toiles, plus d'une centaine de dessins, et écrire plus de 200 lettres.

La maison jaune
(La maison de Vincent)
1888
Rijksmuseum Vincent Van Gogh
Amsterdam
Arles est à l'époque une ville importante de 23000 habitants, Vincent s'y installe dans la "Maison Jaune", et les réactions de Van Gogh à l' égard d'Arles sont changeantes : "Tout y est parfois aussi formidablement joyeux que la Hollande est triste" ou "Je pense que la beauté des femmes et des costumes n'est parfois aussi radieusement gais que la Hollande est triste".
Vincent ne s'y intégrera jamais véritablement : "les gens ici sont paresseux et insouciants", "Je ne vois nulle part ici la gaieté du sud dont parle tant Daudet, mais plutôt une désinvolture insipide et une négligence sordide".
Mais il n'avait rien à redire quant aux paysages qui prennent pour l'artiste des visions poétiques : "quelles compensations quand vient un jour sans vent, quelle intensité de couleurs, quelle pureté de l'air, quelle vibrante sérénité".

Van Gogh travaille avec frénésie, peignant son nouvel univers avec une vivacité de couleurs et une gaieté sans précédent dans sa carrière, sans perdre de temps à la recherche de nouveaux motifs. Il visite peu les régions avoisinantes, sauf à aller aux Saintes-Maries-de-la-Mer pour voir la Méditerranée, du 30 mai au 3 juin, bref séjour dont il tirera plusieurs toiles magnifiques et qui le confortent dans l'idée de continuer à peindre dans le midi.
Vincent accélère encore son rythme de travail avec les moissons, il écrit à Théo :"saches que je suis en plein calcul compliqué, d'où résultent vite des toiles faites vite, mais longtemps calculées d'avance".
Si les peintures de paysage dominent l'oeuvre de Van Gogh de cette période, c'est, à son regret, faute de trouver l'occasion de faire des portraits. Il finit par trouver un modèle en la personne de Joseph-Etienne ROULIN, un employé des postes fréquentant le café de la Gare.
Le portrait était le genre que Van Gogh préférait : "c'est quelque chose d'individuel, je m'y sens dans mon élément". D'autres suivirent, habitants de la région comme Patience ESCALIER, Paul-Eugène MILLIET, ou amis comme le peintre Eugène BOCH.

Portrait de Milliet,
sous-lieutenant des zouaves
1888
Rijksmuseum Kröller-Müller
Otterlo, Pays-Bas

L'arrivée de GAUGUIN à Arles le 23 octobre 1888 devait encore accélérer la vie de Van Gogh, tout en contribuant à améliorer sa santé. Il était heureux, avant que les deux hommes ne s'opposent sur leur façon de travailler, et ce qu'il devait appeler, "la catastrophe", dans la journée du 23 décembre, qui vit Van Gogh menacer Gauguin avec un rasoir, avant de se mutiler partiellement l'oreille droite.

Le semeur au soleil couchant
1888
Rijksmuseum Kröller-Müller
Otterlo, Pays-Bas
Van Gogh moribond fut conduit à l'hopital de la ville, son frère Théo se déplaçant de Paris et le recommandant au pasteur protestant d'Arles, Frédéric SALLES.
Il se rétablit vite et regagna la maison jaune dès le 7 janvier 1889, se remettant à peindre : "Autoportrait à l'oreille bandée", "Portrait du Dr Félix REY", "La chaise de Vincent avec sa pipe"...

Il devait retourner à l'hopital début février, se plaignant d'entendre des voix. Des voisins envoyèrent une pétition pour que le peintre fut interné. Le peintre SIGNAC put lui rendre visite et le trouva tout à fait lucide et en très bonne santé. Après s'être installé chez le Dr REY, il décida de se faire soigner et entra le 8 mai 1889 à l'asile de Saint-Rémy, accompagné par le révérend SALLES.

SAINT-REMY, une nouvelle énergie
Une semaine après son entrée, Vincent fut autorisé à peindre, on lui trouva même une chambre faisant office d'atelier.
Il allait conserver durant tout son séjour à l'asile jusqu'en mai 1890, mises à part quelques périodes de dépression et ses "attaques", un esprit très imaginatif et créatif, peignant d'abord dans les jardins de l'asile une série de toiles impressionnistes comme "Les iris" ou "Les lilas".
Puis il retrouve un style plus novateur, avec un graphisme plus fort, des couleurs plus vives, des lignes accentuées et des perspectives audacieuses, pour peindre les paysages de Provence dans des séries, sur les cyprès - "cyprès", "route avec cyprès et ciel étoilé",... -, sur les oliveraies - 10 grandes toiles "Oliveraie", "La récolte des olives",...-, et les champs - "Les blés jaunes", "Champ de blé et cyprès", "Champ de blé au faucheur", "Champ de blé sous la pluie"...- et des toiles comme "Nuit étoilée".
La méridienne ou La sieste
(d'après MILLET)
1890
Photographié au Musée d'Orsay, Paris

L'asile fournit aussi à Van Gogh de nombreux sujets de peinture , "Arbres devant l'hospice Saint-Paul", "Jardin de l'Hospice à Saint-Paul" (1889)... Il peint aussi beaucoup d'après des gravures et reproductions "La ronde des prisonniers" (d'après Gustave DORE), "La sieste" (d'après MILLET) (1890).
Vincent envoie régulièrement des toiles à Théo, en prenant soin d'effectuer des copies des oeuvres qu'il considère les mieux réussies, pour garder une trace de son évolution et pour les montrer à sa famille. "Iris" et "Nuit étoilée" seront exposées au 5ième Salon des Indépendants en septembre 1889, puis 10 de ses toiles au Salon de 1890, ainsi que 5 à l'Exposition annuelle des vingt à Bruxelles.
La réaction très positive d'artistes comme MONET et PISSARRO, ainsi que du critique Albert AURIER encouragèrent beaucoup Vincent et Théo. Vincent qui oscillait entre des périodes très productives et des moments de désespoir, en était venu à penser qu'il était parvenu à créer une oeuvre de valeur... avant de douter encore : "mon travail pendant ces dix ans se résume à de pitoyables études, des échecs".
Après plusieurs "attaques", Van Gogh sentit qu'il lui fallait quitter l'asile. Le 16 mai, il partit pour Paris, où il ne resta que quelques jours chez son frère, avant de partir le 2O mai, ne supportant plus le bruit et l'agitation de la ville, pour Auvers où il se confia au Dr GACHET, l'ami des peintres.

AUVERS-SUR-OISE
A une quarantaine de Kilomètres au nord de Paris, Auvers-sur-Oise était devenu un des endroits favoris de nombreux artistes (Cézanne, Pissarro, Sisley, Monet), et Van Gogh fut séduit par son caractère rustique et pittoresque.
Il commença très vite une série sur les maisons aux toits de chaume, les rues du village et son église, "Les chaumières" (22 mai), "l'Eglise d'Auvers" (début juin), "Rue d'Auvers" . Décrivant son tableau "L'Eglise", Van Gogh écrit : "c'est une fois de plus presque la même chose que les études que j'ai faites de la vieille tour et du cimetière de Nuenen, mais les couleurs sont probablement ici plus expressives et plus fortes". Cette phrase montre que l'artiste perçoit son oeuvre dans sa totalité. Van Gogh aura toute sa courte vie de peintre traité les mêmes thèmes, cherchant toujours à progresser en faisant évoluer son style, ses couleurs.

Champ de blé sous un ciel orageux
1890
Rijksmuseum Vincent Van Gogh
Amsterdam
Vincent fit le portrait du Dr Gachet, puis de sa fille, suivit de très près les moissons et peignit de nombreuses études sur ce thème, ne s'attachant qu'aux seuls paysages, sans présence humaine, dont les célèbres "Champ de blé sous un ciel orageux" et "Champ de blé avec corbeaux" .

Les circonstances exactes de son suicide le dimanche 27 juillet 1890 au soir restent mystérieuses. Il se tira une balle de revolver, réussit à se relever, mais ne décéda que le 29 juillet.
Pendant son bref séjour à Auvers, moins de deux mois, il avait peint 70 toiles témoignant de la force d'âme et de la détermination avec lesquelles l'artiste avait poursuivi son but pendant dix ans.
Son oeuvre vue dans sa totalité révèle une étonnante richesse artistique et un grand pouvoir d'expression né des longues observations que le peintre tenait pour fondamentales dans son travail.