2011-08-24
O bandalho da Madeira - video
Este MERD@S trata os Portugueses do Continente de "Bastardos e filhos da put@"! Veja o video abaixo e oiça o bandalho!...
São os meus impostos e os de muitos Portugueses que estão a "alimentar" este calhau com olhos - que costuma festejar feriados de "maneira santa" (vai mais um garrafão!) - e toda a corja de analfabetos e incompetentes que o rodeia!
Serà que não haverà alguém que lhe arrebente os KORNOS?!
Ja "estoirou" o orçamento da Madeira e ainda queria mais cacau! Eu dou-lhe com a maça mas é na cabeça. FDP!!!
Cinco maiores bancos portugueses fecharam 85 balcões no primeiro semestre
Os cinco maiores bancos portugueses, a CGD, o BCP, o BES, o BPI e o Santander Totta, encerraram 85 agências no território nacional entre Janeiro e Junho, ajustando as suas redes à actual conjuntura do sector bancário.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
Até ao final do primeiro semestre, de acordo com os dados disponíveis na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e nos próprios bancos, o Banco BPI foi a entidade que mais reduziu a sua rede de balcões, com a eliminação de 36 agências, de um total de 47 balcões que o presidente Fernando Ulrich anunciou que serão encerrados, detendo agora 768 agências.
Depois, surge o Santander Totta, que terá fechado 25 agências nos primeiros seis meses do ano, conforme anunciou o seu presidente, Nuno Amado, na apresentação dos resultados semestrais do banco, passando a contar com 669 balcões no mercado português.
Logo a seguir vem o Banco Espírito Santo (BES), que encerrou 36 agências entre Janeiro e Junho, para um total de 709 balcões. Já o Millennium BCP contava a 30 de Junho com 887 balcões, menos cinco do que no final do ano passado.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) contrariou a tendência de 'emagrecimento' da rede de retalho doméstica, fechando o semestre com mais três agências do que em Dezembro de 2010, num total de 872 balcões.
Os bancos portugueses estão a levar a cabo um processo de desalavancagem (redução do crédito e aumento dos depósitos) devido à crise que afecta o país e o sector em particular, que tem levado a uma diminuição da procura de crédito, que na prática se traduz numa redução do negócio e que leva ao encerramento de balcões.
O presidente do Santander Totta, Nuno Amado, disse no final de Julho que, dado o processo de desalavancagem em curso na banca portuguesa, é provável que os bancos sigam com a política de diminuição das suas redes durante os próximos três anos.
Face à actual conjuntura e às perspectivas para os próximos anos, Nuno Amado antecipa "que há possibilidade de continuar a haver alguma reestruturação e alguma diminuição da capacidade instalada".
Ainda assim, o presidente do Santander Totta considera que será um processo gradual: "Se o mercado funcionar, por diversas razões, chegaremos lá, mas eu diria que é de uma forma normal, porque é um processo de desalavancagem que o próprio Banco de Portugal pretende que seja gradual até 2014".
2011-08-23
Angola: Jovens preparam manifestação contra José Eduardo dos Santos
Jovens angolanos tencionam voltar a manifestar-se em Luanda no próximo dia 03 de setembro contra o regime de José Eduardo dos Santos que, alegam, "não tem legitimidade", disse hoje à Lusa um dos organizadores.
Contactado telefonicamente a partir de Lisboa, Carbono Casimiro, um dos mais conhecidos "rappers" angolanos, explicou que a manifestação irá realizar-se na Praça da Independência e que já foi dado conhecimento da intenção ao Governo Provincial de Luanda.
"Segundo a lei angolana, a realização da manifestação não carece de autorização. Mas demos conhecimento da nossa intenção", respondeu.
Contactado telefonicamente a partir de Lisboa, Carbono Casimiro, um dos mais conhecidos "rappers" angolanos, explicou que a manifestação irá realizar-se na Praça da Independência e que já foi dado conhecimento da intenção ao Governo Provincial de Luanda.
"Segundo a lei angolana, a realização da manifestação não carece de autorização. Mas demos conhecimento da nossa intenção", respondeu.
Furacão Irene chega aos EUA nos próximos dias
Toda a costa este dos Estados Unidos está em alerta com a aproximação do furacão Irene, que deverá chegar, vindo do sul, nos próximos dias, avança a agência «Reuters».
Segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA, embora ainda não seja possível antever o local onde o furacão atingirá terra, as autoridades prevêem que chegue à Costa das Carolinas do Norte e do Sul no sábado de manhã.
O furacão Irene fortaleceu-se durante a madrugada desta terça-feira, atingindo os seus ventos os 160 km/hora, convertendo-se num poderoso ciclone de Categoria 2 na escala Saffir-Simpson (com máximo de cinco níveis).
O meteorologista Kim Brabander, do Centro Nacional de Furacões, esclareceu que o Irene pode ter já categoria 3 ao chegar à costa dos Estados Unidos.
O furacão Irene é o primeiro da temporada de ciclones do Atlântico, e depois de castigar a região das Caraíbas com intensas chuvas e fortes ventos, causou algumas inundações e deixou pelo menos um milhão de pessoas sem electricidade, sobretudo em Porto Rico e nas Ilhas Virgens.
Segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA, embora ainda não seja possível antever o local onde o furacão atingirá terra, as autoridades prevêem que chegue à Costa das Carolinas do Norte e do Sul no sábado de manhã.
O furacão Irene fortaleceu-se durante a madrugada desta terça-feira, atingindo os seus ventos os 160 km/hora, convertendo-se num poderoso ciclone de Categoria 2 na escala Saffir-Simpson (com máximo de cinco níveis).
O meteorologista Kim Brabander, do Centro Nacional de Furacões, esclareceu que o Irene pode ter já categoria 3 ao chegar à costa dos Estados Unidos.
O furacão Irene é o primeiro da temporada de ciclones do Atlântico, e depois de castigar a região das Caraíbas com intensas chuvas e fortes ventos, causou algumas inundações e deixou pelo menos um milhão de pessoas sem electricidade, sobretudo em Porto Rico e nas Ilhas Virgens.
Greve Consulados: PSD questiona Governo sobre salários face à queda do euro
O PSD questionou o Governo sobre se prevê encontrar uma solução para os vencimentos dos professores no estrangeiro e dos funcionários consulares em caso de forte desvalorização do euro.
Numa pergunta enviada na sexta-feira à Assembleia da República e divulgada esta segunda-feira, o deputado social-democrata Carlos Alberto Gonçalves indaga o Executivo sobre se pensa «encontrar uma solução que permita evitar as consequências em matéria salarial para estes agentes da administração pública portuguesa em caso de forte depreciação do euro».
Dirigido-se ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, o parlamentar questiona ainda como é que o Governo acompanha e avalia a situação dos funcionários diplomáticos e consulares e professores colocados, nomeadamente, na Suíça, no Brasil e na África do Sul, onde «perderam de forma muito substancial o seu rendimento mensal, nalguns casos cerca de um terço do seu vencimento».Na sua explanação, Carlos Alberto Gonçalves assinala que «a valorização ou depreciação do euro tem implicações imediatas nos salários» dos funcionários que exercem funções no estrangeiro, sendo que «não existe um mecanismo que permita evitar que a degradação cambial tenha consequências em alguns países».
Na Suíça, 56 funcionários consulares vão fazer greve, por tempo indeterminado, a partir da próxima segunda-feira, em protesto contra a sua situação salarial, que se tem vindo a agravar devido, designadamente, à evolução cambial desfavorável, anunciou o sindicato do sector esta segunda-feira.
TSF
CHOCANTE? A PROPÓSITO DA GREVE CONSULAR NA SUIÇA, LEMOS NO "NOTAS VERBAIS"
A propósito dos motivos da greve consular na Suíça, afirma o sindicato que "tal situação foi colocada ao anterior Governo e também já ao actual através de cartas e abaixo-assinados, sem qualquer resposta dos responsáveis governamentais ou das chefias do Palácio das Necessidades". Isto é chocante. Independentemente dos motivos e da sua avaliação, é chocante que deciores políticos e chefias não respondam a cartas, uma que seja. Num regime autoritário, isso será o pão nosso de cada dia, mas num estado democrático é chocante. Chocante e inaceitável. E fiquemos por aqui pois esse tipo de atitudes revela tiques que quem se tenha por sensato gostaria de ver arredados das Necessidades. Porque é que um ministro ou secretário de Estado não responde a uma carta, independentemente de concordar ou não com a pretensão? E as chefias quando esse é o seu dever de procedimento administrativo? É chocante.
2011-08-22
Incidente na Madeira: deputado do PND interrompe discurso de Jardim - video
Alberto João Jardim foi interrompido no seu discurso do Dia da Cidade do Funchal por um deputado do PND. A saída da cerimónia, foi a vez de José Manuel Coelho acusar o líder regional de levar a Madeira à falência.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/#ixzz1VmyzHul5
O bailinho de Jardim
A dívida da Madeira cresceu mais de 100% em apenas cinco anos, é hoje da ordem dos mil milhões de euros e serviu para financiar a perpetuação de Alberto João Jardim no poder.
Agora, perante a realidade, quer negociar um acordo de urgência com Pedro Passos Coelho. A pouco mais de um mês das eleições regionais.
A situação da Madeira, ironicamente, faz-nos recuar alguns meses e recordar José Sócrates e a forma como acabamos nas mãos da ‘troika', do FMI e de Bruxelas. A poucas semanas de ir a votos, Sócrates foi mesmo obrigado a pedir ajuda externa; agora, Jardim também quer ajuda externa, dos ‘cubanos' do Continente. Separados à nascença, por ideologia e feitio, unidos na desgraça financeira que resulta de uma política alimentada por dívidas que, simplesmente, não se pagam por si. A falência, na Madeira, também está aí ao virar da esquina.
O pedido dramático de João Jardim, é claro, antecipa o debate eleitoral, narrativa, aliás, que já tinha começado antes das legislativas que levaram Passos Coelho a primeiro-ministro e que só se esbateu quando a tragédia do temporal arrasou com a região. Primeiro, ‘explicou-nos' que tinha de recorrer à dívida para evitar o ataque financeiro do Governo socialista, que, obviamente, não foi muito eficaz, ou Jardim não teria tido a oportunidade de multiplicar por várias vezes a dívida que tinha em 2005 quando Sócrates chegou.
Este fim-de-semana deu a saber que vai deixar de pagar aos fornecedores e que o problema está agora nas mãos do novo primeiro-ministro. E ainda tem a ‘lata' de exigir mais autonomia... Percebem, agora, porque é que Merkel não está disposta a aprovar as obrigações europeias, as ‘eurobonds', sem fortes restrições às autonomias dos Estados, ou, se quisermos a versão benigna, sem mais coordenação e integração europeia. A Madeira não precisa de mais autonomia, precisa de menos, especialmente se não existirem sanções efectivas para comportamentos como os de Jardim.
Passos Coelho tem uma tarefa difícil, e uma oportunidade única. Será difícil, obviamente, dizer não a João Jardim, porque isso será também dizer não ao partido, ou a uma parte dele. Mas se aceitar negociar agora, e nos termos de Jardim, estará a envolver-se directamente nas eleições regionais, estará a promover o que criticou antes e depois das legislativas, estará a contribuir para perpetuar uma forma de (des)governo que nos trouxe a austeridade que vivemos hoje.
Os portugueses fizeram a vontade a Pedro Passos Coelho e abriram um novo ciclo no País, político e até geracional. O novo Governo tem prometido muito, embora, para já, só os aumentos de impostos sejam uma realidade. A forma como este processo for conduzido vai revelar se as intenções do primeiro-ministro são para todos os portugueses ou se uns continuarão a ser mais do que outros.
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António Costa, Director
antonio.costa@economico.pt
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