2011-09-22

Artes de rua em Sintra


Artes de rua em Sintra | © DR

Espectáculos de luz, cor e movimento a partir de amanhã. Teatro, esculturas
e instalações levam animação à vila de Sintra, de 23 a 25 de Setembro.
Filipa Estrela | festrela@destak.pt
Se quer ver Sintra como nunca viu, aproveite este fim de semana para encontrar ainda mais vida e cor, sem pagar por isso. Nesta segunda edição, tudo gira à volta do tema Lumina, com espectáculos onde a luz tem o papel-chave.
Os projectos foram realizados por artistas como Miguel Palma, Utopia Teatro ou Rui Madeira, que apresentam performances, na capital do Romantismo.
Locais como a Volta do Duche, Palácio da Vila, Museu do Brinquedo, Parque da Liberdade ou Igreja de S. Martinho vão provocar algumas surpresas.
Além do objectivo de envolver a comunidade nas artes, o festival tem ainda uma vertente educativa, uma vez que as crianças do concelho foram envolvidas nas pinturas de luz sobre a fachada do edifício da Câmara de Sintra.

2011-09-21

Os carros de Cuba


Cuba é um museu automóvel ao ar livre. Com o isolamento do regime, há décadas que as importações estão proibidas o que faz com que continuem em circulação autênticas relíquias de marcas como Chevrolet, Oldsmobile, Cadillac, Dodge, Buick ou Plymouth. A conservação destes veículos obriga a uma imensa criatividade dos proprietários que usam peças usadas ou construídas por eles próprios. Estima-se que o parque automóvel cubano seja composto por 60 mil veículos produzidos nos Estados Unidos entre 1920 e 1950, aos quais que se juntam alguns Lada soviéticos dos anos 70 e 80 e antigos veículos militares adaptados a uso civil. Uma lei recente do governo cubano vem permitir que os proprietários de automóveis possam vender os veículos independentemente da sua data de fabricação - até aqui só os carros anteriores a 1959 (data da revolução cubana) podiam ser vendidos.

Greve na Suiça: o governo estah a criar, com o seu silêncio, uma situação com consequências muito graves e imprevisiveis

Lisboa, 21 set (Lusa) – O conselheiro da Comunidade portuguesa na Suíça disse hoje que está a ser "bombardeado" diariamente com queixas de emigrantes que estão sem atendimento consular há quase um mês devido à greve dos funcionários dos consulados e missões diplomáticas.
"Não há um dia em que não seja bombardeado com estas questões e não sou só eu que estou a receber estas queixas, os próprios chefes dos postos consulares na Suíça estão a receber essas queixas permanentemente", disse Manuel Beja à Lusa.
O representante dos emigrantes da Suíça no Conselho das Comunidades adiantou ainda que só na semana passada foi entregue no consulado de Zurique um abaixo-assinado em protesto contra a interrupção dos serviços consulares com centenas de assinaturas.
"Há realmente umas centenas largas de pessoas que estão a protestar", sublinhou, Manuel Beja, desafiando o secretário de Estado das Comunidades a dirigir-se à porta de qualquer um dos consulados para ouvir o que as pessoas dizem.
Cinquenta e seis funcionários consulares na Suíça iniciaram no dia 29 de agosto uma greve por tempo indeterminado por falta de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros relativamente aos salários.
Em causa está, segundo o sindicato de trabalhadores consulares, a perda de poder de compra dos funcionários provocada pela desvalorização do euro face ao franco suíço.
A greve está a ser cumprida pelos trabalhadores da embaixada de Portugal em Berna, da missão junto da ONU em Genebra, dos consulados naquela cidade e em Zurique, bem como os escritórios consulares em Sion e Lugano, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE).
Manuel Beja confirma que os serviços não estão a funcionar e que às pessoas que continuam a ir diariamente ao consulado resta apenas falar com o chefe de posto.
O conselheiro lembra que o problema dos funcionários consulares já tem dois anos e não compreende o silêncio do Ministério dos Negócios Estrangeiros relativamente a este assunto.
"Estes funcionários são muito penalizados por um euro fraco e um franco suíço bastante forte e os salários são pagos em euros. Neste momento, um trabalhador consular médio recebe menos que uma mulher de limpeza na Suíça e outros funcionários não têm possibilidades de pagar os compromissos como a renda da casa ou o seguro de doença", explicou.
Manuel Beja adiantou que o impasse criado está a prejudicar os cerca de 250 mil portugueses que vivem na Suíça, considerando que os emigrantes "mereciam outro tipo de consideração" do Governo de Lisboa.
"Já houve tempo suficiente para analisar o problema e dialogar com o sindicato. O sindicato tem feito esforços no sentido de entrar em diálogo com o ministério e o ministério volta as costas. O sr. ministro considera que é mais importante ir falar com os rebeldes na Líbia do que estar a ocupar-se dos problemas relacionados com os seus serviços", sublinhou.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, contactado várias vezes pela agência Lusa, têm-se escusado a comentar este tema e o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, que terça-feira deveria responder sobre o assunto na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, faltou à audição, alegando motivos de agenda relacionados com a preparação da visita do primeiro-ministro a Angola.
Manuel Beja manifestou ainda à Lusa receios de que, se a greve se mantiver, possam surgir "situações de desespero", quer dos funcionários, quer da própria comunidade, que precisa de documentos e não os consegue obter.

Morreu o pintor Júlio Resende

Pintor tinha 93 anos e estava acamado há algum tempo. O corpo estará em câmara ardente na Igreja Paroquial de Valbom, a partir das 18 horas desta quarta-feira. O funeral realiza-se quinta-feira, pelas 16 horas


Porto: Exposição antológica de Júlio Resende na Alfândega

Foto: Cheio de lágrimas

Não lhe dá vontade de socorrer todas as crianças que sofrem por esse Mundo fora?!

Cheio de lágrimas
Cheio de lágrimas:Bebé chora num campo de refugiados, no Paqusitão, onde a família se instalou devido às cheias no país (ReutersAkhtar Soomro)

2011-09-20

Exclusivo: (imagem) - "O buraco da Madeira"

Video excepcional: "Flying monsters"

David Attenborough volta com dinossauros voadores em 3D (vídeo) Estreia já a 7 de outubro nos EUA o último documentário de David Attenborough. Uma viagem pelos céus da Terra há 65 milhões de anos. Agora em 3D.
Extintos há 65 milhões de anos, os pterossauros, como este quetzalcoatlus, dominaram os céus da Terra
Extintos há 65 milhões de anos, os pterossauros, como este quetzalcoatlus, dominaram os céus da Terra.
Dinossauros. Já os tínhamos visto no grande ecrã ao vivo e a cores, agora estão aí em três dimensões na versão documentário. "Flying Monsters 3D " estreia nos Estados Unidos a 7 de outubro e tem a chancela inconfundível de David Attenborough , autor e narrador dos prestigiados documentários sobre vida selvagem da BBC.
Neste documentário para o grande ecrã (IMAX), o espetador acompanha o veterano David Attenborough (no ativo há mais 50 anos) aos comandos de um planador pelos céus do 'planeta azul' há mais de 65 milhões de anos. Por esses dias, os pterossauros eram os grandes senhores dos céus.
"Este filme conta como é que isso se tornou possível e como é que tudo acabou", disse David Attenborough aos jornalistas durante a apresentação de "Flying Monsters 3D".
Um dos maiores desafios deste projeto, explicou ainda Attenborough, foi respeitar o conhecimento científico que temos deste período.
"Flying Monsters 3D" deverá estrear no Reino Unido lá para o final do ano, estando já em exibição em Copenhaga (Dinamarca), Estocolmo (Suécia) e Valência (Espanha).



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/david-attenborough-volta-com-dinossauros-voadores-em-3d-video=f675094#ixzz1YVmk0Usm

Alemanha: 50 feridos em acidente com comboio


Acidente de comboio na Alemanha (Lusa)

Um comboio embateu numa viatura, que tinha sofrido um acidente de viação pouco tempo antes, e acabou por descarrilar, provocando, pelo menos, 50 feridos. O acidente aconteceu com uma composição regional, em Lauterbach, avança a Associated Press (AP).
Torsten Henkel, porta-voz da polícia local, afirmou à AP que após o acidente entre as viaturas ligeiras, um dos veículos foi «empurrado» para cima dos carris. O condutor conseguiu fugir, mas o comboio já não foi a tempo de evitar a colisão.
De acordo com a mesma fonte, registaram cerca de 50 feridos, nove dos quais em estado grave.

Greve na Suiça. Diz o STCDE



A greve entrou na 4ª semana com os serviços consulares em toda a Suíça encerrados, mas o governo não parece preocupado com a progressiva degradação da situação, desprezando emigrantes que precisam de serviços a funcionar e trabalhadores que precisam de salários para sustentar a família.Depois das preocupações demonstradas pelos responsáveis suíços e de os professores portugueses terem expressado a sua solidariedade com os trabalhadores em luta, depois de ontem ter havido concentrações de emigrantes, professores e grevistas à porta da embaixada em Berna e do consulado em Genebra, haverá neste sábado uma manifestação em Berna das comunidades portuguesa e italiana (os nossos colegas italianos têm o mesmo problema) apoiada pelos sindicatos suíços, contra a falta de protecção consular aos trabalhadores na Suíça. De acordo com informação da própria, a Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas irá ouvir o SECP hoje às 17h mas o STCDE ainda não foi chamado, estando previsto que o seja para dia 27.

Satélite do tamanho de um autocarro choca com a Terra na 6.ª feira



Um satélite do tamanho de um autocarro vai embater, na sexta-feira, contra a Terra, previu hoje a NASA, citada pela agência Efe, ressalvando, no entanto, o risco "extremamente pequeno" para os habitantes do 'planeta azul'.

Para a agência espacial norte-americana, a probabilidade de os restos do satélite de Investigação de Alta Atmosfera, que pesa 5,6 toneladas, atingirem uma pessoa é muito remota - uma em 3.200.

Sabe-se que o engenho espacial vai chocar contra a Terra nas latitudes situadas entre o norte do Canadá e o sul da América do Sul. A NASA estima que tal aconteça na sexta-feira, sem descartar a hipótese de o fenómeno ocorrer um dia antes ou depois.

Os cientistas calculam que o satélite se despedaçará ao entrar na atmosfera e que pelo menos 26 grandes pedaços do engenho sobrevivam a altas temperaturas no regresso à Terra e caiam sobre o planeta.

Desenhado para medir as alterações climáticas e os efeitos da poluição, o satélite, lançado em 1991, encetou o seu caminho de volta à Terra há seis anos.