2012-03-03
Decisão arbitral errada da vitoria ao Porto na Luz (3-2)
A força de uma decisão errada de Pedro Proença que não viu um fora de jogo claro de Maicon. O brasileiro fez o terceiro golo a cinco minutos do fim, rasgou um empate que parecia bem mais justo e manchou um clássico que foi disputado, rasgadinho e muito emotivo. Foi feio, portanto.
Mas também acaba por penalizar o Benfica: a formação de Jorge Jesus partiu de trás e pareceu nunca mais ter fôlego para chegar ao fim na frente. Demorou vinte minutos a arrancar, correu depois o suficiente para dar a volta e ficou sem folego para travar a parte final superior do F.C. Porto.
Confira a ficha do jogo
Na última meia-hora apareceu um miúdo que tinha, também ele, feito uma maratona, e quatro fusos horários, para devolver tudo ao ponto inicial. O golo de Maicon fechou a discussão. Uma discussão que tinha sido aberta muito cedo, por Hulk: o brasileiro foi implacável com o atraso do Benfica.
Quando o jogo começou os encarnados ainda não tinham chegado e Hulk castigou a ausência do adversário com uma bomba incrível. Aquele golo logo de entrada foi o melhor que o F.C. Porto podia querer. Aconteceu mais ou menos a meio de vinte minutos de intenso domínio azul e branco.
Ora esse domínio, por outro lado, chegou com o apito inicial, no desequilíbrio do meio-campo encarnado: sem Rodrigo, Jorge Jesus adiantou Aimar para perto de Cardozo, mas deixou Witsel ao lado de Javi Garcia. Faltava portanto quem pegasse no futebol. Faltava sobretudo Aimar, longe do jogo.
Veja como vivemos o jogo
O F.C. Porto, esse, tinha o meio-campo bem juntinho, com jogadores cómodos e um Lucho que é um tratado de inteligência: o argentino surgia entre linhas, tocava a bola, criava desequilíbrios: até aos vinte minutos. Tudo mudou com a subida de Witsel no terreno. O belga tornou-se fundamental.
Fundamental sobretudo pela forma como pressionava a zona de construção e encravava o futebol portista. Depois dessa ligeira subida de Witsel no terreno, de resto, o F.C. Porto só criou mais uma situação de golo em bola corrida: Lucho isolou Janko, mas o austríaco falhou na cara de Artur.
O Benfica colocava agora mais gente na zona da segundas bolas e com isso ameaçava o empate: Cardozo foi mais longe. Ele que no regresso dos balneários bisou. O Benfica estava na frente. Logo a seguir Aimar lesionou-se, deu lugar a Rodrigo e a equipa não voltou a ser a mesma.
James veio tudo mudar
Os setores pareceram ficar outra vez muito separados, como se houvesse um fosso a meio. Vítor Pereira respondeu com James: trouxe inteligência e poder de fogo. Empatou o jogo e deixou o Porto por cima. O Benfica voltou a ficar nervoso e não era a primeira vez: começou muito por aí, aliás.
Esta equipa de Jesus provou que é sobretudo um estado de espírito. Muito forte quando tudo corre bem, insegura perante as adversidades. Sentiu o mundo cair-lhe em cima quando James empatou e não teve força para perceber que podia mais do que aquilo: que sabe mais do que aquilo.
A expulsão de Emerson, aos 79 minutos, foi o último golpe. Sobrou o sufoco até o golo de Maicon. Pena ter sido em fora de jogo. O clássico não merecia ser manchado com um erro de arbitragem. Nenhum clássico merece: este menos. Acima de tudo foi um clássico que valeu muito a pena.
Mas também acaba por penalizar o Benfica: a formação de Jorge Jesus partiu de trás e pareceu nunca mais ter fôlego para chegar ao fim na frente. Demorou vinte minutos a arrancar, correu depois o suficiente para dar a volta e ficou sem folego para travar a parte final superior do F.C. Porto.
Confira a ficha do jogo
Na última meia-hora apareceu um miúdo que tinha, também ele, feito uma maratona, e quatro fusos horários, para devolver tudo ao ponto inicial. O golo de Maicon fechou a discussão. Uma discussão que tinha sido aberta muito cedo, por Hulk: o brasileiro foi implacável com o atraso do Benfica.
Quando o jogo começou os encarnados ainda não tinham chegado e Hulk castigou a ausência do adversário com uma bomba incrível. Aquele golo logo de entrada foi o melhor que o F.C. Porto podia querer. Aconteceu mais ou menos a meio de vinte minutos de intenso domínio azul e branco.
Ora esse domínio, por outro lado, chegou com o apito inicial, no desequilíbrio do meio-campo encarnado: sem Rodrigo, Jorge Jesus adiantou Aimar para perto de Cardozo, mas deixou Witsel ao lado de Javi Garcia. Faltava portanto quem pegasse no futebol. Faltava sobretudo Aimar, longe do jogo.
Veja como vivemos o jogo
O F.C. Porto, esse, tinha o meio-campo bem juntinho, com jogadores cómodos e um Lucho que é um tratado de inteligência: o argentino surgia entre linhas, tocava a bola, criava desequilíbrios: até aos vinte minutos. Tudo mudou com a subida de Witsel no terreno. O belga tornou-se fundamental.
Fundamental sobretudo pela forma como pressionava a zona de construção e encravava o futebol portista. Depois dessa ligeira subida de Witsel no terreno, de resto, o F.C. Porto só criou mais uma situação de golo em bola corrida: Lucho isolou Janko, mas o austríaco falhou na cara de Artur.
O Benfica colocava agora mais gente na zona da segundas bolas e com isso ameaçava o empate: Cardozo foi mais longe. Ele que no regresso dos balneários bisou. O Benfica estava na frente. Logo a seguir Aimar lesionou-se, deu lugar a Rodrigo e a equipa não voltou a ser a mesma.
James veio tudo mudar
Os setores pareceram ficar outra vez muito separados, como se houvesse um fosso a meio. Vítor Pereira respondeu com James: trouxe inteligência e poder de fogo. Empatou o jogo e deixou o Porto por cima. O Benfica voltou a ficar nervoso e não era a primeira vez: começou muito por aí, aliás.
Esta equipa de Jesus provou que é sobretudo um estado de espírito. Muito forte quando tudo corre bem, insegura perante as adversidades. Sentiu o mundo cair-lhe em cima quando James empatou e não teve força para perceber que podia mais do que aquilo: que sabe mais do que aquilo.
A expulsão de Emerson, aos 79 minutos, foi o último golpe. Sobrou o sufoco até o golo de Maicon. Pena ter sido em fora de jogo. O clássico não merecia ser manchado com um erro de arbitragem. Nenhum clássico merece: este menos. Acima de tudo foi um clássico que valeu muito a pena.
2012-03-02
A imagem do dia 02-03-2012
Júpiter Acústico Créditos e direitos autorais : Frédéric Burgeot | |
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A imagem do dia 01-03-2012
| Vênus Multicolorido Créditos e direitos autorais : Sean Walker (SkyandTelescope.com, MASILAstro-Imaging) | |
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Cronicas do Rio de Janeiro
O meu segundo dia no Rio correu sob os melhores auspicios. Visitei o Consulado onde irei trabalhar, cumprimentei e travei conhecimento com os cerca de 30 funcionarios que compoem o quadro do pessoal.
Visitei Lagoa, Ipanema, Copa Copacabana e bebi 1 litro de "fresquinha", porque o calor assim convidava (40°!).
Ha, esquecia o mais importante, visitei o Palacio de S. Clemente, propriedade do Estado Português, que é a residência do Embaixador (imagem acima).
Agora vou jantar num "boteco" de Copacabana e desejar-vos a todos uma noite descansada.
Rio, 20 h, 01-03-2012
2012-02-29
A imagem do dia 29-02-2012
Image Credit & Copyright: Juan Carlos Casado (TWAN)
Explanation: Venus and Jupiter will appear unusually close in the sky over the next month. The planetary conjunction will be easily visible to the unaided eye because Venus will appear brighter than any background star, and Jupiter will be nearly as bright. To see the near-alignment, simply look to the west after sunset. At their closest, on March 15, the two planets will appear only about three degrees apart. The planets will not be significantly closer in space - Venus will just be passing nearly in front of Jupiter as seen from the Earth. In the above image composite taken late last week from Catalonia, Spain, a bright crescent moon appears to the right of Venus, while Jupiter appears near the top of the image. The distant sun-illuminated spheres were photographed behind a sculpture depicting the legendary battle between a warrior and a dragon. A gallery of conjunction images is visible on the Asterisk -- APOD's discussion board. Please feel free to contribute. The next Jupiter-Venus conjunction will occur in May 2013.
Diz o "Notas Verbais"

Mais um site, o da Embaixada no Peru, chefiada por Nuno de Bessa Lopes. Nas palavras de apresentação, diz o embaixador que "o crescimento económico do Peru converte-o em um país muito atractivo para o desenvolvimento do comércio externo e para a internacionalização das empresas portuguesas", que "as relações entre Portugal e o Peru podem classificar-se de excelentes", e, fazendo referências às coisas mais recentes, salienta "as consultas políticas bilaterais a nível de Secretários de Estado, que tiveram lugar em Lima em 2010 e a visita de trabalho ao Peru, no ano 2011, do Secretário de Estado do Comércio Externo acompanhado por uma missão empresarial portuguesa", além da presença de Portas na posse presidencial (a Espanha enviou o príncipe das Astúrias).
O site da Embaixada em Lima tem o patrocínio da Mota-Engil/Peru.
O site da Embaixada em Lima tem o patrocínio da Mota-Engil/Peru.
Câmara de Lisboa pondera criação de um bordel
A Câmara de Lisboa recebeu uma proposta de duas associações para criar um bordel na Mouraria, e vai estudá-las no decorrer deste ano. A notícia é avançada pelo «Jornal de Negócios», que explica que a autarquia daria um imóvel em 2013 para transformar num espaço próprio para a prática de sexo seguro e sem lenocínio na capital.
A proposta para a criação deste espaço proveio da Obra Social das Irmãs Oblatas e do Grupo Português de Ativistas sobre Tratamento do VIH/SIDA (GAT).
Enquanto a proposta da «Safe House» não é aprovada, as associações da zona vão tentar encontrar formas alternativas de vida para as prostitutas do bairro. Junto das prostitutas vão também tentar perceber se fará sentido criar um bordel.
João Meneses, coordenador do programa de requalificação da Mouraria, explica ao «JdN» que o projeto «não está debatido ainda em termos jurídicos, mas se fosse uma cooperativa de mulheres não configuraria lenocínio, porque não haveria a figura do capitalista, ou do empresário. Não haveria exploração do trabalho sexual, haveria sim um trabalho feito em condições de saúde e higiene e que é gerido pelas próprias, e para as próprias», concluiu.
A proposta para a criação deste espaço proveio da Obra Social das Irmãs Oblatas e do Grupo Português de Ativistas sobre Tratamento do VIH/SIDA (GAT).
Enquanto a proposta da «Safe House» não é aprovada, as associações da zona vão tentar encontrar formas alternativas de vida para as prostitutas do bairro. Junto das prostitutas vão também tentar perceber se fará sentido criar um bordel.
João Meneses, coordenador do programa de requalificação da Mouraria, explica ao «JdN» que o projeto «não está debatido ainda em termos jurídicos, mas se fosse uma cooperativa de mulheres não configuraria lenocínio, porque não haveria a figura do capitalista, ou do empresário. Não haveria exploração do trabalho sexual, haveria sim um trabalho feito em condições de saúde e higiene e que é gerido pelas próprias, e para as próprias», concluiu.
2012-02-18
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