2012-06-27

Aeronave cai em zona urbana e faz dois mortos

Avioneta cai no bairro de Matarraque (Foto do leitor Hugo Torres)A queda de uma aeronave no bairro de Matarraque, na Parede, Cascais, fez duas vítimas mortais, adiantou à TVI24, fonte da Proteção Civil.

Segundo a mesma fonte, o acidente ocorreu às 22:33, numa zona de perímetro urbano, no entanto, «não há informação de danos colaterais».

A aeronave pertence ao aeródromo de Cascais e tratava-se de uma aeronave de instrução que terá sofrido uma queda ao efetuar uma manobra e aterrado num quintal e no telhado de uma casa.
As vítimas são o comandante da aeronave e um aluno.
No local estão os bombeiros de São Domingos de Rana, Parede, INEM e PSP.
TVI24 

2012-06-23

Fotografia - Passeando em Cuba


Perto de Guantanamo
(27-10-2010)

Corrupcão no Consulado - Diz o Notas Verbais: "Assim vai a transparência informativa do MNE"






Imagine-se que foi ontem notícia que o Consulado-Geral no Rio de Janeiro foi alvo em maio de uma inspeção "diplomática" (sic) acompanhada por inspetores da Polícia Judiciária, acrescentando-se que se desconhecem "ainda publicamente as suspeitas em causa"... E "privadamente", serão conhecidas? E como é possível que a PJ actue em maio mas apenas em junho a mera actuação seja notícia? E mesmo assim a notícia só é notícia apenas porque o deputado Paulo Pisco tomou conhecimento da situação numa visita àquele consulado a 17 de junho, levando-o a a dirigir, ontem (21), um "requerimento" segundo a Lusa que diz ter acesso ao documento, ao ministro dos Negócios Estrangeiros a solicitar informações?...

Ora, o documento parlamentar é público e não se trata de um requerimento. É uma pergunta, coisa diferente. Além disso, pela parte do MNE, a inspeção foi consular (que também há) e não diplomática.

E o mais curioso é que, ainda segundo a agência, "contactado pela Lusa, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros adiantou que está a recolher informações sobre o caso e remeteu para sexta-feira eventuais esclarecimentos"
. Está ainda a recolher informações, sendo porta-voz, sobre algo que ocorreu em maio, todo o MNE há muito sabe em pormenor menos o porta-voz, e com o Primeiro-Ministro e o MNE às portas do consulado?
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Creio, que como funcionario publico , a exercer funcões no consulado do Rio de Janeiro (desde marco deste ano),  é meu dever  corrigir a informacão.

De facto, uma equipa do MNE acompanhada por um inspector da PJ (e não varios) esteve no Rio a averiguar factos.

O deputado Paulo Pisco esteve no consulado no passado dia 20, onde permaneceu cerca de uma hora, não tendo por isso tido tempo material para averiguar quaisquer factos objecto da inspeccão; alias, que saiba ele não é inspector diplomatico, consular ou da PJ.

Pode ter conversado com funcionarios, como comigo fez, mas não foi dessas conversas-relâmpago que formou qualquer juizo; na realidade e em nome da verdade creio que a rapidissima visita do senhor deputado destinava-se apenas a justificar o que ja tinha de antemão preparado para protagonizar o seu objetivo politico e distrair jornalistas incautos.

Sem querer falar do que eventualmente tenha acontecido naquele consulado e que esta em fase de averiguacão, apenas queria referir que os factos datam de ha pelo menos quatro anos altura em, que se me lembro bem, eram os amigos do deputado Paulo Pisco que estavam no governo.

Não ter nascido ontem lembra-nos permanentemente o quanto ja sofremos nesta vida e, simultâneamente, coloca-nos ao abrigo de qualquer "chico-espertice"!

Quem quer tirar o cavalinho da chuva?!

JMIRA

2012-06-22

JoanMira - "Praia de Copacabana" - Fotos

Praia de Copacabana

22-06-2012
JoanMira

Passeando pelo Rio - "Céu e Cristo Redentor"


"Céu e Cristo Redentor"
02-05-2012

JMIRA

Passeando pelo Rio - Niteroi


"Niteroi vista do Rio"

JMIRA

Consulado no Rio de Janeiro alvo de inspeção da PJ

O Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro foi alvo em maio de uma inspeção diplomática acompanhada por inspetores da Polícia Judiciária portuguesa, desconhecendo-se ainda publicamente as suspeitas em causa, segundo um deputado do PS.

A situação chegou ao conhecimento do deputado socialista Paulo Pisco na sequência de uma visita que efetuou ao Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro em 17 de junho, o que o levou a dirigir hoje um requerimento ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a solicitar informações sobre o caso.
Segundo o requerimento, a que a agência Lusa teve acesso, "o Consulado-Geral do Rio de Janeiro desde há bastante tempo que era objeto de queixas da comunidade portuguesa devido a problemas e dificuldades relacionados com o atendimento consular, suscitando até no passado recente algumas inspeções diplomáticas".
"Entre as queixas e críticas mais frequentes feitas pela comunidade portuguesa estavam os problemas e dificuldades no atendimento, a demora para a obtenção de documentos e o favorecimento de algumas pessoas exteriores ao consulado para a resolução de alguns problemas", acrescenta o documento.
Paulo Pisco refere também que, na sequência da visita que efetuou recentemente ao Consulado-Geral, soube que "uma nova inspeção diplomática acompanhada de agentes da PJ esteve no consulado no passado mês de maio, muito pouco tempo depois de o novo cônsul-geral assumir funções".
"A presença de uma nova inspeção diplomática acompanhada de agentes da Polícia Judiciária (PJ) suscita a maior apreensão" e "evidencia certamente suspeitas graves de irregularidades ou situações anómalas", lê-se no requerimento.
Questionado pela Lusa sobre se se trata de um caso inédito na vida consular portuguesa a realização de uma inspeção diplomática acompanhada pela PJ, Paulo Pisco, deputado pelo círculo da Europa, disse não ter conhecimento de "nenhuma outra".
"Habitualmente, quando há alguma dúvida relativamente ao funcionamento dos serviços, o que existe são inspeções diplomáticas, que depois internamente, dentro do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fazem as diligências que consideram necessárias. Mas agora com inspetores da Polícia Judiciária não tenho conhecimento de nenhuma", realçou.
Paulo Pisco acrescentou que "a partir do momento em que há uma inspeção da PJ, e não apenas a inspeção diplomática, é porque haverá suspeitas de anomalias graves e de irregularidades sérias também", considerando que "só assim se justifica a presença dos inspetores da PJ" naquele Consulado-Geral, onde, de acordo com o deputado, trabalham 32 funcionários.
No requerimento Paulo Pisco solicita ao ministro Paulo Portas que esclareça, nomeadamente, "que tipo de suspeitas de irregularidades ou situações anómalas motivou a ida da PJ ao Consulado-Geral do Rio de Janeiro".
Contactado pela Lusa, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros referiu que está a recolher informações sobre este caso e remeteu para sexta-feira eventuais esclarecimentos.
A Procuradoria-Geral da República também foi contactada sobre o assunto, mas não deu qualquer resposta até ao momento.
DIARIO DE NOTICIAS