2012-03-21

Arquivos de Einstein disponibilizados na Internet


Arquivos de Einstein vão estar disponíveis na Internet (Abir Sultan/EPA)

Os arquivos de Albert Einstein começaram a ser disponibilizados na Internet pela Universidade Hebraica de Jerusalém. São cerca de 80 mil documentos: desde o manuscrito com a célebre fórmula E=mc2 às cartas de amor que escreveu à sua prima e amante, Elsa Einstein.

O projeto viu a luz do dia esta segunda-feira, 77 anos depois da morte do físico mais famoso do século XX, galardoado com o Prémio Nobel. Muitos dos documentos estão já acessíveis
aqui. A instituição, que Einstein ajudou a fundar, diz que irá continuar a acrescentar documentos ao acervo, à medida que forem digitalizados.

Entre o material incluem-se documentos preciosos, como o manuscrito em que está inscrita a célebre fórmula do autor da teoria da relatividade proposta em 1905, E=mc2, em que a energia é igual à massa, vezes a velocidade da luz no vácuo, ao quadrado.

Contudo, do arquivo fazem parte também outros registos menos importantes para a ciência, mas suscetíveis de atrair muito mais curiosos: as 24 de cartas de amor à prima e amante, Elsa Einstein, com quem o físico se casaria depois de se divorciar de Mileva Maric, em 1919.

Devido ao seu caráter tão pessoal, estes são documentos que ainda vão ter de esperar para estar à disponibilidade do público. Mas isso poderá acontecer «se se deixar passar o tempo suficiente», admitiu à Reuters Hanoch Gutfreund, do comité que supervisiona o arquivo.

Fotografia - "Ama e faz-te ao mar" - Vivaldo Goncalves


"Ama e faz-te ao mar" - Vivaldo Goncalves

2012-03-20

Fotografia - "Céu do Rio de Janeiro às 18 horas e 11 minutos (menos 1) de 20-03-2012

Hoje, 20 de marco de 2012, foi como ontem; de passeio nem sinal! entre reniões e trabalho  no consulado, so sobrou tempo para tirar mais uma fotografia ao céu maravilhoso do Rio de Janeiro.


"Céu do Rio" - 20-03-2012 - 18 horas e 11 minutos (menos 1 minuto)

Televisão - Ricardo Araújo Pereira brilha no Brasil - Video


O programa de Jô Soares é um dos mais vistos na TV brasileira. Nesta segunda-feira à noite o convidado principal foi Ricardo Araújo Pereira, que se encontra no Brasil para participar no Risadaria 2012, um evento que decorre em São Paulo de 22 a 25 de março.

Tentando lentamente para se fazer entender, Ricardo foi elogiado por Jô, ofereceu-lhe um livro, comentou alguns momentos da série «Gato Fedorento» e mostrou a sua técnica particular de comer pudins flan (e comeu três)

Ricardo brilhou ao seu estilo, arrancando gargalhadas da audiência durante os cerca de vinte minutos que ocupou do programa. No final até pareceu pouco tempo e o próprio Jô disse que toda a gente gostou.

A imagem do dia 20-03-2012 (vídeo)



A Evolução da Lua
Créditos e direitos autorais : LRO, SVC, NASA
Explicação:   Qual é a história da Lua? A Lua foi provavelmente criada de detritos expelidos quando um objeto do tamanho de Marte colidiu violentamente com a Terra há cerca de 4,5 bilhões de anos. Logo após o condensamento gravitacional, como se vê acima, a superfície da Lua brilhando com o calor se resfriou e rachou. Rochas grandes e pequenas continuaram a atingir a superfície, incluindo um impacto relativamente grande que criou a Bacia Aitken cerca de 4,3 bilhões de anos atrás. Um período de pesado bombardeio então continuou por centenas de milhões de anos, criando grandes bacias por toda a superfície lunar. Nos poucos bilhões de anos seguintes, lava fluiu para as bacias do lado da Terra, eventualmente resfriando nos mares escuros que vemos no dias de hoje. Como sempre, impactos incessantes continuaram, formando as crateras que vemos hoje, abrandando lentamente com o passar dos últimos bilhões de anos. Hoje a Lua resfriada que conhecemos e amamos é tão escura quanto carvão e sempre mantém a mesma face voltada para a Terra. Exatamente como a Lua se formou inicialmente, e porque os mares lunares existem apenas do lado da Terra, permanecem como tópicos ativos de pesquisa.

Equinócio de Outono (Hemisfério Sul): O dia e a noite de hoje são de igual duração por todo o planeta Terra  

Cronicas do Rio de Janeiro - Jantar no Palacio de São Clemente


No passado dia 15 de marco, por ocasião da tomada de posse da nova direcão da Câmara Portuguesa de Comércio e Industria do Rio de Janeiro e da apresentacão do novo cônsul-geral de Portugal, na sua Residência Oficial de S.Clemente, em Botafogo, apos o cocktail de boas vindas e antes do jantar, não resisti à tentacão de tirar esta fotografia da mesa onde me sentei. Como ja varias publicacões foram feitas do lindissimo palacio, achei por bem reduzir a producão fotografica a esta unica imagem.
"Mesa no Palacio de São Clemente, 15 de marco de 2012"

Carta aberta ao Senhor Anibal - José Nogueira Pardal

Exmo Senhor Presidente da República, Aníbal António Cavaco Silva
Vou usar um meio hoje praticamente em desuso mas que, quanto a mim, é a forma mais correcta de o questionar, porque a avaliar pelas conversas que vou ouvindo por aqui e por ali, muitos portugueses gostariam de ver esclarecidas as dúvidas que vou colocar a V/Exa e é por tal razão que uso a forma "carta aberta", carta que espero algum dos jornais a que a vou enviar com pedido de publicação dê à estampa, desejando que a resposta de V/Exa fosse também pública.
Tenho 74 nos, sou reformado, daqueles que descontou durante 41 anos, embora tenha trabalhado durante 48, para poder ter uma reforma e que, porque as pernas já me não permitem longas caminhadas e o dinheiro para os transportes e os espectáculos a que gostaria de assistir não abunda, passo uma parte do meu dia a ler, sei quantos cantos há nos Lusíadas, conheço Camilo, Eça, Ferreira de Castro, Aquilino, Florbela, Natália, Sofia e mais uns quantos de que penso V/Exa já terá ouvido falar, ou visto ao "navegar na net".
São precisamente as "modernices" com que tenho bastante dificuldade em lidar que motivam esta minha tomada de posição porquanto é aí que circulam a respeito de V/Exa afirmações que desprestigiam a figura máxima do País Portugal, que, em minha opinião, não pode estar sujeita a tais insinuações que espero V/Exa desminta categoricamente.
Passemos à frente das insinuações de que V/Exa foi 1º Ministro de Portugal durante mais de dez anos, época em que V/Exa vendeu as nossa pescas, a nossa agricultura, a nossa indústria a troco dos milhões da CEE, milhões que, ao contrário do que seria desejável, não serviram para qualquer modernização ou reforma do nosso País mas sim para encher os bolsos de alguns, curiosamente seus correligionários, senão mesmo, seus amigos. Acredito que esse tempo que vivemos sob o comando de V/Exa e que tanto mal nos fez foi apenas fruto de incompetência o que, sendo lamentável, não é crime, os crimes foram praticados por aqueles que se encheram à custa do regabofe, perdoe-me o popularismo, que se viveu nessa época e que, curiosamente, ou talvez não, continuam sem prestar contas à justiça.
Entremos então no que mais me choca, porque nesses outros comentários, a maioria dos quais anónimos mas alguns assinados, é a honestidade de V/Exa que é posta em causa e eu não quero que o Presidente da República do meu país seja o indivíduo que alguns propalam pois que entendo que o cargo só pode ser ocupado por alguém em quem os portugueses se revejam como símbolo de coerência e honestidade, é assim que penso que nesta carta presto um favor a V/Exa, pois que respondendo às 4 questões que vou colocar, findarão de vez as maledicências que, quero acreditar, são os escritos que por aí circulam.
1ª Questão:
Circula por aí um "escrito" que afirma que V/Exa, professor da Universidade Nova de Lisboa, após ser ministro das finanças, foi convidado para professor da Universidade Católica, cargo que aceitou sem se ter desvinculado da Nova o que motivou que lhe fosse movido um processo disciplinar por faltar injustificadamente às aulas da Nova, processo esse conducente ao despedimento com justa causa, que se teria perdido no gabinete do então ministro da educação, a quem competiria o despacho final, João de Deus Pinheiro, seu amigo e beneficiado depois de V/Exa ascender a 1º Ministro com o lugar de comissário europeu, lugar que desempenhou tão eficazmente que o levou a ficar conhecido como "comissário do golfe".
Pergunta directa:
Foi ou não movido a V/Exa um processo disciplinar enquanto professor da Universidade Nova de Lisboa?
Se a resposta for afirmativa, qual o resultado desse processo?
Se a resposta for negativa é evidente que todas as informações que andam por aí a circular carecem de fundamento.
2ª Questão:
Circulam por aí vários escritos sobre a regularidade da transacção de acções do BPN que V/Exa adquiriu. Sendo certo que as referidas acções não estavam cotadas em bolsa e portanto só poderiam ser transaccionadas por contactos directos, vulgo boca a boca, faço sobre a matéria várias perguntas:
1ª - Quem aconselhou a V/Exa tal investimento?
2ª- A quem adquiriu V/Exa as referidas acções?
3ª- Em que data, de que forma e a quem vendeu V/Exa as acções?
4ª- Sendo V/Exa um renomado economista, não estranhou um lucro de 140% numa aplicação de tão curto prazo?
3ª Questão
Tendo em atenção o que por aí circula sobre a Casa da Coelha, limito-me a fazer perguntas:
1ª- É ou não, verdade, que o negócio entre a casa de Albufeira e a casa a Coelha foi feito como permuta de imóveis do mesmo valor para evitar pagamento de impostos?
2ª- Se já foi saldada ao estado a diferença de impostos com que atraso em relação à escritura se processou a referida regularização?
3ª- É ou não verdade que as alterações nas obras feitas na casa da Coelha, nomeadamente a alteração das áreas de construção foram feitas sem conhecimento da autarquia?
4ª- A ser positiva a resposta à pergunta anterior, se já foi sanado o problema resultante de obras feitas à revelia da autarquia, em que data foi feita tal regularização e se foi feita antes ou depois das obras estarem concluídas?
5ª- Última pergunta, esta de mera curiosidade, será que V/Exa já se lembra do cartório em que foi feita a escritura?
4ª- Questão
Ouvi V/Exa na TV dizer que tinha uma reforma de 1300 €, que quase lhe não chegava para as despesas, passando fugazmente pela reforma do Banco de Portugal. Assim, pergunto:
1ª- Quantas reformas tem V/Exa?
2ª- De que entidades e a que anos de serviços são devidas essas reformas?
3ª- Em quantas não recebe 13º e 14º mês?
4ª- Abdicou V/Exa do ordenado de PR por iniciativa própria ou por imposição legal?
5ª Recebe ou não V/Exa alguns milhares de euros como "despesas de representação"?
Fico a aguardar a resposta de V/Exa com o desejo de que a mesma seja de tal forma conclusiva e que, se V/Exa o achar conveniente, venha acompanhada de cópias de documentos, que provem a todos os portugueses que o que por aí circula na Net, não passam de calúnias e intrigas movidas contra a impoluta figura de Sua Exa o Senhor Presidente da República de Portugal.
A terminar e depois de recordar mais uma das suas afirmações na TV, lembro uma frase do meu avô, há muito falecido, alentejano, analfabeto e vertical:
" NÃO HÁ HOMENS MUITO, OU POUCO SÉRIOS, HÁ HOMENS SÉRIOS E OUTRAS COISAS QUE PARECEM HOMENS".
Por mim, com a idade que tenho, já não preciso nem quero nascer outra vez, basta-me morrer como tenho vivido.
Sério.

Com os meus melhores cumprimentos.
José Nogueira Pardal

2012-03-18

O Globo e o Tempo - Por António Loulé


Com a devida vénia, publicamos um interessantissimo artigo de Antonio Loulé.
Do ponto de vista ocidental ou – melhor – do ponto de vista do europeu ocidental, a História universal era até há pouco tempo de uma simplicidade meridiana.Em pouco tempo o mundo acomodara-se a uma situação que durara 500 anos a estabelecer-se, e fora iniciada pela travessia do Atlântico Norte,por Cristóvão Colombo, do Atlântico Sul, por Pedro Álvares Cabral, e pela viagem realizada por Vasco da Gama até à costa oeste da Índia, depois de dobrado o cabo da Boa Esperança seguido a rota estabelecida por Bartolomeu Dias.
No decorrer desses cinco séculos, todos os países não-ocidentais,com exceção de dois – Abissínia (ou Etiópia) e Afeganistão – haviam caído sob o domínio do ocidente,ou salvaguardado a sua independência, ou adquirido esta, adotando voluntariamente, em maior ou menor grau, o triunfante modo de vida europeu-ocidental.Pedro o Grande ocidentalizou a Rússia a partir de 1894, enquanto os autores da revolução Meiji , no Japão, iniciaram o mesmo processo em 1868.
Guerras e convulsões sociais, fosse qual fosse o seu resultado e o seu grau de crueldade, nada mais fizeram do que consolidar este predomínio.E queiram ou não os aspirantes á ditadura politicamente correta, a estabilidade deste domínio, agora amalgamado pelo fim do comunismo, parece justificar plenamente a boutade de quem proclamou, há alguns anos, o “fim da história”.
Antes da ascendência do Ocidente houve, é certo outras ascendências solidamente estabelecidas, dos mongóis, hunos, árabes, gregos, romanos, persas, assírios e acadianos. Mas nenhuma foi global. Nenhuma delas foi literalmente, mundial.
Hoje, essa unanimidade sofre até certo ponto uma crise, nos países muçulmanos, ou pelo menos em alguns deles. A imposição do fundamentalismo muçulmano em alguns países, está condenada ao fracasso, precisamente por imposição da arma contemporânea do globalismo, que é comunicação instantânea. Os satélites que transmitem a televisão e o rádio cada vez com maior facilidade de captação,tendem cada vez mais a reduzir este planeta que já foi enorme a um minúsculo grão de areia a girar no espaço infinito.
É neste contexto de globalização que, parece-me,deve ser situada a descoberta de Pedro Álvares Cabral e a conseqüente instauração do predomínio cultural cristão-europeu, como podemos definir nos seus primórdios a nossa civilização, hoje mais laicizada e mais ecumênica. E, portanto, ainda européia nas suas origens físicas e culturais, mas muitíssimo menos cristã.
Foi afinal o estabelecimento das comunicações que tornou este planeta mais estreito e, nesse estabelecimento,estiveram presentes, como já disse, aqueles que descobriram o Brasil.E que logo o comunicaram à Europa, por intermédio da carta de Caminha, reveladora do mundo imenso que é o Brasil e da não menos imensa maturidade cultural européia.
Objeto e veículo da comunicação, quer dizer, o Brasil e Caminha, estão de fato a dois passos do mundo de hoje, se prescindirmos de considerar como fazendo parte desse mundo a tecnologia contemporânea.A qual é tão vertiginosamente mutável que pode considerar-se objeto de museu a máquina de escrever que ainda há pouco tempo utilizávamos.
É de fato a velocidade o que distingue o mundo contemporâneo do mundo passado. O que antes levava dias ou semanas para ser comunicado, hoje acontece à velocidade da luz, e é essa a marca da contemporaneidade. Mas pode dizer-se, realmente, que tudo começou com Caminha e com o grande passo que as navegações deram ao mundo no sentido da sua identificação planetária. Depois tudo uma questão de aceleração, até à contemporânea simultaneidade.
A importância da velocidade nas comunicações é um óbvio lugar- comum, tão óbvio que não vale a pena sequer determo-nos sobre o assunto. De fato, entre os dias que levou a carta de Caminha a chegar às mãos do Rei e as horas que demora um telegrama (horas,sim, pois há que remete-lo ao seu destino) existe, no campo da relatividade das coisas, apenas uma pequena diferença. Muito maior do que a diferença entre de Caminha e o telegrama, é,porém,a do telegrama, do fax, do e-mail. Porque é a diferença entre a velocidade e simutaneidade, coisa que, se pensarmos bem, desmente próprio conceito de tempo.
O romance do pensador e escritor italiano Umberto Eco “A Ilha do Dia Seguinte”, título que já de si implica em um paradoxo temporal. E trata precisamente das comunicações simultâneas a que aspiram parte dos seus personagens , evidentemente frustrados porque a ação é passada no período do Iluminismo,entre os séculos dezessete e dezoito.Com a mobilização de recursos absurdos para nós, alguns até crudelíssimos, eles tentam simplesmente obter a simultaneidade horária entre o ponto do globo terrestre onde se encontram e o porto europeu de onde saíram. Isso lhes permitiria obter a determinação exata da longitude, o que, pouco depois, seria conseguido simplesmente com o aperfeiçoamento do cronômetro, mas podemos tirar o chapéu ao escritor italiano pela agudeza com que indica, sem o fazer expressamente, que a simultaneidade (e não a rapidez) da comunicação é o ponto que distingue o nosso tempo.
Vale a pena especular sobre o descobrimento do Brasil? Ainda vale a pena faze-lo? Aparentemente, isso continua a ser um grande tema de discussão. O primeiro ponto a ser discutido é a precedência de Cabral, isto é, se Cabral foi realmente o primeiro. Duarte Pacheco Pereira parece ser o preferido, juntamente com os espanhóis de diversas estaturas e competências. Que se suspeitava da existência de alguma enorme ilha para estas bandas, isso parece um fato indiscutível. A sua localização estaria mesmo indicada com incrível num pergaminho: 1500 milhas a oeste de Cabo Verde, o que significa uma diferença de apenas 20 milhas. O que tornaria por sua vez, em matéria de longitude, praticamente inúteis, os esforços dos cavalheiros setecentistas de Umberto Eco. Enfim, passados o meio milênio das comemorações do Descobrimento Oficial, creio que serão inúteis – e gratuitas – tais especulações. No caso, como o jogo do bicho, deve valer o escrito. E como o escrito traz a marca encantadora da prosa de Caminha, não há por que discutir.
A especulação que me parece de fato merecedora de atenção é a que contempla o papel de Cabral (e de Colombo, e de Vasco da Gama, e de Fernão de Magalhães) no processo que levou ao chamado “ fim da historia” ou, seja, a globalização.
Unificando a visão do mundo, demonstrando que o mar é bom condutor (como antes fora a estepe, povoando a Europa), os navegadores quinhentistas e seiscentistas foram os precursores dos tempos atuais. Mais do que a Fé e o Império, eles ergueram no mundo todo o lábaro do Ocidente.
A idéia que pode ser negada, combatida, incomodar, perturbar. Mas está aí, para todos verem.
ANTÓNIO LOULÉ

Fotos - Passeando pelo Rio de Janeiro - Riqueza mineral






"Riqueza mineral"

Ontem, 17 de março de 2012, viajando la para os lados do Recreio, Barra da Tijuca, visitei o "shopping" das pedras "Legep"; um encanto! toda a qualidade de minério e em qualquer formato; da pedrinha de alguns gramas ao "pedragulho" de toneladas... Trousse a "ametista", pedra que dizem alivia a dor e o stress fisico, emocional e psicologico... Acredite, da resultado!

Rio de Janeiro, 17-03-2012
JoanMira