2012-12-01

Os Paises que mais nos seguem

  1.° - Estados-Unidos - 31.560 Usa-1.gif (54102 bytes)

  2.° - Portugal             - 26.500

  3.° -  Brasil                - 21.050

  4.° - Andorra               - 6.710

  5.° - Alemanha            - 6.370

  6.° - Franca                 - 4.520

  7.° - Russia                 - 4.400

  8.° - Espanha              - 1.040
  9.° - Suica                     - 870

10.° - Hungria                 - 710

Diz Daniel Oliveira: Paulo Portas contra o despesismo publico? Que necessidade tinhamos de submarinos?!


O sempre contra o despesismo do Estado Paulo Portas fez, em 2003, um investimento que o País não podia dispensar: mandou comprar dois submarinos. Que custaram a módica quantia de 1.070 milhões de euros. Estarão pagos em 2026. A vendedora foi a empresa alemã Man Ferrostaal. Desse negócio já muito se falou. Na Alemanha já foram condenadas pessoas por corrupção. Em Portugal, o julgamento por burla qualificada e falsificação de documentos continua.
A aquisição dos submarinos corresponderia a contrapartidas de investimento na indústria exportadora, criando capacidades na indústria de defesa. Segundo o contrato assinado entre o Estado português e a German Submarine Consortium, essas contrapartidas seriam garantidas até 2012 e geridas pela Ferrostaal. Ascenderiam a 1.210 milhões de euros. Até 2010, 19 dos 39 projetos previstos estavam em águas de bacalhau. Em 2012, 721 milhões de ainda estão por resolver. Muitas possibilidades foram postas. Mas, esta semana, a imprensa deu a conhecer a solução para o imbróglio: o ministro da Economia acordou com o Fundo de Investimento alemão MPC (que agora detém a Ferrostaal) a recuperação do hotel de luxo Alfamar, em Albufeira. E assim, com um investimento de 150 milhões de euros, fica o contencioso das contrapartidas encerrado.
O deputado António Filipe, do PCP, levou o assunto ao Parlamento. Esclareceu-me, e eu desconhecia, que tal investimento já há muito estava previsto e até foi classificado como Projeto de Interesse Nacional pelo governo anterior. A ser feito por esse mesmo fundo de investimento alemão. Por decisão própria, a MPC decidiu adiar a coisa. Agora, que esse fundo passou a controlar a Ferrostaal, encontrou-se a solução: o investimento que iam fazer, sem qualquer relação com a compra dos submarinos, passa a contar como contrapartida. E conta como 600 milhões de euros. 150 milhões como investimento, 450 milhões de negócios gerados por um projeto que trará lucro para... a MPC. Ou seja, o responsável por garantir a contrapartida é o beneficiário do seu próprio investimento. Resultado: a defesa dos arguidos no processo em tribunal já veio dizer que, se o Estado Português se dá por satisfeito com esta contrapartida, não há qualquer razão para que se mantenha a acusação. O processo deve ser arquivado.
O deputado António Filipe resumiu bem esta história: "O Estado Português foi lesado em 721 milhões de euros pela Ferrostaal, num processo com implicações criminais. As contrapartidas a prestar deveriam, nos termos da lei, beneficiar a capacidade da indústria portuguesa e permitir aumentar a sua competitividade nos mercados internacionais. Entretanto, o Fundo de Investimento alemão que controla a Ferrostaal pegou num projeto de tinha em Portugal desde há vários anos, e que não avançou entretanto por razões que lhe são imputáveis, e contou com a cumplicidade do Governo de Portugal para que esse seu projeto de 150 milhões de euros seja contabilizado pelo valor de 600 milhões. E quando às contrapartidas, não se fala mais nisso."
Esta edificante história é uma excelente ilustração de como quem enche a boca com o despesismo do Estado gere os dinheiros públicos e trata dos interesses do País. Começa com a compra de submarinos que não precisávamos. Continua com ilegalidades que provavelmente nunca veremos esclarecidas. E acaba com quem não cumpriu os termos do contrato a lucrar com o seu incumprimento, lesando o País, por vontade de quem o deveria defender, em centenas de milhões de euros. Só nos falta saber uma coisa: o desfalque ao País foi combinado durante a visita a Portugal da chanceler alemã, amante das contas certas (as dos outros, claro), ou veio da cabeça do senhor ministro da Economia?
Daniel Oliveira 
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/as-contrapartidas-dos-submarinos-e-a-infinita-generosidade-do-governo=f770436#ixzz2DnnHperm

A imagem do dia 01-12-2012

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Nuvens em Cygnus
Créditos e direitos autorais : Dados da Imagem - Bob Caton, Al Howard, Eric Zbinden, Rogelio Bernal Andreo;
Processamento - Rogelio Bernal Andreo
Explicação: Nuvens cósmicas de gás e poeira flutuam por este magnífico mosaico que compreende um campo de 12 x 12 graus na extravagante constelação Cygnus, o Cisne. A colaborativa paisagem celeste, uma combinação de dados de imagens em bandas estreira e larga apresentada na paleta do Hubble, está ancorada pela brilhante e quente supergigante, a estrela Deneb, abaixo do centro, perto da extremidade esquerda. Estrela alfa do Cisne, Deneb fica no topo do asterismo Cruzeiro do Norte e é vista aqui perto do vazio escuro conhecido como Saco de Carvão do Norte. Abaixo de Deneb estão as reconhecíveis nebulosas América do Norte e Pelicano (NGC 7000 e IC 5070). Outra estrela supergigante, Sadr (Gama Cygni) está perto do centro do campo, logo acima das brilhantes asas da Nebulosa Borboleta. Traçando uma linha para cima e para a direita, encontraremos a Nebulosa Crescente, mais compacta, e finalmente a Nebulosa Tulipa perto do topo da imagem. A maioria dessas complexas nebulosidades está localizada a cerca de 2.000 anos-luz de distância. Junto com o Sol, elas estão situadas no braço espiral Órion da nossa galáxia Via Láctea.

2012-11-30

Os pobres que paguem a crise!



Quem disse que é bom ter um português como presidente da Comissão Europeia, que neste caso importante se manteve em silêncio como cúmplice desta sinistra intenção ? Se hoje em França não fosse Hollande o presidente, continuaríamos na total ignorância por falta de divulgação na imprensa desta tramoia, que continuaria escondida numa gaveta dos governos ultra-liberais da Europa ao serviço dos Bilderberg's Group. Esta directiva existe desde Dezembro de 2011, já depois de o governo de Passos Coelho estar em funções. Alguém ouviu ou leu algo a seu respeito na imprensa portuguesa ? Pois...
A proposta de Directiva da União Europeia relativa aos contratos públicos, em apreciação no Parlamento Europeu, é um novo exemplo do processo em curso de destruição do chamado “modelo social europeu” e de regressão social e democrática do espaço europeu. Convertendo a União Europeia num espaço económico e político inteiramente comandado pelos mercados financeiros e por um ultraliberalismo suicidário. É também uma boa ilustração de como o diabo está nos detalhes.

A intenção de liberalizar e privatizar a segurança social pública é remetida para um anexo (o Anexo XVI) dessa proposta de directiva, mencionado singelamente como dizendo respeito aos serviços “referidos no artigo 74º”, sendo aí listados os serviços públicos que passariam a ser sujeitos às regras da concorrência e dos mercados:

- Serviços de saúde e serviços sociais
- Serviços administrativos nas áreas da educação, da saúde e da cultura
- Serviços relacionados com a segurança social obrigatória
- Serviços relacionados com as prestações sociais

Entre estes, avulta a intenção expressa de privatizar a segurança social pública, a par dos serviços de saúde e outros serviços sociais assegurados pelo Estado. Um alvo apetecido do capital financeiro em Portugal e no espaço europeu, que há muito sonha com a possibilidade de deitar a mão aos fundos da segurança social e às contribuições dos trabalhadores, sujeitando-os inteiramente às regras da economia de casino.

E como o fazem? À socapa, para ver se escapa à atenção e vigilância públicas. Um mero anexo, que remete para um mero artigo, nesta proposta de directiva em discussão.

Só que o artigo em causa (o 74º) diz que “os contratos para serviços sociais e outros serviços específicos enumerados no anexo XVI são adjudicados em conformidade com o presente capítulo”. Neste, relativo aos regimes específicos de contratação pública para serviços sociais, estabelece (artigo 75º) a regra do concurso para a celebração de um contrato público relativo à prestação destes serviços. E logo de seguida, enumerando os princípios de adjudicação destes contratos (artigo 76º), é estabelecida a regra de que os Estados-membros “devem instituir procedimentos adequados para a adjudicação dos contratos abrangidos pelo presente capítulo, assegurando o pleno respeito dos princípios da transparência e da igualdade de tratamento dos operadores económicos…”

Uma perfeição. De um golpe, escondido num anexo e numa directiva que daqui a uns tempos chegaria a Portugal, ficaria escancarada a porta para a privatização da segurança social pública e para a tornar inteiramente refém dos mercados financeiros. Que são gente de toda a confiança e acima de qualquer suspeita. Como esta crise tem comprovado. Ou não andamos nós há muito a apertar o cinto (e a caminho de ficar sem cintura) para merecermos o respeito e a confiança dos mercados financeiros, nas doutas palavras de Coelho & Gaspar, acolitados pelos representantes no Governo português dos interesses da Goldman Sachs, António Borges e Carlos Moedas? E, como também nos têm explicado, o que é bom para a Goldman Sachs e os mercados financeiros, é bom para Portugal e os portugueses.

Este golpe surge, como não podia deixar de ser, sob o alto patrocínio desse supremo exemplo de carreirismo e cobardia política chamado Durão Barroso que, além de se ter pisgado do governo português com a casa a arder, tem no seu glorioso currículo o papel de mordomo das Lajes na guerra do Iraque e, agora em Bruxelas a fazer de notário dos poderosos, faz jus ao seu nome sendo durão ultraliberal com os fracos e sempre servente dos mais fortes. Como é bom ter um português em Bruxelas!

Claro que isto anda tudo ligado. Esta proposta de directiva tem relação com os golpes sucessivos infligidos à segurança social pública em Portugal, com a operação para já frustrada em torno da TSU, com os insistentes cortes de direitos sociais, com os recorrentes argumentos do plafonamento e da entrega de uma parte das pensões ao sistema financeiro. Afinal, a lógica ultraliberal de que o melhor dos mundos será quando, da água à saúde, da educação à segurança social, tudo e toda a nossa vida estiver controlada pela lógica dos mercados e do lucro. Ou seja, pela lei do mais forte. Que é também coveira da democracia. E o Estado contemporâneo abdicar, como tarefa central, da sua função redistributiva e de redução da desigualdade social e regressar à vocação residualmente assistencialista do Estado liberal do século XIX.

Como refere o deputado socialista belga no PE, Marc Tarabella, “privatizar a segurança social é destruir os mecanismos de solidariedade colectiva nos nossos países. É também deixar campo livre às lógicas de capitalização em vez da solidariedade entre gerações, entre cidadãos sãos e cidadãos doentes…”, lembrando os antecedentes da sinistra proposta designada com o nome do seu autor por directiva Bolkestein (Bilderberg's member), e exigindo a eliminação da segurança social desta proposta de directiva.

É preciso defender a Segurança Social (e a Saúde e a Educação públicas) como uma prerrogativa do Estado e um sector não sujeito às regras dos Tratados relativas ao mercado interno e da concorrência. Para não termos um dia destes os nossos governantes e os seus comentadores de serviço, com a falsa candura de quem nos toma por parvos, a explicarem que vão entregar a segurança social pública aos bancos e companhias de seguros porque se limitam a cumprir uma decisão incontornável da União Europeia, como já estão a fazer na saúde e na educação. Decisão pela qual, evidentemente, diriam não ser responsáveis. Como é próprio dos caniches dos credores. E acrescentando sempre, dogma da sua fé neoliberal, que nada melhor do que a concorrência e a privatização para baixar os custos e proteger os “consumidores”, aquilo em que querem converter os cidadãos. Como se vê nos combustíveis, nas comunicações ou na electricidade. Tudo boa gente.

É preciso levantar a voz e a resistência social e política à escala europeia contra este projecto, antes que seja tarde demais. Em defesa da Segurança Social pública e do Estado Social. Garante de democracia e de menos desigualdade social.

2012-11-28

Roberto Carlos - "Esse cara sou eu" - Video - Musica - Ao vivo

Roberto Carlos
"Esse cara sou eu"

E a roubalheira continua...



O Governo quer que os trabalhadores do setor privado recebam metade do subsídio de férias e de Natal em duodécimos; os restantes 50% deverão ser pagos dentros dos prazos atuais. Ou seja, os trabalhadores do privado recebem assim metade dos subsídios diluído por 12 meses e as duas metades no período do verão e de dezembro.

A proposta do Governo foi avançada pelo «Diário Económico», e confirmada pela TVI, e afiança que vigorará apenas durante 2013. O jornal económico escreve que só serão abrangidos por esta medida contratos por tempo indeterminado, o que deixa de fora contratos a prazo.

A medida pretende diminuir o impacto do aumento da carga fiscal, já a partir de janeiro, e irá ser abordada esta quinta-feira no Conselho de Ministros.

Imagens do Mundo - Reino Unido

Filhote de elefante com três dias de vida é visto no zoológico de Chester, no Reino Unido
Filhote de elefante com três dias de vida é visto no zoológico de Chester, no Reino Unido - Phil Noble/Reuters

Imagens do Mundo - India

Aves migratórias no rio Yamuna em Nova Délhi, na Índia
Aves migratórias no rio Yamuna em Nova Délhi, na Índia - Mansi Thapliyal/Reuters

Maltempo, quattro morti in Puglia

(Ansa/Degl'Innocente)Il maltempo in Toscana, dopo la bomba d'acqua che ha messo in ginocchio Firenze, continua a tenere in allarme la popolazione e la protezione civile in diverse zone. L'esondazione del torrente Carrione ha causato allagamenti in alcune zone di Carrara, una delle aree già colpite da un'alluvione poco più di due settimane fa. Molte persone sono state evacuate dalle case, aiutate dai vigili del fuoco che stanno operando con i natanti dei reparti fluviali fatti arrivare anche da Firenze e da Lucca. Tante le richieste di soccorso nella notte, giunte soprattutto da disabili e anziani per lasciare le loro abitazioni.
PAURA AD ALBINIA E A MASSA - A Massa Carrara salgono a 81 persone le persone evacuate in seguito alle forti e intense piogge che stanno flagellando il territorio della provincia Toscana da questa notte. Anche Albinia, nel Grossetano, è stata colpita da una nuova alluvione dopo quella del 12 novembre scorso, in cui sono morti tre dipendenti Enel: alcune famiglie sono state fatte evacuare. Tra la gente del luogo, riferiscono i vigili del fuoco, c'è paura che possa verificarsi nuovamente un'inondazione come quella di un paio di settimane fa. Il tutto mentre la protezione civile ha confermato l'allerta elevata per il fiume Albegna. Intanto a Grosseto, dove piove forte da stanotte, si registrano allagamenti in diverse parti della città. Nella provincia di Massa Carrara le scuole sono rimaste chiuse a scopo precauzionale.
CORRIERE DELLA SERA

2012-11-25

Cavernas maravilhosas

John Spies/Barcroft
O fotógrafo John Spies registrou o interior de 85 cavernas impressionantes na Tailândia, onde vive. Acima, a caverna Tham Lod, em Pang Mapha, norte do país