2013-08-29

Aleluia! - Amaia nasceu!



29-08-2013
 
Chegou o ser divino... o bébé chegou a este mundo.
 
JoanMira

Mais um exemplo de neoliberalismo: o Brasil adopta escravos cubanos!

O problema não é que sejam médicos, muito menos cubanos. O problema é o método de contratação, que convalida grave violação de direitos humanos.

Importar trabalhadores é normal. Importam-se, por exemplo, os melhores profissionais, para agregar conhecimento e expertise às práticas locais. Ou se traz um tipo de trabalhador que não se encontra no país importador. Ou ainda pessoas que topam salários e serviços que os locais não aceitam.
Este é o caso da importação de médicos pelo governo brasileiro. Tanto que os estrangeiros só poderão exercer um tipo de medicina e apenas nos lugares para os quais foram designados. Não vieram para transmitir alguma ciência ou prática nova. O médico de família e o atendimento básico não são novidades por aqui.
Mas são insuficientes, diz o governo. É um argumento. As entidades médicas brasileiras, portanto, não têm razão quando se opõem à importação em si.
Ocorre que a história não termina aí. Tão normal quanto a importação de trabalhadores é a exigência de qualificação - algum tipo de avaliação do profissional estrangeiro para saber se atende às necessidades nacionais. Todos os países fazem isso.
Portanto, o governo brasileiro pode abrir uma espécie de concurso internacional para contratar médicos. Mas, primeiro, eles têm que passar por prova de capacitação, como passa qualquer brasileiro quando entra para qualquer serviço público. Segundo, esse mercado deve ser livre.
Assim: o país importador oferece a oportunidade e dá as condições de trabalho, os estrangeiros, pessoalmente, se candidatam, fazem os testes e assinam o contrato. Esse documento, obviamente, pode ser rescindido. Imagine que o médico chega numa cidade remota e verifica que não tem a menor condição de atender. Ou não recebe o salário acertado. Ele pode retirar-se e rescindir o contrato. Inversamente, se começa a fazer besteira, o governo, o contratante, pode afastá-lo.
E se o médico, afinal, achar que entrou numa fria, e que sua família não se adaptou - ele pode pegar um ônibus, ir até o aeroporto mais próximo e embarcar, com seu passaporte e o de seus familiares, de volta para casa. Ou para Miami.
Essa é a situação dos médicos argentinos ou portugueses. Não é, obviamente, o caso dos cubanos. Estes não têm o contrato de trabalho com o governo brasileiro ou outra entidade local, não recebem salário brasileiro, não têm o direito de desistir, não têm passaporte, não têm, pois, a liberdade de deixar o Brasil e ir para qualquer lugar que desejarem.
São funcionários do governo cubano, destacados para trabalhar no Brasil - sob as regras contratuais do regime cubano, uma ditadura. E não poder trazer a família, que permanece refém em Cuba, sem poder viajar para o Brasil ou para qualquer outro lugar - isso é de uma violência sem limite.
Os médicos ficam presos no Brasil, suas famílias, em Cuba. Parece exagerado, mas é a pura verdade. Tanto que o governo brasileiro foi logo avisando os doutores cubanos que não tentem fugir ou pedir asilo, porque serão presos e deportados.
Por isso, não vale a comparação com empresas brasileiras que levam trabalhadores brasileiros para suas obras em outros países. Os brasileiros foram livremente e podem voltar ao Brasil (ou qualquer lugar) quando quiserem.
Tudo considerado, o governo brasileiro pode importar médicos, mas não praticar a violação de direitos humanos embutida no contrato dos cubanos. Os médicos brasileiros podem exigir provas de validação dos estrangeiros. Mas não podem hostilizar pessoalmente os cubanos. Tirante os militantes, a situação pessoal deles é penosa.
O governo brasileiro mentiu várias vezes nesse episódio. Em maio último, o então chanceler Patriota havia dito que se preparava a importação de 6 mil cubanos. Dada a reação ruim, o ministro Padilha disse que o governo havia desistido do projeto. Agora, assim de repente, aparecem 4 mil médicos preparados para vir ao Brasil.
O governo apenas aproveitou o momento para lançar o Mais Médicos, com esse propósito principal de trazer os cubanos. Com marketing: quem pode ser contra a colocação de médicos em lugares carentes? Por outro lado, a presidente Dilma comprou uma briga feia com os médicos brasileiros, caracterizados como ricos insensíveis no discurso oficial e aliado. Uma ofensa, claro, mesmo considerando que há médicos que não cumprem suas obrigações. A grande maioria está aí, ralando.
Finalmente, e se algum cubano entrar, por exemplo, na embaixada dos EUA e conseguir refúgio, o que fará o governo brasileiro?
Carlos Alberto Sardenberg é jornalista
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/cubanos-presos-aqui-la-9734289#ixzz2dNUtwnhF

2013-08-28

Partidos politicos - E a Monarquia em Portugal?

Depois de ter perdido a esperanca no PCP...


Aturar maléficos bandos de putos do PSD


Na companhia irrevogavel de improvaveis badamecos do CDS


Não falando dos traidores do PS
 


Apetece-me, como muitos Portugueses, experimentar a lealdade destes...


Confesso que cada vez mais creio em gente honesta!
 
Bordeaux, 29 de agosto de 2013.
 
JoanMira

 

Ha 50 anos - Martin Lutherking - "Eu tenho um sonho"

O discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito em frente a uma platéia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor discurso estadunidense do século XX numa pesquisa feita no ano de 1999. De acordo com o congressista John Lewis, que também fez um discurso naquele mesmo dia como o presidente do Comitê Estudantil da Não-Violência, "o Dr. King tinha o poder, a habilidade e a capacidade de transformar aqueles degraus no Lincoln Memorial em um púlpito moderno. Falando do jeito que fez, ele conseguiu educar, inspirar e informar [não apenas] as pessoas que ali estavam, mas também pessoas em todo os EUA e outras gerações que nem sequer haviam nascido."
Hoje os sinos das igrejas de todo o país (EUA)vão soar no momento em que o discurso foi feito. Barack Obama, primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos, vai pronunciar um discurso nas escadarias do Lincoln Memorial, mesmo local onde o líder negro disse as famosas palavras. Outros eventos estão programados em todo o país.No dia 28 de agosto de 1963, Martin Luther King foi o último a discursar no evento conhecido como Marcha de Washington pelo Trabalho e pela Liberdade. Ele defendeu a igualdade de direitos para todos diante de cerca de 250 mil pessoas.
Veja ao lado um trecho do discurso.
As famosas palavras – ‘Eu tenho um sonho’ – só entraram no discurso momentos antes do início. Depois do momento memorável, Martin Luther King entrou de vez para a história como um ícone Depois do momento memorável, Martin Luther King entrou de vez para a história como um ícone da luta pelos direitos humanos. O discurso é considerado um dos principais do século XX.
Martin Luther King foi assassinado três anos depois, na cidade americana de Memphis.
Apesar dos avanços sociais conquistados, os desafios no caminho da igualdade ainda são grandes nos Estados Unidos. O desemprego em meio à comunidade afrodescendente americana ainda é o dobro da média nacional, e a renda média de uma família negra corresponde a apenas dois terços da renda geral dos americanos.
Veja o Vídeo:

Texto - FDP do neoliberalismo


Que se refastelem onanistas sem alma; “doutores” analfabetos,
Orgulhosos, inconscientes gabarolas usufruindo da miséria alheia.
 
O Povo, na sua sabedoria singela, aguarda pelo grande momento:
Por enquanto, labuta, sofre e chora com a esperançada e previsivel alegria de que
 
Um dia, uma noite, ou cedo de madrugada os vai f.d.r! 
 
 
Rio de Janeiro, 27 de Maio de 2012.
 
 
JoanMira
 
"Je te donne"

2013-08-26

Texto - A revolta segue


Referindo-me a um mundo que, decididamente me "obssceca", acordei em sobressalto com um estranho sentimento; imagine que estava tão simplesmente a “pesadelar” com um mundo no qual teria passado seis decadas em vão. 
Nesse mundo estranhamente maravilhoso os bois não tinham cornos, mas as galinhas tinham dentes, e ovos com barbatanas flutuavam no espaço sideral!
 
Mais: políticos não tinham língua, claques não tinham mãos, tripeiros fanáticos  das âaantas estavam mudos, arruaceiros da “Luz” tinham regressado aos bairros da lata, o Atlético tinha vencido a “Champions”...deixando às lagartixas do “Sporting de Lisboa” ganhar um campionatozeco doméstico, com grande virtude por muitas faltas de comparência…
 
Naquele lindo Pais reinava, no entanto, um partido, pequeno, já que a sigla era UN. Já viu isso nas carripanas da ONU? Não, nã era o mesmo; Aquele chamava-se “União Nacionalê”: qêm nã fosse dele levava nos tomates! Quem nã fosse daquele partido nã conseguia leva-los “entêros”…
 
Folgo gabar quem nunca pertenceu aquela cousa…Lamento, apenas que eu proprio  tenha “pretencido” à “Mocidade Portuguesa” mas, para “passar o ano” tinha quê serê… Senão ficava a “ver navios”… E navio houve o “Santa Maria”, governado pelo Henrique Galvão… Velhos tempos em que a desobediência apenas “abria” direito a tortura física.
 
Hoje em dia, graças à evolução, esses crimes não são mais sancionados  de tão barbara “manêra”; hoje tudo é mais sofisticado: se falas, se denuncias, estas tramado: é que existem os descendentes “UN”, Paul Doors & Peter Steps Rabbit y Sus Muchachos”… Eles nã prejudicam a Sociedade: Foodem*n@!!!
 
Sofre, cala, engole, mastiga em seco…Come vê, nesta pederofilica sociedade temos muita escolha…: acabar com os FDP ou a eles sucumbir… Acabar com o meu pátrio espaço vital, nunca!
 
Preferiria ser “paneleiro” ou funcionario do Ministério dos Negocios Estranhos!
 
Bordeaux, 26 de Agosto de 2013.
 
JoanMira

Historias perigosas - Video : Terror em parapente



Sudmar Franzin, de 49 anos, veio ao Rio de Janeiro há duas semanas para participar de uma prova de corrida, mas foi com os pés muito longe do chão que ele ficou famoso na internet. Durante um voo duplo de parapente, Sudmar e o instrutor Luiz Gonzaga Pereira de Souza ficaram cerca de quatro minutos dentro de uma nuvem, sem qualquer visibilidade. Apesar do sufoco, o morador de Descalvado (SP) garante não ter ficado traumatizado:

O vídeo do voo, de 13 minutos, foi visto por quase 300 mil pessoas em três dias. As cenas mostram a angústia de Sudmar e o desespero do instrutor, ao se dar conta da situação. Os dois saltam da Pedra Bonita, em São Conrado. Após um começo tranquilo, entram numa nuvem: Rajadas de vento fazem com que o capacete do instrutor caia para trás frequentemente. Luiz também aparece ao longo do vídeo soltando os controles do parapente várias vezes.
Aline Bonatto

Arte Japão - Em Buenos Aires, exposição de Kusama, peça de Campanella e parrillas em Palermo


Uma das obras da japonesa Yayoi Kusama no Malba
Foto: Divulgação / Malba
BUENOS AIRES - Quando o Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba) inaugurou, em 29 de junho passado, a primeira exposição da japonesa Yayoi Kusama na América Latina, não imaginou o tamanho do sucesso. A mostra foi um dos programas culturais mais procurados durante as duas semanas de férias escolares de inverno, em julho, e todos os fins de semana formam-se filas quilométricas na Avenida Figueroa Alcorta, onde está fica o museu, um dos mais badalados da capital argentina. Yayoi Kusama, uma das mais importantes artistas japonesas vivas, encantou adultos e crianças. Para quem vier a Buenos Aires e quiser ver a exposição antes de chegar ao Rio (em 12 de outubro, no Centro Cultural Banco do Brasil), a mostra continua aberta até o próximo dia 16 de setembro. É uma profunda viagem pela trajetória de Kusama, com mais de cem obras criadas entre 1950 e 2013, entre pinturas, trabalhos em papel, esculturas, vídeos e instalações.

Leia mais sobre esse assunto em
http://oglobo.globo.com/boa-viagem/em-buenos-aires-exposicao-de-kusama-peca-de-campanella-parrillas-em-palermo-9701793#ixzz2d5wwhjvB