2011-11-28

MINHA AMADA MÃE (Anjos)

MINHA AMADA MÃE

O ADEUS?

Nunca te disse adeus.

Nunca te disse, que te amava.

A tua passagem foi longa, mas não vivida…

Uma vida, carregada de dor e sofrimento!

No último dia, do teu sofrer,

O teu olhar sereno ,foi perdoar-me…

Fui o último, ver teus olhos cansados…

De uma vida triste e vazia.

Lágrimas, nunca as verti.

Não te disse adeus…

Minha dolorosa e amada Mãe.

Palavras vãs para quê?

Mãe! Para quê dizer-te adeus.

Se um dia nos vamos encontrar.

Fui o filho rebelde e indomável.

Afinal, esta passagem é tão curta!

E o meu entardecer há-de chegar!

Fiz-te a vida num inferno.

Espera por mim lá no Céu,

Para Te dizer, O que na Terra; não Te soube dizer…

Mãe: -O Teu filho Revoltado sempre Te Amou!!!

O Teu filho

(Anjos)

Pintura - Anjos




 "Anjos" - (Um mau feitio, Amigo e ARTISTA)

ULTIMAS NOTICIAS - ANDORRA DESLIGA AS MAQUINAS

Portogallo 200 escudos.JPG

ULTIMAS NOTICIAS DE ANDORRA - ENCERRAMENTO é PARA BREVE


No entanto, e em previsão de um breve encerramento, alertamos a Comunidade Portuguesa de Andorra para tentar resolver os seus assuntos tão breve quanto possivel. 
Não deixaremos, oportunamente, de dar conhecimento aos leitores da data de encerramento.

Desenho - Herois do mar


"Herois do mar" - 31-07-2010

Até o “O Partido Socialista passou a gostar de fado”...vejam-là!



Vítor Marceneiro, Fadista e neto de Alfredo Marceneiro sobre o fado como Património Imaterial da Humanidade.

Correio da Manhã – Como vê a elevação do Fado a Património Imaterial da Humanidade?
Vítor Marceneiro – Tudo o que contribui para elevar o Fado como género musical a ser ouvido e admirado é de aplaudir, porque fala de Portugal.
– Como neto de Alfredo Marceneiro, acha que os grandes nomes do fado estão finalmente a ser homenageados?
– Não sei e sou céptico. Não será por estar na moda gostar de fado que tanto se fala e escreve? Acho que já se gostava, mas não havia tanta visibilidade.
– O fado nem sempre foi bem-visto em Portugal…
– Alguns ‘intelectuais’ que consideravam o fado medíocre estão extasiados, e o PS passou a gostar de fado. Como muitas outras formas de arte, é aproveitado pela negativa ou pela positiva conforme quem manda.
– Quem destaca entre as mais recentes promessas?
– Há muita gente a tocar e a cantar bem, mas só lhes peço que não se esqueçam de não esquecer o passado para construir o futuro. Admiro Ana Moura e João Paulo.

CORREIO DA MANHÃ

ULTIMAS NOTICIAS DE ANDORRA - ENCERRAMENTO DOS SERVIçOS DIPLOMATICOS E CONSULARES

 - O Sindicato dos Trabalhadores Consulares (STCDE), propôs ao Ministro Portas a manutenção de um vice-consulado em Andorra e o não encerramento dos serviços consulares anunciado.
Em contrapartida, no sentido de obter a mesma poupança, o STCDE sugeriu  a desgraduação de 9 consulados(-gerais), recorrendo à comparação do número de actos consulares;

- não é conhecida, ainda, a data de encerramento ao publico dos serviços consulares em Andorra;

- cerca de 75% dos trabalhadores da Embaixada, Secção Consular e Residência da embaixada poderão, pura e simplesmente, ser despedidos por não entrarem no plano de re-colocação do Ministério dos Negocios Estrangeiros.

Não deixaremos, oportunamente, de dar conhecimento aos leitores do desenvolvimento destas noticias... 

2011-11-27

Diz o Daniel Oliveira: Nem para mentir este governo tem competência

O governo avançou, ondem ao fim da manhã, com números de adesão à greve geral - que qualquer pessoa com olhos na cara percebeu que foi superior há de há um ano - na administração pública: 3,6%. O relatório dos números era hilariante, com sectores inteiros de milhares de trabalhadores e fortes níveis de sindicalização com zero grevistas (é que nem os delegados sindicais fizeram greve, meus senhores). A preocupação deste governo com a sua própria imagem é tão baixa que nem se preocupa que a sua palavra possa ser facilmente posta em causa por aqueles que, nem tendo feito greve, sabem que colegas seus a fizeram. O rating da credibilidade deste governo está como o da nossa dívida pública: no lixo. Mas quem tem, no dia da greve geral, como seu principal porta-voz, uma figura como Miguel Relvas não precisa de se esforçar para se ridicularizar.
Depois atualizou os números: 10%. Não sei se, de madrugada, já tinham chegado a qualquer coisa que merecesse sequer a nossa atenção. Mas tenho um conselho para o governo: da próxima vez, nomeia um grupo de trabalho - talvez dirigido por João Duque- para analisar os números da greve. Com sorte, dizem uma coisa ainda mais estapafúrdia do que diria Miguel Relvas. Tem resultado: fazer encomendas a gente com ainda menos credibilidade do que ele para ele parecer apresentável.
Agora mais a sério. Dizia António Aleixo que "para a mentira ser segura e atingir profundidade tem de trazer à mistura qualquer coisa de verdade". É que nem para aldrabar esta gente tem talento.
Mas o governo não fica sozinho na falta de rigor e na manipulação. O jornal I fez ontem uma capa onde se lia: "Bom dia Portugal e bom trabalho". A folha de couve em que se tornou aquele jornal apelava assim à não adesão à greve. Está no seu direito. Como por lá os colunistas escrevem à borla - há quem ache, lá saberá porquê, que é isso que vale o seu trabalho -, compreende-se o ponto de vista do ativista que dirige tão singular publicação: se vendemos o trabalho gratuito dos outros como poderíamos sequer tolerar a ideia de que quem trabalha faça exigências? Talvez por isso pouca gente compre a coisa. Com capatazes assim e "empresários" do mesmo calibre (Jaime Antunes, mandatário, nas últimas eleições, de Passos Coelho em Ourém, deve ser recordista de flops editoriais) percebe-se porque este país não anda para a frente.
As televisões também fizeram bem o seu trabalho. Às vezes nem percebo porque tentam os governos manipular os jornalistas. Nem precisam de se dar ao trabalho. É fazer figas (ou mais do que isso) para que haja um "incidente" e está feito o noticiário de uma greve. E o argumento: a austeridade é inevitável e só arruaceiros se opõem a ela. E, para falar da greve, Miguel Relvas e o presidente da CIP fizeram as honras da casa em televisões generalistas e por cabo. Ainda assim, a greve aconteceu. Como sabe quem conhece o País fora do telejornais e dos delírios do ministro Relvas.

Indonésia: ponte cai com dezenas de veículos em cima


Queda de ponte provoca três mortos e 17 feridos (EPA/DWI ARDIANTO/TRIBUN KALTIM DAILY)

Uma ponte bastante movimentada desabou sábado na região central da Indonésia matando, pelo menos, 3 pessoas e ferindo outras 17, revelaram as autoridades do país.

A ponte, de 700 metros, construída à semelhança da Golden Gate Bridge de São Francisco, ligava as cidades de Tenggarong e Samarinda, na região este da província de Kalimantan, ruiu quando, pelo menos um autocarro e dezenas de motociclos, circulavam na via e caíram ao rio.

As autoridades desconhecem as razões do colapso da ponte, construída há dez anos, e as equipas de socorro foram enviadas para local na busca de sobreviventes e de corpos de vítimas.

Cientistas criam o mais perigoso vírus da gripe de sempre


Foi num laboratório holandês que o virologista Ron Fouchier e a sua equipa trabalharam no H5N1, a mutação do vírus da gripe que ameaçou o mundo com uma pandemia. A investigação conduziu à criação de uma versão do vírus muito mais perigosa que a anterior.

A iminência da publicação do artigo científico que descreve a criação do vírus está a causar polémica entre cientistas e peritos. A versão modificada do H5N1 é, segundo o seu criador, “um dos mais perigosos vírus que se podem criar”. Bastaram cinco mutações para o tornar muito mais contagioso que o seu antecessor.

Receios de que a publicação do estudo possa servir de incentivo a indivíduos que pretendam utilizar o vírus para terrorismo biológico motivaram a intervenção da NSABB (o Conselho de Aconselhamento Norte-Americano para Bio-segurança).

“Não consigo pensar num organismo patogénico tão assustador quanto este. Penso até que o anthrax não é sequer assustador comparado com este vírus”, revela Paul Kleim, o presidente da NSABB.

Apesar de toda a polémica, não existe nenhuma organização que possa impedir a sua publicação.