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2012-02-08
A imagem do dia 08-02-2012
2012-02-07
Andorra: Despedidas - fim de missão
Meus Amigos Portugueses de Andorra. Hoje foi o fim da minha missão neste Pais. Permaneci nesta Terra quase oito anos. Durante este tempo tentei fazer o melhor que soube ao serviço da Comunidade Portuguesa. Nunca gostei de me colocar em frente das câmaras. Sempre entendi que o trabalho, muitas vezes, se deve fazer por detraz dos projectores. Alguns de vohs, porventura, terão estranhado o facto de não me ter mostrado muito... No momento da partida gostaria de vos dizer que esta minha maneira de estar corresponde perfeitamente à minha forma de ser.
Muitos dos nossos politicos pedem eficacia . Pois, eu entendi que eficacia se pautava por descrição.
Convivi com dois embaixadores e com eles acordei qual seria a melhor maneira de "servir a Comunidade".
Como sabem, muitos objectivos foram atingidos por esses embaixadores e, permitam, também com a minha modesta colaboração.
Saio de Andorra satisfeito de, também neste caso, ter dado o meu contributo.
Vou-me embora com a ideia de que cumpri.
Bem hajam!
Bem hajam!
JMIRA
A "alantjana" do dia
O alentejano pede um tinto de Borba.
A hospedeira então pergunta à testemunha de Jeová se quer beber alguma coisa.
Responde a testemunha de Jeová com ar ofendido:
"Prefiro ser raptado e violado selvaticamente por uma dezena de prostitutas da Babilónia antes que uma gota de álcool toque os meus lábios".
O alentejano devolve o copo de tinto à hospedeira e diz:
"Eu também. Não sabia que se podia escolher."
Agostinho Lopes: “Não diga asneiras, porra!”
A comissão de Economia e Obras Públicas conheceu esta terça-feira mais um episódio polémico. Na audição ao ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, o deputado comunista Agostinho Lopes começou por se referir ao governante como um emigrante e professor regressado a Portugal.
O ministro respondeu que tinha muito orgulho em ter sido emigrante e representado o País lá fora e que o PCP tinha que terminar com a política "rasteira" de atacar os emigrantes.
Perante este comentário, Agostinho Lopes respondeu exaltado: "Quem é que está aqui a atacar emigrantes? Não diga asneiras, porra!".
2012-02-06
Brasil: exército cerca Assembleia Legislativa da Bahia
Cerca de 600 soldados do Exército brasileiro cercaram, esta segunda-feira, o edifício da Assembleia Legislativa do estado brasileiro da Bahia, onde estão acampados, desde quarta-feira, um grupo de agentes da Polícia Militar em greve. A intenção é forçar a desocupação do prédio.
«O objectivo é isolar a Assembleia Legislativa com a finalidade de permitir o livre acesso de pessoas a essa área, a realização de negociação para a desocupação da Assembleia e a execução de mandados de prisão expedidos pela Justiça», adianta o Coronel Márcio Cunha, porta-voz da 6ª Região Militar, citado pelo jornal «O Globo».
As autoridades judiciais expediram 12 mandados de prisão para 12 polícias militares considerados líderes da paralisação. Um deles foi cumprido este domingo .
Os militares grevistas prometem resistir à acção do Exército e a preocupação das autoridades reside agora nas mulheres e nas crianças que estão entre os ocupantes do edifício da Assembleia Legislativa. De acordo com os líderes grevistas, cerca de 4 mil pessoas, entre polícias em greve e seus familiares, incluindo cerca de 300 crianças, ocupam o prédio da Assembleia, onde a electricidade já foi cortada.
Entretanto, aumentou para 93 o número de homicídios ocorridos desde o início da greve, de acordo com o portal de notícias «G1». Só esta segunda-feira, registaram-se quatro casos e, durante o fim-de-semana, foram quase 40.
Além disso, foram registados também quase 200 furtos ou roubos a carros. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia.
«O objectivo é isolar a Assembleia Legislativa com a finalidade de permitir o livre acesso de pessoas a essa área, a realização de negociação para a desocupação da Assembleia e a execução de mandados de prisão expedidos pela Justiça», adianta o Coronel Márcio Cunha, porta-voz da 6ª Região Militar, citado pelo jornal «O Globo».
As autoridades judiciais expediram 12 mandados de prisão para 12 polícias militares considerados líderes da paralisação. Um deles foi cumprido este domingo .
Os militares grevistas prometem resistir à acção do Exército e a preocupação das autoridades reside agora nas mulheres e nas crianças que estão entre os ocupantes do edifício da Assembleia Legislativa. De acordo com os líderes grevistas, cerca de 4 mil pessoas, entre polícias em greve e seus familiares, incluindo cerca de 300 crianças, ocupam o prédio da Assembleia, onde a electricidade já foi cortada.
Entretanto, aumentou para 93 o número de homicídios ocorridos desde o início da greve, de acordo com o portal de notícias «G1». Só esta segunda-feira, registaram-se quatro casos e, durante o fim-de-semana, foram quase 40.
Além disso, foram registados também quase 200 furtos ou roubos a carros. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia.
A justiça é cega... e bizarra. 2010. Um acórdão do cara... ças!
Quando um militar da GNR se irrita e diz a um chefe “se não dá pra trocar, então pró caralho”, está a cometer um crime de insubordinação ou apenas a desabafar? A resposta é difícil e deu que fazer aos tribunais. Tão difícil que até levou os juízes da Relação de Lisboa a socorrerem--se de dicionários e explicações etimológicas. Segundo o juiz, o palavrão tem origem no latim “caraculu” e significaria, para alguns, “pequena estaca”, para outros, “o topo do mastro principal das naus, ou seja, um pau grande”. Certo é que, independentemente da etimologia, explicou o relator, o povo “começou a associar a palavra ao órgão sexual masculino, o pénis” ou a “algo excessivo, grande ou pequeno de mais”, como “o Cristiano Ronaldo joga pra caralho” ou “o ácaro é um animal pequeno pra caralho”. No final, o cabo da GNR acabou por ser absolvido. O juiz considerou que “dizer a alguém ‘vai para o caralho’ é bem diferente de afirmar perante alguém e num quadro de contrariedade ‘ai o caralho’ ou simplesmente ‘caralho’, como parece ter sucedido na situação em apreço”. Se no primeiro caso a expressão é ofensiva, na segunda será “sinal de impaciência, irritação ou indignação”. Em 1989, o Supremo Tribunal de Justiça também teve uma explicação sui generis para um insulto: substituiu a pena de prisão por multa a uma mulher que tinha usado a expressão “puta podre” por entender que o palavrão “tinha sido proferido no ardor de uma discussão entre mulheres, comum nos meios rurais”, coisa que “é produto habitual e espontâneo de educação do nosso povo”.
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