2012-11-15

Imagens do Mundo - Manifestacão em Lisboa

Greve geral: confrontos entre polícia e manifestantes (José Sena Goulão/Lusa)

A imagem do dia 15-11-2012

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Solar Eclipse over Queensland
Image Credit & Copyright: Phil Hart

Explanation: This month's New Moon brought a total solar eclipse to parts of planet Earth on November 13 (UT). Most of the total eclipse track fell across the southern Pacific, but the Moon's dark umbral shadow began its journey in northern Australia on Wednesday morning, local time. From along the track, this telescopic snapshot captures the Moon's silhouette in skies over Queensland along the Mulligan highway west of Port Douglas. Almost completely covered, the Sun's disk is seen still surrounded by a hint of the faint solar corona. Planet-sized prominences stretch above the active Sun's edge. Sunlight streaming through gaps in the rugged profile of the lunar limb creates the brilliant but fleeting Baily's Beads.

2012-11-14

Greve em Portugal: Entre 20 a 30 feridos após carga policial em manifestação junto ao Parlamento


Depois de mais de uma hora de muita tensão, as forças de segurança avançaram sobre os manifestantes. Polícia sustenta que estava em causa “a integridade física dos agentes”. Imagens de violência chegaram lá fora, com a “CNN” a transmitir em directo os incidentes.
A PSP iniciou às 18h16 uma carga policial sobre os manifestantes que se concentraram esta quarta-feira junto à Assembleia da República. Ao que a Renascença apurou junto de fontes policiais, há pelo menos entre 20 a 30 feridos.O Hospital de São José, em Lisboa, já deu entrada a oito feridos, dos quais quatro são jornalistas. Dois dos profissionais da comunicação social assistidos no S. José sofreram ferimentos durante a carga policial e outros dois tinham sido feridos anteriormente, devido ao arremesso de pedras da parte de alguns manifestantes.

Oficialmente, a PSP não confirma números e diz apenas que ”há vários feridos e detidos”, sem quantificar. A polícia reserva um balanço para mais tarde. Tendo em conta a natureza da situação, faltam ainda muitas horas para que se saiba oficialmente quantos detidos e feridos há a registar.
Antes da intervenção da polícia, havia confirmação oficial de cinco feridos, que foram atingidos por pedras atiradas por manifestantes. Uma fotojornalista da France Press que já tinha sido ferida na greve geral anterior sofreu um traumatismo craniano depois de ter sido atingida por uma das pedra arremessadas.
Após mais de uma hora de muita tensão, as forças de segurança decidiram avançar sobre a multidão às 18h16. Os elementos do corpo de intervenção da PSP começaram por usar um megafone para pedir a dispersão dos manifestantes e avançaram posteriormente com bastões e cães por não se ter verificado qualquer recuo.
A multidão começou a dispersar de imediato perante a decisão da polícia. As imagens foram transmitidas em directo pela cadeia televisa norte-americana “CNN”.
No rescaldo da carga, surgiram vários focos de incêndio nas imediações da Assembleia da República, sobretudo na Avenida D. Carlos I. As ruas foram cortadas e deslocaram-se para o local muitos carros de bombeiros e ambulâncias.
Jairo Campos, subcomissário da PSP, justifica a intervenção da polícia com a defesa da “integridade física” dos agentes, dizendo que “não houve outra hipótese”. Antes de avançarem sobre a multidão, os elementos da PSP foram alvo de arremesso de várias pedras arrancadas da calçada junto à escadaria da Assembleia da República, que foram atiradas por dezenas de manifestantes de cara tapada. Algumas das pedras partiram quatro escudos do cordão policial.

As barreiras metálicas de protecção já tinham sido derrubadas anteriormente pelos manifestantes, o que levou a PSP a reforçar o cordão policial com mais elementos do corpo de intervenção. Num dos momentos de tensão que se viveram junto ao Parlamento, um dos manifestantes conseguiu tirar um escudo ao elemento do corpo de intervenção, devolvendo-o de seguida pintado com a palavra “povo”.
Os momentos de tensão começaram a sentir-se de forma mais significativa após as 17h00, depois do fim da marcha de protesto contra a austeridade marcada pela CGTP. Esta quarta-feira foi dia de greve geral em Portugal.
PORTUGAL SEM PASSAPORTE - BRASIL

Dialogo sobre a manifestacão de Lisboa

 
- "Os chefes de toda essa capangada não sabem o que é
respeito, ordem e vergonha na cara. Procedem como os
cães aluados que ladram à volta do rebanho conduzin-
do-o irremediàvelmente para o precepício.
PORTUGAL só tem a perder com esta ESCUMALHA....."
ochexplosiv
 
- "Mas ninguém questiona DE QUEM É A CULPA?
Quem criou mais de 1 milhão de desempregados?
Quem é que permite que mais de 2 milhões de portugueses vivam no limiar da pobreza?
Quem permite que haja milhares de cidadãos a passar fome e já não tenham que dar de comer aos filhos?
Quem permite o aumento desmesurado de sem abrigos?
Quem permite as falências e o encerramento diario de dezenas de empresas?
Quem permite que se prometam grandes facilidades fiscais para que os alemães se instalem no pais e se criem permanentes dificuldades fiscais as nossas empresas?
Quem tolera que sejamos governados por quem disse que não fazia e acabou por fazer e quem disse que fazia e não fez?
Quem permite que sejamos governados por uma cambada de mentirosos sem escrupulos?
Quem permite que se diga que num país altamente corrupto não há corrupação?
Quem permite que sejamos governados por quem está comprometido com favores e interesses nas nacionalizações?
Quem permite que os corruptos condenados a penas de prisão não as cumpram porque são politicos?
Quem permite qua a AR esteja pejada de advogados que apenas pugnam pela defesa dos seus interesses e dos seus clientes?
Quem permite que a ministra Cristas já tenha anunciado a liberalização da plantação de eucaliptos sabendo-se do um ministro do governo é o presidente da assembleia geral de uma empresa de celulose?
Enfim quem permite toda esta chulice?
Quem permite que os nossos jovens, à semelhança do salazarismo, tenham que emigrar para sobreviver?
Quem permite que quem gastou milhões na compra de submarinos de que não precisamos para nada continue a decidir os destinos deste país?
Quem permite a degradação do ensino, dos serviços de saúde, dos apoios sociais, etc.?
Quem permite que se façam doutores em apenas um ano quando os restantes cidadãos tenham que passar anos nas universidades?"
beiramar
SOL

Feridos junto à Assembleia da Republica


A polícia iniciou cerca das 18h20 uma carga contra os manifestantes que se encontram junto à Assembleia da República, utilizando bastões e cães para afastar as pessoas da escadaria.
Os elementos do corpo de intervenção da PSP, depois de ter avisado por megafone os manifestantes para dispersarem, desceram as escadas e avançaram com bastões para os manifestantes que atiravam pedras da calçada contra as forças policiais desde as 17h00.
Em resultado dos confrontos houve várias detenções e vários feridos, entre polícias e manifestantes estando neste momento varias artérias daquela zona de Lisboa cortadas.
Segundo o subcomissário Jairo Campos, porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa, a carga policial sobre os manifestantes ocorreu devido ao constante arremesso de pedras contra os elementos do corpo de intervenção.
Adiantou que a carga policial foi "a medida mais adequada para poder por termo à integridade física dos agentes que estavam na primeira linha e que foram provocados durante 45 minutos".
A PSP ainda não tem o balanço do número de detidos e de feridos, estando ainda a apurar esses dados.
Segundo a PSP, várias ambulâncias do INEM estão a caminho do hospital.
O subcomissário Jairo Campos disse que após a carga policial os ânimos ficaram mais calmos.
Ainda segundo o subcomissário antes da carga policial, a PSP advertiu os manifestantes que a carga ia acontecer e momentos depois lançou três bombas de indicação de desordem pública.
Os agentes policiais avançaram em direcção aos manifestantes dispersando-os em poucos minutos. As pessoas fugiram para as ruas em redor do parlamento.
Em algumas dessas ruas foi ateado fogo a contentores do lixo que continuam a arder.
Na avenida D.Carlos I há vários caixotes do lixo e vidrões em chamas.
Os manifestantes concentraram-se no final da avenida já perto do largo de Santos, junto ao Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa.
[actualizado às 19h14]
Lusa/SOL

Imagens do Mundo - Australia

O eclipse solar total é visto nesta quarta-feira (14), em Queensland, na Austrália. O processo de três horas em que a Lua bloqueia o Sol só é visível para quem está no norte do país
O eclipse solar total é visto nesta quarta-feira (14), em Queensland, na Austrália. O processo de três horas em que a Lua bloqueia o Sol só é visível para quem está no norte do país - Greg Wood/AFP

A imagem do dia 14-11-2012

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Meteor and Moonbow over Wallaman Falls
Image Credit & Copyright: Thierry Legault

Explanation: Which feature takes your breath away first in this encompassing panorama of land and sky? The competition is strong with a waterfall, meteor, starfield, and even a moonbow all vying for attention. It is interesting to first note, though, what can't be seen -- a rising moon on the other side of the camera. The bright moon not only illuminated this beautiful landscape in Queensland, Australia last June, but also created the beautiful moonbow seen in front of Wallaman Falls. Just above the ridge in the above image is the horizontal streak of an airplane. Toward the top of the frame is the downward streak of a bright meteor, a small pebble from across our Solar System that lit up as it entered the Earth's atmosphere. Well behind the meteor are numerous bright stars and nebula seen toward the center of our Galaxy. Finally, far in the background, is the band of our Milky Way Galaxy, running diagonally from the lower left to the upper right in the image but also circling the entire sky.

2012-11-04

Alentejo vai produzir papoilas para morfina


Um grupo industrial farmacêutico escocês está a investir na cultura da papoila para produção de morfina no Alentejo.
Depois de dois anos de experiências, o Governo acaba de aprovar a passagem à fase industrial do projeto, o que deverá passar pelo cultivo de 6000 hectares.
A construção de uma fábrica para processar as papoilas pode ser o passo seguinte.Poderão ser criados mais de uma centena de empregos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/alentejo-vai-produzir-papoilas-para-morfina=f764205#ixzz2BGASMZ00

Ondas de Peniche já produzem energia elétrica


Se pensava que Peniche só era famoso no surf, então leia com atenção: o Waveroller já está a produzir energia elétrica a partir das ondas. É uma máquina única a nível mundial e está no fundo do mar, a 900 metros da costa, perto do Baleal.
O último realtório da sobre energias renováveis publicado há poucos dias pela Direção Geral da Energia e Geologia (DGEG) não deixa margem para dúvidas. Portugal voltou a ter energia elétrica produzida a partir da força das ondas.
Há três anos já tinha havido uma experiência com o Pelamis, na Aguçadoura (Póvoa de Varzim), mas agora é o Waveroller (de origem finlandesa), que já está em teste no fundo do mar de Peniche, na zona do Baleal, a cerca de 900 metros da costa.
O Waveroller é já a segunda fase de um projeto que nasceu há cerca de dois anos, em articulação com a Eneólica (do grupo Lena) e a finlandesa AW Energy.
Ou seja, este protótipo pré-comercial surge na sequência de uma experiência anterior, a uma escala muito menor, mas que correu muito bem "e superou todas as expectativas", nota Leocádio Costa, da AW Energy.

Mais de seis milhões no fundo do mar


Custou perto de €6,5 milhões (em grande parte financiados por programas comunitários) e pesa 600 toneladas. Tem 43 metros de comprimento, por 18 de largura e 12 de altura. Mais de 50% desta estrutura submarina terá incorporação nacional.
Está desde agosto colocado no fundo do mar, onde as suas pás gigantes vão oscilando com a força das ondas que lhe passam por cima. Com esse movimento é acionado um dispositivo que transforma a energia das ondas em energia elétrica. Essa energia é depois enviada para a costa por um cabo submarino, onde é recebida por um transformador que depois a injeta na rede.

Texto - Chegada ao Brasil: PEP…?



E de confessar que o Brasil nunca deixa de surpreender… Apos valorosa aterragem, amenizada pela climatização do avião, sai-se e recebe-se logo como um bafo de inferno. 

São seis horas da manhã, mas as labaredas do sol tropical Invadem tudo e impedem qualquer descanso ao Europeu que, sem transição primaveril, passa do Inverno para o escaldante Outono brasileiro. 


Num Pais em que a denuncia é o primeiro desporto Nacional (depois do “futchibol”) é-se, mesmo assim, surpreendido pelas mensagens afixadas nos ônibus (autocarros): “denuncie, liga para…”).


Mas o calor matutino pouco importa: o Rio é lindo Pelas suas paisagens, pelo calor dos seus Indígenas, cariocas; mas, primeira realidade brutal: o Brasil é um pais devorado pela corrupção.

 

Pais de burocratas e tecnocratas, todos se fazem Ao “jeitinho”; qualquer formalidade leva um tempo infinito, a não ser que haja amigos que, de pata untada, dêm um jeitão! 


O titulo desta crónica pode parecer curioso: PEP? Que será? Povo enganado permanentemente? Políticos em progresso? Prostitutas em procissão? Não, Nada disso; apenas o que os burocratas brasileiros impuseram ao autor,  impedindo-o durante meses, a simples abertura de uma conta bancária. Mais,  menos formulário, vai-se vivendo na esperança longínqua de que um dia, milagre, a sorte bafeje o impetrante. 


Mas, voltemos ao PEP; trata-se de supostamente "proteger" funcionarios internacionais contra o crime organizado no Brasil (isto é contra todos, incluindo os politicos), ideia de  uma mente superior do reino da “burocorrupracia” e que, traduzido do “brasilês”,


Da e significa: “Pessoa Exposta Politicamente”! 


Da-sse...Silva! Tendo passado incólume e de longe pelos tempos de Salazar, alguma vez teríamos imaginado esse tipo de palavrão? PEP! Não apetece logo responder com outra sigla (PQP)? (Puta que pariu!) 


Rio de Janeiro, 22 de Abril de 2012.


JMIRA