2014-01-30

Now, it's time to say goobye. See you... Amanhã... Talvez

Até amanhã Amigos. Um jantar de trabalho chama-me... E la vou eu...

CIAO, CIAO, CIAO...

China - El infierno del tiburón

Las imágenes de la cámara oculta muestran un lugar que pone los pelos de punta: lo que parece una lonja de pescado cualquiera encierra en realidad el mayor matadero de tiburones del mundo. El suelo está manchado de sangre y aparece cubierto de partes de estos animales. Una decena de trabajadores las clasifican y manipulan sin ningún tipo de medida higiénica. De este anodino edificio, situado en el pueblo de Puqi, en la provincia oriental china de Zhejiang, salen cada año unas 200 toneladas de aceite de tiburón, que se utilizan en la elaboración de diferentes productos medicinales, y, en el caso del aceite de hígado, en la producción de cremas cosméticas y de suplementos alimenticios con Omega-3.
Es fácil entender por qué se pueden llegar a pagar 200.000 yuanes (24.000 euros) por un solo escualo. Se aprovecha casi todo. Las aletas terminan en sopas de adinerados ciudadanos chinos de la provincia sureña de Guangdong, conocida por sus controvertidos gustos culinarios, y con la piel se trafica para que la industria peletera pueda ofrecer productos exóticos a precios exorbitantes. Más barata resulta la carne, que se seca y se exporta. Como hace un año Taiwán prohibió su comercialización, su destino ahora es Sri Lanka y restaurantes chinos de Francia e Italia.
Un solo escualo puede costar 200.000 yuanes (24.000 euros)
Pero lo peor no es nada de esto. De hecho, procesar carne de tiburón incluso es legal. El problema está en que los análisis de ADN realizados por la ONG de Hong Kong WildLifeRisk, que ha pasado cuatro años investigando el caso con cámaras ocultas, han demostrado que esta inusual pescadería comercia con especies como el tiburón ballena, el gran tiburón blanco, o el tiburón peregrino. Todas ellas están en peligro de extinción y, por ello, tanto la legislación internacional como la china los protege. El propietario del negocio, apellidado Li, reconoce en las grabaciones que su empresa los utiliza, aunque en cantidades menores a las del tiburón azul. Aun así, la ONG ecologista estima que al menos 600 especímenes de tiburones ballena acaban en la lonja de Puqi cada año.
Y la que han investigado es solo una de las muchas que operan en la costa este de China. La mayoría compra los tiburones a pescadores taiwaneses -según Li suponen el 80% de sus proveedores- que tienen a los tiburones en su punto de mira o que los encuentran por casualidad en sus redes mientras pescan otras especies y ven la oportunidad de hacer negocio. La mayoría de los escualos se captura en el Océano Pacífico, sobre todo en aguas cercanas a Filipinas, Indonesia y México, casi todos acaban en China. “La escala de estas instalaciones no es comparable a la de ninguna otra”, asegura el codirector de WildLifeRisk, Paul Hilton, en un comunicado de prensa remitido a EL PAÍS.
Sri Lanka y los restaurantes chinos de Francia e Italia son los principales destinos de la carne de tiburón
El equipo de Hilton se hizo pasar por un grupo internacional de importadores de pescado interesado en añadir productos exóticos a su catálogo, y así consiguió entrar en el matadero de Li en tres ocasiones. “En todas nos sorprendió la cantidad de animales que había. Una vez conté hasta 30 en el suelo. Y lo peor es que todo esto no tiene nada que ver con las necesidades básicas de la gente, sino con la producción de pintalabios, cremas, y sopa de aleta de tiburón”, denuncia. “Muchos de estos productos se exportan a países de la Unión Europea, Estados Unidos, y Canadá, violando la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies en Peligro (CITES), que es de obligatorio cumplimiento y que China ha firmado”.
Un funcionario del Buró de Pesca de China, cuya identidad se mantiene en el anonimato, aseguró ayer al diario de Hong Kong South China Morning Post que en China no existen barcos especialmente preparados para la pesca de tiburones y que la captura de las tres especies descubiertas por la ONG es ilegal y está penada con multas y cárcel. De hecho, añadió que es obligatorio informar a las Autoridades si se produce cualquier pesca accidental de estos animales. No obstante, reconoció que el negocio ilegal se lleva a cabo de noche. Con miles de kilómetros de costa, es difícil ponerle coto.
EL PAIS - ESPAÑA

Mudanças climáticas vêm matando filhotes de pinguins na Argentina


Espécie é tradicional no Sul da Argentina
Foto: D Boersma/U of Washington
Espécie é tradicional no Sul da ArgentinaD Boersma/U of Washington

PUNTA TOMBO (ARGENTINA) - Milhares de filhotes de Pinguins-de-magalhães, espécie tradicional na aridez da península de Punta Tombo, ao Sul da Argentina, vêm perdendo a vida a cada ano em função das mudanças climáticas sofridas na região. Chuvas torrenciais e calor extremo se tornaram grandes vilões para essas aves, segundo novo um novo estudo realizado pela Universidade de Washington.
O trabalho, que foi realizado ao longo de 27 anos, avaliou impactos do clima na maior colônia mundial dessa espécie do animal. O estudo foi divulgado na publicação cientifica PLoS ONE.
Cerca de 200 mil pares de pinguins-de-Magalhães fazem seus ninhos na península todos os anos. Eles vivem lá em condições desérticas, de setembro até fevereiro. É nesse período que chocam seus filhotes.
 
No entanto, a vida de um desses pequenos representante da espécie vem se enchendo de perigo ao longo das últimas décadas. Eles são 'grandes' demais para que seus ‘pais’ sentem sobre eles com o objetivo e aquecê-los e muito jovens para terem penas impermeáveis.
Como resultado, ficam extremamente vulneráveis ​​às tempestades. Quando encharcados, costumam morrer, apesar das atenções de seus ‘pais’.
Os filhotes também podem sucumbir ao calor extremo, já que não têm condições de entrar na água, como os adultos.
A análise dos dados colhidos em Punta Tombo indicam que a mudança climática está tendo um impacto crescente sobre a espécie. Nos últimos dois anos, esta foi a causa mais comum para a morte de quase a metade desses pequenos animais.
- Trata-se do primeiro estudo de longo prazo que mostra como o clima tem um impacto importante sobre a sobrevivência e o sucesso reprodutivo dos Pinguins-de-magalhães - disse à BBC News o professor da Universidade de Washington Dee Boersma.
Os dados do estudo também apontam que aumentou o número de tempestades no local que costuma abrigar a reprodução desses pinguins. Nas duas primeiras semanas de dezembro, quando os filhotes estão com menos de 25 dias de vida, as mortes so fizeram crescer entre 1983 e 2010.
Os cientistas acreditam que o comportamento dos peixes da região também está contribuindo para o problema. Ao longo dos 27 anos estudados, os ‘pais’ dos pinguins estão retardando cada vez mais a ida ao local para próximo do fim do ano, principalmente porque os peixes dos quais eles se alimentam também estão demorando para se locomover até lá.
Nessa época, avaliam os cientistas, o calor encontra-se no auge e os filhotes ficam mais vulneráveis. As tempestades costumam atingir a região nos meses de novembro e dezembro. A longo prazo, se a situação permanecer como está, os responsáveis pelo trabalho preveem que o Pinguim-de-magalhães pode ser extinto.
Leia mais sobre esse assunto em
http://oglobo.globo.com/ciencia/mudancas-climaticas-vem-matando-filhotes-de-pinguins-na-argentina-11449537#ixzz2rtsj3GDV

Imagens do Mundo - Atlanta - Estados-Unidos

Foto feita com objetiva olho-de-peixe mostra as vias expressas que cercam a cidade de Atlanta com pouquíssimos carros, resultado de uma nevasca que provocou caos no trânsito Foto: David Tulis / AP
Foto feita com objetiva olho-de-peixe mostra as vias expressas que cercam a cidade de Atlanta com pouquíssimos carros, resultado de uma nevasca que provocou caos no trânsitoDavid Tulis / AP

2014-01-29

Grandes Pintores Portugueses - Cristóvão de Figueiredo

Menino Jesus entre os Doutores" - Museu Nacional de Arte Antiga

 
Ignoram-se os locais do seu nascimento e da sua morte. A sua vida e a sua atividade artística encontra-se, porém, documentadas de 1515 a 1543.
Tinha oficina e morava em Lisboa, na Rua da Mangalassa, na freguesia de Santa Justa. Existe documentação que se encontrava nesta cidade em 1515 e por ocasião da peste de 1518-19. Esteve posteriormente em Coimbra no ano de 1530, em Lamego em 1533-1534, e novamente em Lisboa a partir de 1538.
Foi aluno da oficina lisboeta, orientada por Jorge Afonso, pintor régio de D. Manuel I, onde passaram numerosos artistas alguns dos quais constituíram uma segunda geração de pintores que viria a alcançar grande importância. Como desenhista, trabalhou para o rei D. João III e fez esboços de painéis que haviam de ser pintados por outros artistas, como é de crer que tenha acontecido com os do retábulo do altar-mor da Igreja de Valdigem, encomendado ao pintor Bastião Afonso.
Trabalhou como examinador de pintores em 1515. Cerca de 1518-19 trabalhou nas obras para a Relação de Lisboa sob a chefia de Francisco Henriques, juntamente com André Gonçalves, Gaspar Vaz, Gregório Lopes, Garcia Fernandes, entre outros artistas, entre os quais sete pintores flamengos.



Celebrizou-se por pintar quadros sacros ricos em colorido e dramatismo. Influenciado pelas correntes estéticas florentinas e flamengas, trouxe para a pintura portuguesa uma opulência inusitada. Especializou-se na reconstituição dos passos da Paixão, onde os rostos ganham expressividade notável.

De uma Escritura de “Renunciação e Encampação” de um emprazamento em três vidas com data de 11 de Junho de 1543, documento esse que foi encontrado por João de Lacerda ficou a conhecer-se a vida e obra de Cristóvão de Figueiredo.



Em 1940 foi feita uma “Exposição de Os Primitivos Portugueses” realizada em Lisboa e ai foram atribuídos a Cristóvão de Figueiredo os painéis; Calvário, da Igreja de Santa Cruz de Coimbra; Achamento da Cruz pela Rainha Santa Helena; O Imperador Heraclito, levando para Jerusalém a Verdadeira Cruz, ou Exaltação da Cruz, ambos do Museu Machado de Castro, de Coimbra, Deposição de Cristo no Túmulo, do Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa; Tríptico da Igreja de Nossa Senhora do Pébulo, das Caldas da Rainha; Martírio de Santo André, Martírio de Santo Hipólito, e dois pequenos trípticos tendo ao centro o Calvário que pertencem ao Museu de Arte Antiga em Lisboa bem como do mesmo Museu O Menino Jesus entre os Doutores.

Imagens do Mundo - Bucareste - Roménia

Unos viajeros se ven a través de la ventana congelada de un tren en la Gara de Nord, la estación principal de tren de Bucarest.
BOGDAN CRISTEL (REUTERS)
 

Imagens do Mundo - Russia - Incêndio em restaurante de Moscovo

Unos bomberos tratan de apagar un incendio en el restaurante italiano "Villa Della Pasta", en el centro de Moscú, Rusia.
EL PAIS - ESPAÑA

2014-01-28

Rússia implantará sete centros de salvamento e resgate no Ártico até 2015

O Ártico russo contará com centros de resgate com funcionários altamente     treinados


O Ministro para Situações de Emergências e Defesa Civil, Vladimir Pushkov, informou que o governo russo criará no Oceano Ártico sete centros de salvação e resgate. Destes, três já estão em funcionamento, dispondo de todos os equipamentos e tecnologias necessárias para atuação no Extremo Norte do planeta. Os outros quatro serão instalados até o final de 2015.
 
Os funcionários destacados para actuar nestes centros estão a ser treinados para efetuar resgates em naufrágios e outros acidentes em águas permanentemente submetidas a temperaturas muito baixas.
DIARIO DA RUSSIA

Roberto Carlos & Ivete Sangalo - "Se eu não te amasse tanto assim" - Video - Musica - Ao vivo

"Se eu não te amasse tanto assim"

Tem a palavra Daniel Oliveira - Socialistas e extrêma-direita em França

Quando escrevemos um texto sobre o passado procuramos muitas vezes um momento que ajude a enquadrar o contexto em que as tragédias se dão. Um momento que consiga captar, num dia banal ou num acontecimento aparentemente sem importância, o contexto político em que se deram as mudanças radicais. Um começo narrativo, mesmo que insignificante, que ajude a contar a história que se seguiu. Arrisco uma proposta para o começo de um texto futuro que quisesse explicar a decadência da social-democracia e, se nada fizermos, da União Europeia. Escolhi a França. Escolhi as vésperas das eleições Europeias. Escolhi o dia de ontem e de anteontem:
"27 de janeiro de 2014. Na primeira visita, em 22 anos, de um chefe de Estado francês à Turquia, François Hollande anunciava que a França iria fazer um referendo a uma possível entrada turca na União Europeia. Todos percebiam que, para a França, para a União Europeia e para a Turquia esta promessa vinha tarde demais. O tempo, o preconceito e a crise já tinham minado todo o caminho.
Longe iam os tempos de popularidade do governo de Ancara e do caminho turco para a modernidade e para a Europa. O veto francês e alemão deixara a Turquia num eterno purgatório. O acossado primeiro-ministro Erdogan, arquiteto do "milagre económico" turco, estava submerso num escândalo de corrupção que levara, naquela mesma semana, à queda de três ministros. Ao lado do seu homólogo, Abdullah Gul, Hollande acabaria por referir vários temas muito sensíveis da vida interna turca, como a "separação de poderes", a "independência da justiça" e o "genocídio arménio". E concluíra, condescendente perante o gigante: "o processo (de adesão à UE) poderia assim permitir à Turquia mostrar do que é capaz".
Mas a comunicação social francesa parecia mais entusiasmada com outros temas: em plena separação matrimonial de Hollande, o presidente francês fazia a primeira visita "celibatária". Não se tratava apenas de frivolidade. É que também iam longe os tempos em que a União Europeia se inchava de autoconfiança e a maioria acreditava que se alargaria do Atlântico aos Urais. Já ninguém acreditava na adesão da Turquia. Quando muito, quase todos se espantavam por alguém querer entrar numa União em crise profunda. E, acima de tudo, apesar de não irem tão longe, os tempos em que alguém tinha alguma esperança na relevância das opiniões do senhor Hollande na Europa já estavam definitivamente ultrapassados.
Na véspera, dezenas de milhares de manifestantes de pequenas organizações de extrema-direita e populistas exigiram, nas ruas de Paris, a demissão de Hollande, numa jornada a que chamaram "dia de cólera". E uma nova sondagem anunciava a vitória, nas eleições europeias que se aproximavam, da Frente Nacional. Quanto ao PSF, de Hollande, previa-se que ficasse pelos 18%. Uma semana antes, Hollande oferecera mais uma excelente oportunidade de crescimento à senhora Le Pen, líder da Frente Nacional: mergulhado em escândalos pessoais, o presidente que chegara ao poder com a promessa de pôr os ricos a pagar a crise anunciara, perante o país, a sua "viragem liberal" e o abandono definitivo da agenda social socialista.
Ao ir à Turquia, Hollande deu um passo para resolver as crises bilaterais deixadas pelo seu antecessor Sarkozy. Até a promessa do primeiro e bizarro referendo em França sobre a entrada dum novo Estado na União Europeia era uma herança desse tempo. Mas a verdade é que a abordagem de temas internos tão sensíveis está longe de ser a habitual em visitas diplomáticas. Hollande estava, na verdade, a falar para um eleitorado francês cada vez mais capturado pela extrema-direita.
Pairava sobre Hollande a sombra de Marine Le Pen. E não seriam as cedências à agenda xenófoba da líder da FN que a conseguiram travar. Como não a tinham conseguido travar as investidas do ministro do Interior socialista, cavalgando a agenda da segurança e do medo da extrema-direita. Nem a desastrada gestão duma mediática expulsão duma jovem cigana menor para um país de que não falava sequer a língua, com garantia posterior de poder regressar a casa sozinha. Sempre que os socialistas decidiam entrar em terreno de Le Pen acabavam por tropeçar e sair-se mal. Limitavam-se a dar-lhe ainda mais força e legitimidade.
Na verdade, a FN já não estava a ganhar espaço no terreno da segurança e da imigração. Essa fora a estratégia Jean-Marie Le Pen. Foi quando a Le Pen filha abandonou o discurso economicamente liberal do pai e se apoderou da agenda social da esquerda que as coisas realmente mudaram e a extrema-direta francesa deu o salto político pelo qual há tanto tempo esperava.
Perante isto, o que fez Hollande? Apoderou-se ele, de forma clara e final, da impopular e agressiva agenda ultraliberal duma direita europeia que abandonara, pelo menos há duas décadas, a sua matriz democrata-cristã. E foi jogar no campo de Le Pen a agenda da xenofobia e da segurança. Com os socialistas em corte com o seu eleitorado tradicional e com a sua agenda mais radical legitimada pelo centro, a Frente Nacional estava finalmente em condições de entrar sem dificuldades no que sobrava do eleitorado socialista.
Nas eleições europeias de maio de 2014 as piores previsões acabaram por se confirmar. E não apenas em França. A direita autoriária, grupos populistas de várias cores e agluns eurocéticos democratas ou nem por isso tiveram uma vitória assinalável. O centro-esquerda foi, em muitos países, a principal vítima do voto de protesto. Mesmo onde estava na oposição, foi incapaz de capitalizar o descontentamento. E este foi apenas o primeiro aviso do terramoto que ainda estava para vir."
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http://expresso.sapo.pt/antes-pelo-contrario=s25282#ixzz2riiEFOcQ