2012-03-12

Europa já não é "El Dourado" para emigrantes portugueses



O deputado social-democrata Carlos Gonçalves disse esta segunda-feira que os países europeus deixaram de ser "o El Dorado", considerando que o facto de o país estar mais atento à emigração pode favorecer o esclarecimento a quem quer sair de Portugal.
"Há dois anos que a emigração portuguesa coincide com períodos de menor crescimento económico dos países que acolhem e, assim sendo, com algum aumento que possa ter existido aumentam também as possibilidades de problemas para as pessoas que emigram", disse Carlos Gonçalves à agência Lusa.
O deputado lembrou que a emigração não é um fenómeno novo e que no passado recente houve anos em que as saídas ultrapassaram as 100 mil pessoas por ano.
"É preciso atender a que alguns países na Europa já não são o El Dorado e as pessoas têm que ter uma precaução enorme quando decidem sair para o estrangeiro para trabalhar", disse Carlos Gonçalves, destacando que o Governo está a trabalhar em programas de prevenção e em campanhas de informação para que as pessoas não saiam de Portugal "sem o mínimo de condições".
"Actualmente, há uma maior atenção da comunicação social à questão migratória, o que pode beneficiar a informação das pessoas. As pessoas ficam alerta para um conjunto de situações que não são novas, são periódicas e regulares e não apenas na Europa, também fora da Europa", disse.
Para o deputado eleito pelo círculo da Europa, é preciso que os portugueses "tenham consciência que a situação mundial e em particular na Europa não é favorável à procura fácil de emprego e, como tal, é preciso que as pessoas se acautelem antes de partir".
Carlos Gonçalves, que durante o fim de semana, visitou as comunidades portuguesas em Estrasburgo, França, e na área consular de Estugarda, Alemanha, deu ainda conta à Lusa da vontade dos portugueses residentes nas regiões de Olsbrucken e Munique de poderem contar com a cobertura das permanências consulares anunciadas pelo Governo.

Politicos: eis o vosso "Inferno"!

A boca do inferno é um lugar aprazivel conhecido dos Portugueses e, sobretudo, dos "alfacinhas". Visto no segundo grau, pode ser a "porta de saida" para alguns politicos, especialistas confusos, egocentricos, que agem, deliberadamente em prol dos seus interesses pessoais.

Estamos à beira da exustão; milhões de Portugueses não são ouvidos no desespero que é o seu e estão a sobreviver no limiar da miséria.

Ouvem-nos os politicos? Não! Ocupados que estão em manter os seus privilégios. 

Gostariamos de acreditar na sinceridade dos nossos governantes; mas competência precisa-se! A Economia Portuguesa carece, essencialmente, de consumidores e de poder de compra: pessoas que ganhando normalmente a vida vão consumir, alimentar a economia e, consequentemente, criar emprego.

Não me parece isto de dificil execucão; mas é verdade, não sou economista. 

jmira

2012-03-11

Fotografia - Corcovado - 11-03-2012


Rio de Janeiro - "O Cristo Redentor" - 11-03-2012

A imagem do dia 11-03-2012

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The Sombrero Galaxy in Infrared
Credit: R. Kennicutt (Steward Obs.) et al., SSC, JPL, Caltech, NASA

Explanation: This floating ring is the size of a galaxy. In fact, it is part of the photogenic Sombrero Galaxy, one of the largest galaxies in the nearby Virgo Cluster of Galaxies. The dark band of dust that obscures the mid-section of the Sombrero Galaxy in optical light actually glows brightly in infrared light. The above image, digitally sharpened, shows the infrared glow, recently recorded by the orbiting Spitzer Space Telescope, superposed in false-color on an existing image taken by NASA's Hubble Space Telescope in optical light. The Sombrero Galaxy, also known as M104, spans about 50,000 light years across and lies 28 million light years away. M104 can be seen with a small telescope in the direction of the constellation Virgo.

Fotografia - Cuba - "Concertando tudo" - outubro 2010


"Concertando tudo..."

O cônsul-geral de Portugal, doutor Nuno Bello ja chegou ao Rio

No Rio a expectativa com a chegada do Dr. Nuno Bello é grande. Aqui publicamos quanto vem reportado no site da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio:«A Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro realizará o jantar e sessão solene de posse da nova diretoria no dia 15 de março, às 19h, no Palácio São Clemente, em Botafogo.
Na ocasião, o novo Cônsul de Portugal no Rio de Janeiro, Embaixador Nuno Bello, será apresentado aos convidados. A cerimônia contará ainda com a presença do Comissário Geral de Portugal para o "Ano de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal", Dr. Miguel Horta de Costa, que anunciará a programação das festividades.»


Desejamos ao Dr. Nuno Bello e a toda a sua família as maiores felicidades na nova missão.

A "alantjana" do dia



Um alentejano apanha um comboio para ir ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido. O alentejano começa a olhar e pergunta:
- Por acaso você nunca apareceu na televisão?
Ao que o Sr. responde:
- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral e por isso o Sr. deve-me conhecer daí. Como a viagem vai ser longa, você por acaso não quer fazer um jogo comigo?
- Pode ser. - Respondeu o alentejano.
- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura que o Sr., você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 10 contos. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só mil escudos. Concorda?
- Vamos a isso. - respondeu o alentejano confiante.
- Então eu faço-lhe a primeira pergunta. Diga-me o nome da pessoa que escreveu "Os Lusíadas", aquele poeta só com um olho, que dignificou Portugal?
O alentejano começa a pensar e passados alguns instantes diz:
- Nã sei. Ê nã sei leri.
- A resposta era Luís de Camões. Dê-me os mil escudos e faça-me uma pergunta qualquer.
- Tomi. Bem, qual é o animali que se o encostar a um chaparro sobe-o com quatro patas e desce-o com cinco patas?
- Olhe, essa nem eu sei. - respondeu o homem muito admirado.
- Então passe para cá os 10 contos.
- Tome. Mas agora diga-me, que animal é esse?
- Tamém nã sei. Tome lá mil escudos.

2012-03-10

Diz Daniel Oliveira: "Não reduzir os salários na TAP? Claro!"



Ao que tudo indica, os trabalhadores da TAP vão conseguir ficar de fora das reduções salariais para a Função Pública e empresas do Estado, exceção feita ao saque aos subsídios de Natal e de Férias. Antes de comece a conversa do costume, estamos a falar dos trabalhadores da TAP, e não apenas dos pilotos. Ao contrário do que se pensa, a maioria deles não recebe propriamente nenhuma fortuna. É possível que a Caixa Geral de Depósitos siga este exemplo. O argumento que se apresenta é este: são duas empresas que vivem em ambiente de concorrência. Uma queda salarial pode resultar em perda de quadros.
Algumas coisas a dizer sobre o assunto:
1. Cada trabalhador que consiga não perder parte do seu salário tem o meu aplauso. A redução salarial é um erro. É um erro para a saúde da nossa economia e para as contas do Estado, que perderá milhões em impostos. Quanto menos for aplicado mais ficamos todos a ganhar.
2. A aplicação destas reduções apenas à Função Pública e a empresas do Estado é já, por si só, um ato discriminatório. Defender coerência e justiça numa decisão incoerente e injusta não faz grande sentido. Se o governo tem dois pesos e duas medidas não deve causar grande escândalo que tenha três, quatro ou cinco pesos e medidas. A discriminação é a marca desta decisão contra os trabalhadores do Estado. Ponto.
3. Talvez o argumento mais evidente, que torna a campanhia aérea diferente das restantes empresas do Estado, é que a TAP não recebe, por impedimento comunitário, subvenções do Estado. A razão é simples: seria, nas cabeças liberais europeias, uma perturbação da sacrossanta concorrência. É estranho que, na hora de reduzir salários, o Estado passe a tomar decisões sobre dinheiro que não é propriamente seu. O mesmo Estado que não dá um tostão a uma empresa decide como ela deve gastar o dinheiro que resulta exclusivamente dos seus resultados? Como não põe dinheiro na TAP, o Estado não iria poupar um tostão com estas reduções salariais. Pelo contrário, iria apenas perder em impostos.
4. Os salários dos trabalhadores das empresas de capitais públicos não estão indexados aos salários da Função Pública. Não faz sentido que, na hora dos cortes, passem a estar.
5. Em processo de privatização, os salários cortados em empresas como a TAP ou a REN irão, na realidade, para o bolso dos novos acionistas que, provavelmente, nem empresas portuguesas serão. Ou seja, é dinheiro que será retirado à nossa economia e à capacidade de consumo dos portugueses.
6. O argumento da concorrência é mesmo o único que não me interessa. No mercado de trabalho, todos concorrem com todos. A Função Pública, por exemplo, tem quadros superiores que os privados cobiçam. Os hospitais estão a perder, todos os dias, os seus melhores médicos. O argumento da concorrência aplica-se a todos. Mas se este argumento vingar, também tem de ser aplicado ao ensino, à saúde e, claro, à RTP. Todos lidam com concorrentes privados.
Não, não alinho na estratégia nacional de colocar trabalhadores contra trabalhadores para nivelar todos por baixo. Trabalhadores do privado contra trabalhadores do público, trabalhadores do público contra trabalhadores do privado, funcionários públicos contra trabalhadores de empresas do Estado, desempregados contra empregados, trabalhadores precários contra trabalhadores com vínculo, jovens trabalhadores contra os mais velhos. Perante uma medida errada, a vitória de cada um só me pode satisfazer. Quem gasta as suas energias a defender a generalização da asneira faz um favor aos promotores da asneira. Por isso, espero que os trabalhadores da TAP consigam ficar de fora da asneira. No caso, até há, como se viu, bons argumentos para esta decisão. E que, abrindo o precedente, outros consigam o mesmo.


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Mourinho bate mais um recorde em Espanha


José Mourinho não para de bater recordes

José Mourinho vai dirigir amanhã, em Sevilha, o seu encontro centenário pelos galáticos do Real Madrid, marco que lhe valerá o título de melhor treinador de sempre do futebol espanhol nas primeiras 100 partidas.
Os jornais do país vizinho 'Marca' e 'As' destacam o feito do português, que qualquer que seja o resultado do jogo irá superar os registos vitoriosos dos até agora recordistas Pep Guardiola e Miguel Muñoz.
Desde que chegou a Madrid, José Mourinho orientou 99 jogos, ganhou 76, registou 13 empates e somou 10 derrotas, resultados que asseguram um percurso 76,7% vitorioso, uma percentagem melhor do que a do rival Pep Guardiola ou de Miguel Munõz, ambos com percursos 70% ganhadores nos primeiros 100 jogos no futebol espanhol.
Líder isolado da Liga espanhola a uma distância de 10 pontos do Barcelona, José Mourinho aposta ainda em vencer esta época a sua terceira Liga dos Campeões, após ter levantado o troféu no comando do FC Porto e do Inter de Milão.
Caso repita esta época o feito pelo Real Madrid, o treinador português dificilmente permanecerá no cargo, um cenário que a imprensa espanhola avança já estar a ser acautelado pelo presidente do clube, Florentino Pérez. Nas duas vezes que se tornou campeão europeu, José Mourinho forçou a saída (paga) de ambos os clubes.
O plano B do presidente do Real Madrid poderá passar pela escolha do alemão Joaquim Low, treinador com que terá reunido num hotel em Madrid, no fim de semana passado.


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Diz o embaixador "Seixas da Costa" - Raspadinha

Uma cidadã brasileira comprava uma "raspadinha", à hora de almoço, numa tabacaria de Lisboa. Não percebi bem a propósito de quê, disse para a vendedora:

- Eu sou corintiana, estou habituada a sofrer.

Para logo acrescentar:

- Por isso, cá em Portugal, sou pelo Sporting.

Ah! valente!