2012-04-17

As camas dos orangotangos são obras de engenharia


Os orangotangos dominam a arte de manipular os ramos para fazer os ninhos onde dormem
Os orangotangos ganham aos chimpanzés e gorilas, pelo menos na questão das camas. Entre os grandes símios, os orangotangos são aqueles que fabricam as camas mais elaborados e que duram mais tempo. Mas nunca se tinha estudado aprofundadamente as suas camas, ou ninhos, que permanecem nas árvores da floresta tropical, no arquipélago da Indonésia, depois de os seus donos terem continuado viagem. Agora, uma equipa de cientistas britânicos descobriu que estas estruturas são uma obra de engenharia complexa, a começar na forma como os orangotangos utilizam os galhos das árvores na sua construção.
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França: Interessantissimo, Jean-Luc Mélenchon quer salvar Portugal e a UE



Candidato à esquerda de François Hollande nas presidenciais, Jean-Luc Mélenchon é a surpresa da campanha eleitoral. Garante que a França e a Europa estão em mudança e o entusiasmo que o rodeia lembra a revolução de abril, em Portugal.

Tem um inegável carisma, anda sempre de gravata vermelha e, nos grandes comícios, põe frequentemente um cravo vermelho na lapela, lembrando a revolução de abril de 1974, em Portugal.
Mas não é apenas o cravo que, nas suas reuniões, evoca o 25 de abril português. O discurso de Jean-Luc Mélenchon (60 anos, dissidente do Partido Socialista) e o ambiente que o rodeia em permanência também podem transportar um português para momentos do Portugal revolucionário de há 38 anos.

"Revolução cidadã"

Grande tribuno, apela a uma "revolução cidadã" e vai ser, certamente, um esteio importante do favorito, François Hollande, na segunda volta das presidenciais. "Claro que na segunda volta vamos votar contra Nicolas Sarkozy, é preciso correr com ele e ele já perdeu!", diz ao Expresso.
É um político "à antiga". Candidato pela "Frente de Esquerda", que reúne socialistas dissidentes e comunistas, faz discursos mobilizadores de belo efeito, sempre com citações literárias, filosóficas e referências às grandes revoluções da História. O 25 de abril faz parte das suas "belas recordações", afirma.
Cotado com 15% das intenções de voto, será o acontecimento inesperado da primeira volta das eleições, no próximo domingo. Arrancou com apenas 5%, mas os seus comícios são, hoje, os mais animados de todos os da campanha - em conjunto, reuniu recentemente, em Paris, Toulouse e Marselha, trezentos mil entusiasmados apoiantes.

BCE sob controlo democrático

Mélenchon defende a integração mais harmoniosa possível, em França, dos imigrantes - "de todos, dos europeus aos outros, aos que vêm de todos os continentes", diz -, bem como a regularização dos estrangeiros clandestinos.
Quer revolucionar a Europa. Proclama-se como o candidato contra os mercados e defende uma "revolução anti-liberal" na União Europeia. Propõe o fim do Tratado de Lisboa e do Pacto que fixa aos Estados da UE objetivos de equilíbrio orçamental.
Para acabar com a crise das dívidas soberanas e relançar o crescimento, defende a criação de um "Fundo de desenvolvimento social, ecológico e solidário". "Este fundo deve repartir os financiamentos com taxas de juro muito baixas, ou sem juros, entre os países membros do Euro na medida das suas necessidades".
Além disso, defende que o Banco Central Europeu passe a estar "sob controlo democrático". Pretende que o BCE empreste dinheiro com juros baixos, ou mesmo sem juros, diretamente aos Estados e não aos bancos. "Porque emprestar dinheiro aos bancos não tem sentido, eles ganham muito dinheiro com isso porque recebem a juros baixíssimos e emprestam a seguir aos Estados com juros mais altos!", exclama.

Renegociação das dividas soberanas 

Sobre a crise das dividas soberanas defende uma nova negociação para os países em dificuldades. "A negociação deve incluir um reescalonamento dos reembolsos, a baixa das taxas de juro e a anulação parcial da divida dos Estados". "Só assim salvaremos a Europa", explica.
Para Mélenchon, a França terá, com ele, condições para impor as mudanças que preconiza para a UE. "Somos um grande país, os outros Estados têm de nos ouvir, a tecnocracia europeia tem de acabar, bem como a submissão ao ultraliberalismo e ao monetarismo", conclui.
Mélenchon aguarda uma forte votação neste domingo. Esperançado com a "vaga vermelha" que tem ilustrado a sua campanha, espera que a Frente de Esquerda fique em condições de influenciar a política do próximo Governo francês.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/franca-jean-luc-melenchon-quer-salvar-portugal-e-a-ue=f719572#ixzz1sKhNsE8M

A imagem do dia 17-04-2012


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Antares e Nuvens
Créditos e direitos autorais : Ivan Eder
Explicação:   Antares é uma estrela imensa. Pertencente a uma classe chamada de supergigante vermelha, Antares tem cerca de 850 vezes o diâmetro de nosso Sol, é 15 vezes mais massiva, e 10.000 vezes mais brilhante. Antares é a estrela mais brilhante na constelação do Escorpião e uma das estrelas mais brilhantes em todo o céu noturno. Localizada a cerca de 550 anos-luz de distância, Antares é vista à esquerda envolta numa nebulosa amarelada de gás que ela mesma expeliu. A radiação da companheira estelar azulada de Antares ajuda a causar o  brilho no gás nebuloso. Muito atrás de Antares, no canto direito da foto acima, encontra-se a nuvem globular de estrelas M4, enquanto a estrela brilhante à extrema direita é Al Niyat.

Precisa-se de Ideias: APOD pode precisar de ajuda de financiamento. 

Da anormalidade de ser hétérosexual


Jenna Talackova vai poder participar na eleição da Miss Universo

Esta cara, não é a cara de uma "cara" mas sim de um "cara".

Estamos cada vez mais baralhados num mundo que avanca mas não evolui...

Que tenho eu a ver com o universo transexual?! Intelectuais de esquerda (sobretudo) em bom nome do Humanismo, estão sempre dispostos a defender o ser humano em todas as suas vertentes, curiosas ou preversas: homosexuais, transexuais, bisexuais, multisexuais, criminosas, canibalistas e tutti quanti...

Ja nada nos espanta neste mundo feroz e cada vez mais bizarro onde um cão pode "virar" cadela apos sete meses de existência desesperada entre certos humanos, personagems que determinaram a rota a seguir, influenciaram, talvez, a sua existência logo ao nascer, detentores que assumidamente são de uma certa verdade muito     sui-generis.

A Historia ensina-nos que muitas Sociedades se auto-destruiram por terem esquecido a diferenca que existe entre o ser humano e o animal irracional; essa destrinca, reside, no essencial, entre a normalidade fisiologica, a faculdade ou não de reflectir.

Tenho todo o respeito por aqueles que não pensam como eu, os que veneram qualquer tipo de confissão religiosa (à défaut de mieux), monarquistas saudosos de um passado retratado com cores "pasteis", republicanos que se servem em vez de servir o  Estado, materialistas que acreditam, viverão eternamente com espirito transformado em caixa registadora, homosexuais que querem ter uma sexualidade "autrement", mas que são filhos de gente que não é como eles.

Todos esses seres eu respeito e, por isso mesmo, não gosto que me tratem de anormal...

Posto isto,

Parece-me ser questão fundamental a de saber se devemos ir ou a de saber para onde vamos.

Rio de Janeiro, 16 de abril de 2012.

JMIRA

2012-04-15

A imagem do dia 15-04-2012

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Fata Morgana: A Possibly Titanic Mirage
Image Credit & Copyright: Mila Zinkova
Explanation: Did this mirage help sink the Titanic? The optical phenomenon called Fata Morgana can make strange shapes or a false wall of water appear above a watery horizon. When conditions are right, light reflecting off of cold water will be bent by an unusual layer of warm air above to arrive at the observer from several different angles. A conceptually comparable mirage can make a setting Sun appear strangely distorted or a distant pavement appear wet. One hundred years ago today, such a Fata Morgana mirage might have obscured real icebergs from the clear view of crew onboard the Titanic. Additional evidence for this distortion hypothesis arises from the nearby vessel SS Californian which reported sightings consistent with Fata Morgana mirages. The above Fata Morgana mirage was taken off the US Pacific coast in 2008.

Classicos do cinema português - "A cancão de Lisboa"

A Canção de Lisboa
Foi um filme que, na época, obteve grande sucesso e êxito do público, não apenas em Portugal mas também nos então territórios de Ultramar e Brasil. Esse êxito deveu-se em parte ao carácter tipicamente português das personagens e das situações que permitia a total identificação dos espectadores com o filme. E em parte à introdução de canções que rapidamente se tornaram populares, não só neste filme mas em todos os outros do género. Por isso, estas comédias são clássicos do cinema português, onde nunca se deixaram de ver e rever até aos dias de hoje. A Canção de Lisboa não é apenas pioneiro deste género cinematográfico como também um dos melhores. Por ter sido considerado um objecto de prestígio, o valor dos bilhetes foi mais dispendioso do que o habitual. O sucesso alcançado foi de tal forma retumbante, que as receitas do filme permitiram, inculsivé, pagar uma grande parte das instalações da Tóbis que se encontravam então em construção.
Para além dos actores, outros grandes nomes da arte portuguesa marcaram a produção deste filme, por exemplo, os cartazes: Nada menos que três foram concebidos por Almada Negreiros. Outra participação enaltecedora deste magnífico filme foi a de Manoel de Oliveira então no começo da sua carreira cinematográfica como realizador, aparece neste filme como actor, interpretando Carlos, o melhor amigo do actor principal Vasco Santana.
A Canção de Lisboa, pilar do cinema portugês, ironicamante não foi realizado por um cineasta mas sim por um conhecido arquitecto José Cottinelli Telmo, tendo aliás sido o único filme por ele realizado. O uso do espaço em Lisboa, tanto em cenários de estúdio como em cenários naturais, é característico da sabedoria de um arquitecto. A cena exterior em que Vasco Santana canta o famoso «Fado do Estudante», por exemplo, foi filmada na esplanada do último piso da Cervejaria Portugália na Avenida Almirante Reis, um edifício do começo do século XX. Por todos este motivos A Canção de Lisboa é um clássico e ao mesmo tempo um filme único que ficará para sempre como marco e testemunho da evolução cinematográfica portuguesa.


"A cancão de Lisboa" - 85 mns

Aristides Sousa Mendes - A honra da desobediência - Um "Justo"'

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Há pessoas que passam no mundo como cometas brilhantes, e as suas existências nunca serão esquecidas. Aristides de Sousa Mendes foi uma dessas pessoas. Cônsul brilhante, marido feliz, pai orgulhoso, teve a sua vida destruída quando, para salvar 30 000 vidas, ousou desafiar as ordens de Salazar.
Nascido numa família com laços à aristocracia, Aristides cursa Direito em Coimbra e opta por uma carreira consular. Vive nos locais mais exóticos de África e nos mais cosmopolitas da Europa. Cônsul em Bordéus durante a Segunda Guerra, é procurado por milhares de refugiados para quem um visto para Portugal é a única salvação. Sem ele, morrerão às mãos dos alemães.
Infelizmente, Salazar, adivinhando as enchentes nos consulados portugueses, proibira a concessão de vistos a estrangeiros de nacionalidade indefinida e judeus. Sob os bombardeamentos alemães, espremido entre as ameaças de Salazar, as súplicas dos refugiados e sua consciência, Aristides sente-se enlouquecer. E então toma a grande decisão da sua vida: passar vistos a todos quantos os pedirem. Salvará 30.000 inocentes mas destruirá irremediavelmente a sua vida.
Esta é a história de um grande português. De um herói com uma coragem sem limites. Só é possível compreender o seu feito se nos colocarmos no seu lugar: destruiríamos a nossa vida e a da nossa família em nome da caridade e do amor ao próximo? Até ao seu derradeiro fôlego, Aristides nunca se arrependeu.

Mais um assalto social do (des) governo de PPC!



O Governo está a estudar a introdução de tectos nas pensões, avançando para um sistema misto em que, a partir de um certo montante, o valor remanescente da reforma terá de ser assegurado pelo sector privado. Pedro Mota Soares garantiu ainda que não está a ponderar aumentar a idade de reforma para os 67 anos.

O ministro da Segurança Social explicou na RTP que quer "garantir a base pública do sistema da Segurança Social, mas ao mesmo tempo dar a possibilidade de escolha", essencialmente para os mais jovens que estão a entrar no mercado de trabalho. Em causa está a possibilidade de descontarem para sistemas privados. "O que queremos é que o sistema público garanta" o acesso às reformas, mas que o Estado deixe de ter de pagar "pensões muito altas". Neste sistema misto, a partir de um certo limite os descontos têm de ser feitos no sector privado, limitando o valor que a Segurança Social tem de assegurar. O debate do plafonamento será iniciado este ano e ainda não é conhecido o valor desse limite, mas a ideia é "garantir que, no futuro, pensões que sejam muito elevadas possam também sair da esfera do Estado", explicou o governante.
Para o economista Eugénio Rosa, o que se está a criar é "uma lotaria", uma vez que nos fundos de pensões "sabemos o que se entrega mas nunca o que recebemos", e dá exemplo dos EUA, onde reformados tiveram de voltar a trabalhar depois de os mercados terem afundado os fundos de pensões. O especialista alerta ainda para o facto de o Governo estar a perder receita numa altura em que a Segurança Social está à beira da ruptura financeira, "o que pode ter impacto nos valores das pensões pagas".
O Governo nega ainda a notícia do ‘Expresso’ que indicava estar a ser analisada a hipótese de subida da idade da reforma antecipada dos 55 para os 57 anos e passar dos 65 para os 67 anos a idade para requerer a pensão de velhice.
MINISTÉRIO SEGUE RECOMENDAÇÕES DE BRUXELAS
O Ministério da Segurança Social estará a seguir à letra as sugestões que Bruxelas propõe no Livro Branco para as pensões, apurou o CM. Entre as recomendações para garantir a sustentabilidade financeira da Segurança Social, está a necessidade de ajustar a idade da reforma, como noticia o ‘Expresso’, "limitar" as reformas antecipadas, que o Governo proibiu, e a criação de um sistema misto, que está em estudo. O tempo de desconto máximo deve ainda passar dos 40 para os 42 anos.


Quarta taca da liga consecutiva para o Benfica



Javier ‘El Conejo’ Saviola saltou este sábado do banco para dar o triunfo ao Benfica sobre o Gil Vicente, por 2-1, na final da Taça da Liga, disputada em Coimbra.

As ‘águias’ conquistaram a prova pela quarta vez consecutiva.

Num encontro dominado pelos encarnados, nem sempre bem jogado, os gilistas deram uma boa réplica no primeiro tempo, tendo causado vários calafrios a Eduardo. Um remate de longe do ex-benfiquista César Peixoto, aos 16 minutos, chegou a arrancar tinta do poste direito.
No entanto, à passagem do minuto 30 um grande passe de Bruno César encontrou Rodrigo ao segundo poste e o internacional espanhol sub-21 encostou para o 1-0.
O jogo perdeu intensidade no segundo tempo, com a equipa de Jorge Jesus a gerir a vantagem e o Gil a tentar apostar no contra-ataque.
Aos 78’, Zé Luís igualou num belo remate à meia-volta. Mas o Benfica reagiu e chegou ao 2-1 aos 83 minutos. O argentino Saviola, que tinha entrado um minuto antes, fixou o resultado final numa recarga eficaz a remate de Witsel.