2011-11-18
2011-11-17
Angola: José Eduardo dos Santos vai ser candidato em 2012
O Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, quebrou hoje um tabu ao mostrar-se disponível para um novo mandato presidencial a partir das eleições que vão ter lugar no terceiro trimestre de 2012.
Numa conferência de imprensa conjunta com Pedro Passos Coelho, o líder angolano - que está no poder desde 1978 - disse que essa é uma decisão que cabe ao MPLA, mas que "como militante histórico, está, naturalmente, disponível para aceitar a decisão do partido".
Com a nova constituição de Angola, o Presidente da República é o cabeça de lista do partido mais votado nas eleições legislativas. Assim, quem encabeçar as listas do MPLA, que vão ser escolhidas num congresso em dezembro, será com toda a probabilidade presidente.
A decisão de continuar ou de passar a pasta - nomeadamente a Manuel Vicente - era uma das dúvidas mais relevantes da política angolana, que, com esta declaração, fica resolvida.
A frase de José Eduardo dos Santos foi proferida em resposta a uma pergunta do Expresso.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/jose-eduardo-dos-santos-vai-ser-candidato-em-2012=f688444#ixzz1dyxqtJ6w
A imagem do dia 17-11-2011
Image Credit & Copyright: Rogelio Bernal Andreo
Parodia: nova letra do hino nacional
NOVA LETRA DO HINO NACIONAL
Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
Dessa corja tão atroz
Que há-de levar-te à miséria
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar !
(do nosso correspondente José Ferreira)
Pobre Povo
Nação doente
E mortal
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
Dessa corja tão atroz
Que há-de levar-te à miséria
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar !
(do nosso correspondente José Ferreira)
Deputado Carlos Gonçalves pede atenção especial para emigrantes em Andorra, Clermond-Ferrand e Frankfurt
Lisboa, 16 nov (Lusa) - O deputado do PSD eleito pela emigração, Carlos Gonçalves, defendeu hoje uma atenção especial para as comunidades portuguesas de Andorra, Clermond-Ferrand (França) e Frankfurt (Alemanha), depois de o governo ter anunciado o encerramento de postos consulares nestas cidades.
"Gostaria de chamar a atenção para três comunidades: Andorra, Clermond-Ferrand (França) e Frankfurt (Alemanha), que são aquelas que deverão merecer mais atenção do governo caso se confirme a decisão comunicada pelo ministro", disse Carlos Gonçalves.
Em declarações à agência Lusa à margem da apresentação do orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Carlos Gonçalves admite que possa haver encerramentos, mas pede "sensibilidade" para que se encontre uma forma de atender as populações da melhor forma possível.
O deputado social-democrata acredita "no sucesso das permanências consulares" apresentadas pelo ministro dos Negócios Estrangeiros.
O parlamentar não se mostrou "preocupado" com a fusão da língua e da cooperação num único instituto, considerando que poderá até ser benéfico integrar as duas políticas.
Lembrou que a transferência do ensino para o Instituto Camões pela mão do anterior governo socialista "não correu da melhor maneira", e responsabilizou o anterior executivo pelo corte de 50 professores hoje assumido pelo governo.
"Não me choca [a fusão], acho é que o ensino do português tem que ser a prioridade das prioridades. A integração de serviços pode ajudar à melhor forma de usar os dinheiros públicos e quero acreditar que há uma política de língua que de uma vez por todas vai ser afirmada", disse.
O deputado considerou ainda que no âmbito bilateral, Portugal tem que ser mais firme na defesa da língua portuguesa onde há comunidades.
"Há países como a França onde acredito teria sido possível ter mais oferta de ensino local se tivéssemos sido mais firmes", disse Carlos Gonçalves.
O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou hoje o encerramento de sete embaixadas, quatro vice-consulados e um escritório consular.
Paulo Portas acrescentou que a jurisdição do vice-consulado de Frankfurt (Alemanha) vai passar para Estugarda, Osnabruck para Dusseldorf, a de Clermont-Ferrand (França) passa para Lyon e Nantes para Paris. O escritório consular de Lille passará para Paris, disse.
CFF
Lusa/Fim
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Lusa/Fim
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Ministro andorrano lamenta encerramento de embaixada portuguesa no Principado
O MNE andorrano, Gilbert Saboya, lamentou hoje que o Governo português “tenha chegado à situação de ter que tomar a decisão” de fechar a Embaixada em Andorra e espera que se mantenha uma "estrutura mínima consular" no Principado.
Andorra la Vella, 16 nov (Lusa) – O ministro dos Negócios Estrangeiros andorrano, Gilbert Saboya, lamentou hoje que o Governo português “tenha chegado à situação de ter que tomar a decisão” de fechar a Embaixada em Andorra e espera que se mantenha uma "estrutura mínima consular" no Principado.
Após um encontro hoje à tarde com José Manuel Silva, o conselheiro da comunidade portuguesa em Andorra, Saboya acrescentou que, como não se trata de uma decisão política, mas de uma reestruturação de embaixadas e consulados, tem esperança que no futuro “haja uma estrutura mínima consular”, para a qual o Governo e os representantes da comunidade portuguesa podem contribuir.
O ministro, citado pela agência andorrana ANA, lamentou o fecho da embaixada e da secção consular “porque há uma comunidade de residentes importante, que contribui para o crescimento económico, que está integrada e que já tem filhos de nacionalidade andorrana”.
Lambrando que a decisão do Governo português não foi politicamente motivada, Saboya disse que Andorra vai continuar a manter “boas relações diplomáticas” com Lisboa e afirmou ainda que vê este encerramento como “uma suspensão temporária e que é necessário garantir que a comunidade portuguesa não fique sem assistência (consular)”.
Em Andorra, vivem cerca de 13 mil portugueses (cerca de 20 por cento da população de Andorra, de acordo com Saboya).
Hoje, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou no Parlamento o encerramento de sete embaixadas, incluindo a de Andorra, quatro vice-consulados e um escritório consular.
À saída do encontro com Saboya, José Manuel Silva, afirmou que os emigrantes portugueses em Andorra poderão vir a receber assistência consular cerca de duas vezes por mês.
Segundo a ANA, o conselheiro português disse que essa assistência consular poderá acontecer se houver progressos as conversações dos representantes da comunidade em Andorra com as autoridades portuguesas.
Depois de dizer que os portugueses se sentem “abandonados” pelo seu governo e dececionados pela decisão do encerramento da Embaixada em Andorra, o conselheiro disse que agora é preciso conseguir uma “estrutura consular” para que os portugueses possam tratar dos trâmites administrativos sem terem de se deslocar a Barcelona.
O ministro Paulo Portas referiu hoje, no parlamento, que os serviços da embaixada de Andorra passam a ser assegurados pela Embaixada em Madrid e pelo Consulado de Barcelona.
O conselheiro também criticou o facto de o anúncio do encerramento de embaixada de Andorra coincidir com a abertura de uma embaixada no Dubai, já que “não vê como uma reestruturação pode ser baseada em termos económicos”.
José Manuel Silva espera que algum político vá a Andorra explicar esta decisão do encerramento da embaixada, pois obteve as informações através da comunicação social e posteriormente com o deputado social-democrata Carlos Gonçalves.
O conselheiro espera conversar em breve com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.
Os portugueses em Andorra vão manter a manifestação no sábado à tarde, em frente à embaixada portuguesa em Andorra, e os representantes da comunidade esperam também pela confirmação da data da reunião solicitada ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
CSR.
Lusa/fim
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Lusa/fim
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2011-11-16
VIDEO: SÓ AS LOURAS MESMO É INEVITÁVEL!
Loura atrapalhada em escadas rolantes é êxito Com mais de 300 mil visualizações em menos de uma semana, o vídeo está a gerar sorrisos e algumas críticas contra preconceitos de louras: uma norte-americana foi filmada a tentar subir umas escadas rolantes que desciam.
A cena, captada na cadeia Saks Fifth Avenue, revela os esforços da mulher, que parece indiferente às pessoas que circulam no sentido oposto, para tentar superar o movimento descendente das escadas.
O momento, partilhado no You Tube, demora mais de 40 segundos e causou risos em quem o filmou. No final, a protagonista da inusitada cena consegue ‘superar a prova’.
Facebook «censura» quadro de Courbet "l'origine du monde"Aos "seguidores": Se a minha pagina
desaparecer da "blogosfera", ficam a saber porquê - estah no titulo desde "post". Censura? Uma grande parte dos ditadores começaram por censurar a imprensa, as opiniões, a cor da pele, a arte, etc, etc... Isto é uma obra de arte sublime; vamos lah ver se os censores gostam.
A obra de arte «L'Origine du monde» (1866) de Gustave Courbet com a imagem de uma vagina está a ser censurado pela maior rede social, o Facebook.
O Facebook não só remove a imagem como também suspende as contas dos utilizadores que colocarem a fotografia nesta rede social, noticia o «The Huffington Post».
Matthew Weisten, pintor, escultor e artista, que já expôs o seu trabalho na Galeria Sonnabend em Nova Iorque durante vinte anos, descobriu que a sua conta do Facebook foi suspensa depois de ter publicado o ícone da obra de arte de Courbet.
Não é a primeira vez que o Facebook já suspendeu contas por causa do seu conteúdo composto por imagens consideradas de carácter sexual, nudez ou mesmo demonstrações de afecto.
O Facebook não só remove a imagem como também suspende as contas dos utilizadores que colocarem a fotografia nesta rede social, noticia o «The Huffington Post».
Matthew Weisten, pintor, escultor e artista, que já expôs o seu trabalho na Galeria Sonnabend em Nova Iorque durante vinte anos, descobriu que a sua conta do Facebook foi suspensa depois de ter publicado o ícone da obra de arte de Courbet.
Não é a primeira vez que o Facebook já suspendeu contas por causa do seu conteúdo composto por imagens consideradas de carácter sexual, nudez ou mesmo demonstrações de afecto.
Fecho de Embaixadas: Ministro diz que encerramento é temporário. Mas vai abrir outras
Paulo Portas, ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) anunciou, esta quarta-feira, na Assembleia da República o encerramento temporário de sete embaixadas. No entanto, avançou que serão abertas outras, em locais que podem «ajudar» Portugal, na sua actual situação de «emergência».
As embaixadas que vão ser «desactivadas temporariamente» foram indicadas pelo ministro dos Negócios Estrangeiros: «Malta, Andorra, Letónia, Estónia, Lituânia, Quénia e Bósnia».
Mas Paulo Portas avançou ainda que além de «desactivar», no sentido inverso, vai abrir novas embaixadas, onde actualmente Portugal tem pouca ou nenhuma representação. Como exemplo, indicou o nome do Qatar «brevemente», a Ásia e a América Latina «nos próximos anos».
Esta decisão do MNE levou em consideração vários critérios como, por exemplo, «presença de comunidades emigrantes, evolução do comércio externo, atracção do investimento e, por fim, a importância dos postos à escala regional e do relacionamento bilateral e multilateral com Portugal». Ou seja, «aumentar exportações, afirmar empresas portuguesas ou captar investimentos».
A reforma da rede diplomática e consular, revelada por Paulo Portas vai permitir ao seu ministério «poupar 12 milhões de euros», garantiu.
Além das desactivações, foi também anunciado a junção de algumas missões diplomáticas como, por exemplo, «a embaixada de Paris passa a englobar a Missão de Portugal junto da UNESCO e a embaixada de Viena passa a englobar a Missão junto da OSCE».
A esta integração também não escapam cidades com mais que uma representação diplomática, passando a existirem «centros comuns administrativos», ou seja, «contabilidade, serviço de pessoal ou serviço de apoio».
Ou ainda, racionalizar quatro vice-consulados e um escritório consular com mudança de jurisdição. «Frankfurt passa para Estugarda, Osnabruck passa para Dusseldorf, Clemont-Ferrant para Lyon, Nantes para Paris e ainda Lille para Paris».
Já em resposta às criticas da oposição, Portas negou que vá encerrar vice-consulados. Trata-se de uma integração de «um vice-consulado, num consulado», defendeu, acrescentando que alguns vice-consulados cumprem «duas a três tarefas por dia» e questiona se isso se justifica.
Para que não existam dúvidas o MNE garantiu que a «diplomacia económica é uma prioridade do ministério, um modelo novo, uma audácia nova, que tem de conseguir bons resultados».
A audição de Paulo Portas, esta quarta-feira no Parlamento serve para a apresentação, na especialidade, do Orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros para 2012.
No total, o próximo Orçamento prevê uma redução total de 10,6%, que representam 40 milhões de euros.
Antes de anunciar o fecho de alguns espaços diplomáticos, Paulo portas também avançou que no próximo ano vai reduzir em 4% as despesas de pessoal, através do corte de cargos dirigentes (o peso no orçamento desce de 54% para 50%).
Este corte terá por base uma grande redução de cargos dirigentes, na ordem dos 25%. Este corte também vai significar a possibilidade de abrir, no próximo ano, um concurso para «novos diplomatas», rejuvenescendo a diplomacia nacional.
Paulo Portas afirmou «acreditar» que é possível «fazer a mesma ou até melhor politica externa com menos cargos dirigentes».
Mas Paulo Portas avançou ainda que vai baixar em 19% a despesa no gabinete do ministro (o seu) e dos secretários de estado, através da «redução do consumo intermédio». Tal como, «a nível de viagens».
As embaixadas que vão ser «desactivadas temporariamente» foram indicadas pelo ministro dos Negócios Estrangeiros: «Malta, Andorra, Letónia, Estónia, Lituânia, Quénia e Bósnia».
Mas Paulo Portas avançou ainda que além de «desactivar», no sentido inverso, vai abrir novas embaixadas, onde actualmente Portugal tem pouca ou nenhuma representação. Como exemplo, indicou o nome do Qatar «brevemente», a Ásia e a América Latina «nos próximos anos».
Esta decisão do MNE levou em consideração vários critérios como, por exemplo, «presença de comunidades emigrantes, evolução do comércio externo, atracção do investimento e, por fim, a importância dos postos à escala regional e do relacionamento bilateral e multilateral com Portugal». Ou seja, «aumentar exportações, afirmar empresas portuguesas ou captar investimentos».
A reforma da rede diplomática e consular, revelada por Paulo Portas vai permitir ao seu ministério «poupar 12 milhões de euros», garantiu.
Além das desactivações, foi também anunciado a junção de algumas missões diplomáticas como, por exemplo, «a embaixada de Paris passa a englobar a Missão de Portugal junto da UNESCO e a embaixada de Viena passa a englobar a Missão junto da OSCE».
A esta integração também não escapam cidades com mais que uma representação diplomática, passando a existirem «centros comuns administrativos», ou seja, «contabilidade, serviço de pessoal ou serviço de apoio».
Ou ainda, racionalizar quatro vice-consulados e um escritório consular com mudança de jurisdição. «Frankfurt passa para Estugarda, Osnabruck passa para Dusseldorf, Clemont-Ferrant para Lyon, Nantes para Paris e ainda Lille para Paris».
Já em resposta às criticas da oposição, Portas negou que vá encerrar vice-consulados. Trata-se de uma integração de «um vice-consulado, num consulado», defendeu, acrescentando que alguns vice-consulados cumprem «duas a três tarefas por dia» e questiona se isso se justifica.
Para que não existam dúvidas o MNE garantiu que a «diplomacia económica é uma prioridade do ministério, um modelo novo, uma audácia nova, que tem de conseguir bons resultados».
A audição de Paulo Portas, esta quarta-feira no Parlamento serve para a apresentação, na especialidade, do Orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros para 2012.
No total, o próximo Orçamento prevê uma redução total de 10,6%, que representam 40 milhões de euros.
Antes de anunciar o fecho de alguns espaços diplomáticos, Paulo portas também avançou que no próximo ano vai reduzir em 4% as despesas de pessoal, através do corte de cargos dirigentes (o peso no orçamento desce de 54% para 50%).
Este corte terá por base uma grande redução de cargos dirigentes, na ordem dos 25%. Este corte também vai significar a possibilidade de abrir, no próximo ano, um concurso para «novos diplomatas», rejuvenescendo a diplomacia nacional.
Paulo Portas afirmou «acreditar» que é possível «fazer a mesma ou até melhor politica externa com menos cargos dirigentes».
Mas Paulo Portas avançou ainda que vai baixar em 19% a despesa no gabinete do ministro (o seu) e dos secretários de estado, através da «redução do consumo intermédio». Tal como, «a nível de viagens».
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