2013-08-24

Stevie Wonder - "I'm free" - Video - Music - Live

"I'm free"

Imagens do Mundo - Cristo Redentor - Rio de Janeiro

Cristo Redentor visto no início da manhã deste sábado Foto: Márcio Alves / Agência O Globo

Cristo Redentor visto no início da manhã deste sábadoMárcio Alves / Agência O Globo.
(Dedicado ao Amigo Antonio Loulé)
 

Texto - Os cornos

São de raça pontiaguda, não fazem mal aos toureados e servem, porventura,  à felicidade das vacas.
 
Quem trata de cornudo ao seu semelhante nada mais diz que gosta de animais… Sejam eles da comum raça bovina, de que tanto nos alimentamos.
 
Sendo que, por vezes, o ser humano faz “comparancas”, conquanto  infelizes… patético é de ver o habito rotineiro dos cocadores de tomates, crocodiliana homenagem ao que se passa no cu do vizinho…!
 
Cornos? Ninguém quer? Então esta tudo bem servido…
 
Mas não esqueça: cornos vão sempre de par… é a eterna historia; quanto mais menos neles pensamos mais um par ornamental pode aparecer!
 
Historia bovina…para todos os animais do sexo oposto.
 
Bordeaux, 24 de Agosto de 2013.
 
 
JoanMira
 

2013-08-23

Desenho - "Yes!" -

"Yes!!!"
 
23-08-2013
 
JoanMira

Texto - O réptil objectivo



Imagine: na vida todo ser humano, ou animal, dito irracional,  pensa; e pensando, de quando em vez, até se lhes afloram ideias porventura interessantes.
 
Não é que o cérebro queira opor-se ao instinto reptiliano, nem sequer admitimos essa hipótese; mas esse órgão social é mesmo assim: indomável; responsável do pensamento, ele inter-age com acções menos consentâneas, de mor a que pensemos com a maior objectividade possível ao suplicio e ao fim trágico e horroroso dos inimigos da “subjectiva” democracia…
 
Não são raras as vezes que não concordo com o que o cérebro  dita, por implicar aquele conhecido e permanente conflito que pode ser o apanágio de todo ser humano:  ser ou não ser crocodilo?
 
Quando o nosso pensamento não esta em concordância com o cérebro omnipotente, podem advir certos conflitos cujo desfecho pode ser a prisão ou internamento.
 
Por enquanto estou livre! 
 
Mas, pelos modos que a coisa vai, admito que o Povo possa esquecer a razão e enverede por violentos instintos.
  
Bordeaux, 23 de Agosto de 2013.
 
JoanMira

2013-08-20

Texto - Conto lindo para sonhar


Era uma vez um Pais. Pequeno sem duvida mas onde existia harmonia; cada um nele tinha o seu lugar. Nã havia exageros, nã havia ainda o dinheiro, nã havia vícios. (era assim que se “expremiam” aqueles primatas).
 
Vivia-se de “savoir-faire” (mesmo se a expressão só viria séculos depois): tu sabes cultivar, eu sou barreiro, pinto a tua casa feita de plantas de arvore (de madeira), tu das-me um repolho e eu, em troca dou uma dúzia de ovos ao cultivador. Ta bom? Right!
 
Naqueles tempos assim se falava com um forte sotaque alantjano!
 
Mas, como se diz fluentemente no Rio de Janeiro: “PUTA QUI PARIU…
 
Repentinamente, a “civilização” chegou!
 
 
Qual ovos, qual repolho, qual pintura, qual c@ralho…!
 
Para tal tempestade só o FDP do dinheiro!
 
Desesperado, Einstein iria dizer a sua frase célebre: “tudo se vai transformar”!!!
 
Mas, pior que isso, inventaram-se governos, freguesias, ministérios, tlevisões, juízes, tribunais, jornalistas, internetis, e… o car@alho que nos fod@...
 
Depois em muitos sítios criados foi o reg@abofê!
 
Panasc@s começaram a ganhar fama e conseguiram convencer FDP’s autarticos a cag@arem leis pederofilisticas.
 
Por seu turno, os beneficiados da panel@ começaram a agredir, ao abrigo da “lei” por eles criada, todos os servidores do Estado com eles “desalinhados”…
 
Eis onde estamos. A beira de uma grande revolta que, quanto a mim, muitos vai devorar sem comer os pan@scas!
 
Bordeaux, 20 de Agosto de 2013.
 
JoanMira   

Texto - O lamento do “aflitos”


Até compreendo a aflição em que muitos compatriotas se encontram.
 
Até compreendo a inveja que possa ter do “emigra” que chega a Portugal, preferencialmente no verão, exibindo o que pensa ser a sua posição social: um imenso “carrão”!... 
Compreendo tudo isso, porque ele é também vitima; compreendo a miséria em que vive o Povo Português, tanto mais insuportável que os cada vez mais ricos, que abundam no rectângulo, ofendem todos os pobres ao seu redor. 
Compreendo, compreendo e, de quando em vez, voltando ao meu estado natural, deixo, ou quero deixar, de compreender… 
Estamos virados para um futuro sem esperança; estamos num presente odioso, num ciclo de privilégios que tem exemplos no passado, exacerbado no presente e que prediz muita violência num futuro próximo. 
A Natureza tem sempre aquela razão que, de vez em quando, ousa uma incursão nos nossos pesadelos.
Lisboa foi testemunha, em 1755 , do que os reequilíbrios – necessários – podem advir. Lisboa, Porto, Portugal, estão mais há beira do precipício do que se pode imaginar! 
Precipício tectónico, popular, divino? 
Amigo, Cara do Corcovado, diz-lhes e perdoa-lhes; muitos deles, presumidamente sapientes, não realizam todo o mal que estão a fazer. 
Ah...Amigo, e ja agora, sê justo. Poupa os inocentes … (excusado sera dizer)
Bordeaux, 20 de agosto de 2013. 
JoanMira

2013-08-19

Texto - Defender o obvio (Diz Rosa Teixeira)


 
Até parece lógico a qualquer ser racional… 
Mas, é que temos de refrear um pouco a valente cavalgada e, tratando-se de uma amiga sindicalista a inigualável Rosa Teixeira, que coloco (quase) ao nível do grande António Topa, (esquecendo o Alexandre Vieira que me não parece ter estofo, talvez esteja enganado, para dirigir o STCDE), apetece-me expelir um sentimento cultural, muito profundo e altamente popular: FOOD@SSE! 
Estamos todos “fartos”, nos os funcionários públicos, de ouvir sempre as mesmas MERD@S no ao que nos diz respeito! 
Então, vá lá mais uma vez: FOOD@SSE!!! 
Não fossemos nos, os militantes de base (que pagam mensalmente e bem caro as suas quotas), o Ministério dos Negócios Estranhos já nos tinha feito desaparecer sob uma habitual “ola” de Merd@! 
Todos os dias somos roubados no nosso trabalho por certos “ diplomatas analfabetos”! E, chegados ao fim da carreira, vamos continuar a ser roubados pelos ladrões que ocupam, ou ocuparão o poder. 
Alexandre, acorda… A não ser que vises, tu também, algum poleiro! 
Quanto a mim, reivindico uma coisa justa: deixem-me trabalhar! Mas…reflectindo um pouco: no fundo só temos os políticos e sindicalistas que merecemos; se pensarmos que muitos colegas continuam a comportar-se como lacaios em frente do “todo poderoso chefe”… No fundo, e “la dentro”, têm o que merecem; e talvez um dia se possam candidatar a algum de esses concursos de merd@ que, de quando em vez por ai surgem… sobretudo nas sico-teévianas ondas televisivas… 
Eu sei que não é correcto dizer isto: mas será que ninguém se lembra de organizar um concurso de “lambe-cus”?!!! 
Bordeaux, 19 de Agosto de 2013. 
JoanMira