2013-05-27
2013-05-26
Texto - A "diplomata" analfabeta – 2 –
Naquele fatídico ano de 19.., a senhora “diplomata”
foi expedida para um posto consular de somenos importância; foi a forma que
encontraram outros “diplomatas” com sede nas “Necessidades” para se verem
livres de tamanha calamidade.
Mal chegou (em altos berros que, diga-se, foi
uma constante do seu consulado), deu livre azo ao seu mau feitio, embirrando
com funcionários, utentes e crianças; tendo identificado, à partida, que a senhora tinha graves problemas psíquicos,
não liguei muito ao seu comportamento, habituado que sempre estive a “tudo” o
que desagua das “Necessidades”.
E a vida decorria normal, isto é, os funcionários
esforçando-se por fazerem o seu trabalho mesmo sem rumo e a senhora a servir-se
da mansão e dos lacaios.
Até que um dia, infelizmente, se deu um grave
acidente de viação onde treze compatriotas perderam a vida;
Temos que estar preparados para este tipo de situações
e dar tudo o que temos não só a nível organizativo como do ponto de vista moral
para tentar amenizar sofrimentos. Conquanto possamos não ter preparação académica
para este tipo de situações, socorrermo-nos, da experiência que é também uma
grande universidade.
O embaixador Francisco Seixas da Costa, esse
sim um verdadeiro diplomata, costuma “desancar” nos vice-cônsules que diz, e é
verdade, não são diplomatas; aprecio o que escreve tanto quanto aprecio o seu diplomático
percurso.
Isto vem a propósito da “senhora” diplomata
que, no caso em questão teve uma atitude absolutamente lamentável; é facto que
não tinha preparação alguma para exercer as funções que lhe foram atribuídas como
não tinha nem carácter, nem feitio, nem experiência para lidar com aquela difícil
situação; ainda me lembro da sua atitude descontrolada quando insultava
familiares das vitimas, vociferando na pista de aviação!
Senhor embaixador Seixas da Costa, isto é
também a realidade de vice-cônsules que fazem o “Job” e de “diplomatas” que
envergonham Portugal!
Porque o “post” já vai demasiado longo,
reservo para a próxima intervenção a revelação de algumas objectivas verdades.
Muito tenho a dizer no fim desta minha
carreira. As verdades sairão e como diz um politico que muito aprecio: “ A mim
ninguém me vira!”.
Bordeaux, 26 de maio de 2013.
JoanMira
Descoberto travão à proliferação de células cancerígenas
Investigadores internacionais, alguns dos quais da Universidade
de Barcelona (UB), descobriram que um complexo enzimático designado piruvato
desidrogenase (PDH) serve como travão à proliferação de células cancerígenas,
informou esta terça-feira a UB em comunicado.
O estudo, publicado na revista Nature, descreve o papel do PDH
perante o gene BRAF, que usualmente aparece com mutações no melanoma e em outros
cancros.
O PDH intervém no processo de senescência (envelhecimento)
celular, um "mecanismo de defesa" induzido por um gene em que a célula "deixa de
dividir-se e se mantém num estado pré-maligno", explicou a professora
catedrática Marta Cascante.
"Quando o travão não funciona corretamente, ocorre a
transformação maligna e pode aparecer um tumor", assinalou Cascante.
A cientista destacou a importância da identificação dos
mecanismos que regulam aquela fase do processo "para evitar ou reverter a
formação do tumor e definir novas estratégias terapêuticas".
No estudo participaram também cientistas do Instituto Beatson
para a Investigação do Cancro (Escócia) e do Instituto do Cancro holandês.
Texto - Rio de Janeiro - Quem quer a verdade?
Já que muitos parecem ter receio de revelar o
que se passou ou passa naquele consulado, já que alguns foram indiciados,
outros condenados e uma pequena quota-parte, talvez a mais responsável, ficou
incólume, creio dever, novamente, manifestar-me em nome da verdade.
Para bem do meu Pais, aceito todos os
sacrifícios: trabalhar mais, receber menos, até acatar ordens irresponsáveis…
Mas há uma coisa que não aceito: que denigram o meu esforço e que me roubem; é
o que esta a acontecer!
Existem alguns sectores que não foram
investigados, susceptíveis de aclarar alguns pontos muito obscuros.
Este nosso consulado vive à custa dos impostos
que os portugueses pagam.
Sei de quem não pagando impostos ao Estado, vive
uma vida que não é a minha…
Mais uma vez apelo à transparência. Talvez o
deputado Carlos Pascoa, pessoa isenta, possa ajudar.
Obrigado.
26-05-2013
JoanMira
2013-05-25
Texto - “Cansado”
Farto; estou farto de receber ordens de
incompetentes que pretendem dirigir a minha vida, percebendo, simultaneamente,
salarios indecentes.
Cansado da atitude de um Povo de brandos costumes cuja inércia se
assimila à cobardia...
Cansado de, ao fim de muitos anos de trabalho,
não conseguir respirar pouco antes da morte;
Cansado de constatar fortunas de alguns quando
a maioria apenas sobrevive…
Cansado de ver a mentira politica em
detrimento da razão social.
Cansado de ver crenças…
Cansado de ver a falta de reacção de um Povo!
Muito cansado…
26-05-2013
JoanMira
Texto - "Diplomatas que desonram Portugal"
Esta imagem, deparou-se-me ao longo de um percurso
feito de longos trilhos internetais e traduz-se, mistério associativo, imediato,
pleonastico e memorial, na ideia que ficou de certo comportamento peripatético de uma ex-chefe da diplomacia do Ministério
dos Negócios Estranhos… Falo à vontade; não citarei nomes, porque ainda no
activo; não possuo ainda essa veleidade .
Portanto não falarei de comportamentos
estranhos naquele Ministério que, como todos sabemos, é exemplar.
Por isso não farei qualquer alusão ao meu guia
supremo, o MNE Paulo Portas que, como todos sabemos, é um modelo no seu “estado”!
Naqueles anos malditos, creio que,
precisamente em 1997… 1997, não carago; estou a dar um índice…
Esqueçam, por favor, esta indicação involuntária.
Então retomemos: naqueles anos, aquela senhora
a quem para analfabeta nem uma virgula faltava veio “aterrar” – como acontece a
muitos filhos - num consulado da €uropa
onde eu, por acaso, me encontrava…
Com toda a prepotência dos incompetentes,
tentou logo à chegada aterrorizar todos os funcionários, considerados meros
lacaios…
E aqui teria que abrir um longo parênteses
para explicar diversos comportamentos de inúteis “diplomatas” que auferem chorudos vencimentos
e que, em contrapartida, são a vergonha do nosso Pais… fica para outra ocasião
Mas voltemos ao assunto ou à sujeita.
Sua excelência a pseudo-diplomata, depois de
ter tratado alguns dos funcionários do posto como se fossem seus escravos,
tentou transpor os seus métodos para a minha pessoa; claro que não gostei e até
fiquei um pouco enervado; mas até me coloquei em apneia intelectual, imaginando
que o pior nunca iria acontecer…
…no próximo post falaremos, concretamente, de “diplomatas” que desonram Portugal.
25-05-2013
JoanMira
Imagens do Mundo - Ilhas Cagarras - Rio de Janeiro
Elas entram no mapa do Rio em 1585, mas só agora, 428 anos depois, foram esquadrinhadas. Fernando Moraes / Divulgacão
2013-05-24
Imagens do Mundo - Maracanã - Rio de Janeiro
O estádio passou por um teste de luz na noite desta quinta-feira.Genilson Araujo / Agência O Globo
2013-05-23
Consulado de Portugal no Rio: A telenovela continua!
Numa pergunta dirigida ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, o deputado
Paulo Pisco diz que as informações que dispõe indicam que “nove funcionários
foram alvo de um processo disciplinar (no consulado-geral do Rio de Janeiro), o
que não é uma situação nada normal, mas que também não pode ser abafada”.
O consulado-geral de Portugal no Rio de Janeiro foi alvo, em maio de 2012, de
uma inspeção diplomática acompanhada por inspetores da Polícia Judiciária
portuguesa.
A situação chegou ao conhecimento do deputado socialista Paulo Pisco na
sequência de uma visita que ali efetuou em junho do ano passado, o que levou
Paulo Pisco a enviar uma primeira pergunta ao Ministério dos Negócios
Estrangeiros a pedir informações sobre o caso.
“Não obstante ter pedido esclarecimentos já há quase um ano sobre as razões
pelas quais a Inspeção Diplomática esteve no consulado-geral do Rio de Janeiro
acompanhada pela Polícia Judiciária, na sequência, aliás, de várias outras
inspeções diplomáticas efetuadas, não obtive qualquer resposta”, referiu Pisco
na pergunta.
Sem resposta sobre o caso, o deputado socialista disse que isso “vem adensar
a falta de transparência relativamente ao funcionamento dos serviços e a
eventuais irregularidades que lá possam ter ocorrido ou continuam a
ocorrer”.
O deputado socialista quer saber do Governo porque não foram divulgadas quer
as conclusões do inquérito da Polícia Judiciária quer o resultado das inspeções
consulares efetuadas.
Paulo Pisco disse que o consulado-geral do Rio de Janeiro tem sido atingido
por uma degradação crescente na qualidade do atendimento e que o número de atos
consulares diários tem vindo a cair, aumentando as dificuldades e o tempo de
espera dos utentes.
De acordo com Pisco, entre as queixas mais recorrentes sobre o atendimento no
consulado estão o favorecimento e o custo excessivo dos atos consulares, ambos
relacionados com o sistema de porta fechada e de marcação por telefone ou
email.
O Sindicato dos Funcionários Consulares, segundo Pisco, informou que o
sistema de atendimento favorece o aparecimento de “agências” que oferecem os
seus serviços aos utentes, que chegam a pagar mais do dobro do que está nas
tabelas oficiais para ter prioridade sobre os que fizeram a marcação prévia.
“Há mesmo processos simples de registo civil que estão por resolver há mais
de um ano, o que é inaceitável”, declarou Paulo Pisco.
Paulo Pisco indicou ainda que os pagamentos “têm uma estranha complexidade”,
uma vez que têm de ser feitos num banco, através de um documento chamado
“boleto”, causando transtornos e custos acrescidos, o que tem que acabar,
defendeu.
Além disso, segundo o deputado, “há denúncias sobre irregularidades na
tesouraria, que importaria saber se têm fundamento ou não”.
Sabe-se, entretanto que existem irregularidades em outros postos consulares
portugueses no Brasil, o que, aliás tem sido amplamente divulgado, sem solução
aparente. O Deputado Carlos Páscoa já interpelou as autoridades competentes, sem
receber resposta e os utentes jáo não sabem a quer interprelar para obterem
solução aos inumeros problemas.
PORTUGAL SEM PASSAPORTE
Texto - Rio de Janeiro - A bagunca continua
Pobre consulado de
Portugal no Rio de Janeiro, infelizes utentes, desmotivados funcionários e,
também uma palavra de apoio para o cônsul-geral Nuno de Melo Belo!
Com efeito, um dos
nossos mais importantes postos consulares no mundo vive a maior crise que
jamais conheceu. Começou pela fraude em que “despachantes” se substituíram a
utentes cobrando-lhes muitos milhares de reais em troca dos seus
“serviços”.
Alguns funcionários
desleixaram-se, comprometeram-se e foram apanhados na rede; a chefe
administrativa, a chanceler, foi ontem demitida por não ter tido a coragem de
denunciar os seus colegas à inspeccão diplomático-judiciaria, sem nunca ter
cometido, que eu saiba, qualquer irregularidade;
alguns dos meus ex-colegas foram acusados de conivência com o “sistema”; quando
muito, alguns agiram de boa fé mas com muita ingenuidade; outros ex-colegas, não;
tiveram um papel de primeiro plano neste
desfecho trágico mas nem sequer foram indiciados…
Ou muito me engano,
o que não creio, ou a sua hora também vai chegar; sim porque é difícil de
imaginar que um plano de fraude organizada não tenha, também, por
intervenientes quem controla muito dinheiro.
Sai do Rio de
Janeiro ao cabo de um ano porque não suportava a temperatura infernal que la se
fazia sentir, “forçado” a trabalhar com altíssimas temperaturas, sem ar
condicionado no consulado, que muito afectaram o meu sistema cardíaco, num clima
malsão.
Identifiquei alguns
problemas que transmiti à hierarquia mas não me deram ouvidos; aqueles que
foram aliciados têm muitas responsabilidades mas, curiosamente foi demitida a
chanceler que apenas foi culpada por não ter assumido o papel de “delação”;
creio que poderá ter a sua quota-parte de responsabilidades mas, estou
convicto, nunca a titulo doloso.
Enquanto isso,
outros se escondem sob a alçada do chefe do posto e na especificidade das suas funções,
eventualmente muito terão a responder por possíveis e graves falcatruas que perduram…
Nada tenho contra
pessoas no consulado do Rio de Janeiro; durante o ano que la exerci funções fiz
todo o possível para amenizar a guerra latente existente entre duas facões.
Antes de a inspecção
ter chegado, como era o meu dever, informei o meu superior hierárquico sobre a forma de
contrariar aquilo que me parecia.
Hoje, chegadas as
conclusões da inspecção, continuo ao dispor para revelar certas coisas que facilmente
identifiquei.
Continuo à disposição
da verdade.
A bon entendeur…
Bordeaux, 23 de
maio de 2013-05-22
JoanMira
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