O estádio passou por um teste de luz na noite desta quinta-feira.Genilson Araujo / Agência O Globo
2013-05-24
2013-05-23
Consulado de Portugal no Rio: A telenovela continua!
Numa pergunta dirigida ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, o deputado
Paulo Pisco diz que as informações que dispõe indicam que “nove funcionários
foram alvo de um processo disciplinar (no consulado-geral do Rio de Janeiro), o
que não é uma situação nada normal, mas que também não pode ser abafada”.
O consulado-geral de Portugal no Rio de Janeiro foi alvo, em maio de 2012, de
uma inspeção diplomática acompanhada por inspetores da Polícia Judiciária
portuguesa.
A situação chegou ao conhecimento do deputado socialista Paulo Pisco na
sequência de uma visita que ali efetuou em junho do ano passado, o que levou
Paulo Pisco a enviar uma primeira pergunta ao Ministério dos Negócios
Estrangeiros a pedir informações sobre o caso.
“Não obstante ter pedido esclarecimentos já há quase um ano sobre as razões
pelas quais a Inspeção Diplomática esteve no consulado-geral do Rio de Janeiro
acompanhada pela Polícia Judiciária, na sequência, aliás, de várias outras
inspeções diplomáticas efetuadas, não obtive qualquer resposta”, referiu Pisco
na pergunta.
Sem resposta sobre o caso, o deputado socialista disse que isso “vem adensar
a falta de transparência relativamente ao funcionamento dos serviços e a
eventuais irregularidades que lá possam ter ocorrido ou continuam a
ocorrer”.
O deputado socialista quer saber do Governo porque não foram divulgadas quer
as conclusões do inquérito da Polícia Judiciária quer o resultado das inspeções
consulares efetuadas.
Paulo Pisco disse que o consulado-geral do Rio de Janeiro tem sido atingido
por uma degradação crescente na qualidade do atendimento e que o número de atos
consulares diários tem vindo a cair, aumentando as dificuldades e o tempo de
espera dos utentes.
De acordo com Pisco, entre as queixas mais recorrentes sobre o atendimento no
consulado estão o favorecimento e o custo excessivo dos atos consulares, ambos
relacionados com o sistema de porta fechada e de marcação por telefone ou
email.
O Sindicato dos Funcionários Consulares, segundo Pisco, informou que o
sistema de atendimento favorece o aparecimento de “agências” que oferecem os
seus serviços aos utentes, que chegam a pagar mais do dobro do que está nas
tabelas oficiais para ter prioridade sobre os que fizeram a marcação prévia.
“Há mesmo processos simples de registo civil que estão por resolver há mais
de um ano, o que é inaceitável”, declarou Paulo Pisco.
Paulo Pisco indicou ainda que os pagamentos “têm uma estranha complexidade”,
uma vez que têm de ser feitos num banco, através de um documento chamado
“boleto”, causando transtornos e custos acrescidos, o que tem que acabar,
defendeu.
Além disso, segundo o deputado, “há denúncias sobre irregularidades na
tesouraria, que importaria saber se têm fundamento ou não”.
Sabe-se, entretanto que existem irregularidades em outros postos consulares
portugueses no Brasil, o que, aliás tem sido amplamente divulgado, sem solução
aparente. O Deputado Carlos Páscoa já interpelou as autoridades competentes, sem
receber resposta e os utentes jáo não sabem a quer interprelar para obterem
solução aos inumeros problemas.
PORTUGAL SEM PASSAPORTE
Texto - Rio de Janeiro - A bagunca continua
Pobre consulado de
Portugal no Rio de Janeiro, infelizes utentes, desmotivados funcionários e,
também uma palavra de apoio para o cônsul-geral Nuno de Melo Belo!
Com efeito, um dos
nossos mais importantes postos consulares no mundo vive a maior crise que
jamais conheceu. Começou pela fraude em que “despachantes” se substituíram a
utentes cobrando-lhes muitos milhares de reais em troca dos seus
“serviços”.
Alguns funcionários
desleixaram-se, comprometeram-se e foram apanhados na rede; a chefe
administrativa, a chanceler, foi ontem demitida por não ter tido a coragem de
denunciar os seus colegas à inspeccão diplomático-judiciaria, sem nunca ter
cometido, que eu saiba, qualquer irregularidade;
alguns dos meus ex-colegas foram acusados de conivência com o “sistema”; quando
muito, alguns agiram de boa fé mas com muita ingenuidade; outros ex-colegas, não;
tiveram um papel de primeiro plano neste
desfecho trágico mas nem sequer foram indiciados…
Ou muito me engano,
o que não creio, ou a sua hora também vai chegar; sim porque é difícil de
imaginar que um plano de fraude organizada não tenha, também, por
intervenientes quem controla muito dinheiro.
Sai do Rio de
Janeiro ao cabo de um ano porque não suportava a temperatura infernal que la se
fazia sentir, “forçado” a trabalhar com altíssimas temperaturas, sem ar
condicionado no consulado, que muito afectaram o meu sistema cardíaco, num clima
malsão.
Identifiquei alguns
problemas que transmiti à hierarquia mas não me deram ouvidos; aqueles que
foram aliciados têm muitas responsabilidades mas, curiosamente foi demitida a
chanceler que apenas foi culpada por não ter assumido o papel de “delação”;
creio que poderá ter a sua quota-parte de responsabilidades mas, estou
convicto, nunca a titulo doloso.
Enquanto isso,
outros se escondem sob a alçada do chefe do posto e na especificidade das suas funções,
eventualmente muito terão a responder por possíveis e graves falcatruas que perduram…
Nada tenho contra
pessoas no consulado do Rio de Janeiro; durante o ano que la exerci funções fiz
todo o possível para amenizar a guerra latente existente entre duas facões.
Antes de a inspecção
ter chegado, como era o meu dever, informei o meu superior hierárquico sobre a forma de
contrariar aquilo que me parecia.
Hoje, chegadas as
conclusões da inspecção, continuo ao dispor para revelar certas coisas que facilmente
identifiquei.
Continuo à disposição
da verdade.
A bon entendeur…
Bordeaux, 23 de
maio de 2013-05-22
JoanMira
2013-05-22
Texto - Passos morto ou vivo? Lello nem um nem outro!
"Os portugueses estão desesperados para se verem livres" de
Passos Coelho. "Morto ou vivo".
Não esquecamos que José Lello não tem qualquer vestimenta de politico cândido ou virgem com a qual se pretende enfeitar. Lello (ai que alegria vêrti...) dirigiu durante anos a politica dirigida aos postos consulares e às Comunidades Portuguesas. E, acompanhado ...como diria...por cumplices (lamento a palavra não existe ao feminino), foi o percursor da politica virada contra os "emigrantes"... Emigrantes? Ñão "carago", não!: Portugueses residentes no Estrangeiro!
Mas ha mais, segundo o mesmo "matutino", José Lello omitiu, durante 14 anos, uma conta num fundo,
partilhada com a mulher, com mais de 658 mil euros. A conta foi aberta em 1988,
mas o deputado do PS, apesar de estar obrigado a declará-la ao Tribunal
Constitucional (TC) desde 1995, apenas o fez quando entregou a declaração de
rendimentos relativa ao início de funções de deputado em 2009. Lello justifica a
omissão da conta com o desconhecimento da lei.
A declaração de rendimentos do início de funções em 2009 indica
que Lello tem "50% da conta conjunta referente a um fundo gerido pelo Private
Bank do BCP no valor global de 658 083 euros". Uma
informação confirmada pelo próprio José Lello.
O deputado justifica a omissão da conta de forma simples:
"Durante um certo período, não conhecia bem a lei e não sabia que tinha de
declarar essa conta." Foi graças a um técnico do grupo parlamentar do PS que
Lello soube que tinha de declarar a conta. E sublinha: "Não tenho nada para
esconder." Quando entregou a declaração do termo de funções no Secretariado do
PS, no final de Setembro de 2011, a conta tinha 633 486 euros.
O extraordinario neste conto é que o deputado justifica irregularidades pelo "desconhecimento da Lei"!!! Então agora ja nem isso sabem? Eles que legislam?!
Como dizia (não dizemos cantava) um cantor pimba, sob a musica de "Strangers in the night: Vai la fod€r outro...".
Um conselho, José Lello, deixa o Passos em paz. "Dieu me garde de mes amis, mes ennemis, je m'en charge!"
O Povo, a dada altura, vai "tratar" o assunto de forma democratica. Tu, abre...Desaparece para bem longe da nossa memoria: morto ou vivo!
Bordeaux, 22 de maio de 2013
JoanMira
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2013-05-20
Imagens do Mundo - Niteroi - Rio de Janeiro
Um dos eventos que antecedem a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o “Bote Fé” de Niterói reúne milhares de pessoas nas areias de Icaraí.; Urbano Erbiste / Extra/O Globo
Texto - Portugal decrépito
Situado na parte
nobre da cidade de Bordeaux (não “Bordéus”) (a não ser que por alguma carga de
agua vinda do Brasil comecemos a traduzir os nomes próprios), o consulado na
cidade encontra-se em péssimas condições de manutenção.
Não falemos do
equipamento informático indigno de uma qualquer mercearia ou bar mal-afamado mas sim daquele que, em simples condições
normais, deveria servir de apoio a funcionários e utentes…
Logo que se chega
ao local de trabalho reza-se para que os computadores mais antigos que certos
funcionários, se dignem ligar à realidade…
A paciência comum,
sempre presente, permite atingir a esperança ao cabo de algum tempo de exasperacão.
Pobre edificio: infiltrações
de agua por todos os lados, portas e janelas que, há muito não exercem as suas
funções, escadaria em péssimo estado… pobres recursos humanos: pessoal
competente mas idoso, funcionários não substituídos, cônsul “sonhando” num
mundo que em tempo teve os recursos necessários às exigências dos diplomatas…
E, acima de tudo, pobres
funcionários a quem se exige (por vezes em termo de ralho) cada vez mais
trabalho à medida que, constante e regularmente se lhes reduzem as
remunerações!
O (s) Inferno (s)
existe (m)! Chegado de uma piscina de merd@ do Rio, deparei-me com um esgoto
fedorento em Bordeaux.
Como nunca gostei
de ser lacaio, decidi, num futuro tão breve quanto possível, deixar de ser
escravo da maquina diplomática, denunciando (sem delatar), todos e quaisquer
abusos qualquer que seja a sua proveniência.
Quando todos assim
pensarem, que será dos “sôtôres”!
Depois digam que
sou maluco.
Bordeaux, 20 de
maio de 2013
JoanMira
Texto - Acurralado mas decidido
Um animal
acurralado pode tornar-se perigoso na defesa dos interesses seus e da sua
matilha; antes de ser o animal (que tende cada vez mais a ser irracional)
acreditei que a minha vida poderia ser melhor quando, há 40 anos, abandonei o
trabalho no setor privado para ingressar na função publica; acreditei que um
contrato, devendo ser respeitado – por essência - nunca seria de geometria variável
e me daria alguma estabilidade a mim e aos meus; hoje compreendi quanto me
enganaram…não gosto disso, não me quero tornar violento…
Parece que os
contratos existem para não serem respeitados! E é assim, que na modernice deste
Mundo de merd@, me encontro no topo da minha carreira com a dificuldade que não
tinha, há 10 anos, de pagar facturas.
Pouco a pouco me
retiraram o pouco que amealhei; há anos que o meu salário vai diminuindo ao
ritmo da inflação nunca compensada; há anos que cada vez estou mais pobre; há
anos que me vão deliberadamente retirando o pouco que tinha. E certo que o Pais
esta em crise, sim. Não duvido e, como Português, dou o meu contributo:
trabalho além do que diz a Lei sem nada reclamar; trabalho duro, cumpro, e, aos
62 anos, o horizonte esta carregado. Nem quero pensar na aposentação futura
porque isso se vai tornando utopia.
Enquanto isso,
alguns políticos aposentam-se ao cabo de poucos anos com reformas chorudas...indecentes!
Em 1989, em Franca,
deu-se uma Revolução motivada pelas causas aqui referidas. Pessoalmente não
temo de dizer verdades que incomodam; porquê? Porque em 40 anos de função
publica, tenho “folha limpa” e conhecimento de muitas coisas.
Trabalhei, cumpri,
cumpro e continuo a trabalhar aos 62 anos.
E a parte do outro
lado do contrato, cumpriu?
Porque entendo não
continuar a ser “otário” aviso desde já as autoridades competentes (?) que
me proponho imediatamente a denunciar todas as irregularidades que identificarei.
Bordeaux, 20 de
maio de 2013
JoanMira
Fraude no Consulado no Rio de Janeiro
Onde estão os milhões desviados no Consulado do Rio de Janeiro? Em conta paralela ou "saco azul"... Todos sabemos, até o inspector da policia judiciaria, que muito dinheiro foi "desviado" naquele posto consular... mas as aparatosas investigacões so atingiram pequenos prevaricadores; é impossivel que nohs contribuintes, que continuamos a transportar o fardo fiscal cada vez menos facil de suportar, nos alheemos desta situacão muito grave.
O roubo que estah a ser feito, atinge todos aqueles que contribuem para o Estado com os seus impostos..
Por isso, quem nos conhece, sabe que não desistiremos enquanto não seja reposta a verdade. Muito ja suportamos (mais 4% de cortes, não é?); ou se investiga a sério e se identificam os responsaveis principais ou não teremos duvidas em revelar como se desenrola a vigarice e quem a dirige.
Lembro que nem cônsul-geral nem secretario de estado estão ao corrente; mas recordo, também, que uma vez alertados, teem obrigacão de tornar publica esta grave situacão.
Bordéus, 20-05-2013
JoanMira
2013-05-19
Exclusivo! O Consulado de Portugal no Rio de Janeiro em chamas ?

O fogo ardia há vários anos
naquelas instalações e, ao que sabemos de fontes fidedignas, reativou-se; de
forma inesperada (ou sim);
Houve uma inspecção
diplomática e judiciaria de grande aparato que “investigou” o que já bem sabia
e que, deliberadamente ou não, ignorou aspectos fundamentais da questão.
Somos fonte, (neste caso só
digna), também, de muitos acontecimentos e, como contribuintes, é nosso dever
(obrigação do funcionário publico) denunciar a fraude que continua naquela
repartição.
Em causa estão milhões, não
estando na mesma nem cônsul-geral nem Secretario de Estado; mas nos sabemos
como se processa a vigarice; se nos quiserem ouvir, é com todo o gosto que
daremos o nosso contributo!
JoanMira
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