2013-05-30
2013-05-29
Texto - Politicos nojentos
“Zumbas”, ou/e “pimbas” da politica portuguesa
Como era previsível, todos os esforços que foram exigidos aos Portugueses
vão inevitavelmente traduzir-se, como era esperado, no pauperismo da nossa
Sociedade e na pior das misérias que assolou a Pátria.
Remeteram o Povo ao nível de "animal sobreveniententemente
sobrevivente", destruíram a débil economia portuguesa e, como é
expectável, Os ilustres “doutores” irão brevemente para a "oposição"
fruir dos lucros que amealharam no Estado, até que, o Povo "esquecido"
e incauto os eleja de novo, de novo acreditando em miseráveis discursos.
Não gostaria de acreditar neste cenário catastrófico mas, infelizmente,
creio que será assim.
Olhem bem para o Sócrates, bebendo as próprias palavras com gulosa lábia;
olhem para o Portas com a sua vergonhosa atitude de "deministro" dos
Negócios "Estranhos"; ele espera a sua hora... Será carne ou peixe?
Na gíria popular, diríamos que não monta nem sai de cima.
O Paulinho deixa ao caloiro Peter Steps Rabbit praticar a politica que
apoia para, invariável e com nojenta frequência, vir anunciar que não se
compromete com as decisões do governo; mas fica lá… se não gosta não coma e
desapareça para um dos raros sítios que lhe poderá ser natural e onde poderá
nadar numa piscina de merd@!
Ao ponto a que chegamos, acredito que só uma verdadeira Revolução pode
colocar Portugal nos trilhos da honra...sendo, desta vez, necessário que se eliminem
os parasitas de qualquer bordo político que sejam ou se encontrem!
Creio nem ser parvo nem “lorpa”, como dizem os meus Amigos do Norte…mas,
por favor, não venham com essa de que eu é que sou maluco!
Quando já nada há para destruir que mal fará uma velha, boa, violenta e
sangrenta Revolução?
Apetecia-me falar, também de outros palhaços que se servem das
instituições; mas fica para outra vez…
Bordeaux, 29 de maio de 2013.
JoanMira
2013-05-28
2013-05-27
2013-05-26
Texto - A "diplomata" analfabeta – 2 –
Naquele fatídico ano de 19.., a senhora “diplomata”
foi expedida para um posto consular de somenos importância; foi a forma que
encontraram outros “diplomatas” com sede nas “Necessidades” para se verem
livres de tamanha calamidade.
Mal chegou (em altos berros que, diga-se, foi
uma constante do seu consulado), deu livre azo ao seu mau feitio, embirrando
com funcionários, utentes e crianças; tendo identificado, à partida, que a senhora tinha graves problemas psíquicos,
não liguei muito ao seu comportamento, habituado que sempre estive a “tudo” o
que desagua das “Necessidades”.
E a vida decorria normal, isto é, os funcionários
esforçando-se por fazerem o seu trabalho mesmo sem rumo e a senhora a servir-se
da mansão e dos lacaios.
Até que um dia, infelizmente, se deu um grave
acidente de viação onde treze compatriotas perderam a vida;
Temos que estar preparados para este tipo de situações
e dar tudo o que temos não só a nível organizativo como do ponto de vista moral
para tentar amenizar sofrimentos. Conquanto possamos não ter preparação académica
para este tipo de situações, socorrermo-nos, da experiência que é também uma
grande universidade.
O embaixador Francisco Seixas da Costa, esse
sim um verdadeiro diplomata, costuma “desancar” nos vice-cônsules que diz, e é
verdade, não são diplomatas; aprecio o que escreve tanto quanto aprecio o seu diplomático
percurso.
Isto vem a propósito da “senhora” diplomata
que, no caso em questão teve uma atitude absolutamente lamentável; é facto que
não tinha preparação alguma para exercer as funções que lhe foram atribuídas como
não tinha nem carácter, nem feitio, nem experiência para lidar com aquela difícil
situação; ainda me lembro da sua atitude descontrolada quando insultava
familiares das vitimas, vociferando na pista de aviação!
Senhor embaixador Seixas da Costa, isto é
também a realidade de vice-cônsules que fazem o “Job” e de “diplomatas” que
envergonham Portugal!
Porque o “post” já vai demasiado longo,
reservo para a próxima intervenção a revelação de algumas objectivas verdades.
Muito tenho a dizer no fim desta minha
carreira. As verdades sairão e como diz um politico que muito aprecio: “ A mim
ninguém me vira!”.
Bordeaux, 26 de maio de 2013.
JoanMira
Descoberto travão à proliferação de células cancerígenas
Investigadores internacionais, alguns dos quais da Universidade
de Barcelona (UB), descobriram que um complexo enzimático designado piruvato
desidrogenase (PDH) serve como travão à proliferação de células cancerígenas,
informou esta terça-feira a UB em comunicado.
O estudo, publicado na revista Nature, descreve o papel do PDH
perante o gene BRAF, que usualmente aparece com mutações no melanoma e em outros
cancros.
O PDH intervém no processo de senescência (envelhecimento)
celular, um "mecanismo de defesa" induzido por um gene em que a célula "deixa de
dividir-se e se mantém num estado pré-maligno", explicou a professora
catedrática Marta Cascante.
"Quando o travão não funciona corretamente, ocorre a
transformação maligna e pode aparecer um tumor", assinalou Cascante.
A cientista destacou a importância da identificação dos
mecanismos que regulam aquela fase do processo "para evitar ou reverter a
formação do tumor e definir novas estratégias terapêuticas".
No estudo participaram também cientistas do Instituto Beatson
para a Investigação do Cancro (Escócia) e do Instituto do Cancro holandês.
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