2013-08-08

Texto - Paneleiros de Berlim

Para quem, para qual, e “pra onde?” 
Para a nossa querida amiga Merkel!? Graças a ela, e aos vândalos portugueses,  nem sei se, depois de muitos anos de labor, vamos ter direito à reforma. 
Vem a propósito de mais um corte nas pensões … 
Quem contribuiu, há 43 anos, por exemplo, e que todos os meses continua a ser roubado no salário, começa a ficar ligeiramente aborrecido; é que, menos 2 para aqui, menos 5 para ali, menos 10 acolá… começa a ser muito . 
Mas, parece que não chega! Para continuar a engordar banqueiros, filhos da puta e políticos, o Estado Português, continua no roubo desavergonhado à classe que trabalha. 
A estratégia é tão simples que até nos a podemos compreender; basta dizer aos privados que os FDP dos funcionários públicos têm todos privilégios para que, eles, se ajuntem, se apoiem e se sustentem da ideia miserável e  preconceita! 
Pobre Sociedade decadente, aonde nos conduzes? 
Pobres, cada vez mais pobres, gente sem rumo, Sociedade a “progredir” com, por vezes alguns menos desempregados, (porque aceitaram trabalhar por uns míseros 300 euros por mês)… 
Aonde vamos assim? A revolta? Será isso que querem os nossos governantes?
 
Aos políticos que “governam” este Pais sem rumo, com a interesseira amizade da Alemanha, só me resta dizer: tenham cuidado porque o acordar do Povo, conquanto tardio, pode ser muito violento. 
Não continuem a roubar, nem desta forma descarada, nem doutra. 
Bordeaux, 08-08-2013. 
JoanMira  

Discurso "I have a dream" de Luther King foi há 50 anos

"Eu tenho um sonho de que um dia os meus quatro filhos vivam numa nação onde não sejam julgados pela cor da sua pele, mas pelo seu carácter". As palavras de Martin L. King foram aclamadas pela multidão que o escutava no Lincoln Memorial.

Até amanhã...

Puisqu'il faut taire la vérité,
Inutile pour moi de parler.
J'ai dit la vérité en maints endroits:
Maintenant il est dangereux de parler
À ceux qui n'aiment pas la vérité
Et qui ont donné droit de cité
À des propos qu'ils ne doivent pas soutenir.
Ils nous bernent et trompent tout
Comme le goupil fait avec les oiseaux.
Savez-vous ce que fait le damoiseau?
Il se roule dans la terre rouge,
Fait le mort et la sourde oreille;
Alors les oiseaux viennent des nues,
Et il aime bien qu'ils viennent,
Car il les tue et les blesse:
De même, pour faire bref,
Ceux qui ont accaparé le paradis
Nous ont tués et blessés.
Ils le donnent et l'abandonnent
À ceux qui les abreuvent et enivrent
Et qui leur engraissent la panse
Des biens d'autrui, de la substance d'autrui,
Et qui peuvent être de parfaits hérétiques
En paroles et en actes
Ou des prêteurs méchants et cruels,
Dont les versets du psautier nous disent
Qu'ils sont déjà damnés et perdus.

2013-08-04

Joaquim Carreira dos Santos faleceu



Joaquim, aqui ao lado do deputado Carlos Goncalves; dois grandes Amigos
Paulo de Carvalho - "E depois do adeus"
 
A cancão que adoravas, Amigo, vai, para sempre, ficar ligada à tua memoria. 
 

2013-08-01

Diz Henrique Raposo: muitos gays são muculmanos, ou muitos muculmanos são gays?

Os indignados em versão gay são os polícias do catolicismo e do Papa. Estão sempre a vigiar o vocabulário e as opiniões dos membros da Igreja. Acho muito bem, sim senhora, estão no seu direito, podem e devem expressar o seu ódio terminal contra a fé católica. Mas eu só não percebo uma coisa: a indignação do orgulho gay nunca cai sobre o Islão homofóbico (peço desculpa pelo pleonasmo). E repare-se que não estou a falar dos muçulmanos a viver nas Arábias, mas sim dos muçulmanos europeus. Olhe-se, por exemplo, para a opinião de uma muçulmana sueca muito mediática, Suad Mohamed: "não me peçam para a aceitar ou dizer que o meu deus permite a homossexualidade, porque ser homossexual é proibido (...) ser homossexual é uma escolha, não se nasce assim (...) é o mesmo que beber ou matar. Está a agir de forma errada; a fazer coisas que Deus não gosta" (Pública, 7 de Novembro 2010). Quando um católico diz semelhante coisa, caem três ou quatro Carmos e respectivas Trindades. Quando é um muçulmano a opinar desta forma, os ouvidos da malta são tomados por uma súbita otite progressista.
E a linha na areia há muito que ultrapassou o mero jogo de palavras. Tal como salienta um distinto cidadão de Amesterdão, as agressões de muçulmanos a gays holandeses estão a aumentar perante a inércia da sociedade. Por que razão isto acontece? Quais as causas da indignação selectiva? Vejo três. A primeira é o medo puro e duro, a cagufa, a miúfazinha. Afinal de contas, criticar o islamismo pode provocar ataques directos; na Europa, vários críticos já acordaram com propostas que não podiam recusar. A segunda causa é o velho ódio jacobino contra a Igreja Católica, a Infame, a Rameira de Deus. Mas a razão mais forte é, sem dúvida, a terceira: os complexos politicamente correctos, o racismo cor-de-rosa que apascenta as almas progressistas.
Tal como as feministas, os movimentos gays recusam criticar o islamismo, mesmo aquele que existe dentro das nossas cidades. Desculpar o outro, sobretudo o muçulmano, passou a ser o mantra obrigatório da esquerda. Apesar do evidente racismo (o outro é tratado como uma criança, como um ser menor e inimputável), este mantra é um sucesso há décadas. Percebe-se porquê: dentro de um esquema policial e punitivo típico da esquerda, a crítica a uma pontinha de cabelo islâmico determina, de imediato, a perda das credenciais de esquerda, que, como todos sabem, abrem muitas portas. Devido ao reduzido número de rebeliões contra este cerco , o resultado final é uma enorme hipocrisia. Os assanhados movimentos gay pouco ou nada dizem sobre a força mais embrutecida e homofóbica do nosso tempo, o Islão europeu.

2013-07-31

Texto - Cavaco: Inferno ou Boliqueime?


Inferno, ou Boliqueime?
 
Sim, escolha e  volte para qualquer destes sitios e não esqueça, presidente e excelência de ficar bem caladinho e nem mexer uma palhinha! Eu não esqueço a sua “obra” nem a origem da nossa desgraça! 
Não sei se a reforma de V. Exa. lhe permite viver a vida de que gosta: bons restaurantes, bons palcos, bons teatros, bons espectáculos... 
Eu e milhões de Portugueses sabemos que para sobreviver só nos resta contar os cêntimos, na esperança de que sobre algum centavo! 
V. Exa., que há mais de trinta anos vem sofrendo, também, com as dificuldades económicas que são as suas, deve perceber que o Povo português esta exausto e descrente de todos os charlatães que o têm burlado. 
Não lhe agradeço por nos ter posto a pastar na imunda estrumeira a que Portugal chegou; não lhe agradeço por ter permitido a entronização de ministros como Vítor Gaspar, Paulo Portas, Rui Machete… (a lista esta longe de ser exaustiva). Não lhe agradeço de ter arruinado aquela classe que, em qualquer pais civilizado é o acelerador do consumo, que permite o investimento: a "CLASSE MÉDIA"... 
Não lhe agradeço de ter destruído a nossa industria e agricultura a troco de euros entrados em bolsas de lacaios seus (e também da outra banda) e outros membros vertebrados de parcerias publico-privadas. 
Não lhe agradeço, de forma geral, de continuar a permitir O ROUBO descarado dos Bancos. Mas, a repartição das tarefas até esta bem feita: os banqueiros roubam… perdão, os banqueiros não roubam, desviam, (o Povo é que rouba de quando em vez um naco de pão) e a gente paga!  
Termino, Senhor presidente, depois de tantas notas negativas, com um pedido tão expresso quanto urgente: RUA! Se o fizer ficarei pobre na mesma, mas com a ideia derradeira, também, de que       V. Exa. acabou, finalmente, por ser um homem de honra. 
Bordeaux, 31 de julho de 2013. 
JoanMira

2013-07-29

Texto "O retrocesso diabólico"

O fim do mundo acontece periódica e episodicamente. Sim é o fim de um mundo de progresso social (humanitário?) em que cada dia que passa vemos “Peter Steps Rabbit y Sus Muchachos” pontapearem para a miséria muitos Portugueses. 

Alguns, já muito poucos, dirão que é por inabilidade, falta de experiência governativa… Não, não creio… Tudo foi deliberado. Desde “Cavaco das Caldas” nos anos oitenta, como então primeiro ministro, até à intronizacão de “Pedro Y Sus Muchachos”, piores que “Peter & The Putas Sem decência”… 

A banda “Peter & The Putas Sem Decência” (PSD) tinha avisado: vamos governar para “erguer Portugal”, eliminar todos os que não dão lucro ao Pais (leia-se funcionários públicos), mas quais? Os que grassam nas juntas de freguesia? Os assessores governamentais, os conselheiros, os chulos de Estado, todos os parasitas que a qualquer nível de responsabilidade no Estado vivem à nossa custa? Ou os enfermeiros, os assistentes sociais (cada vez mais necessários neste Pais decadente), os bombeiros… o resultado esta à vista; se o Pinóquio e “A sua Banda” socialista nos criaram péssimas condições de vida, os PSD’s,  (putas sem decência) conduzem-nos à Idade Média! 

Não falemos dos banqueiros que estão na origem da nossa bancarrota; olhe, Rui Machete, foi promovido a Ministro dos Negócios Estranhos! Ou me engano ou ele esteve envolvido no caso do BPN… 

Mas lembremos também que funcionários públicos são também enfermeiros, assistentes sociais, (cada vez mais necessários neste Pais decadente) funcionários Portugueses no estrangeiro que trabalham muito mais que 50 horas… 

Se o Pinóquio e “A sua Banda” socialistica nos poluíram a vida, os PSD’s, (putas sem decência, sim, porque até conheci putas sérias)

querem fazer-nos voltar à Idade Média! 

Em conclusão: entre “Putas Sem Decência (PSD) ” e “Putas Sinistras” (PS), escolha enquanto pode (com “p”)  

Bordeaux, 29 de Julho de 2013 

JoanMira 

Imagens do Mundo - Belgrado - Onda de calor no hemisfério norte


Em Belgrado, sombrinhas coloridas enfeitam as ruas e protegem do sol forte
Foto: MARKO DJURICA / REUTERS
Em Belgrado, sombrinhas coloridas enfeitam as ruas e protegem do sol forte. MARKO DJURICA / REUTERS
Deve ser a minha sina... Sai do Rio à procura de frescura e eis que me deparo, na velha Europa, com temperaturas tropicais... "Cara do Corcovado"! Porquê eu?...

2013-07-26

Tragico acidente em Santiago de Compostela - El maquinista del tren frenó muy tarde




Interior de uno de los vagones del tren Alvia que descarriló cerca de Santiago de Compostela. / SALVADOR SAS (EFE)
 
 
Cuando el miércoles a las 20.41 el Alvia procedente de Madrid se acercaba a 190 kilómetros por hora a la curva maldita de A Grandeira, que se retuerce a apenas cuatro kilómetros de la estación de Santiago de Compostela, una señal advirtió al maquinista, Francisco José Garzón Amo, en su cuadro de mandos que debía reducir la velocidad a 80. Abandonaba las vías reformadas a finales de 2011 para recibir algún día al AVE y pasaba a enfilar un tramo de trazado antiguo. El conductor, tras descarrilar el tren, llamó desde su móvil al servicio de 24 horas de emergencia y soltó: “Tenía que ir a 80 y voy a 190”. En la grabación, ya aportada en la noche del miércoles al juez, la frase figura literalmente en presente aunque el accidente ya ha ocurrido. También habla de los “pobres viajeros” y expresa su deseo de que “ojalá no haya muertos”. La compañía Talgo, que tiene controles internos de velocidad en sus convoyes, confirmó ayer informalmente a las autoridades que el tren iba a “velocidad extrema”.
Así funciona el sistema ASFA.

El conductor sí aseguró, en su primera reconstrucción de los hechos, que se le activó la alerta en su cuadro de mandos y que pulsó al momento el botón que comunicaba que había recibido la advertencia de que iba por encima de la velocidad permitida. ¿Por qué entonces no frenó? ¿Por qué un ferroviario con años de experiencia afrontó el viraje del trazado a una velocidad desmesurada?

Esa incógnita la despejará la investigación sobre el accidente ferroviario más grave de los últimos 40 años en España, que ha segado la vida ya de 78 personas y herido a 130. Al cierre de esta edición, 95 pasajeros permanecían ingresados en los hospitales gallegos que se movilizaron la misma noche del siniestro, 32 de ellos en estado crítico. El instructor del caso, titular del juzgado número 3 de la capital gallega, ya ha ordenado que la policía le tome declaración como imputado en el centro hospitalario donde permanece custodiado por agentes de seguridad, lo que previsiblemente se producirá hoy. El juez no ha podido interrogarlo todavía porque ayer estuvo desbordado con el levantamiento y la identificación de las decenas de cadáveres, todos depositados en la morgue improvisaba en la noche del desastre en el pabellón municipal del Sar.

Francisco José Garzón, de 52 y natural de Monforte de Lemos, una localidad lucense de gran tradición ferroviaria, dio negativo en la prueba de alcoholemia.El magistrado ha ordenado a la policía custodiar las cajas negras, esos registros que tienen los trenes y que serán vitales para esclarecer el accidente, así como la recuperación de documentos, vídeos e informes para la instrucción del caso.