Um erro, qualquer um dah. Mas, na televisão, jornais, comunicação social em geral, vai sendo notorio que os comunicadores os dão com frequência cada vez mais acelerada... Somos uma nação com muitos "letrados", doutores, arquitetos, "inginheiros" e "tutti quanti" e outros titulos. A verdade é que esses "canudos" obtidos de forma obviamente obrigatoria cada vez menos nos convencem! E isto reflete-se na qualidade dos dirigentes que temos no "rectângulo"!
2012-01-27
O blog "Notas Verbais" volta!
Sem estarmos desesperados, começavamos a estar deveras preocupados. O "nosso" "Notas Verbais" não dava sinal de vida desde 12 de dezembro...muito tempo para quem o diariamente consulta para ter noticias da verdadeira vida diplomatica! Mas, eis que um anuncio tão agradavel quanto inesperado, enche o nosso coração de alegria: o "Notas Verbais" regressa amanhã ao meio-dia.Welcome back!
http://notasverbais.blogspot.com/Carta aberta ao 1.° ministro (anonimo)
Exmo. Sr. 1º Ministro,
Vou alterar a minha condição de funcionário público, passando à qualidade de empresa em nome individual (como os taxistas) ou de uma firma do tipo
"Jumentos & Consultores Associados Lda." e em vez de vencimento passo a receber contra factura, emitida no fim de cada mês.
Ganha o ministro, ganho eu e o país que se lixe!
Ora vejamos:
Ganha o ministro das Finanças porque:
- Fica com um funcionário público a menos.
- Poupa no que teria que pagar a uma empresa externa para avaliar o meu desempenho profissional.
- Ganha um trabalhador mais produtivo porque a iniciativa privada é, por definição, mais produtiva que o funcionalismo público.
- Fica com menos um trabalhador, potencial grevista e reivindicador que por muito que trabalhe será sempre considerado um mandrião.
E ganho eu porque:
- Deixo de pagar na totalidade todos os impostos a que um funcionário público está obrigado, e bem diga-se, pois passo a considerar o salário mínimo para efeitos fiscais e de segurança social.
- Vou comprar fraldas, champôs, papel higiénico, fairy, skip e uma infinidade de outros produtos à Makro que me emite uma factura com a designação genérica de 'artigos de limpeza', pelo que contam como custos para a empresa.
- Deixo de ter subsídio de almoço, mas todas as refeições passam a ser consideradas despesa da firma.
- Já posso arranjar uma residência em Espanha para comprar carro a metade do preço ou compro um BMW em leasing em nome da firma e lanço as facturas do combustível e de manutenção na contabilidade da empresa.
- Promovo a senhora das limpezas lá de casa a auxiliar de limpeza da firma.
- E, se no fim ainda tiver que pagar impostos, não pago, porque três anos depois o Senhor Ministro adopta um perdão fiscal; nessa ocasião vou ao banco onde tinha depositada a quantia destinada a impostos, fico com os juros e dou o resto à DGCI.
Mas ainda ganho mais:
- Em vez de pagar contribuições para a CNP, faço aplicações financeiras e obtenho benefícios fiscais se é que ainda tenho IRS para pagar.
- Se tiver filhos na universidade eles terão isenção de propinas e direito à bolsa máxima (equivalente ao salário mínimo) e se morar longe da universidade ainda podem beneficiar de um subsídio adicional para alojamento; com essas quantias compro-lhes um carro que, tal como o outro, será adquirido em nome da firma assim como manutenções e combustíveis.
- Se tiver um divórcio litigioso as prestações familiares que o tribunal me condenar já não serão deduzidas directamente na fonte e recebo o ordenado
inteiro e só pago se me apetecer...!
Como se pode ver, só teria a ganhar e já podia dizer em público o nome da minha profissão sem parecer uma palavra obscena, afinal, em Portugal ter
prejuízo é uma bênção de Deus!
Está visto que ser ultra liberal é o que realmente vale a pena, e porque é que os partidos que alternam no poder têm tantos votos...?
Presenças consulares em França vão emitir cartões do cidadão e passaportes a partir de fevereiro

Luis Ferraz à esquerda da foto
Paris, 27 jan (Lusa) – As presenças consulares de Portugal em França, cuja rede foi recentemente reajustada, vão passar a poder emitir cartões do cidadão e passaportes a partir de fevereiro, disse hoje à Lusa o cônsul-geral em Paris, Luís Ferraz.
Até agora Paris realizava permanências (ou presenças) consulares - traduzidas por deslocações regulares de funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) às áreas não cobertas por consulados ou vice-consulados - em Reims, Troyes, Sens e em Rennes. Depois do reajustamento que se seguiu ao fecho de três vice-consulados de Portugal em França, a rede vai estender-se e flexibilizar-se.
O cônsul-geral esquematizou o que acontecerá na área consular de Paris: "Vamos ter permanências consulares no Nord-Pas-de-Calais, na Bretanha, diretamente em Nantes e em Rennes. Vamos depois, para favorecer o Sul da Bretanha, descentralizar na área de Tours e fazer uma permanência consular em Poitiers. Vamos também fazer uma permanência em Bourges e continuar a ir a Sens, a Rances e a Troyes”, explicou.
Esta rede de permanências consulares, “que vão ter lugar, em princípio, ou em associações, ou em estruturas municipais”, precisará, alerta, de ser ajustada em função da procura, de acordo com o que a experiência de trabalho vier a mostrar.
Outra novidade é que, a partir de fevereiro, “o consulado à porta de casa” vai passar a poder emitir o cartão do cidadão e o passaporte. Luís Ferraz considera que os novos equipamentos portáteis adquiridos pelo MNE para estes serviços vão "enriquecer a permanência consular” e “permitir tornar mais eficiente a relação entre o consulado e a comunidade”.
Quanto ao número de funcionários de que dispõe para estas mudanças, o responsável reconhece que “já começa a não ser generoso”, mas considera que, por agora, “há um equilíbrio” e que os recursos permitirão um trabalho “com qualidade e com capacidade de resposta”.
Ao comentar a interrupção da sua comissão de serviço em Paris, decidida pelo ministro Paulo Portas, Luís Ferraz afirmou que vai sair “com a tranquilidade de ter tido dois anos e meio muito intensos”. O cônsul-geral destacou ainda que, durante este tempo, conseguiu “redimensionar o consulado, melhorar o serviço público, introduzir novas tecnologias e aproximar o consulado da comunidade”.
Entre as prioridades que tinha listadas estavam a vontade de “assegurar uma maior implantação do consulado na área, que cresceu, continuar a política cultural desenvolvida nos últimos dois anos, e aproximar o consulado dessa comunidade, menos falada mas importante, que já são os portugueses das novas gerações, que estão nos serviços e na administração pública francesa e que vão ser os elementos fundamentais da relação entre os dois países”.
JYF
Lusa/fim.
Lusa/fim.
NASA divulga novas imagens de Marte
A NASA divulgou quatro novas imagens ao seu banco de dados de 20500 mil fotografias de alta resolução de Marte.
As fotografias foram tiradas em Novembro e Dezembro de 2011 pela HiRISE (High Resolution Imaging Science Experiment) a bordo da missão MRO (NASA's Mars Reconnaissance orbiter) e foram divulgadas esta semana.
A missão MRO foi lançada em 2005 para procurar por sinais de água em Marte, para estudar o clima e a geologia do planeta vermelho.
As imagens de alta resolução captadas pela câmara HiRISE podem conter até 100 vezes mais informação do que as capturadas por uma câmara de 10 megapixels.
As fotografias foram tiradas em Novembro e Dezembro de 2011 pela HiRISE (High Resolution Imaging Science Experiment) a bordo da missão MRO (NASA's Mars Reconnaissance orbiter) e foram divulgadas esta semana.
A missão MRO foi lançada em 2005 para procurar por sinais de água em Marte, para estudar o clima e a geologia do planeta vermelho.
As imagens de alta resolução captadas pela câmara HiRISE podem conter até 100 vezes mais informação do que as capturadas por uma câmara de 10 megapixels.
Atenção Portugal: forte sismo abala norte de Itália
Um forte sismo abalou esta sexta-feira o norte de Itália. Segundo o USGS (Instituto Geológico norte-americano), o abalo de magnitude 5,3 ocorreu a cerca de 10 quilómetros de profundidade na localidade de Reggio Emilia, na província de Génova, às 15:53.
Há dois dias foram sentidos mais dois sismos fortes (magnitude 4,9) na mesma região com epicentro em Reggio Emilia e Verona.
O sismo teve a duração de cerca de 10 segundos e foi sentido em Milão, Turim, Bolonha, Florença e Verona.
Noticia em desenvolvimento. Ainda não sabemos o numero de vitimas.
Há dois dias foram sentidos mais dois sismos fortes (magnitude 4,9) na mesma região com epicentro em Reggio Emilia e Verona.
O sismo teve a duração de cerca de 10 segundos e foi sentido em Milão, Turim, Bolonha, Florença e Verona.
Noticia em desenvolvimento. Ainda não sabemos o numero de vitimas.
2012-01-26
Sismo vai matar dezenas de milhares em Portugal
Os maiores especialistas portugueses em sismos avisam que Portugal pode sofrer, a qualquer momento, um terramoto e um tsunami semelhantes aos que vimos no Japão e que vai matar dezenas de milhares de pessoas porque o país não está preparado. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num documento a que a TVI teve acesso, avisa que em Portugal nem sequer os hospitais estão preparados para um sismo.
Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.
O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.
«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.
Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».
As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses
O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.
Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.
Oito meses depois, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».
A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.
Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.
O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.
«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.
Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».
As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses
O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.
Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.
Oito meses depois, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».
A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.
Mourinho esperou árbitro e chamou-o de «artista»
José Mourinho não falou sobre o árbitro de forma directa, após o Barcelona-Real Madrid da última noite, mas esperou pelo juiz do encontro no final da partida e não se conteve. Apelidou Teixeira Vitienes de artista e interpelou-o a dois metros de distâncias.
O acto foi testemunhado pelo Mundo Deportivo, que nesta quinta-feira dá conta do episódio, ilustrado com uma foto de Mourinho encostado ao carro do árbitro. O treinador atravessou o estádio até à zona destinada aos «blaugrana», a mesma por onde saem os árbitros e ficou alguns minutos a aguardar a chegada do juiz do encontro.
Veja o desenvolvimento da notícia no Mais Futebol
O acto foi testemunhado pelo Mundo Deportivo, que nesta quinta-feira dá conta do episódio, ilustrado com uma foto de Mourinho encostado ao carro do árbitro. O treinador atravessou o estádio até à zona destinada aos «blaugrana», a mesma por onde saem os árbitros e ficou alguns minutos a aguardar a chegada do juiz do encontro.
Veja o desenvolvimento da notícia no Mais Futebol

O acto foi testemunhado pelo Mundo Deportivo, que nesta quinta-feira dá conta do episódio, ilustrado com uma foto de Mourinho encostado ao carro do árbitro. O treinador atravessou o estádio até à zona destinada aos «blaugrana», a mesma por onde saem os árbitros e ficou alguns minutos a aguardar a chegada do juiz do encontro.
Veja o desenvolvimento da notícia no Mais Futebol
O acto foi testemunhado pelo Mundo Deportivo, que nesta quinta-feira dá conta do episódio, ilustrado com uma foto de Mourinho encostado ao carro do árbitro. O treinador atravessou o estádio até à zona destinada aos «blaugrana», a mesma por onde saem os árbitros e ficou alguns minutos a aguardar a chegada do juiz do encontro.
Veja o desenvolvimento da notícia no Mais Futebol
Barragem Foz Tua: desabamento faz três mortos
Um desabamento nas obras de construção da barragem de Foz Tua causou esta quinta-feira três mortos, confirmou fonte do CDOS à TVI24.
O acidente ocorreu por volta das 14h00 e as vítimas são trabalhadores da obra.
Segundo fonte do INEM, os cadáveres ainda não foram resgatados por falta de «condições de segurança».
No local está um helicóptero do INEM, a VMER de Vila Real e 28 bombeiros com 8 veículos.
O acidente ocorreu por volta das 14h00 e as vítimas são trabalhadores da obra.
Segundo fonte do INEM, os cadáveres ainda não foram resgatados por falta de «condições de segurança».
No local está um helicóptero do INEM, a VMER de Vila Real e 28 bombeiros com 8 veículos.
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