2012-12-12

O Consulado de Portugal em Andorra abriu; segundo o Diari d'Andorra a afluência do primeiro dia foi boa

Gerard del Castillo - Andorra la Vella - 10/12/2012






El cònsol honorari, José Manuel da Silva.
És una oficina petita, no hi cabrien més de cinc persones si s’hagués de fer cua (de moment no cal demanar cita prèvia, però s’estudiarà els propers dies si es detecta una gran afluència de gent).
És una oficina amb només dues taules per als dos funcionaris que atenen els residents portuguesos que hi van a fer gestions, amb un despatx per al cònsol honorari i amb un espai per fer tràmits com la carta de ciutadania. Aquest és l’espai que ocupa el nou consolat honorari de Portugal i el despatx consular lusità que ahir van començar a funcionar.
Un espai petit, sí. Però per als ciutadans lusitans residents al país és com tenir un petit tros de Portugal a Andorra. “Em dóna tranquil·litat saber que si em passa alguna cosa a mi o a la meva família tinc un lloc on acudir i on em poden ajudar”, explica Carmelia Alves, una de la quinzena de persones que es van apropar ahir al matí fins a l’oficina consular en el primer dia d’obertura. S’hi va arribar per registrar la filla nascuda fa unes setmanes. Un tràmit que des del 3 de gener fins ahir s’havia de fer al consolat lusità a Barcelona o al de Tolosa.
Un primer dia d’obertura que es van tramitar tres passaports, dues cartes de ciutadania (el nou carnet d’identitat portuguès) i un registre de naixement, entre altres consultes dels residents lusitans, segons indica el cònsol honorari, José Manuel da Silva. “Ha estat un primer dia molt positiu, ha vingut força gent i, malgrat que encara estem de rodatge, tot s’ha pogut solucionar satisfactòriament”, assenyala Da Silva, que va de taula en taula parlant amb els dos funcionaris que treballen a l’oficina i amb els compatriotes que hi van anar per fer tràmits i consultes. I quan hi ha algun dubte, pregunta a una convidada especial.
Es tracta de la doctora Alzira Cancela, la formadora del ministeri de Justícia portuguès que el govern de Lisboa ha enviat a Andorra per donar el darrer cop de mà perquè el despatx consular funcioni amb normalitat. “Va venir dilluns passat i estarà aquí fins al dia 18. Necessitàvem formació per treballar amb el sistema informàtic que està connectat directament amb els registres centrals de Lisboa i per emetre el carnet de ciutadania, que per primer cop es por fer des d’Andorra”, explica Da Silva.
El cònsol honorari també és del parer que tenir representació oficial del teu país, “malgrat sigui més petita que la que teníem abans”, dóna tranquil·litat. “Tenim una representació més bona de la que ens havíem imaginat quan van tancar l’ambaixada i el consolat. Fins i tot es podran fer més gestions que abans”, indica Da Silva, que explica que encara no estan a ple rendiment, ja que “no ens ha arribat el segell oficial de Portugal que ens permetrà fer les tramitacions que ens han autoritzat des de Lisboa”.

2012-12-09

Texto - Reflexão


REFLEXÃO


 


Este nómada compulsivo, esta, novamente em Terras gringas; desta feita no Rio de Janeiro; sei Que o paradigma de Andorra não vai repetir-se; não Tenciono ficar décadas virando carioca…


 


Mas tão-somente permanecer alguns tempos na Cidade Maravilhosa. E, logo que beneficie de brisa Astral, poder rumar à velha Europa para me Reencontrar com filhos e netos, se Deus quiser.


 


Com eles ficarei contemplando o escasso tempo do “Final countdown”, desta efémera passagem. Neste Belo e estranho continente nada me falta; a Não ser a proximidade dos que amo.


 


A saudade, complexo e “sui-generis” sentimento Português, eis que pela primeira vez o sinto longe Do meu Pais; mesmo, ou sobretudo, porque vivendo  Na cidade maravilhosa!


 


Distribuir o amor e o carinho, de que eu próprio há muito careço, à medida que vão desaparecendo familiares e amigos, vai continuar a ser o meu objectivo primordial. Quando a minha hora chegar.


 


E já que por nisso estes sentimentos soltos aqui me conduzem, reitero, aos amigos que ainda não o saibam, que quero ser sepultado, em pequeno e luso cemitério;


 


De modo que assim, de quando em vez, os Sobreviventes que se lembrarem de mim se Reúnam, riam, lembrando os meus melhores Momentos, e me deixem algumas flores.


 


Mas isto, estou convicto, não será para as Próximas horas! Neste momento estou Energicamente vivo, cumprindo a minha derradeira Missão no consulado do Rio de Janeiro.


 


Costuma-se render homenagem a toda criatura que “Vai para o Céu”; mesmo ao maior dos criminosos se encontram frases de circunstância para enaltecer o que de menos pior fez… é da praxe.


 


Pessoalmente não tenho nada contra isso; como diz o meu Amigo Daniel Oliveira: “Bem pelo contrario”.


 


Rio de Janeiro, 14 de Maio de 2012.


 


JMIRA

Hugo Chavez - Cancer

Cartazes com mensagens de apoio foram empunhados pelas ruas da capital CaracasJORGE SILVA / REUTERS

Com um coração nas cores da bandeira venezuelana e uma foto de Chávez, mulher presta seu apoio ao presidente
Foto: Fernando Llano / AP
Com um coração nas cores da bandeira venezuelana e uma foto de Chávez, mulher presta seu apoio ao presidente
Fernando Llano / AP

Anúncio da volta de Chávez à Cuba para tratar câncer arrancou lágrimas da senhora
Foto: Fernando Llano / AP
Anúncio da volta de Chávez à Cuba para tratar câncer arrancou lágrimas da senhora
Fernando Llano / AP

Historia - Imagens - II Guerra Mundial - O ataque a Pearl Harbor


Vista aérea da "Linha de Combate"


O navio USS Shaw explode durante o ataque japonês


Destroços de avião




O navio USS Arizona em chamas

O navio USS Nevada arde após ter sido bombardeado



Fotografia capturada pela Força Aérea japonesa mostra o ataque a Pearl Harbor

Imagens do ataque japonês a Pearl Harbor de 7 de dezembro de 1941

Imagens do Mundo - China


China Nadar em água gelada para manter saúde de de ferro
Entre outros benefícios, estarão a redução do stress e a melhoria da concentração
foto Mark Ralston/AFP

2012-12-08

Árabes rendidos aos produtos alimentares portugueses


A Nutrigreen, empresa de Torres Novas que se dedica à transformação de fruta, ganhou o primeiro prémio de inovação no SIAL Middle East, salão dedicado à industria mundial do agroalimentar, que decorreu na semana passada em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.
O azeite com lascas de ouro laminado, produzido em Alcaria, perto do Fundão, impressionou os árabes e já foi exibido em horário nobre na estação nacional do Emirado de Sharjah.
Estas foram duas das seis empresas que promoveram os seus produtos nos Emirados, debaixo da marca chapéu "Portugal Foods", que projeta a imagem do sector agroalimentar a nível internacional.
A televisão nacional do emirado de Sharjah exibiu o azeite com ouro, produzido no Fundão, no programa "30 minutos", que passa em horário nobre (pelas 20h00 locais).

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/arabes-rendidos-aos-produtos-alimentares-portugueses=f772251#ixzz2ETE5FIoE

Rio já enfrenta problemas de falta d’água


RIO - O Rio e a Baixada Fluminense já estão enfrentando problemas de falta de água neste sábado por causa da quarta interrupção do Sistema Guandu devido a falta de energia elétrica. O quarto corte de energia, que demorou sete minutos, aconteceu por volta de 23 horas desta sexta-feira, desligando mais uma vez o Sistema Guandu, que abastece o Rio e Baixada Fluminense. O presidente da Cedae, Wagner Victer, disse que o problema provocou a descontinuidade no abastecimento, que foi retomado mas só será normalizado em toda a cidade na segunda-feira.
A Cedae pediu à população para economizar água e montou um esquema de emergência de carros-pipa para atender hospitais, presídios, delegacias e outros prédios públicos. Já está faltando água em Copacabana, Leme e bairros da Zona Norte, como Tijuca e Méier. Os 15 carros-pipa da Cedae estão sendo abastecidos nos hidrantes da Elevatória Mendes de Moraes, na Leopoldina.
Segundo Victer, quando há uma interrupção mesmo que por poucos minutos no Sistema Guandu e nas elevatórias espalhadas pela cidade, é iniciado um procedimento de segurança para religar todo o sistema de distribuição que demora horas. O grande problema é a entrada de ar nas linhas de abastecimento e o desligamento das bombas de sucção, sacrificando principalmente os bairros mais altos e as chamadas pontas de linhas.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/rio-ja-enfrenta-problemas-de-falta-dagua-6983247#ixzz2ET0V7YOG

2012-12-07

Sismo vai matar dezenas de milhares em Portugal


Os maiores especialistas portugueses em sismos avisam que Portugal pode sofrer, a qualquer momento, um terramoto e um tsunami semelhantes aos que vimos no Japão e que vai matar dezenas de milhares de pessoas porque o país não está preparado. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num documento a que a TVI teve acesso, avisa que em Portugal nem sequer os hospitais estão preparados para um sismo.

Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.

O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.

«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.

Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».

As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses

O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.

Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.

Até agora, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».

A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.

2012-12-06

Texto - A chegada ao Rio e o primeiro encontro com o "Cara" do Corcovado



Já experimentou ir trabalhar para um pais longínquo, em qualquer parte do mundo, a milhares de quilómetros da sua base? 

E chegar a um sitio alheio à vida que durante décadas foi a sua? Não em qualquer de “far niente”, despreocupado, curtindo o desfasamento, mas sim para trabalhar!
Eis o que me aconteceu numa experiência muito condensada.
Viaja-se de noite – porque é mais barato  – e chega-se, no dia seguinte, com seis horas de vida a menos e sono perdido, oriundo do frio polar ao forno, em estado quase moribundo; os agasalhos da velha Europa começam a irritar o corpo e a alma; saindo do avião bem climatizado depara-se com um violento sopro térmico que, instantaneamente faz sentir quanto a sua vida era amena; A insuportável baforada faz-vos pensar no Inferno descrito nos livros e lamentar todos os graus negativos do passado...
Vai-se para um hotel arrastando malas que pesam os litros de suor que nem os "chopps" nem a caipirinha lhe vão permitir de recuperar.
Pelo corpo escorrega, o liquido calorento sinonimo do  desconforto total... Felizmente, o ar condicionado existe no albuergue aligeirando a carga fisico-psicologica… 

Descansa-se um dia e, logo a seguir, “devoir oblige” chega-se, “naturalmente”, ao emprego.
E então, com muito custo e imensa pouca vontade, entra-se  no local de trabalho, num clima de terrorismo, ou guerra civil entre colegas exasperados por não lhe darem a razão que, legitimamente, pensam ter. 

A guerra é sem tréguas; "és por mim ou contra mim!". 

Tenta-se compreender o porquê do conflito tentando não tomar partido, mas é muito complicado! As hostes estão ao rubro…
É-se nomeado responsável pelos recursos humanos e decisões em consequência.

Claro que a situação não se torna em nada menos explosiva. Dirigir pessoas sem conhecer todas as magoas do passado, detentores cada qual com ou sem razão da sua verdade, é complicado para quem dirige.

Mas, o juizo tendo de ser feito, optamos por ouvir e dar atenção a todos os intervenientes sem excepção. Tendo consciência que certos prevaricadores se riem à socapa por detraz de cinicas mascaras. 
Mas o que apraz, em suma, guardar do Rio de Janeiro é as amizades que là se criam. Quantas saudades dos amigos Tereza, Zé Carlos, Paula, Roberta, Ricardo, Valdeir, Denise, Francisca, Leila, Wagner, Giani, Rodrigo, Ricardo, (desculpem mas o valor da amizade não se encontra por qualquer tipo de ordem). Em suma, da minha experiência da vida no Rio de Janeiro guardo as mais gratas recordacões. 
Mais, sendo ateu assumido, tivemos a oportunidade, no Rio, de travar conhecimento, aos fins da tarde, com um amigo extraordinario, especialista em acolher “gringos” na situacão de isolamento, ajudando-os a superar um carrão de complicacões.

No que nos respeita passamos muita parte do meu tempo a tirar-lhe fotografias e também em dialogo que, por vezes, teve o seu certo interesse. 

Amigo do Corcovado, desculpa não ter respondido à tua ultima carta. 

Imperdoavel?! Como assim?!! Tu sabes que és a minha luz, o meu caminho... Estou a escrever-te para muito em breve te dar boas noticias de Franca.

Até muito breve Cara!


Bordeaux, 25 de agosto de 2015


JoanMira

Comunicado de Miguel Torga