2013-09-01

Brigada Vitor Jara - "Alvissaras" - Video Musica

"Alvissaras"

Texto - Roubo nos consulados de Portugal!



Quando o Estado português transfere fundos para fazer face aos encargos com a seguranca social dos seus funcionários no estrangeiro e que esses fundos aparecem sem contabilização, parece-nos de ser de dizer “Alto e para o baile”!...

 

O “cacau” foi enviado mas não chegou ao “destinado” destino… Então, se não chegou ao destino certo é porque foi desviado; e se foi desviado devo considerar, como contribuinte, que fui roubado!
 

Colocasse-nos uma primeira questão: se o dinheiro transferido não chegou aos cofres do Estado, foi para onde?
 

Para bolsos particulares?
 

Vamos investigar o caso… Mas o que é certo é que muitos trabalhadores, conquanto tenham “descontado” não sabem onde foi parar o seu dinheiro.
 

A isto se chama roubo descarado, sem intervencão da “UN”!!!
 

Como simples cidadão, apenas EXIJO verdade!
 

Este caso estah a afectar muitos funcionários de consulados de Portugal no estrangeiro…
 

Queremos respostas rápidas; temos obrigações, que cumprimos, mas temos também o direito a “INVESTIGACÕES SÉRIAS”.
 

Para quem ainda não tivesse bem compreendido, estou a referir-me a consulados de Portugal na “Estranja”…
 

Digo eu de quê. Falo porque, acima de tudo, estou a ser roubado…
 

E venha mais um processo disciplinar…!
 

 Bordeaux, 31 de Agosto de 2013.
 

JoanMira  

2013-08-31

Texto - O camarada Che e o Policarpo "alantjano"

Numa reunião politica, discursa o Che Guevara :


“Meus queridos amigos, Cuba precisa de mais trabalho, de manter os salários e diminuir os impostos...
 

De repente, é interpelado por um presente:
 

- "Mas como é que vamos reduzir os impostos que nem sequer pagamos?..."
 

- "Há sempre uma solução, “camarada”! vamos tributar um grupo    a   que chamaremos, “Filhos da put@” ou “Os da Panasqueir@” e
verão que o dinheiro vai jorrar em Cuba!
 

Novamente interrompido, diz outro espectador, emigrante,  “alantjano” do Alvito:

 

- Chi, Camarada Che, e aquêlês que nã são panascas?

 

- “No ay problema camarada Policarpo, Esses passam para o grupo dos “FDP”!
 

Bordeaux, 31 de Agosto de 2013. 
 
 

JoanMira

2013-08-30

Texto - Hipocrisia e Siria

Qualquer ser humano normalmente constituído só pode estar em desacordo com todas as formas de violência. Porque qualquer pessoa, a que não falte qualquer pedaço de massita cerebral, tem de se insurgir contra todas as guerras.
 
Você sabe mais que eu da situação na Síria? É que eu pouco sei, a não ser o que nos conta a imprensa, ela própria controlada pelo neoliberalismo FDP! E então, você vai querer entrar no mérdico conflito? Seria como deitar gasolina no fogo... 
 
Lembre-se do que se passou no Iraque e das "explicações" hipócritas que na altura nos foram dadas...
 
 
Hoje, e como sempre, muitas "patacas" estão em jogo, sobretudo aquelas que nunca veremos e noticias que nunca chegarão ao cidadão comum! 
 
Interrogar-se é já um bom passo; você sabe se foi o regime sírio que utilizou armas químicas ou se foi a oposição a esse regime? Você sabe tanto quanto eu sei, muito pouco. 
 
E já agora, porque é que as armas químicas devem ser proibidas? E as outras não? As segundas não matam? Ou a morte e o sofrimento devem obedecer a sofisticados e classificados requintes? 
 
A guerra que em Portugal se trava pouco interesse tem para as altas instâncias internacionais porque se trata, tão-somente, de um conflito civil entre europeus:  ladrões e sacrificados, a que nada, ninguém, nem a ONU pretende por termo, menos ainda "bombeiros incendiários" pertencendo a seita do FMI, vulgo FDP pertencendo ou não a troikas que derramam Kerozene sobre o Pais... 
 
Diabólica e fatal chacina!
 
Para pacificar o nosso rectângulo, nunca vera veículos "UN"! Será que massacrar sírios possa ser mais lucrativo?! 
 
Grande e decadente inferno! 
 
Bordeaux, 30 de agosto de 2013. 
 
JoanMira
 

2013-08-29

Aleluia! - Amaia nasceu!



29-08-2013
 
Chegou o ser divino... o bébé chegou a este mundo.
 
JoanMira

Mais um exemplo de neoliberalismo: o Brasil adopta escravos cubanos!

O problema não é que sejam médicos, muito menos cubanos. O problema é o método de contratação, que convalida grave violação de direitos humanos.

Importar trabalhadores é normal. Importam-se, por exemplo, os melhores profissionais, para agregar conhecimento e expertise às práticas locais. Ou se traz um tipo de trabalhador que não se encontra no país importador. Ou ainda pessoas que topam salários e serviços que os locais não aceitam.
Este é o caso da importação de médicos pelo governo brasileiro. Tanto que os estrangeiros só poderão exercer um tipo de medicina e apenas nos lugares para os quais foram designados. Não vieram para transmitir alguma ciência ou prática nova. O médico de família e o atendimento básico não são novidades por aqui.
Mas são insuficientes, diz o governo. É um argumento. As entidades médicas brasileiras, portanto, não têm razão quando se opõem à importação em si.
Ocorre que a história não termina aí. Tão normal quanto a importação de trabalhadores é a exigência de qualificação - algum tipo de avaliação do profissional estrangeiro para saber se atende às necessidades nacionais. Todos os países fazem isso.
Portanto, o governo brasileiro pode abrir uma espécie de concurso internacional para contratar médicos. Mas, primeiro, eles têm que passar por prova de capacitação, como passa qualquer brasileiro quando entra para qualquer serviço público. Segundo, esse mercado deve ser livre.
Assim: o país importador oferece a oportunidade e dá as condições de trabalho, os estrangeiros, pessoalmente, se candidatam, fazem os testes e assinam o contrato. Esse documento, obviamente, pode ser rescindido. Imagine que o médico chega numa cidade remota e verifica que não tem a menor condição de atender. Ou não recebe o salário acertado. Ele pode retirar-se e rescindir o contrato. Inversamente, se começa a fazer besteira, o governo, o contratante, pode afastá-lo.
E se o médico, afinal, achar que entrou numa fria, e que sua família não se adaptou - ele pode pegar um ônibus, ir até o aeroporto mais próximo e embarcar, com seu passaporte e o de seus familiares, de volta para casa. Ou para Miami.
Essa é a situação dos médicos argentinos ou portugueses. Não é, obviamente, o caso dos cubanos. Estes não têm o contrato de trabalho com o governo brasileiro ou outra entidade local, não recebem salário brasileiro, não têm o direito de desistir, não têm passaporte, não têm, pois, a liberdade de deixar o Brasil e ir para qualquer lugar que desejarem.
São funcionários do governo cubano, destacados para trabalhar no Brasil - sob as regras contratuais do regime cubano, uma ditadura. E não poder trazer a família, que permanece refém em Cuba, sem poder viajar para o Brasil ou para qualquer outro lugar - isso é de uma violência sem limite.
Os médicos ficam presos no Brasil, suas famílias, em Cuba. Parece exagerado, mas é a pura verdade. Tanto que o governo brasileiro foi logo avisando os doutores cubanos que não tentem fugir ou pedir asilo, porque serão presos e deportados.
Por isso, não vale a comparação com empresas brasileiras que levam trabalhadores brasileiros para suas obras em outros países. Os brasileiros foram livremente e podem voltar ao Brasil (ou qualquer lugar) quando quiserem.
Tudo considerado, o governo brasileiro pode importar médicos, mas não praticar a violação de direitos humanos embutida no contrato dos cubanos. Os médicos brasileiros podem exigir provas de validação dos estrangeiros. Mas não podem hostilizar pessoalmente os cubanos. Tirante os militantes, a situação pessoal deles é penosa.
O governo brasileiro mentiu várias vezes nesse episódio. Em maio último, o então chanceler Patriota havia dito que se preparava a importação de 6 mil cubanos. Dada a reação ruim, o ministro Padilha disse que o governo havia desistido do projeto. Agora, assim de repente, aparecem 4 mil médicos preparados para vir ao Brasil.
O governo apenas aproveitou o momento para lançar o Mais Médicos, com esse propósito principal de trazer os cubanos. Com marketing: quem pode ser contra a colocação de médicos em lugares carentes? Por outro lado, a presidente Dilma comprou uma briga feia com os médicos brasileiros, caracterizados como ricos insensíveis no discurso oficial e aliado. Uma ofensa, claro, mesmo considerando que há médicos que não cumprem suas obrigações. A grande maioria está aí, ralando.
Finalmente, e se algum cubano entrar, por exemplo, na embaixada dos EUA e conseguir refúgio, o que fará o governo brasileiro?
Carlos Alberto Sardenberg é jornalista
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/cubanos-presos-aqui-la-9734289#ixzz2dNUtwnhF

2013-08-28

Partidos politicos - E a Monarquia em Portugal?

Depois de ter perdido a esperanca no PCP...


Aturar maléficos bandos de putos do PSD


Na companhia irrevogavel de improvaveis badamecos do CDS


Não falando dos traidores do PS
 


Apetece-me, como muitos Portugueses, experimentar a lealdade destes...


Confesso que cada vez mais creio em gente honesta!
 
Bordeaux, 29 de agosto de 2013.
 
JoanMira

 

Ha 50 anos - Martin Lutherking - "Eu tenho um sonho"

O discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito em frente a uma platéia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor discurso estadunidense do século XX numa pesquisa feita no ano de 1999. De acordo com o congressista John Lewis, que também fez um discurso naquele mesmo dia como o presidente do Comitê Estudantil da Não-Violência, "o Dr. King tinha o poder, a habilidade e a capacidade de transformar aqueles degraus no Lincoln Memorial em um púlpito moderno. Falando do jeito que fez, ele conseguiu educar, inspirar e informar [não apenas] as pessoas que ali estavam, mas também pessoas em todo os EUA e outras gerações que nem sequer haviam nascido."
Hoje os sinos das igrejas de todo o país (EUA)vão soar no momento em que o discurso foi feito. Barack Obama, primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos, vai pronunciar um discurso nas escadarias do Lincoln Memorial, mesmo local onde o líder negro disse as famosas palavras. Outros eventos estão programados em todo o país.No dia 28 de agosto de 1963, Martin Luther King foi o último a discursar no evento conhecido como Marcha de Washington pelo Trabalho e pela Liberdade. Ele defendeu a igualdade de direitos para todos diante de cerca de 250 mil pessoas.
Veja ao lado um trecho do discurso.
As famosas palavras – ‘Eu tenho um sonho’ – só entraram no discurso momentos antes do início. Depois do momento memorável, Martin Luther King entrou de vez para a história como um ícone Depois do momento memorável, Martin Luther King entrou de vez para a história como um ícone da luta pelos direitos humanos. O discurso é considerado um dos principais do século XX.
Martin Luther King foi assassinado três anos depois, na cidade americana de Memphis.
Apesar dos avanços sociais conquistados, os desafios no caminho da igualdade ainda são grandes nos Estados Unidos. O desemprego em meio à comunidade afrodescendente americana ainda é o dobro da média nacional, e a renda média de uma família negra corresponde a apenas dois terços da renda geral dos americanos.
Veja o Vídeo:

Texto - FDP do neoliberalismo


Que se refastelem onanistas sem alma; “doutores” analfabetos,
Orgulhosos, inconscientes gabarolas usufruindo da miséria alheia.
 
O Povo, na sua sabedoria singela, aguarda pelo grande momento:
Por enquanto, labuta, sofre e chora com a esperançada e previsivel alegria de que
 
Um dia, uma noite, ou cedo de madrugada os vai f.d.r! 
 
 
Rio de Janeiro, 27 de Maio de 2012.
 
 
JoanMira
 
"Je te donne"