"A mula da ccoperativa"
2014-06-09
Tem a palavra Paulo Terça: Portugal humilhado!
Paulo Terça reagiu assim à noticia publicada no "Dinheiro Vivo" dando conta de mais uma perda de soberania de Portugal para os escroques de Bruxelas:
"Ora então, todos os orçamentos, criados pelos governos europeus democraticamente eleitos, serão submetidos à aprovação da comissão europeia, uma instituição que não é eleita democráticamente. Não é difícil de perceber que isto, na práctica, significará que a Alemanha poderá decidir de que forma serão feitos os investimentos públicos em cada país. Se, por exemplo, for inconveniente que Portugal invista em conhecimento que possa vir a criar concorrência com a Alemanha, esta poderá boicotar qualquer tipo de investimento nessa área, com base em meras tecnicalidades orçamentais. Com base nisto, Portugal poderá ser mantido eternamente como uma sweat shop para fornecimento de mão de obra barata.
Pressupostamente, a Europa foi sonhada em determinada altura como um espaço onde todos os povos poderiam evoluir de forma solidária (evolução que surgiu posteriormente às necessidades da França no pós-guerra, e que tanto beneficiaram a Alemanha). Mas agora, ninguém discute de que forma fazer parte da União Europeia poderá ajudar cada um dos países. A Comunidade da Europa transformou-se no Império Alemão.
Numa nota final: que o palerma do Seguro tenha apoiado o tratado orçamental é a prova acabada de que não há nada a esperar deste cretino. Não sei quanta diferença poderá fazer ter o Costa à frente do PS, mas de certeza que pior que o Seguro é impossível."
"Ora então, todos os orçamentos, criados pelos governos europeus democraticamente eleitos, serão submetidos à aprovação da comissão europeia, uma instituição que não é eleita democráticamente. Não é difícil de perceber que isto, na práctica, significará que a Alemanha poderá decidir de que forma serão feitos os investimentos públicos em cada país. Se, por exemplo, for inconveniente que Portugal invista em conhecimento que possa vir a criar concorrência com a Alemanha, esta poderá boicotar qualquer tipo de investimento nessa área, com base em meras tecnicalidades orçamentais. Com base nisto, Portugal poderá ser mantido eternamente como uma sweat shop para fornecimento de mão de obra barata.
Pressupostamente, a Europa foi sonhada em determinada altura como um espaço onde todos os povos poderiam evoluir de forma solidária (evolução que surgiu posteriormente às necessidades da França no pós-guerra, e que tanto beneficiaram a Alemanha). Mas agora, ninguém discute de que forma fazer parte da União Europeia poderá ajudar cada um dos países. A Comunidade da Europa transformou-se no Império Alemão.
Numa nota final: que o palerma do Seguro tenha apoiado o tratado orçamental é a prova acabada de que não há nada a esperar deste cretino. Não sei quanta diferença poderá fazer ter o Costa à frente do PS, mas de certeza que pior que o Seguro é impossível."
Paulo Terça
NB: subscrevemos "por baixo sublinhado"
2014-06-08
Tem a palavra Anjos Fernandes - "O amanhecer do apocalipse"
Caído aquele, surgiu a liberdade e a democracia, apesar das tentativas dos “amanhãs que cantam”.
Quarenta anos volvidos, encontramo-nos no lodaçal, incapazes de termos presente e sonharmos com o futuro.
Quer dizer, estamos hoje na mesma situação de há quarenta anos, com muitas agravantes, talvez a pior de todas é que até na casa de banho nos podem controlar. A liberdade foi esfrangalhada, pelo que deixámos de vivenciar em democracia, pois que esta não sobrevive sem liberdade.
Apraz notar que hoje se vive debaixo de uma ditadura fiscal feroz, que não é possível combater, porquanto, regras fiscais deliberadas pelas maiorias, são tidas por legítimas. A democracia bem poderá ser a pior das ditaduras, na medida em que a legitimidade advém do voto, parecendo não existir limites.
Os limites são balizados pela constituição, todavia o intérprete é o político. Não é verdade que o Tribunal Constitucional é um órgão político, sofrendo dos mesmos males que atingem a política e os políticos em geral?
O pós 25 de Abril está podre, não pode manter-se, devendo ser substituído por outras formas de organização social e política, agora não com panos quentes, mas antes de forma radical, castigando-se de forma exemplar os falsários da democracia, não tendo estes lugar na nova etapa.
Para tanto será necessário que o povo (população) saia do estado de hipnose, se consciencialize dos seus direitos e que não mais permita que bandidos o governem. Tudo, nem que seja pela força da forquilha, da paulada, ou do apedrejamento.
Ao Partido Social “Democrata” dedico este meu virulento mas Honesto escrito.
- É do conhecimento geral que sou ateu por devoção e anarca por convicção. Por tal não existirá suspeição política ou religiosa sobre este meu escrito.
Desde o ano de 2009, que tenho acompanhado com enorme interesse a vida política em Portugal e com redobrada atenção o que se passa na minha amada cidade de Leiria.
E o que constato é que o governo de Leiria é constituído por marionetes, conduzidas por caciques locais, entre outros, um clínico que sonha ser presidente e um engenheiro que já foi presidente, havendo ainda outras figuras menores que controlam o aparelho partidário. Tudo se comporta num esquema piramidal, contrário à liberdade e à democracia, sendo antes um enorme polvo, cujos tentáculos tudo abraça.
Por último, vos digo: Ter um amigo político
É ter uma moeda falsa no bolso!
Leiria 24 de Abril de 2014
Anjos Fernandes
Historia Portugal/Indonésia - Os Portugueses foram os primeiros ocidentais a chegar à Indonésia (1511)
Os avanços tecnológicos dos portugueses no início do século XVI — designadamente na construção de navios e no fabrico de armas — permitiram-lhes empreender expedições de exploração e expansão bem longe da sua terra natal. Começando com as primeiras expedições enviadas da recém-conquistada Malaca em 1512, os portugueses foram os primeiros europeus a chegar à actual Indonésia, procurando dominar as valiosas fontes de especiarias e aumentar os seus esfoços missionários. As tentativas iniciais dos portugueses para estabelecer uma coligação e um tratado de paz em 1512 com o Reino de Sunda de Java Ocidental, falharam devido à hostilidade entre os reinos indígenas de Java. Os portugueses deslocaram-se, então, mais para Leste, para as Ilhas Molucas, que eram constituídas por um conjunto de principados e reinos que estavam ocasionalmente em guerra uns com os outros, mas que mantinham um comércio inter-ilhas e internacional. Através, quer de conquistas militares quer de alianças com os governantes locais, os portugueses estabeleceram entrepostos, fortes e missões na Indonésia oriental, nomeadamente nas ilhas de Ternate, Amboina e Solor. A segunda metade do século XVI marca o culminar das actividades missionárias portuguesas, numa época em que as conquistas militares no arquipélago já haviam terminado e em que os seus interesses na Ásia Oriental começam a deslocar-se para o Japão, Macau e a China. O açúcar do Brasil e o comércio de escravos no Atlântico, por sua vez, contribuem, também, para desviar as atenções da Indonésia.
Os portugueses foram, também, os primeiros europeus a aportar às Celebes do Norte. São Francisco Xavier visitou e apoiou a missão de Tolo, na ilha de Halmaera, a primeira missão católica nas Molucas. A missão foi criada em 1534, quando alguns chefes de Morotia vieram a Ternate pedindo o baptismo. Simão Vaz, padre de Ternate, deslocou-se a Tolo fundando a missão que acabou por se tornar objecto de conflito com os espanhóis. Mais tarde, Simão Vaz acabou por ser assassinado.
2014-06-07
2014-06-06
Metro de Lisboa:TC deteta "desvios" (Roubalheira) financeiros e falhas de gestão em obras
O Tribunal de Contas (TC) detetou desvios financeiros de 18 milhões de euros nas obras de extensão da linha vermelha do metro de Lisboa, mais precisamente na ligação de Oriente ao aeroporto, e ainda falhas de atuação e de gestão nesta e numa outra obra de manutenção na linha azul.
Esta avaliação, diz o TC num documento ontem publicado, surge de "uma denúncia, anónima, relacionada com eventuais ilegalidades cometidas pelo Metropolitano de Lisboa (ML)" nomeadamente "em matéria de contratação pública e de empreitadas de obras públicas" e que "refletiam irregularidades graves na gestão dos dinheiros públicos".
Conclui o órgão liderado por Guilherme d"Oliveira Martins que o Metropolitano de Lisboa "acautelou", de uma forma geral, o cumprimento da lei na fase da contratação. Mas não deixa de apontar "várias deficiências" que acabaram por comprometer a execução das duas empreitadas,. Em causa coisas tão diversas como a ausência de planeamento, alterações aos projetos e derrapagem dos prazos.
Não admira, por isso, que, em vez dos 118,1 milhões de euros inicialmente contratados, a ligação Oriente-aeroporto tenha acabado por custar 136,2 milhões, um aumento de 15,3%. Só a nível de elaboração do projeto, o desvio foi de 32,2%, com um custo final de 7,5 milhões. Os serviços de revisão do projeto implicaram, por seu turno, um acréscimo de custos de 53,7%: foram pagos à Cenorgeo 592 mil em vez dos 385 mil contratados.
No que à execução da obra diz respeito, o desvio financeiro foi de 12,9%, sendo que o custo total, de 121,4 milhões, foi agravado em 14 milhões e, por fim, no que à fiscalização diz respeito, o valor total dos pagamentos efetuados à Fagipt ascendeu a 6,646 milhões, ou seja, 45,8% acima do previsto.
2014-06-05
Texto - Morte de Pedro Passos Coelho
Não, não morreu assassinado, embora a maioria dos Portugueses tivessem razão de o fazer; não se suicidou, apenas deixou de existir politicamente.
Depois de todas as chumbadas e asneiradas que
se têm sucedido ao longo do estatuto como primeiro-ministro e, como são tantas
a memoria nos pode falhar, eis que depois de tantas palermices – mas sempre
ditadas pelo permanente e constante ódio do Povo – “Peter Steps Rabbit”, cuja
formação é indirectamente proporcional à inteligência, tenta um novo truque.
O leitor poder-se-ia questionar: que inventou
o verdugo para ainda mais torturar os Portugueses?
Apostamos que qualquer ser dotado de um mínimo
de bom senso possa adivinhar o que possa ter surgido no cérebro da maléfica
criatura… Que voltas vai mais trocar…
O Coelho chumbado arrelia-se! O Coelho com a
traseira a arder é cada vez mais salazarista…
Portugueses, Amigos, estamos feitos por muitos
tempos, é que do outro lado, na oposição PS, nada se propõe; a não ser guerras
politico-partidarias entre “Seguros” e “Costas”!
E assim vamos continuar a sobreviver.
Mas que fez de tão grave o Coelho chumbado?
Temos todos visto na comunicação social os
impulsos loucos da “Peter Steps Rabbit & Submarinos Paul”; que
invariavelmente se queixam do Tribunal Constitucional, e os violentos ataques que se têm sucedido.
O Coelho chumbado, protagonista da miséria dos
Portugueses, não se da por vencido. A culpa não é dele e do seu governo:
responsável é o Tribunal Constitucional que se opõe a políticos corruptos que não respeitem a Lei Fundamental: a Constituição!
Apela para que os juízes sejam eleitos, isto é para que sigam os motes dos
partidos… E deixem de exercer as suas funções que é de fazer aplicar a Lei
Fundamental…
As normas jurídicas do Tribunal Constitucional
são de fazer respeitar a Constituição quaisquer os partidos que governem o
Pais.
Peter Steps Rabbit assim não o entende. Depois
de ser por varias vezes chumbado, vem agora pedir esclarecimentos ao TC,
remetendo-se à sua ignorância.
Feito “parvo”, manda o seu esbirro Nuno Morais
Sarmento argumentar de que o TC é movido por questões politicas, quando foi ele
mesmo a avançar com essa patética defesa.
Estamos feitos Amigos; do lado da Presidência,
nada se move. Silêncio absoluto. O sofrimento do Povo é tão indiferente quanto
é bom bem viver à sua custa!
05-06-2014
JoanMira
Pobre e mal-agradecido, mas com uma lata incomensurável

Este Governo, claro. Durante os primeiros cinco meses do ano, o Governo, que é pobre, cobrou um imposto especial e extraordinário incidindo exclusivamente sobre as grandes fortunas, portanto, sobre os trabalhadores da função pública que recebem mais de 675 euros por mês. Como se esperava, e seguindo jurisprudência firmada, o Tribunal Constitucional (TC) declarou este imposto inconstitucional e determinou a cessação da sua cobrança. Lamentavelmente, permitiu que o Governo retivesse os montantes entretanto ilegitimamente cobrados.
Acabou por ser um benefício ao infractor, tão mais perigoso quanto estimula o Governo, sabendo que conta com a prestimosa cooperação institucional do Presidente da República, a repetir a habilidade no próximo ano. As razões para tal benesse são difíceis de explicar em texto curto, mas têm a ver com protecção da confiança (neste caso do Governo) na cobrança do imposto extraordinário que o TC admitiu que pudesse vigorar durante o chamado programa de ajustamento e também com a dificuldade técnica em definir o limite preciso a partir do qual um acréscimo àquele imposto é considerado inconstitucional.
Porém, este Governo, que é pobre, é também mal agradecido e, por isso, não lhe ocorreu melhor que pretender suscitar um inadmissível incidente de aclaração exactamente sobre o benefício que o TC lhe concedera. Não percebem com exactidão, dizem, as consequências jurídicas da decisão do TC. Mas o que o TC disse, de forma clara e inequívoca, foi: a partir de 30 de Maio o Governo deixa de poder cobrar este imposto. Ora, recorrendo à linguagem tão cara aos fanáticos de mais e mais impostos (mas só sobre alguns): qual é a parte do a partir de 30 de Maio que não percebem? Não sabem qual é o exacto montante cobrado ilegitimamente que podem reter? Bom, mas aí, se não sabem, estudassem. O que é que o TC tem a ver com isso?
Na realidade, o pedido de aclaração não faz qualquer sentido nem teria, mesmo se fosse bem sucedido, a mínima consequência prática. Da parte do Governo, no fim de contas, é business as usual. Tudo isto acontece apenas porque está a celebrar-se a já ritual semana de luta que se segue a qualquer decisão de inconstitucionalidade, desta vez apenas amplificada pelo facto de, no calendário deste ano, esta semana coincidir com a campanha, também já inaugurada, de pressão sobre a próxima decisão do Tribunal Constitucional.
Este Governo não respeita o TC. Cumpre as suas decisões, pudera, porque é obrigado. Mas ignora e atropela, sistematicamente, todas as indicações do TC. Em 2011, o TC disse que só excepcionalmente admitia o referido imposto especial e extraordinário sobre funcionários e pensionistas, mas, logo em 2012, o Governo tentou fazer acrescer-lhe outro imposto equivalente a dois salários (conseguiu-o, na prática, mas o TC reafirmou a inconstitucionalidade, advertindo que não havia lugar para mais impostos só sobre alguns). Porém, chega o Orçamento de 2013 e, com ele, outra tentativa de novo imposto, desta vez equivalente a um salário, e mais uma esperada decisão de inconstitucionalidade. Será que o Governo se conformou finalmente à legalidade? Qual quê! Logo em 2014, novo e ainda mais grave imposto, precisamente este que foi agora considerado inconstitucional. E é, então, este mesmo Governo que agora quer conhecer exactamente o montante que pode reter para, diz, não incorrer em eventual ilegalidade. Digam-nos, por favor, o que a lei impõe. Correr o risco de cometer uma ilegalidade, credo… É bonito, é mesmo comovente, há que reconhecer.
Pode ser pobre e mal-agradecido, mas, o seu a seu dono, tem uma lata incomensurável.
Jorge Reis Novais - Professor universitário e constitucionalista2014-06-04
Texto - Video - Coelho e o Tribunal Constitucional - Video Raul Solnado

Deixe-se de queixumes, senhor primeiro
Ministro, pare de vigarizar e roubar o Povo
Basta de cinismo e incompetência parola.
Só tem de respeitar a Lei, a Constituição.
Assim deixara de ser coelho chumbado;
Por três vezes recebeu tiros nas traseiras
Mas, pelos vistos, não chegou…
Então, antes que algum desesperado o esfole,
Deixe-se de violações e prepotências.
Assuma os seus actos; o Tribunal
Constitucional não tem culpa das suas patetices.
Aclaração ao TC?! Não percebeu ou será que
Finalmente tem noção da sua funesta
má-formação
Intelectual?!
Estudou onde? … Há, na mesma que o Relvas…
Pois, não admira… Mas, por favor, suma,
largue-nos
Va, se quiser, para o Rio de Janeiro onde poderá
Encontrar colegas com o mesmo currículo!
Ladrões, larápios e aldrabas já temos em
Portugal… Por favor, va actuar noutras
Freguesias!
Veja o vídeo que a seguir reproduzimos:
Raul Solnado era culto, palhaço, astuto e com
Classe…
Enquanto se distrai, vou vomitar.
04-06-2014
JoanMira
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