Près du lac bleu se dresse la plus haute tour du monde, Burj Khalifa. Image réalisée en 2012 par le couple de satellites Pléiades. (ASE)
2013-10-13
2013-10-12
Sarkozy, Innocent?!!!
Nicolas Sarkozy ne sera pas renvoyé en correctionnelle : les juges
d'instruction de l'affaire Bettencourt ont prononcé un non-lieu, estimant que
les charges retenues étaient insuffisantes. L'ancien président avait été mis en
examen le 21 mars dernier, soupçonné d'avoir reçu de Liliane Bettencourt,
héritière de l'Oréal, de grosses sommes d'argent pour financer sa campagne
électorale de 2007, alors que la vieille dame était en situation de faiblesse
psychique.
Le non-lieu ne doit pas être confondu avec un acquittement ; en écrivant sur sa page Facebook "la justice vient de me déclarer innocent", Sarkozy s'avance : les attendus de l'ordonnance montrent que les juges n'ont pas été convaincus de l'innocence de l'intéressé, mais ont uniquement renoncé aux poursuites faute de "charges suffisantes"...
Ce non-lieu ôte néanmoins l'épée de Damoclès qui menaçait son retour sur la scène politique et offre à Nicolas Sarkozy la possibilité de se lancer dans la bataille pour 2017.
Le non-lieu ne doit pas être confondu avec un acquittement ; en écrivant sur sa page Facebook "la justice vient de me déclarer innocent", Sarkozy s'avance : les attendus de l'ordonnance montrent que les juges n'ont pas été convaincus de l'innocence de l'intéressé, mais ont uniquement renoncé aux poursuites faute de "charges suffisantes"...
Ce non-lieu ôte néanmoins l'épée de Damoclès qui menaçait son retour sur la scène politique et offre à Nicolas Sarkozy la possibilité de se lancer dans la bataille pour 2017.
COURRIER INTERNATIONAL
Diz Eulalia Moreno: O PS e o CCP
Nos debates decorridos nas Redes Sociais sobre a tentativa do desgoverno de ocultar das Comunidades Portuguesas a Anteproposta do Projecto para alteração da Lei que rege o Conselho das Comunidades Portuguesas ( CCP) é interessante notar a AUSÊNCIA do deputado socialista Paulo Pisco, eleito pelo Círculo de Europa.
Com efeito, os nossos outros três deputados pela Emigração, Maria João Ávila, Carlos Páscoa e Carlos Gonçalves deram o seu contributo em diversos murais, concordando ou discordando com algumas manifestações, mas presentes, assumindo descuidos , salientando a importância desse debate público para a maior interacção das nossas Comunidades em todo o mundo.
Enquanto isso, Paulo Pisco permanece alheio a tudo isso. Já disse e reitero que o meu CORAÇÃO é Socialista e nesta altura da minha vida um " transplante" não seria de todo conveniente. Contudo, a minha RAZÃO no que diz respeito a Comunidades leva-me para os braços do Partido Social Democrata e colo de todas as outras Bancadas Parlamentares!!
Não sou amiga pessoal de nenhum dos nossos Deputados eleitos. Nunca tomei pequeno almoço, almocei ou jantei com qualquer um deles, jamais estive com qualquer um deles em eventos públicos que não fossem , eles nos seus estatutos de deputados e eu, como jornalista. Com a deputada Maria João Ávila, por vêzes, lhe escrevo a dizer o quando admiro a elegância e postura da mesma nos nossos eventos porque me sinto orgulhosa por vê-la representar a Mulher Emigrante dessa maneira, mas isso são conversas de e para mulheres.
Estranho que o deputado Paulo Pisco tenha silenciado com relação a essa questão do CCP ou esteja a ser lento demais para se posicionar, a título pessoal ou partidário, sobre todo o debate gerado em torno disso. Há dois dias recebi do deputado Pisco uma informação sobre a proposta socialista de criar uma nova vertente de investimentos para empresários, hoje , uma carta sobre o que se passa com o fechamento do nosso posto diplomático na Córsega, mas sobre o CCP..." silêncio entre as colunas".
O Partido Socialista sempre em cima do muro no que diz respeito às nossas Comunidades. E vamos e convenhamos, um partido que nas últimas legislativas teve a coragem de apresentar a hoje adjunta da SECP como cabeça de lista pelo meu Círculo ( Fora da Europa) é um partido que não quer ser levado a sério!!! »
Com efeito, os nossos outros três deputados pela Emigração, Maria João Ávila, Carlos Páscoa e Carlos Gonçalves deram o seu contributo em diversos murais, concordando ou discordando com algumas manifestações, mas presentes, assumindo descuidos , salientando a importância desse debate público para a maior interacção das nossas Comunidades em todo o mundo.
Enquanto isso, Paulo Pisco permanece alheio a tudo isso. Já disse e reitero que o meu CORAÇÃO é Socialista e nesta altura da minha vida um " transplante" não seria de todo conveniente. Contudo, a minha RAZÃO no que diz respeito a Comunidades leva-me para os braços do Partido Social Democrata e colo de todas as outras Bancadas Parlamentares!!
Não sou amiga pessoal de nenhum dos nossos Deputados eleitos. Nunca tomei pequeno almoço, almocei ou jantei com qualquer um deles, jamais estive com qualquer um deles em eventos públicos que não fossem , eles nos seus estatutos de deputados e eu, como jornalista. Com a deputada Maria João Ávila, por vêzes, lhe escrevo a dizer o quando admiro a elegância e postura da mesma nos nossos eventos porque me sinto orgulhosa por vê-la representar a Mulher Emigrante dessa maneira, mas isso são conversas de e para mulheres.
Estranho que o deputado Paulo Pisco tenha silenciado com relação a essa questão do CCP ou esteja a ser lento demais para se posicionar, a título pessoal ou partidário, sobre todo o debate gerado em torno disso. Há dois dias recebi do deputado Pisco uma informação sobre a proposta socialista de criar uma nova vertente de investimentos para empresários, hoje , uma carta sobre o que se passa com o fechamento do nosso posto diplomático na Córsega, mas sobre o CCP..." silêncio entre as colunas".
O Partido Socialista sempre em cima do muro no que diz respeito às nossas Comunidades. E vamos e convenhamos, um partido que nas últimas legislativas teve a coragem de apresentar a hoje adjunta da SECP como cabeça de lista pelo meu Círculo ( Fora da Europa) é um partido que não quer ser levado a sério!!! »
EULALIA MORENO
2013-10-11
Salvador Dali - 'Soft construction with boiled beans'
Texto - CCP? …Deixem-me rir…

“Deixem-me rir”, do Jorge Palma, não é por acaso ou não, uma daquelas musiquinhas
que insistentemente se insinuam na nossa memoria.
Na consular vida profissional, sem consolo algum, digamos, até nos foi
dado o irreprimível e salutar ataque de riso perante o palerma “de canudo às
costas”, confundindo certa musica “pimba”, “executada” por uma improvável xaranga,
num circo de aldeia, com o “Bolero” de Ravel…
As probabilidades de se encontrar algum parvo dessa laia aumentam directa,
proporcional e extraordinariamente com a relação da sua acção politica.
Desmantelam o ensino, arrasam a nossa economia, sob a douta orientação do
chefe de Estado e o seu lacaio chefe de Governo; organizam o institucionalizado
descalabro.
Pobres criaturas corruptas, sem fé nem lei, torturando o Povo a seu bel
prazer! Servindo-se em vez de servirem o
Estado…
Povo Português, acorda! Quem pode suportar que os nossos idosos
terminem a sua vida de forma tão miserável!
Mães que deram à luz os imbecis políticos que temos, digam aos vossos
filhos que chegou o tempo da Revolta! Morrer não é nada se for com dignidade. A
dignidade que os FDP nos estão a tirar!
A, e já agora, parece que o meu intuito era falar do CCP…
Decididamente, não é o dia, prefiro deixar para outra publicação
inspirada pela, também, linda canção do Paulo de Carvalho: “E depois do Adeus”.
Bordeaux, 11 de Outubro de 2013.
JoanMira
2013-10-10
Texto - Alô Rio...Mais processos!
Mais processos vão atingir nas próximas
horas (dias?) o consulado-geral de Portugal no Rio de Janeiro.
Tanto quanto é do nosso
conhecimento, pelo menos um processo já esta no “forno”; a nada adianta precipitações…
E o Secretario de Estado tem a virtude de saber esperar para, no momento
oportuno, desferir o golpe final…
Calma: com paciência, determinação
e muita perseverança teremos a felicidade de ver, dentro de pouco tempo, quem,
afinal, foi o maior responsável da grande corrupção que jamais se viu num grande
consulado! (pode haver outro –s-).
Quem sabendo, obviamente, dos
seus furtos denunciou colegas para esconder as suas faltas, usou de delação e tentou
pacoviamente amedrontar todos os que
pugnam pela verdade.
Nos próprios fomos também alvo de
burras, bacocas e caricatas manobras, chegando-se ao ponto de se indiciarem pessoas que deram provas da sua honestidade ao
longo de décadas de serviço consular sem manchas.
Isso, também, vai ter um custo
acrescido para os burlões.
E, como, como já aqui dissemos, quem
não deve não teme, o autor deste blogue sente-se, desde já em estado de grande regozijo
e jubilação de saber que, em breve, os prevaricadores vão conhecer o castigo!
A temer e a tremer estão decerto
algumas maléficas criaturas que desviaram o erário público em seu benefício
pessoal.
As contas têm de ser prestadas
neste mundo; no outro não se sabe como será.
As ameaças que nos foram feitas, de
processo disciplinar, sem justa nem qualquer causa, esvair-se-iam no tempo
secular se nos amedrontássemos e parássemos de denunciar quem fere a nossa Pátria.
Aquele rectângulo maravilhoso é
pequeno, belo e é nosso!
Entendidos, gringos?
10-10-2013
JoanMira
Humor - Anedota : Quem bebeu mais?

Um indivíduo, bêbedo que nem um cacho, foi mandado parar para um teste de alcoolemia.
- O sr. bebeu alguma coisa hoje?
- Com certeza sr. Guarda.
A minha sobrinha casou hoje e antes de ir para o casamento enfiei logo umas cervejolas.
No banquete enfiei umas 3 ou 4 garrafas de tintol e à noite na festa bebi 2 garrafas de Johnny Walker rótulo preto.
Hic!!!
- E o sr. sabe que eu sou da Brigada de trânsito e isto é um controle de alcoolemia?
- Sei perfeitamente sr. guarda.
E o sr. guarda já reparou que este carro é inglês, tem o volante do outro lado e quem está a conduzir é a minha mulher???
Pedro Teixeira
Diz o Jornal de Angola: Um caso grave de tortura em Portugal
As últimas notícias confirmam que quando se escreve “capaz de tudo” não é,
neste caso, uma frase feita, uma muleta de retórica. É mesmo tudo, incluindo
torturar o povo.
Torturar o povo? Não será exagero do escriba? Não é. Encontram outra interpretação para a intenção manifestada de cortar nas pensões de sobrevivência dos viúvos com a finalidade de financiar bancos, bolsas e especuladores que se alimentam da dívida portuguesa, jogando com ela a juros cruéis?
A expressão “pensão de sobrevivência” é eloquente: sobrevivência, um montículo de migalhas para acudir à montanha de custos e encargos que todos os dias se ergue no horizonte dos cidadãos mais desfavorecidos.
Pensões de sobrevivência são os rendimentos das viúvas e viúvos de Portugal, a quantia, na maior parte dos casos em formato de esmola, de que dispõe o cidadão que ao perder o cônjuge perde igualmente grande parte do rendimento familiar. A pensão é o resíduo que o sobrevivente recebe do que o companheiro descontou durante a sua vida de trabalho.
O governo de Portugal, no rescaldo de uma visita dos esbirros da troika, parece então disposto a assaltar as pensões de sobrevivência dos portugueses na sua estratégia de procurar “aqui e ali”, como ameaçou o Vice-Primeiro Ministro Paulo Portas, os milhares de milhões necessários para pagar uma dívida impossível de pagar e que não se deve, por certo, a desmandos cometidos pela maioria dos portugueses, mas sim pela elite que os assalta.
O que se poupa atacando as pensões de sobrevivência? Uns trocos inúteis (100 milhões de euros, só os juros do primeiro resgate são 38 mil milhões...) perante a imensidão de uma dívida que chega aos 130 por cento do PIB e que, por alturas do início da intervenção da troika, precisamente para pagar essa dívida, estava à beira dos 90 por cento do PIB. Nesse tempo, dizia o Presidente da República, tal dívida era “insustentável”. Hoje, 40 pontos percentuais acima desse nível, tornou-se “sustentável”, segundo o Presidente da República, que por sinal é o mesmo – Aníbal Cavaco Silva.
Uns trocos retirados a rendimentos reduzidos, em muitos casos insultuosamente miseráveis, que são inúteis contra a dívida mas que, para muitas e muitas vítimas, representam a fronteira entre a sobrevivência e a morte lenta, entre a saúde e a doença, entre um mínimo de dignidade e a humilhação. Trocos que, além disso, simbolizam a infâmia do comportamento que é confiscar os legados que os cidadãos mortos deixaram às famílias e ao país.
Diz o já citado Presidente da República que os portugueses, esmagados pelo regime de austeridade, são “masoquistas” por insistirem em dizer que não é possível pagar a dívida. Ora o assalto às pensões das viúvas e viúvos de Portugal, que não resolve problema algum na situação actual do país, é por isso um caso de punição gratuita e vingativa, com o requinte de ser uma tortura de aplicação lenta. Pelo que as elites que hoje governam a República Portuguesa atingiram o patamar supremo da desumanização, o da crueldade sádica.
Torturar o povo? Não será exagero do escriba? Não é. Encontram outra interpretação para a intenção manifestada de cortar nas pensões de sobrevivência dos viúvos com a finalidade de financiar bancos, bolsas e especuladores que se alimentam da dívida portuguesa, jogando com ela a juros cruéis?
A expressão “pensão de sobrevivência” é eloquente: sobrevivência, um montículo de migalhas para acudir à montanha de custos e encargos que todos os dias se ergue no horizonte dos cidadãos mais desfavorecidos.
Pensões de sobrevivência são os rendimentos das viúvas e viúvos de Portugal, a quantia, na maior parte dos casos em formato de esmola, de que dispõe o cidadão que ao perder o cônjuge perde igualmente grande parte do rendimento familiar. A pensão é o resíduo que o sobrevivente recebe do que o companheiro descontou durante a sua vida de trabalho.
O governo de Portugal, no rescaldo de uma visita dos esbirros da troika, parece então disposto a assaltar as pensões de sobrevivência dos portugueses na sua estratégia de procurar “aqui e ali”, como ameaçou o Vice-Primeiro Ministro Paulo Portas, os milhares de milhões necessários para pagar uma dívida impossível de pagar e que não se deve, por certo, a desmandos cometidos pela maioria dos portugueses, mas sim pela elite que os assalta.
O que se poupa atacando as pensões de sobrevivência? Uns trocos inúteis (100 milhões de euros, só os juros do primeiro resgate são 38 mil milhões...) perante a imensidão de uma dívida que chega aos 130 por cento do PIB e que, por alturas do início da intervenção da troika, precisamente para pagar essa dívida, estava à beira dos 90 por cento do PIB. Nesse tempo, dizia o Presidente da República, tal dívida era “insustentável”. Hoje, 40 pontos percentuais acima desse nível, tornou-se “sustentável”, segundo o Presidente da República, que por sinal é o mesmo – Aníbal Cavaco Silva.
Uns trocos retirados a rendimentos reduzidos, em muitos casos insultuosamente miseráveis, que são inúteis contra a dívida mas que, para muitas e muitas vítimas, representam a fronteira entre a sobrevivência e a morte lenta, entre a saúde e a doença, entre um mínimo de dignidade e a humilhação. Trocos que, além disso, simbolizam a infâmia do comportamento que é confiscar os legados que os cidadãos mortos deixaram às famílias e ao país.
Diz o já citado Presidente da República que os portugueses, esmagados pelo regime de austeridade, são “masoquistas” por insistirem em dizer que não é possível pagar a dívida. Ora o assalto às pensões das viúvas e viúvos de Portugal, que não resolve problema algum na situação actual do país, é por isso um caso de punição gratuita e vingativa, com o requinte de ser uma tortura de aplicação lenta. Pelo que as elites que hoje governam a República Portuguesa atingiram o patamar supremo da desumanização, o da crueldade sádica.
Jornal de Angola
2013-10-09
Historia - Ernesto Che Guevara - Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás - Video - musica.
O assassinato encerrou uma operação guerrilheira desastrosa. Com a vitória da revolução em Cuba, Che Guevara, médico formado pela Universidade de Buenos Aires que se iniciara politicamente na oposição a Perón, resolveu levar o ideal marxista para os países da América Latina, contrariando as recomendações do Partido Comunista soviético. Esse redimensionamento ideológico acirrou as diferenças com o presidente cubano, preocupado em consolidar o bem-estar econômico na ilha. Além disso, contaram contra Che a falta de apoio do Partido Comunista boliviano (desgostoso com o fato de um estrangeiro liderar a revolução no país) e o apoio logístico dos EUA (temerosos de que o exemplo cubano se alastrasse) às Forças Armadas bolivianas.
Os boatos que cercaram a execução de Che Guevara levantaram dúvidas sobre a identidade do guerrilheiro morto em Higueras. A confusão culminou no desaparecimento dos seus restos mortais, encontrados apenas em 1997 - quando o mundo recordava os trinta anos de sua morte - sob o terreno do aeroporto de Vallegrande. O corpo estava sem as mãos, amputadas para reconhecimento poucos dias depois da morte e contrabandeadas para Cuba. Em 17 de outubro de 1997, Che foi enterrado com pompas na cidade cubana de Santa Clara (onde liderou uma batalha decisiva para a derrubada de Batista), com a presença da família e de Fidel. Embora seus ideais sejam românticos aos olhos de um mundo globalizado, ele se transformou num ícone na história das revoluções do século XX e num exemplo de coerência política. Sua morte determinou o nascimento de um mito, símbolo de resistência para os países latino-americanos.
Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás. Ernesto Che Guevara. A frase é, provavelmente, uma das mais reproduzidas do século, em camisetas, cartazes e outros suvenires "revolucionários"
"Hasta siempre comandante"
Prisão. Che Guevara é levado preso na Bolívia Arquivo Leia mais sobre esse assunto em http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/sem-ternura-che-guevara-morto-numa-aldeia-da-bolivia-aos-39-anos-10282966#ixzz2hG1Jl1li
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