2014-01-07

Pintores portugueses - Bernardo Marques

Bernardo Marques nasce em Silves, no Algarve, a 21 de Novembro de 1898. Frequenta o liceu de Faro e, em 1918, começa os estudos na Faculdade de Letras de Lisboa (onde conhece Ofélia Marques, sua futura mulher) que abandona em 1921. Não frequenta o ensino artístico e, tal como outros pintores da sua geração, como Mário Eloy ou Carlos Botelho, será um artista essencialmente autodidata.4

Devido a uma alergia aos materiais da pintura a óleo, o trabalho de Bernardo Marques desenvolver-se-á no desenho. Em 1920 expõe coletivamente pela primeira vez, participando na III Exposição dos Humoristas Portugueses, ao lado de artistas como Almada Negreiros, Emmerico Nunes ou Cristiano Cruz. Em 1929 faz uma estadia na Alemanha e, no ano seguinte, participa no I Salão dos Independentes, SNBA.
Em 1921 inicia atividade gráfica, que irá ocupá-lo de modo regular ao longo da vida, trabalhando em publicidade (anúncios, cartazes), colaborando em jornais, livros e revistas. Do seu intenso trabalho como ilustrador e artista gráfico podem destacar-se as colaborações em jornais como o Diário de Notícias (onde publica a crónica Os domingos de Lisboa, 1925-1929) ou em revistas como Civilização, Imagem, Kino, Presença, ABC, ABC a rir, Revista Portuguesa, Europa, Contemporânea, O Sempre Fixe, Notícias Ilustrado, Atlântico, Variante, etc. Colabora no ETP – Estúdio Técnico de Publicidade de José Rocha. Faz ilustrações, capas e grafismo de obras literárias para editoras como Guimarães, Inquérito, Estúdios Cor, Livros do Brasil, Ática (cuja direção técnica e artística assume a partir de 1947), etc. Dirige graficamente as revistas Panorama (1941-49), Litoral (1944-45) e Colóquio (a partir de 1959). A partir de 1948 Bernardo Marques terá oportunidade para se concentrar mais no desenho como atividade autónoma.5 6
 
Em 1931 trabalha na decoração do pavilhão de Portugal na Exposição Internacional e Colonial de Vincennes, Paris (com Fred Kradolfer, Carlos Botelho e José Rocha). A partir de 1937 integra, juntamente com Carlos Botelho, Fred Kradolfer, José Rocha, Tom, Emmerico Nunes e Paulo Ferreira, a equipa de decoradores do S.P.N. encarregues da realização dos pavilhões de Portugal nas seguintes exposições: Exposição Internacional de Artes e Técnicas, Paris, 1937; Feira Mundial de Nova Iorque, Nova Iorque, 1939; Exposição Internacional de São Francisco, Califórnia, 1939. Em 1940 integra a equipa de decoradores da Exposição do Mundo Português, Lisboa. Colabora como cenógrafo e figurinista em produções do Grupo de Bailados Portugueses Verde-Gaio (Ribatejo, 1940; O Homem do Cravo na Boca, 1941).7
Na década de 1950 participa em várias mostras coletivas, nomeadamente na I Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, 1957, onde lhe são atribuídos os prémios de desenho e de aguarela. Morre em Lisboaa 28 de Setembro de 1962. O seu trabalho é apresentado postumamente em várias exposições individuais, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1966, 1982, 1989, 1999).8

A chanceleira Nazi!



P R O S I T !
(Alguém nos sabe dizer como se diz "Filha de Pai e Cornos" em alemão? Ou qualquer outra linda expressão, tão popular quanto genuinamente utilizada pelos indigenas do sul, mais precisamente num certo rectângulo que se estende do Minho ao Algarve, que comeca por "vai" e termina em "alho"? Este blogue agradece a vossa cooperacão!...)


P R O S I T !


Tatuagem interactiva de Popeye vira hit na web



A imagem apareceu pela primeira vez no site "Bits and Pieces" e virou notícia no "Fashionably Geek" e no "Neatorama". Logo acabou nas redes sociais da web e virou hit.

A "tatuagem interativa" complementa o desenho do Marinheiro Popeye com a mão do tatuado, enorme exatamente quando ele come espinafre:
Reprodução da web
A obra está assinada pela artista Alina Fokina, de Ufa (Rússia).

Imagens do Mundo - Portugal despede-se de Eusébio

O carro que conduz o corpo de Eusébio passa pelo campo do Estádio da Luz, do Benfica, clube em que ele jogou por muitos anos Foto: HUGO CORREIA / REUTERS
O carro que conduz o corpo de Eusébio passa pelo campo do Estádio da Luz, do Benfica, clube famoso onde ele jogou durante muitos anos. HUGO CORREIA / REUTERS

Imagens do Mundo - China inaugura Festival de Gelo e Neve

Pessoas observam escultura de neve em exposição no Festival da Neve de Harbin, que recebeu quase 30 milhões de visitantes nos últimos dois anos Foto: GOH CHAI HIN / AFP
Pessoas observam escultura de neve em exposição no Festival da Neve de Harbin, que recebeu quase 30 milhões de visitantes nos últimos dois anos. GOH CHAI HIN / AFP

Imagens do Mundo - O surfista e a onda gigante - France

Surfista desce onda gigante na praia de Belharra, na cidade francesa de Urrugne Foto: GAIZKA IROZ / AFP
Surfista desce onda gigante na praia de Belhara - France - Gaizca Irroz/AFP

Imagens do Mundo - Mais um dia quente no Rio de Janeiro

Praia cheia na manhã de terça Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Praia cheia na manhã de Terça-feira - Pablo Jacob - Agência O Globo

A imagem do dia 07-01-2014

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M7: Open Star Cluster in Scorpius
Image Credit & Copyright: Lorand Fenyes

Explanation: M7 is one of the most prominent open clusters of stars on the sky. The cluster, dominated by bright blue stars, can be seen with the naked eye in a dark sky in the tail of the constellation of the Scorpion (Scorpius). M7 contains about 100 stars in total, is about 200 million years old, spans 25 light-years across, and lies about 1000 light-years away. The above deep image, taken last June from Hungary through a small telescope, combines over 60 two-minute exposures. The M7 star cluster has been known since ancient times, being noted by Ptolemy in the year 130 AD. Also visible are a dark dust cloud and literally millions of unrelated stars towards the Galactic center.

2014-01-06

Risco de erupção em supervulcão nos Estados Unidos é maior do que se pensava, alertam cientistas


Vista aérea de uma fonte hidrotermal do Parque Nacional de Yellowstone; cientistas afirmam que supervulcão pode entrar em erupção apenas por elevação de pressões em seu interior
Foto: Divulgação / Yann Arthus-Bertrand
Vista aérea de uma fonte hidrotermal do Parque Nacional de Yellowstone;
 cientistas afirmam que supervulcão pode entrar em erupção
apenas por elevação de pressões em seu interior.
Divulgação / Yann Arthus-Bertrand
Cientistas acreditavam até o momento que uma erupção só poderia acontecer após um terremoto que quebrasse a crosta da Terra, permitindo que o magma escapasse. No entanto, de acordo com estudo publicado na revista “Nature Geoscience“, a erupção pode ser resultado apenas do acúmulo de pressão dentro do vulcão.
No passado, supervulcões e asteroides foram responsáveis por extinções em massa e mudanças de longo e curto prazo no clima. A erupção de um supervulcão pode causar um evento chamado “inverno vulcânico”, que resfria a Terra devido ao bloqueio da luz do sol pelas cinzas.
Acredita-se que a última erupção supervulcânica aconteceu cerca de 70 mil anos atrás, no local que hoje se encontra o Lago Toba, em Sumatra, Indonésia. As suas cinzas bloquearam o sol entre seis e oito anos, o que causou um período de resfriamento global que durou cerca de mil anos.
A última vez que o vulcão de Yellowstone entrou em erupção foi cerca de 600 mil anos atrás, lançando na atmosfera mais de mil quilômetros de cinzas e lava - cerca de 100 vezes mais do que a erupção do Monte Pinatubo, nas Filipinas, em 1991, que causou um resfriamento global de 0,4º C por vários meses.
Segundo previsão dos cientistas, uma erupção supervulcânica baixaria as temperaturas médias globais em cerca de 10º C durante uma década, o que levaria a uma mudança no modo de vida na Terra.
Métodos de pesquisa
A caldeira do vulcão de Yellowstone é uma caverna subterrânea de 55 quilômetros de profundidade que contém entre 200 e 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida. Os pesquisadores retiraram um pedaço dessa rocha fundida para ver como ela respondia a mudanças de pressão e temperatura.
Usando uma poderosa fonte de raio-X do European Synchrotron Radiation Facility (ESRF) - um grande acelerador de elétrons construído em Grenoble e financiado por diversos países europeus para pesquisas em física, química, ciências dos materiais e da vida -, os pesquisadores descobriram que a densidade do magma diminuiu significativamente quando exposto à altas temperaturas e pressões vividas no subsolo.
Variações de densidade entre o magma e a rocha circundante podem fazer com que a lava dentro da caldeira do supervulcão ganhe força suficiente para romper a crosta terrestre, permitindo que a rocha derretida e as cinzas sejam lançadas para a superfície, afirmam os cientistas.
- A diferença de densidade entre o magma derretido na caldeira e a rocha circundante é suficiente para conduzir o magma da câmara à superfície - disse Jean-Philippe Perrillat, do Centro Nacional de Pesquisa Científica, em Grenoble, França, ao jornal “The Independet”. - O efeito é como empurrar uma bola de futebol cheia de ar debaixo d'água, isso vai obrigá-la a ir para a superfície por causa da água mais densa em torno dela. Se o volume de magma é grande o suficiente, deve vir à superfície e explodir como uma garrafa de champanhe.
O estudo foi possível porque a máquina de raio-X de Grenoble conseguiu fazer medições precisas de densidade em temperaturas de até 1.700º C e pressão 36 mil vezes maior do que a atmosférica.
- Os resultados revelam que, se a câmara de magma é suficientemente grande, a sobrepressão causada por diferenças de densidade por si só são suficientes para penetrar na crosta acima e iniciar uma erupção - afirmou Carmen Sanchez-Valle, do Instituto Suíço de Tecnologia (ETH, na sigla em inglês) em Zurique, que liderou o estudo.
Prevenir uma erupção supervulcânica não é possível, mas os cientistas estão tentando inventar métodos de controlo da pressão do magma subterrâneo, a fim de prever se ela é iminente.
Segundo Perrillat, não existe nenhum supervulcão em perigo de erupção num futuro próximo que seja de conhecimento de pesquisadores, e seria necessário pelo menos uma década ou mais para que a pressão de magma dentro de uma caldeira subisse a ponto de uma erupção.
Leia mais sobre esse assunto em
http://oglobo.globo.com/ciencia/risco-de-erupcao-em-supervulcao-nos-estados-unidos-maior-do-que-se-pensava-alertam-cientistas-11220119#ixzz2pdogbgEw

Imagens do Mundo - Porthcawl - Grã Bretanha

Pessoas aobservam as enormes ondas que quebram no porto de Porthcawl, na Grã-Bretanha, que aguarda mais enchentes e ventos fortes na costa do país Foto: Ben Birchall / AP
 
Pessoas observam as enormes ondas que quebram no porto de Porthcawl, na Grã-Bretanha, que aguarda mais enchentes e ventos fortes na costa do país. Ben Birchall / AP