"Primeira vez"
2020-04-21
2020-04-19
Information : Salué pour sa réactivité, le Portugal reste prudent sur l’évolution du Covid-19

Photo Jorge Mantilla / NurPhoto via AFP
Le Portugal déplore un nombre de morts bien plus bas que ses voisins européens. Certains s’interrogent sur ce mystère, d’autres présentent la stratégie des autorités portugaises comme un modèle de lutte contre la pandémie. Si elles ont réagi vite, elles n’en restent pas moins inquiètes.
Comment le Portugal ne peut-il déplorer ce lundi 6 avril “que” 295 morts liées au coronavirus quand l’Espagne voisine, par exemple, a déjà dépassé le seuil des 12 000 morts ? Ce contraste, saisissant, amène à s’interroger. Tandis que certains tentent de percer le “mystère” du Portugal, d’autres vantent son “modèle” de lutte contre la pandémie.
Ce qui est certain, c’est que “les mesures adoptées par le Portugal ont été parmi les plus rapides d’Europe”, annonce l’agence de presse portugaise Lusa dans une dépêche qui analyse des données recueillies par l’université d’Oxford au Royaume-Uni. Données selon lesquelles la République tchèque et l’Autriche, aux côtés du Portugal, ont été parmi les pays de l’Union européenne à réagir le plus vite, contrairement à l’Italie, l’Espagne et la France.
Vincent Barros
Courrier International
2020-04-15
2020-04-10
2020-04-06
Pintura - Joan Miró: El surrealismo español - 1/16
Joan Miró i Ferrà, nació en Barcelona, 20 de abril de 1893.
Pintor, escultor, grabador y ceramista, está considerado uno de los máximos representantes del surrealismo en España.
Pintor, escultor, grabador y ceramista, está considerado uno de los máximos representantes del surrealismo en España.
Fue hijo del también pintor Miquel Miró i Adzeries.
Estudió la carrera de Comercio, que simultaneó con clases nocturnas de dibujo en la Escuela Llotja.
Estudió la carrera de Comercio, que simultaneó con clases nocturnas de dibujo en la Escuela Llotja.
2020-04-05
Expressões populares portuguesas : "Coisas do Arco-da-Velha"
Origem: A expressão tem origem no Antigo Testamento; arco-da-velha é o arco-íris, ou arco-celeste, e foi o sinal do pacto que Deus fez com Noé: “Estando o arco nas nuvens, Eu ao vê-lo recordar-Me-ei da aliança eterna concluída entre Deus e todos os seres vivos de toda a espécie que há na terra.” (Génesis 9:16)
Arco-da-velha é uma simplificação de Arco da Lei Velha, uma referência à Lei Divina.
Há também diversas histórias populares que defendem outra origem da expressão, como a da existência de uma velha no arco-íris, sendo a curvatura do arco a curvatura das costas provocada pela velhice, ou devido a uma das propriedades mágicas do arco-íris – beber a água num lugar e enviá-la para outro, pelo que velha poderá ter vindo do italiano bere (beber).
2020-04-04
Informação - Covid 19 - Positivo ?


Com as medidas de confinamento e redução da atividade económica, as cidades estão na atualidade mais vazias, o que pode ter deixado espaço para os animais selvagens beneficiarem da nova situação. “Em Portugal, devido à grande fragmentação de habitat, não veremos grandes mamíferos como raposas ou corços perto das cidades, mas o cantar dos pássaros é bem mais evidente das nossas janelas”, diz à Lusa Ana Marta Paz, da direção da Liga para a Proteção da Natureza (LPN), uma organização não-governamental de defesa do ambiente.
O motivo é a “diminuição drástica do ruído”, uma das grandes mudanças para todas as espécies, com a diminuição da poluição a beneficiar também as populações de todas as espécies, diz a ambientalista, notando que não é o confinamento social que faz estas mudanças, mas sim o abrandamento de uma série de atividades, nefastas para a natureza e para as pessoas. E porque as pessoas estão confinadas notam agora melhor a natureza, por ausência de ruído, mas também por mais tempo para a apreciar.
Domingos Leitão, diretor executivo da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), diz que não há hoje mais aves do que havia antes do confinamento. “O que mudou foi a nossa perceção sobre o que está à nossa volta, ajudada pelo facto de haver menos ruído na rua”.
“Com o entorno mais sossegado é mais fácil detetar o que lá existe. A perceção pode ser a de que as aves apareceram agora, mas elas sempre lá estiveram. Um peneireiro numa varanda não é coisa rara. Há muita biodiversidade que usa os meios urbanos como o seu território e isso nota-se mais agora porque as pessoas estão com mais atenção”, disse à Lusa.
Observador
Inscription à :
Commentaires (Atom)
