2014-01-07

Tatuagem interactiva de Popeye vira hit na web



A imagem apareceu pela primeira vez no site "Bits and Pieces" e virou notícia no "Fashionably Geek" e no "Neatorama". Logo acabou nas redes sociais da web e virou hit.

A "tatuagem interativa" complementa o desenho do Marinheiro Popeye com a mão do tatuado, enorme exatamente quando ele come espinafre:
Reprodução da web
A obra está assinada pela artista Alina Fokina, de Ufa (Rússia).

Imagens do Mundo - Portugal despede-se de Eusébio

O carro que conduz o corpo de Eusébio passa pelo campo do Estádio da Luz, do Benfica, clube em que ele jogou por muitos anos Foto: HUGO CORREIA / REUTERS
O carro que conduz o corpo de Eusébio passa pelo campo do Estádio da Luz, do Benfica, clube famoso onde ele jogou durante muitos anos. HUGO CORREIA / REUTERS

Imagens do Mundo - China inaugura Festival de Gelo e Neve

Pessoas observam escultura de neve em exposição no Festival da Neve de Harbin, que recebeu quase 30 milhões de visitantes nos últimos dois anos Foto: GOH CHAI HIN / AFP
Pessoas observam escultura de neve em exposição no Festival da Neve de Harbin, que recebeu quase 30 milhões de visitantes nos últimos dois anos. GOH CHAI HIN / AFP

Imagens do Mundo - O surfista e a onda gigante - France

Surfista desce onda gigante na praia de Belharra, na cidade francesa de Urrugne Foto: GAIZKA IROZ / AFP
Surfista desce onda gigante na praia de Belhara - France - Gaizca Irroz/AFP

Imagens do Mundo - Mais um dia quente no Rio de Janeiro

Praia cheia na manhã de terça Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Praia cheia na manhã de Terça-feira - Pablo Jacob - Agência O Globo

A imagem do dia 07-01-2014

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M7: Open Star Cluster in Scorpius
Image Credit & Copyright: Lorand Fenyes

Explanation: M7 is one of the most prominent open clusters of stars on the sky. The cluster, dominated by bright blue stars, can be seen with the naked eye in a dark sky in the tail of the constellation of the Scorpion (Scorpius). M7 contains about 100 stars in total, is about 200 million years old, spans 25 light-years across, and lies about 1000 light-years away. The above deep image, taken last June from Hungary through a small telescope, combines over 60 two-minute exposures. The M7 star cluster has been known since ancient times, being noted by Ptolemy in the year 130 AD. Also visible are a dark dust cloud and literally millions of unrelated stars towards the Galactic center.

2014-01-06

Risco de erupção em supervulcão nos Estados Unidos é maior do que se pensava, alertam cientistas


Vista aérea de uma fonte hidrotermal do Parque Nacional de Yellowstone; cientistas afirmam que supervulcão pode entrar em erupção apenas por elevação de pressões em seu interior
Foto: Divulgação / Yann Arthus-Bertrand
Vista aérea de uma fonte hidrotermal do Parque Nacional de Yellowstone;
 cientistas afirmam que supervulcão pode entrar em erupção
apenas por elevação de pressões em seu interior.
Divulgação / Yann Arthus-Bertrand
Cientistas acreditavam até o momento que uma erupção só poderia acontecer após um terremoto que quebrasse a crosta da Terra, permitindo que o magma escapasse. No entanto, de acordo com estudo publicado na revista “Nature Geoscience“, a erupção pode ser resultado apenas do acúmulo de pressão dentro do vulcão.
No passado, supervulcões e asteroides foram responsáveis por extinções em massa e mudanças de longo e curto prazo no clima. A erupção de um supervulcão pode causar um evento chamado “inverno vulcânico”, que resfria a Terra devido ao bloqueio da luz do sol pelas cinzas.
Acredita-se que a última erupção supervulcânica aconteceu cerca de 70 mil anos atrás, no local que hoje se encontra o Lago Toba, em Sumatra, Indonésia. As suas cinzas bloquearam o sol entre seis e oito anos, o que causou um período de resfriamento global que durou cerca de mil anos.
A última vez que o vulcão de Yellowstone entrou em erupção foi cerca de 600 mil anos atrás, lançando na atmosfera mais de mil quilômetros de cinzas e lava - cerca de 100 vezes mais do que a erupção do Monte Pinatubo, nas Filipinas, em 1991, que causou um resfriamento global de 0,4º C por vários meses.
Segundo previsão dos cientistas, uma erupção supervulcânica baixaria as temperaturas médias globais em cerca de 10º C durante uma década, o que levaria a uma mudança no modo de vida na Terra.
Métodos de pesquisa
A caldeira do vulcão de Yellowstone é uma caverna subterrânea de 55 quilômetros de profundidade que contém entre 200 e 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida. Os pesquisadores retiraram um pedaço dessa rocha fundida para ver como ela respondia a mudanças de pressão e temperatura.
Usando uma poderosa fonte de raio-X do European Synchrotron Radiation Facility (ESRF) - um grande acelerador de elétrons construído em Grenoble e financiado por diversos países europeus para pesquisas em física, química, ciências dos materiais e da vida -, os pesquisadores descobriram que a densidade do magma diminuiu significativamente quando exposto à altas temperaturas e pressões vividas no subsolo.
Variações de densidade entre o magma e a rocha circundante podem fazer com que a lava dentro da caldeira do supervulcão ganhe força suficiente para romper a crosta terrestre, permitindo que a rocha derretida e as cinzas sejam lançadas para a superfície, afirmam os cientistas.
- A diferença de densidade entre o magma derretido na caldeira e a rocha circundante é suficiente para conduzir o magma da câmara à superfície - disse Jean-Philippe Perrillat, do Centro Nacional de Pesquisa Científica, em Grenoble, França, ao jornal “The Independet”. - O efeito é como empurrar uma bola de futebol cheia de ar debaixo d'água, isso vai obrigá-la a ir para a superfície por causa da água mais densa em torno dela. Se o volume de magma é grande o suficiente, deve vir à superfície e explodir como uma garrafa de champanhe.
O estudo foi possível porque a máquina de raio-X de Grenoble conseguiu fazer medições precisas de densidade em temperaturas de até 1.700º C e pressão 36 mil vezes maior do que a atmosférica.
- Os resultados revelam que, se a câmara de magma é suficientemente grande, a sobrepressão causada por diferenças de densidade por si só são suficientes para penetrar na crosta acima e iniciar uma erupção - afirmou Carmen Sanchez-Valle, do Instituto Suíço de Tecnologia (ETH, na sigla em inglês) em Zurique, que liderou o estudo.
Prevenir uma erupção supervulcânica não é possível, mas os cientistas estão tentando inventar métodos de controlo da pressão do magma subterrâneo, a fim de prever se ela é iminente.
Segundo Perrillat, não existe nenhum supervulcão em perigo de erupção num futuro próximo que seja de conhecimento de pesquisadores, e seria necessário pelo menos uma década ou mais para que a pressão de magma dentro de uma caldeira subisse a ponto de uma erupção.
Leia mais sobre esse assunto em
http://oglobo.globo.com/ciencia/risco-de-erupcao-em-supervulcao-nos-estados-unidos-maior-do-que-se-pensava-alertam-cientistas-11220119#ixzz2pdogbgEw

Imagens do Mundo - Porthcawl - Grã Bretanha

Pessoas aobservam as enormes ondas que quebram no porto de Porthcawl, na Grã-Bretanha, que aguarda mais enchentes e ventos fortes na costa do país Foto: Ben Birchall / AP
 
Pessoas observam as enormes ondas que quebram no porto de Porthcawl, na Grã-Bretanha, que aguarda mais enchentes e ventos fortes na costa do país. Ben Birchall / AP

Morreu Nelson Ned - "Domingo à tarde" - Video - Music

Nelson Ned d'Ávila Pinto nasceu em Ubá, no dia 2 de março de 1947 Foto: Solano José
Nelson Ned d'Ávila Pinto nasceu em Ubá, no dia 2 de março de 1947. Solano José
Nelson Ned: "Domingo à tarde"
 

Imagens do Mundo - Lisboa - O adeus a Eusébio


Uma mulher coloca flores perto da estátua de Eusébio, no Estádio da Luz Foto: Hugo Correia / Reuters
Uma mulher coloca flores perto da estátua de Eusébio, no Estádio da Luz. Hugo Correia / REUTERS