"The silent city"
2015-06-01
Astronomy picture of the day - 2015 June 1 - Pulsating Aurora over Iceland (Video)
Video Credit & Copyright: Stéphane Vetter (Nuits sacrées); Music: Eric Aron
Explanation: Why do some auroras pulsate? No one is sure. Although this unusual behavior has been known for a long time, the cause remains an active topic of research. Featured here is a dramatic video that captured some impressive pulsating auroras in mid-March over Svínafellsjökull Glacier in Iceland. The 48-second video is shown is not time-lapse. The real-time pulsations are exemplified by sequences where the astrophotographer is visible moving about in the foreground. A close inspection of the enigmatic flickering sky colors reveals that some structures appear to repeat, while others do not. The quick rapidity of the pulsations seen here is somewhat unusual -- more common are aurora with pulsations that last several seconds. Recent research shows that pulsations are more common in electron-generated aurora, rather than proton aurora, and that the Earth's local magnetic field may fluctuate in unison.
2015-05-31
Aconteceu a 31 de maio
A 31 de Maio de cada ano, a Organização Mundial de Saúde celebra o Dia Mundial sem Tabaco, cujo objectivo consiste em assinalar os riscos que advêm do consumo de tabaco para a saúde e fomentar políticas eficazes de redução do dito consumo que é responsável, a nível mundial, pela morte de um em cada dez adultos.
|
A 31 de Maio de 1232, Santo António de Lisboa, menos de um ano após a sua morte, é canonizado pelo papa Gregório IX.
|
Astronomy picture of the day - 2015 May 31 - Supernova 1994D and the Unexpected Universe
Image Credit: High-Z Supernova Search Team, HST, NASA
Explanation: Long ago, far away, a star exploded. Supernova 1994D, visible as the bright spot on the lower left, occurred in the outskirts of disk galaxy NGC 4526. Supernova 1994D was not of interest for how different it was, but rather for how similar it was to other supernovae. In fact, the light emitted during the weeks after its explosion caused it to be given the familiar designation of a Type Ia supernova. If all Type 1a supernovae have the same intrinsic brightness, then the dimmer a supernova appears, the farther away it must be. By calibrating a precise brightness-distance relation, astronomers are able to estimate not only the expansion rate of the universe (parameterized by theHubble Constant), but also the geometry of the universe we live in (parameterized by Omega and Lambda). The large number and great distances to supernovae measured over the past few years, when combined with otherobservations, are interpreted as indicating that we live in a previously unexpected universe.
2015-05-30
Imagens do Mundo - Cheias dramaticas nos Estados Unidos
Personal de rescate ayuda a un hombre que se ha visto atrapado por el agua en Austin, Texas (EE UU). Al menos diez personas han muerto en los estados sureños de Texas y Oklahoma durante los últimos tres días a causa de los tornados, tormentas e inundaciones que han azotado esa región del sur de Estados Unidos, mientras las autoridades siguen la búsqueda de una docena de desaparecidos.
ALBERTO MARTÍNEZ (AP)
Imagens do Mundo - Vulcão "Wolf" (Galapagos)
El volcán 'Wolf', ubicado en las islas Galápagos, ha entrado en erupción en la madrugada de este lunes, sin que de momento haya peligro para las poblaciones cercanas ni para la fauna, según ha informado el Parque Nacional.
(REUTERS)
España - Futbol - Sevilla - Merecido!
Los jugadores del Sevilla celebran el triunfo con el trofeo de la Liga Europa, en Varsovia. El equipo de Unai Emery gana ante el Dnipro su cuarta Liga Europa.
ALEJANDRO RUESGA
Imagens do Mundo - Israel - O calor e a menina
Una niña juega con los chorros de una fuente en la ciudad de Jerusalén (Israel). Una ola de calor sacude Israel con temperaturas que alcanzaron los 45ºC.
RONEN ZVULUN (REUTERS)
Imagens do Mundo - Arte em Krasnoyarsk (Russia)
Los artistas rusos Yury Averin (i) and Vadim Fomin (d) pintan la fachada de un edificio con un graffiti de grandes dimensiones en la ciudad de Krasnoyarsk (Rusia).
ILYA NAYMUSHIN (REUTERS)
Astronomia - Mira A vs Mira B
Imagens em alta resolução feitas com o telescópio Alma permitiram a astrônomos observar pela primeira vez o que parece ser uma enorme erupção na superfície da estrela Mira, a mais próxima e famosa gigante vermelha no céu. Tal atividade em uma estrela deste tipo surpreendeu os cientistas, numa descoberta que pode ajudar a explicar como elas ajudam a moldar nossa galáxia e mesmo o surgimento de vida nela.
Mira, cujo nome significa “maravilhosa” em latim, na verdade é um sistema binário, isto é, com duas estrelas, designadas Mira A e Mira B, localizadas a 420 anos-luz da Terra na direção da constelaçao de Cetus (Baleia). Ambas têm massa parecida com a do Sol, mas estão em diferentes fases da evolução de astros parecidos com nossa estrela. Enquanto Mira A ainda está na fase de gigante vermelha, em que a estrela “incha” ao esgotar o hidrogênio que alimenta as reações em seu núcleo, antes de começar a fundir átomos de hélio, Mira B já é uma anã-branca, o resto denso e incandescente de uma estrela que já expeliu suas camadas externas durante a fase de gigante vermelha e parou de realizar reações nucleares. Assim, a aparente erupção vista pelos astrônomos foi na superfície de Mira A.
Estrelas gigantes vermelhas como Mira A, e talvez futuramente nosso próprio Sol, são componentes cruciais para o ecossistema de nossa galáxia. Ao atingir as últimas fases de sua vida, elas expelem suas camadas externas, que carregam alguns dos elementos mais pesados, isto é, outros que não hidrogênio e hélio, que as estrelas fabricaram em suas fornalhas nucleares durante sua existência. Estes elementos então acabam entrando na receita da formação de outras estrelas e planetas, e a maior parte do carbono, oxigênio e nitrogênio em nossos corpos tiveram-nas como fonte.
Em nosso solitário Sol, erupções como a vista em Mira A são alimentadas pelos seus próprios campos magnéticos, que se achavam serem fracos demais em gigantes vermelhas para provocarem tamanhos fenômenos. Mira A, no entanto, sugere o contrário.
Mira é um sistema chave para entendermos como estrelas como nosso Sol chegam ao fim de suas vidas e a diferença que faz para uma estrela idosa ter uma companheira próxima.
As imagens permitiram aos astrônomos observar com mais nitidez como Mira B está “roubando” material de sua companheira, num processo que a pode levar a explodir numa brilhante supernova no futuro.
O Globo - Brasil
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/astronomos-flagram-erupcao-em-estrela-gigante-vermelha-16307975#ixzz3bdeRv4Iz
Inscription à :
Commentaires (Atom)