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2013-05-07
2013-05-06
Texto - Cavaco das Caldas
Que pena Boliqueime não ser nas Caldas da
Rainha… São daquelas coisas que de quando em vez podem vir à memoria, sobretudo
em períodos de desespero, exaustão, saturação e muitas palavras em “ão” como:
O “das Caldas”? ….ão!
O “das Caldas”? ….ão
O “das Caldas”? Aldrabão...
E há outros…
Mas Caldas da Rainha não é Algarve; Nas Caldas
há muitos homens valentões e que têm um grande par de c..hões, onde muitos
outros têm outra coisa... Será que os Portugueses também os têm? Ou seremos um
Povo de “castras”!
Mas voltemos ao o “das Caldas”.
Será que democracia rima com hipocrisia? Será
que depois de todos os malfeitos ainda tem o desplante de se apresentar perante
o que mais é sagrado, o Povo. E o seu sofrimento?!
Será que terá ainda o descaramento de vir
queixar-se da sua magra reforma quando os seus cúmplices remetem reformados e
trabalhadores para a desgraça total?
Será que, porventura, Boliqueime mude de nome,
transformando-se em “Boliqueime-Caldas” para o poder mandar pr’o “Ca..lho”!
06-05-2012
JoanMira
2013-05-05
2013-05-04
Texto - Socorro!
Até às 19,59 de hoje, estava em letárgica
esperança de que o pior estava para trás…Após as asserções do Primeiro, realizei quanto
ingénuo ou imbecil continuo. Sim, que
esperar de “Peter Steps Rabbit”, maior defensor
do modelo neoliberal? Esperança para o Povo? Abrir horizontes, abolir
injustiças e miséria?
Saindo do campo social, podia esperar-se que o descaramento
tivesse luz para a
preocupacão da situação económica do Pais; nem
isso: não vai aumentar impostos (diz!) mas cria mais uma taxa sobre os
reformados, aumenta o tempo de trabalho, reduz salários, reformas e a vida!
E este o modelo de sociedade a que aspiramos? Uma
vida de concorrência desregrada em que a morte do adversário é o objectivo
final? A lei da selva?
A Sociedade Portuguesa esta moribunda e os
coveiros chamam-se Pedro Passos Coelho, José Sócrates, Barroso, Cavaco Silva (e
esqueço aqui muitos outros…)
As 20,25, voltei à realidade: vou ter de trabalhar
40 horas por semana, esperar pelos 66 anos para me reformar, fazer o trabalho
de colegas que não foram substituídos, continuar a acalmar utentes furiosos com
a falta de resposta dos serviços públicos… Não, decididamente, isso não vai
acontecer comigo. Já estou desesperado que chegue; vou continuar a cumprir escrupulosamente
o meu horário, e nem mais um segundo; estou farto de ser roubado e desconsiderado!
E mais, não ponho de parte abandonar a miserável
carreira e, socorrendo-me da experiência brasileira, tornar-me politico ou
assaltar Bancos!
Bordeaux, 03-05-2013
JoanMira
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