2011-10-04

Regras sexy mas sérias para perceber o Mundial de râguebi (vídeo da semana)



As regras do râguebiEis a sua oportunidade! Agora que decorre o Mundial de râguebi na Nova Zelândia, até 23 de outubro, já não há razões para não perceber patavina do que se passa em campo. Neste vídeo, e com a ajuda destas prestimosas meninas, poderá ficar a par das regras principais do jogo.

7 famílias vivem à sombra do "Calhau" há mais de 30 anos



Os 35 anos de poder absoluto transformaram o Governo Regional da Madeira numa monarquia hereditária. As lealdades familiares e as amizades partidárias ocupam lugares na administração pública madeirense.
As centenas de jobs for the boys estão por todo o lado: casas do povo, juntas de freguesia, clubes, empresas públicas, institutos, associações desportivas, etc.. As relações de "primos e primas" e o efeito histórico do "cartão laranja" tomaram conta de uma região autónoma com pouco mais de 260 mil habitantes.
Na ilha de Alberto João Jardim há sete famílias que há mais de 30 anos estão e mandam no Governo Regional da Madeira.
Leia mais no e-paper do DN.

Funcionários consulares Suíça suspendem greve durava há 1 mês

Os funcionários consulares na Suiça decidiram suspender a greve que mantinham há cinco semanas e dar «dois a três meses ao Governo para resolver o problema», disse à agência Lusa o secretário-geral do sindicato do setor.
Em declarações hoje à Lusa, o secretário-geral do Sindicato dos Funcionários Consulares e Missões Diplomáticas (STCDE), Jorge Veludo, adiantou que os trabalhadores decidiram suspender a greve «por vontade própria» e com a concordância da estrutura sindical, durante reuniões efetuadas durante o fim-de-semana.
«A greve foi suspensa por vontade dos trabalhadores e com a concordância do sindicato, depois de cinco semanas em greve sem ganho de causa», disse, explicando que pesou também na decisão «a consideração pela comunidade portuguesa» residente na Suíça, com a qual «os contactos estavam a ser cada vez mais incisivos».
Diário Digital / Lusa

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UMA NOVA LUTA VAI COMECAR COM O APOIO DA COMUNIDADE PORTUGUESA NA SUICA...

2011-10-03

MNE atribuiu 800 mil euros de subsídios este ano



O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) atribuiu no primeiro semestre deste ano quase 800 mil euros de subsídios a centena e meia de instituições no estrangeiro e em Portugal, segundo dados publicados esta segunda-feira em Diário da República.

Dos subsídios concedidos, 623.863,52 euros foram atribuídos pelo Fundo de Relações Internacionais (FRI), enquanto 136.849 euros foram entregues pela Direcção-geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, noticia a agência Lusa.

Os valores atribuídos pelo FRI beneficiaram 77 organizações, na sua maioria (64) consulados honorários no estrangeiro, mas também associações em Portugal.

Os consulados honorários de St. Helier, nas ilhas do Canal, (39.500 euros) e de Waterbury (30.875 euros), nos Estados Unidos, foram os que receberam valores maiores.

Em Portugal, entre as instituições subsidiadas, destaca-se o Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova, que recebeu em Janeiro um subsídio de 16.762,38 euros e, em Junho, outro de 50 mil euros.

Foram ainda concedidos 45 mil euros ao Colégio Português de Kinshasa, 20 mil euros à União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) e 12.500 euros à Comissão Portuguesa do Atlântico.

O maior apoio, entre as associações portuguesas no estrangeiro, foi para a Associação Luso-Americana de Estudantes de Pós-Graduação e para a Coordenação das Colectividades Portuguesas de França, com 15 mil euros cada.

O valor mais baixo para uma instituição foram os 300 euros concedidos à Associação «Galeria de Arte Portugal Presente», de França.

A criação de uma sala de cinema, celebração de efemérides como o 25 de Abril ou o Dia de Portugal, visitas e bolsas de estudo e aquisição de instrumentos musicais foram alguns dos projectos apoiados pelo Governo português.

Foram ainda concedidas verbas entre 50 e 403 euros a título de apoio social a nove cidadãos portugueses no estrangeiro.

Os apoios financeiros do Estado ao movimento associativo português no estrangeiro foram na sexta-feira objecto de um pedido de explicações do deputado social-democrata eleito pela Europa, Carlos Gonçalves, ao Governo.

O deputado pediu ao Ministério dos Negócios Estrangeiros a listagem dos apoios concedidos às associações portuguesas no estrangeiro, nomeadamente as da Europa, entre 2009 e o primeiro semestre de 2011, com a respectiva indicação dos programas apoiados.

Numa pergunta ao MNE, Carlos Gonçalves deu conta de queixas sobre a falta de apoios ao movimento associativo e sobre a natureza dos projectos apoiados, adiantando que as associações têm dificuldades em conseguir apresentar convenientemente os projectos e recorrer às ajudas.

Classicos do cinema português - 2/11 Chaimite

Chaimite


 

"Chaimite" - 2/11

De Jorge Brum do Canto

1953 

2011-10-02

Diz o Notas Verbais: "Greve na Suíça. Agora é difícil para todos"

A continuação da greve dos funcionários administrativos do MNE na Suíça depende da reunião marcada para este fim-de-semana em que vão decidir o que fazer quando o protesto entra na sexta semana. A greve foi convocada como "ilimitada" e afeta totalmente o funcionamento dos serviços na embaixada em Berna, na missão junto dos Organizações Internacionais e Nações Unidas, no consulado também em Genebra, e nos consulados em Zurique, Sion e Lugano. Em causa está a perda de cerca de 40 por cento nos salários devida aos ajustes cambiais euro/francos suíços, com interpretações distintas das partes em confronto (trabalhadores e MNE). Uma greve acarreta sempre prejuízos e provoca efeitos indesejáveis sobretudo se é prolongada, mas esta greve na Suíça, se era crítica, agora é que entra na fase de maior dificuldade ou da total dificuldade - e dificuldade para todos porque para além de ser "ilimitada" entrou num impasse, sem saída à vista, sem qualquer cardápio negocial devido à barragem reiterada do MNE. Os decisores das Necessidades obviamente que aguardam a capitulação dos trabalhadores na prova de resistência por que optaram, e, por outro lado, os trabalhadores não dispõem de um pretexto, digamos que airoso, para a capitulação, chamem a isso suspensão com intenção de a greve ser retomada em qualquer momento, ou, hipótese à partida impensável, conformação. É um impasse. O erro vem de trás e foi ditado quando na paz dos gabinetes se acreditava com ingenuidade ou mesmo irresponsabilidade que o euro estava para ficar como moeda de império, não se avaliando como a estrutura frágil dos salários portugueses poderia responder a flutuações cambiais. Agora, pior, com a evidência de que o euro não é uma moeda portuguesa e que quem está na Suíça vive com francos suíços.

Se Portugal não tivesse nesse país uma comunidade relativamente volumosa, a solução seria fácil: encerravam-se os consulados, retornavam os funcionários, liquidava-se a questão. Mas não - a comunidade justifica os consulados se o País quer remessas, pelo que tem a obrigação de dar apoio a quem potencialmente remete e pode remeter mais. E nesse apoio, os funcionários administrativos são peças-chave, além da nomenclatura por regra associada a tais apoios (ensino, por exemplo). O problema na Suíça é que não se sabe bem e ao certo o que o Estado quer e pode. Sabe-se vagamente e não com precisão, sendo que o assunto da presença consular portuguesa na Suíça não se esgota em questões cambiais agora vindas à tona devido à greve dos funcionários, com estes a darem relatos díspares das explicações oficiais.

A disparidade até se compreende durante uma, duas ou três semanas. Seis, sem clarificação total e cabal do assunto, é demais. O ministro remeteu para o secretário de Estado a solução "no quadro das atuais restrições orçamentais" e neste quadro, que não é solução mas entala o secretário de Estado, os trabalhadores dizem que não podem, e seis semanas de greve, para quem está de fora, ou é uma greve de ricos ou é uma greve de quem de facto não aguenta. E é sobre isto que o MNE deve falar com os trabalhadores, avaliando os custos da não-presença, os custos com administrativos e os custos com não-administrativos. Mas aqui, a conversa é outra.

Sem dúvida que o secretário de Estado deve estar entalado, o ministro tem conseguido ficar de fora pelo menos nos alinhavos da imagem pública mas não tarda que, queira ou não, fica dentro. Qualquer escuteiro sabe que tem que ter um canivete suíço à mão.

Excedentários da função pública levam corte de 50% no salário em 2012


Trabalhar no Estado começa a ser muito pior do que pertencer a uma empresa privada. Ainda há poucos anos, a maioria dos licenciados dava tudo para trocar o privado pela função pública, mas mudam-se os tempos, como quem diz mudam-se os cenários económico-financeiros e o proteccionismo que este sector sempre representou já não existe: o próximo Orçamento traz consigo mais uma medida que convida todos os trabalhadores na mobilidade a procurarem rapidamente outros empregos ao invés de permanecerem na bolsa de mobilidade. Nos dois primeiros meses, os funcionários nesta situação continuam a receber o salário por inteiro.
Mas nos dez meses seguintes, que em princípio correspondem  à fase de requalificação, a remuneração baixa dos actuais 83% do salário base para 66,7%.
Depois desse período, o trabalhador entra na fase de compensação e ficar a receber apenas 50% do vencimento que ganhava no activo, contra os actuais  66%.
A proposta do Ministério das Finanças foi ontem enviada aos sindicatos da administração pública para ser discutida na terça-feira.
Mas esta, como outras situações onde se inclui os cortes salariais acima de um determinado montante, é pouco passível de negociação. Não há verbas para pagar aos excedentários, como não houve para fazer actualizações salariais nos últimos dois anos.
A medida já foi contestada pelos sindicatos representantes dos trabalhadores do sector. Os Quadros Técnicos do Estado acusam o governo de estar a estrangular a negociação colectiva. Mas em casa onde não  há pão, todos ralham e ninguém tem razão. E não se prevê nenhuma inversão neste status quo antes de 2014.
Actualmente existem cerca de 1200 trabalhadores em mobilidade especial. Mas é uma gota no oceano. A entrada em vigor do Programa de Melhoria e Redução da Administração Central prevê o fecho de 40% dos organismos e serviços públicos e quem não tiver lugar nos novos mapas de pessoal da administração central será colocado neste regime, ex-quadro de excedentários do Estado.
Outra das mudanças que está na calha é o facto de as pessoas que estiverem na mobilidade  terem de aceitar obrigatoriamente uma nova colocação, perdendo a possibilidade de optarem.

2011-10-01

Indonésia: confirmada morte de 18 ocupantes de avião acidentado

Buscas pelos passageiros desaparecidos [EPA/ADE SAPUTRA]
As autoridades indonésias confirmaram, este sábado, a morte dos 18 passageiros que seguiam quinta-feira num avião que se despenhou na ilha indonésia de Samatra . De acordo com as autoridades oficiais, os corpos dos 18 passageiros, incluindo quatro tripulantes, foram encontrados sem vida dentro do aparelho.

Na manhã deste sábado, uma equipa de resgate de quatro elementos foi deixada no local onde quinta-feira o pequeno avião se despenhou.

Chegou a ter-se esperança de encontrar sobreviventes, depois de se encontrarem quase intactos os destroços do aparelho. Foi reforçada quando a mãe de uma passageira ter revelado que recebeu uma chamada da filha.

Madeira: o calhau PSD da ilha contra os vigaros PSD do continente


Alberto João Jardim [LUSA]

O relatório da Inspecção-geral de Finanças sobre a Madeira alerta para vários riscos na situação financeira na região com uma alta probabilidade de se agravarem «substancialmente», e afectarem ainda mais o défice da região e do país.

No relatório hoje divulgado, a IGF sublinha que «a grave situação financeira da administração regional da Madeira poderá agravar-se substancialmente, com especial impacto ao nível da contabilidade nacional e/ou das necessidades financeiras/tesouraria anuais».

2011-09-30

A imagem do dia 30-09-2011

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Cloudy Night of the Northern Lights
Image Credit & Copyright: Fredrick Broms (Northern Lights Photography)
Explanation: On September 26, a large solar coronal mass ejection smacked into planet Earth's magnetosphere producing a severe geomagnetic storm and wide spread auroras. Captured here near local midnight from Kvaløya island outside Tromsø in northern Norway, the intense auroral glow was framed by parting rain clouds. Tinted orange, the clouds are also in silhouette as the tops of the colorful shimmering curtains of northern lights extend well over 100 kilometers above the ground. Though the auroral rays are parallel, perspective makes them appear to radiate from a vanishing point at the zenith. Near the bottom of the scene, an even more distant Pleiades star cluster and bright planet Jupiter shine on this cloudy northern night.