2019-12-12

Texto : Escândalo no Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro

Foto JoanMira
Há alguns anos revelamos o escândalo que se passava no Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro.

Estão em causa milhões de Reais desviados.

Quando da minha passagem – 2012 – detectei as irregularidades que se cometiam e talvez - porque não - se continuam a cometer.

Informei, na altura, o Cônsul-Geral, Dr. Nuno Belo que entendeu não dar seguimento às minhas averiguações.

Por ter revelado as trafulhices existentes, por via não oficial, e não - por outra via - como se diz no Ministério dos Negócios Estranhos, fui castigado com um processo disciplinar e com multa de 1.700 €.

Entretanto, os vigaristas continuaram a roubar descaradamente sem que a nossa "diplomacia" nada fizesse!!!

Tinha então 40 anos de MNE e uma avaliação considerada de excelente por todos os meus superiores hierárquicos.

Tive, também, 3 processos disciplinares por ter o defeito de sempre dizer a verdade denunciando todas quaisquer trafulhices de que tive conhecimento.

Valeu-me tudo isto uma licença sem vencimento e dois anos sem receber cheta... Mas não verguei – nem vergo -  e vou continuar a denunciar até que qualquer autoridade queira ouvir o que tenho a dizer. Os infractores continuam in loco ! Não é Tânia, Roberta, Alessandra e... outros. Onde està o dinheiro cobrado aos utentes e que nunca deu entrada nos cofres do Estado ?! Quem vai querer fazer a simples diligência de verificar que em 2012 existia uma conta paralela onde transitavam enormes importâncias de que o Ministério dos Negocios Estranhos abdicou.

Quem quiser saber a verdade, fale comigo. Mas parece-me que os coniventes preferem deixar "esquecer" o assunto, por muitos estarem implicados nesta fraude.

Peço ao meu amigo, deputado Carlos Gonçalves, accione os mecanismos legais para que sejam punidos os responsaveis.

10 de Dezembro de 2016.
JoanMira

Music - Video - Leonard Cohen : "In my secret life"

"In my secret life"

Musica - Ao vivo - Video - Antonio Zambujo : "O Zorro"

"O Zorro"

2019-12-11

Texto - Maria Manuela Ruivo : A "diplomata" analfabeta


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Naquele fatídico ano de 19.., a senhora “diplomata” foi expedida para um posto consular de somenos importância (Bayonne); foi a forma que encontraram outros “diplomatas” com sede nas “Necessidades” para se verem livres de tamanha calamidade.

Mal chegou (em altos berros que, diga-se, foi uma constante do seu consulado), deu livre azo ao seu mau feitio, embirrando com funcionários, utentes e crianças; tendo identificado, à partida, que a senhora tinha graves problemas psíquicos, não liguei muito ao seu comportamento, habituado que sempre estive a “tudo” o que desagua das “Necessidades”.


E a vida decorria normal, isto é, os funcionários esforçando-se por fazerem o seu trabalho mesmo sem rumo e a senhora a servir-se da mansão e dos lacaios.

Até que um dia, infelizmente, se deu um grave acidente de viação onde treze compatriotas perderam a vida;

Temos que estar preparados para este tipo de situações e dar tudo o que temos não só a nível organizativo como do ponto de vista moral para tentar amenizar sofrimentos. Conquanto possamos não ter preparação académica para este tipo de situações, socorrermo-nos, da experiência que é também uma grande universidade.

O embaixador Francisco Seixas da Costa, esse sim um verdadeiro diplomata, costuma “desancar” nos vice-cônsules que diz, e é verdade, não são diplomatas; aprecio o que escreve tanto quanto aprecio o seu diplomático percurso.

Isto vem a propósito da “senhora” diplomata que, no caso em questão teve uma atitude absolutamente lamentável; é facto que não tinha preparação alguma para exercer as funções que lhe foram atribuídas como não tinha nem carácter, nem feitio, nem experiência para lidar com aquela difícil situação; ainda me lembro da sua atitude descontrolada quando insultava familiares das vitimas, vociferando na pista de aviação!

Senhor embaixador Seixas da Costa, isto é também a realidade de vice-cônsules que fazem o “Job” e de “diplomatas” que envergonham Portugal!

Porque o “post” já vai demasiado longo, reservo para a próxima intervenção a revelação de algumas objetivas verdades.

Muito tenho a dizer no fim desta minha carreira. As verdades sairão e como diz um político que muito aprecio: “ A mim ninguém me vira!”.

Bordeaux, 26 de maio de 2013.

JoanMira