2019-12-15
2019-12-13
2019-12-12
Texto : Escândalo no Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro
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| Foto JoanMira |
Há alguns anos revelamos o escândalo que se passava no Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro.
Estão em causa milhões de Reais desviados.
Quando da minha passagem – 2012 – detectei as irregularidades que se cometiam e talvez - porque não - se continuam a cometer.
Informei, na altura, o Cônsul-Geral, Dr. Nuno Belo que entendeu não dar seguimento às minhas averiguações.
Por ter revelado as trafulhices existentes, por via não oficial, e não - por outra via - como se diz no Ministério dos Negócios Estranhos, fui castigado com um processo disciplinar e com multa de 1.700 €.
Entretanto, os vigaristas continuaram a roubar descaradamente sem que a nossa "diplomacia" nada fizesse!!!
Tinha então 40 anos de MNE e uma avaliação considerada de excelente por todos os meus superiores hierárquicos.
Tive, também, 3 processos disciplinares por ter o defeito de sempre dizer a verdade denunciando todas quaisquer trafulhices de que tive conhecimento.
Valeu-me tudo isto uma licença sem vencimento e dois anos sem receber cheta... Mas não verguei – nem vergo - e vou continuar a denunciar até que qualquer autoridade queira ouvir o que tenho a dizer. Os infractores continuam in loco ! Não é Tânia, Roberta, Alessandra e... outros. Onde està o dinheiro cobrado aos utentes e que nunca deu entrada nos cofres do Estado ?! Quem vai querer fazer a simples diligência de verificar que em 2012 existia uma conta paralela onde transitavam enormes importâncias de que o Ministério dos Negocios Estranhos abdicou.
Quem quiser saber a verdade, fale comigo. Mas parece-me que os coniventes preferem deixar "esquecer" o assunto, por muitos estarem implicados nesta fraude.
Peço ao meu amigo, deputado Carlos Gonçalves, accione os mecanismos legais para que sejam punidos os responsaveis.
10 de Dezembro de 2016.
JoanMira
2019-12-11
Texto - Maria Manuela Ruivo : A "diplomata" analfabeta

Naquele fatídico ano de 19.., a senhora “diplomata” foi expedida para um posto consular de somenos importância (Bayonne); foi a forma que encontraram outros “diplomatas” com sede nas “Necessidades” para se verem livres de tamanha calamidade.
Mal chegou (em altos berros que, diga-se, foi uma constante do seu consulado), deu livre azo ao seu mau feitio, embirrando com funcionários, utentes e crianças; tendo identificado, à partida, que a senhora tinha graves problemas psíquicos, não liguei muito ao seu comportamento, habituado que sempre estive a “tudo” o que desagua das “Necessidades”.
E a vida decorria normal, isto é, os funcionários esforçando-se por fazerem o seu trabalho mesmo sem rumo e a senhora a servir-se da mansão e dos lacaios.
Até que um dia, infelizmente, se deu um grave acidente de viação onde treze compatriotas perderam a vida;
Temos que estar preparados para este tipo de situações e dar tudo o que temos não só a nível organizativo como do ponto de vista moral para tentar amenizar sofrimentos. Conquanto possamos não ter preparação académica para este tipo de situações, socorrermo-nos, da experiência que é também uma grande universidade.
O embaixador Francisco Seixas da Costa, esse sim um verdadeiro diplomata, costuma “desancar” nos vice-cônsules que diz, e é verdade, não são diplomatas; aprecio o que escreve tanto quanto aprecio o seu diplomático percurso.
Isto vem a propósito da “senhora” diplomata que, no caso em questão teve uma atitude absolutamente lamentável; é facto que não tinha preparação alguma para exercer as funções que lhe foram atribuídas como não tinha nem carácter, nem feitio, nem experiência para lidar com aquela difícil situação; ainda me lembro da sua atitude descontrolada quando insultava familiares das vitimas, vociferando na pista de aviação!
Senhor embaixador Seixas da Costa, isto é também a realidade de vice-cônsules que fazem o “Job” e de “diplomatas” que envergonham Portugal!
Porque o “post” já vai demasiado longo, reservo para a próxima intervenção a revelação de algumas objetivas verdades.
Muito tenho a dizer no fim desta minha carreira. As verdades sairão e como diz um político que muito aprecio: “ A mim ninguém me vira!”.
Bordeaux, 26 de maio de 2013.
JoanMira
2019-12-10
Texto - Filomena e as radiações nucleares
Naquela linda manhã de sol pálido, mas de sol, os sobreviventes iam imergindo, atónitos, ainda pálidos e surpresos de que Deus os não tivesse levado para um Inferno mais atroz ainda que aquele a que, quase por milagre, tinham sobrevivido.
Chamas e fumo por todo o lado… passava-se por cadáveres inertes (claro)... Ninguém bulia, e ninguém sabia o que se tinha passado depois do intenso clarão que escondeu a luz do Sol.
Alem do que a visão humana alcançava, apenas destroços num horizonte azul-metalico…
E aquele ultra-som quase impercetível, acompanhado de odores ácidos…
Pensei de imediato que seria mais uma das asneiras da Filomena; mas, refletindo melhor, cheguei à conclusão que não; é que a Filomena não tinha inteligência suficiente para provocar tamanho cataclismo...
Pois...; a Filomena é apenas uma cetina-parola; jamais poderia ter sido ela a desencadear semelhante catástrofe.
Porque para ela fazer varias coisas ao mesmo tempo já é uma atividade demasiado árdua: imagine só: respirar, andar, dar ordens bacocas aos subalternos que lhe foram alugados e simultaneamente mandar os seus famosos e ostentados “yeaps”…
Decerto foram aprendidos de cor em qualquer pais governado por qualquer “trampa”.
Não sabemos se assim foi; mas contudo é certo que essas onomatopeias provocam a hilaridade de toda e qualquer pessoa que através delas percebe o complexo da pessoa…
Por isso logo pensei: para se ser maquiavélico, tem de haver varias condições "sine qua non": ter-se inteligência, ter-se um cérebro "arrumado", capacidade de síntese e organização/coordenação...Enfim, tudo o de que carece a infeliz criatura...
Assim sendo, jamais poderia ter estado a pobre da Filomena (rendamo-lhe esta singela homenagem), na origem do fim da nossa civilização.
Mas alguém, de facto, tinha premido o botão nuclear.
Encharcado de transpiração tentava imaginar onde me refugiar; entrei no meu automóvel mas nem consegui sair de casa tal era o "engarrafamento" nas estradas de pessoas fugindo a morte...
Já era tarde de mais; a onda de choque tinha-nos invadido acompanhada de um vento quente carregado de átomos loucos no meio de ondas sonoras intensas... Dentro de minutos chegaria o bafo infernal para nos liquidificar, derretendo todos corpos; aos sobreviventes só restava a esperança ténue de poderem sobreviver às mortais radiações...
A palavra de ordem era abrigar-se… Era o "salve-se quem puder"; mas onde?
Não havia mais solução para a vida…
Nem um navio acostado naquele porto nos podia salvar! Ter-se-ia feito algumas miseráveis milhas que já a radioatividade nos teria alcançado.
E a Filomena, palerma, sorria entre “yeaps, yeaps, yeaps…” como se na sua cretinice extrema fosse imune aos "raios que a destrocem…"
Acordei. Acabou o pesadelo...
Não foi desta vez não!
28-11-2016
JoanMira
2019-12-09
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