2012-12-09
Texto - Reflexão
REFLEXÃO
Este nómada compulsivo, esta,
novamente em Terras gringas; desta feita no Rio de Janeiro; sei Que o paradigma
de Andorra não vai repetir-se; não Tenciono ficar décadas virando carioca…
Mas tão-somente permanecer alguns
tempos na Cidade Maravilhosa. E, logo que beneficie de brisa Astral, poder rumar
à velha Europa para me Reencontrar com filhos e netos, se Deus quiser.
Com eles ficarei contemplando o
escasso tempo do “Final countdown”, desta efémera passagem. Neste Belo e
estranho continente nada me falta; a Não ser a proximidade dos que amo.
A saudade, complexo e “sui-generis”
sentimento Português, eis que pela primeira vez o sinto longe Do meu Pais;
mesmo, ou sobretudo, porque vivendo Na
cidade maravilhosa!
Distribuir o amor e o carinho, de
que eu próprio há muito careço, à medida que vão desaparecendo familiares e
amigos, vai continuar a ser o meu objectivo primordial. Quando a minha hora chegar.
E já que por nisso estes
sentimentos soltos aqui me conduzem, reitero, aos amigos que ainda não o
saibam, que quero ser sepultado, em pequeno e luso cemitério;
De modo que assim, de quando em
vez, os Sobreviventes que se lembrarem de mim se Reúnam, riam, lembrando os meus
melhores Momentos, e me deixem algumas flores.
Mas isto, estou convicto, não será
para as Próximas horas! Neste momento estou Energicamente vivo, cumprindo a
minha derradeira Missão no consulado do Rio de Janeiro.
Costuma-se render homenagem a toda
criatura que “Vai para o Céu”; mesmo ao maior dos criminosos se encontram
frases de circunstância para enaltecer o que de menos pior fez… é da praxe.
Pessoalmente não tenho nada contra
isso; como diz o meu Amigo Daniel Oliveira: “Bem pelo contrario”.
Rio de Janeiro, 14 de Maio de
2012.
JMIRA
Hugo Chavez - Cancer
Cartazes com mensagens de apoio foram empunhados pelas ruas da capital CaracasJORGE SILVA / REUTERS
Com um coração nas cores da bandeira venezuelana e uma foto de Chávez, mulher presta seu apoio ao presidente
Fernando Llano / AP
Fernando Llano / AP
Anúncio da volta de Chávez à Cuba para tratar câncer arrancou lágrimas da senhora
Fernando Llano / AP
Fernando Llano / AP
Historia - Imagens - II Guerra Mundial - O ataque a Pearl Harbor
Vista aérea da "Linha de Combate"
O navio USS Shaw explode durante o ataque japonês
Destroços de avião
Fotografia capturada pela Força Aérea japonesa mostra o ataque a Pearl Harbor
Imagens do Mundo - China
China Nadar em água gelada para manter saúde
de de ferro
Com temperaturas de 3º centígrados, várias
pessoas habituaram-se a nadar num lago gelado, em Pequim
foto Mark Ralston/AFP
Publicada às 11.39
China Nadar em água gelada para manter saúde
de de ferro
Esta prática é habitual entre os mais
idosos...
foto Mark Ralston/AFP
Publicada às 11.39
China Nadar em água gelada para manter saúde
de de ferro
... que acreditam que o frio os mantém
saudáveis
foto Mark Ralston/AFP
Publicada às 11.39
China Nadar em água gelada para manter saúde
de de ferro
Os utilizadores do lago afirmam que nadar com
água muito fria melhora a circulação sanguínea
foto Mark Ralston/AFP
Publicada às 11.39
China Nadar em água gelada para manter saúde
de de ferro
Entre outros benefícios, estarão a redução do
stress e a melhoria da concentração
foto Mark Ralston/AFP
2012-12-08
Árabes rendidos aos produtos alimentares portugueses
A Nutrigreen, empresa de Torres Novas que se dedica à transformação de fruta, ganhou o primeiro prémio de inovação no SIAL Middle East, salão dedicado à industria mundial do agroalimentar, que decorreu na semana passada em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.
O azeite com lascas de ouro laminado, produzido em Alcaria, perto do Fundão, impressionou os árabes e já foi exibido em horário nobre na estação nacional do Emirado de Sharjah.
Estas foram duas das seis empresas que promoveram os seus produtos nos Emirados, debaixo da marca chapéu "Portugal Foods", que projeta a imagem do sector agroalimentar a nível internacional.
A televisão nacional do emirado de Sharjah exibiu o azeite com ouro, produzido no Fundão, no programa "30 minutos", que passa em horário nobre (pelas 20h00 locais).
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/arabes-rendidos-aos-produtos-alimentares-portugueses=f772251#ixzz2ETE5FIoE
Rio já enfrenta problemas de falta d’água
RIO - O Rio e a Baixada Fluminense já estão enfrentando problemas de falta de água neste sábado por causa da quarta interrupção do Sistema Guandu devido a falta de energia elétrica. O quarto corte de energia, que demorou sete minutos, aconteceu por volta de 23 horas desta sexta-feira, desligando mais uma vez o Sistema Guandu, que abastece o Rio e Baixada Fluminense. O presidente da Cedae, Wagner Victer, disse que o problema provocou a descontinuidade no abastecimento, que foi retomado mas só será normalizado em toda a cidade na segunda-feira.
A Cedae pediu à população para economizar água e montou um esquema de emergência de carros-pipa para atender hospitais, presídios, delegacias e outros prédios públicos. Já está faltando água em Copacabana, Leme e bairros da Zona Norte, como Tijuca e Méier. Os 15 carros-pipa da Cedae estão sendo abastecidos nos hidrantes da Elevatória Mendes de Moraes, na Leopoldina.
Segundo Victer, quando há uma interrupção mesmo que por poucos minutos no Sistema Guandu e nas elevatórias espalhadas pela cidade, é iniciado um procedimento de segurança para religar todo o sistema de distribuição que demora horas. O grande problema é a entrada de ar nas linhas de abastecimento e o desligamento das bombas de sucção, sacrificando principalmente os bairros mais altos e as chamadas pontas de linhas.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/rio-ja-enfrenta-problemas-de-falta-dagua-6983247#ixzz2ET0V7YOG
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/rio-ja-enfrenta-problemas-de-falta-dagua-6983247#ixzz2ET0V7YOG
2012-12-07
Sismo vai matar dezenas de milhares em Portugal

Os maiores especialistas portugueses em
sismos avisam que Portugal pode sofrer, a qualquer momento, um terramoto e um
tsunami semelhantes aos que vimos no Japão e que vai matar dezenas de milhares
de pessoas porque o país não está preparado. A Sociedade Portuguesa de
Engenharia Sísmica, num documento a que a TVI teve acesso, avisa que em
Portugal nem sequer os hospitais estão preparados para um sismo.
Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.
O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.
«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.
Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».
As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses
O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.
Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.
Até agora, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».
A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.
Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.
O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.
«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.
Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».
As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses
O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.
Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.
Até agora, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».
A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar.
2012-12-06
Texto - A chegada ao Rio e o primeiro encontro com o "Cara" do Corcovado
Já experimentou ir trabalhar para um pais longínquo, em qualquer parte do mundo, a milhares de quilómetros da sua base?
E chegar a um sitio alheio à vida que durante décadas foi a sua? Não em qualquer de “far niente”, despreocupado, curtindo o desfasamento, mas sim para trabalhar!
E chegar a um sitio alheio à vida que durante décadas foi a sua? Não em qualquer de “far niente”, despreocupado, curtindo o desfasamento, mas sim para trabalhar!
Eis o que me aconteceu numa experiência muito condensada.
Viaja-se de noite – porque é mais barato – e chega-se, no dia seguinte, com seis horas de vida a menos e sono perdido, oriundo do frio polar ao forno, em estado quase moribundo; os agasalhos da velha Europa começam a irritar o corpo e a alma; saindo do avião bem climatizado depara-se com um violento sopro térmico que, instantaneamente faz sentir quanto a sua vida era amena; A insuportável baforada faz-vos pensar no Inferno descrito nos livros e lamentar todos os graus negativos do passado...
Vai-se para um hotel arrastando malas que pesam os litros de suor que nem os "chopps" nem a caipirinha lhe vão permitir de recuperar.
Pelo corpo escorrega, o liquido calorento sinonimo do desconforto total... Felizmente, o ar condicionado existe no albuergue aligeirando a carga fisico-psicologica…
Descansa-se um dia e, logo a seguir, “devoir oblige” chega-se, “naturalmente”, ao emprego.
Descansa-se um dia e, logo a seguir, “devoir oblige” chega-se, “naturalmente”, ao emprego.
E então, com muito custo e imensa pouca vontade, entra-se no local de trabalho, num clima de terrorismo, ou guerra civil entre colegas exasperados por não lhe darem a razão que, legitimamente, pensam ter.
A guerra é sem tréguas; "és por mim ou contra mim!".
Tenta-se compreender o porquê do conflito tentando não tomar partido, mas é muito complicado! As hostes estão ao rubro…
A guerra é sem tréguas; "és por mim ou contra mim!".
Tenta-se compreender o porquê do conflito tentando não tomar partido, mas é muito complicado! As hostes estão ao rubro…
É-se nomeado responsável pelos recursos humanos e decisões em consequência.
Claro que a situação não se torna em nada menos explosiva. Dirigir pessoas sem conhecer todas as magoas do passado, detentores cada qual com ou sem razão da sua verdade, é complicado para quem dirige.
Mas, o juizo tendo de ser feito, optamos por ouvir e dar atenção a todos os intervenientes sem excepção. Tendo consciência que certos prevaricadores se riem à socapa por detraz de cinicas mascaras.
Claro que a situação não se torna em nada menos explosiva. Dirigir pessoas sem conhecer todas as magoas do passado, detentores cada qual com ou sem razão da sua verdade, é complicado para quem dirige.
Mas, o juizo tendo de ser feito, optamos por ouvir e dar atenção a todos os intervenientes sem excepção. Tendo consciência que certos prevaricadores se riem à socapa por detraz de cinicas mascaras.
Mas o que apraz, em suma, guardar do Rio de Janeiro é as amizades que là se criam. Quantas saudades dos amigos Tereza, Zé Carlos, Paula, Roberta, Ricardo, Valdeir, Denise, Francisca, Leila, Wagner, Giani, Rodrigo, Ricardo, (desculpem mas o valor da amizade não se encontra por qualquer tipo de ordem). Em suma, da minha experiência da vida no Rio de Janeiro guardo as mais gratas recordacões.
Mais, sendo ateu assumido, tivemos a oportunidade, no Rio, de travar conhecimento, aos fins da tarde, com um amigo extraordinario, especialista em acolher “gringos” na situacão de isolamento, ajudando-os a superar um carrão de complicacões.
No que nos respeita passamos muita parte do meu tempo a tirar-lhe fotografias e também em dialogo que, por vezes, teve o seu certo interesse.
Amigo do Corcovado, desculpa não ter respondido à tua ultima carta.
Imperdoavel?! Como assim?!! Tu sabes que és a minha luz, o meu caminho... Estou a escrever-te para muito em breve te dar boas noticias de Franca.
Até muito breve Cara!
No que nos respeita passamos muita parte do meu tempo a tirar-lhe fotografias e também em dialogo que, por vezes, teve o seu certo interesse.
Amigo do Corcovado, desculpa não ter respondido à tua ultima carta.
Imperdoavel?! Como assim?!! Tu sabes que és a minha luz, o meu caminho... Estou a escrever-te para muito em breve te dar boas noticias de Franca.
Até muito breve Cara!
Bordeaux, 25 de agosto de 2015
JoanMira
A imagem do dia 06-12-2012
47 Tuc Próximo à Pequena Nuvem de MagalhãesCréditos e direitos autorais : Ivan Eder | |
|
Inscription à :
Commentaires (Atom)